a beleza das Flores

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É no meio do majestoso atlântico que fica um dos meus maiores amores e saudade de sempre voltar.
incrível, apaixonante, deslumbrante, mais e muitos mais…
Açores no <3<3<3<3<3<3
uma ótima tarde a este maravilhoso grupo de gente bonita e simpática!
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  • Juste magnifique !!!
    Lindo ❤️
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malaca, a nau e os descobrimentos de que se envergonham alguns portugueses

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Um deputado do PS disse que o padrão dos descobrimentos devia ser demolido. O PS é um partido com boas ideias e capaz de dialogar com toda a gente, mas é normal que também tenha algum estúpido e parvo nas suas fileiras. De vez em quando a estupidez infiltra-se em toda a aparte.
Eu para prestar homenagem à epopeia dos descobrimento da Pátria Portuguesa apresento aqui a foto de réplica em tamanho natural da última das naus que utilizadas por Afonso de Albuquerque na conquista de Malaca., Esta nau, a “Flor de La Mar” foi construída com dinheiros daquele povo de Malaca que descende de mistos de portugueses e malaios e faz parte do Museu militar da vizinha cidade de Perang. Nunca os portugueses de Portugal foram capazes de reconstruir na integra uma das notáveis naus que foram à Índia e chegaram ao Japão. Era na altura do melhor que foi construído em termos de navios, mas infelizmente afundou-se numa grande tempestade com o tesouro que transportava. Os malaios descendentes longínquos dos portugueses não se sentem diminuídos por terem sangue português e chegam a dizer que são portugueses apesar de aqui o Continente não lhes ligar quase nada nem ter mandado professores de português para uma escola portuguesa. portugueses.
Chrys Chrystello
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açores, ensino profissional

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Governo dos Açores aposta na valorização do ensino profissional para qualificar os açorianos
A Secretária Regional da Educação destacou hoje, em Ponta Delgada, que é preciso tornar o ensino profissional como primeira linha para que possa constituir uma escolha que seja de qualidade para os jovens açorianos.
“O ensino profissional foi durante muitos anos tido como a alternativa ao jovem que não tinha sucesso no ensino regular e é preciso reverter isso”, referiu Sofia Ribeiro, à margem do webinar valorização do ensino profissional nos Açores, que contou também com a presença do Secretário Regional da Juventude, Qualificação Profissional e Emprego.
De acordo com a titular da pasta da Educação, “a aposta do Governo é na diversidade e na qualidade, sendo que, segundo estudos profissionais, quando os jovens investem na sua formação têm um aumento de remunerações e de possibilidade de empregabilidade”.
“Não podemos trabalhar a educação e a formação profissional como se fossem completamente independentes”, sublinhou.
Nesta medida, “faz todo o sentido que acarinhemos mais estes percursos alternativos de formação, sendo precisamente esse o trabalho de articulação que o Executivo está a desenvolver e que consta do Programa do Governo”, explicou.
Sofia Ribeiro adiantou também que existe um programa articulado para desenvolver as escolas digitais nos Açores, sendo esta uma “tendência que tem de ser feita, uma vez que existe uma inovação digital que constitui um desafio no século XXI”.
Por sua vez, o Secretário Regional da Juventude, Qualificação Profissional e Emprego afirmou que, “para além da importância desta articulação entre a educação e a qualificação, é preciso melhorar a perceção pública sobre a formação e a qualificação profissional”, frisando que “são áreas do ensino tão nobres como qualquer outra”.
“Não podemos continuar com as taxas de abandono escolar trágicas que temos”, avançou Duarte Freitas, acrescentado que “é necessário fazer um esforço para qualificar muito mais os açorianos, para que possam ser chamados a contribuir para o futuro dos Açores”.
“O abandono e o insucesso escolar não se combatem por ser uma meta, mas sim por ser um ideal de tornar as pessoas mais ricas nas suas valências”, declarou.
Segundo o governante, o Executivo açoriano, em articulação com as escolas profissionais, “está a trilhar caminhos em áreas de formação como o ensino dual, a qualificação de adultos e de ativos desempregados para que a qualificação e formação dos açorianos possa ser um desafio a ganhar no futuro”.
Duarte Freitas anunciou ainda que, em breve, “será lançado o Fórum da Qualificação Profissional, que vai ser organizado de uma forma muito participada com a sociedade civil”.
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You, Fátima Silva, António Bulcão and 36 others
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FALECEU MANUEL RITA EX-AUTARCA DO CORVO

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Estou chocado!
Acabei de saber da morte repentina do senhor Manuel Rita, natural da mais pequena ilha dos Açores – Corvo, pessoa que muito considero e o tinha como amigo!
Uma conversa com o senhor Manuel Rita era uma lição de História, onde sempre incluía a sua tão querida ilha. Ainda no passado dia 14 na rubrica “Face a Face” do jornal “Correio dos Açores” deu uma entrevista deliciosa, directo e franco, como era seu habito!
A sua memória perpectuará na ilha que lhe era tão querida pelo trabalho que desenvolveu em benefício da sua população, dos seus conterrâneos!
À sua família, em especial, sua esposa e filhas as minhas mais sinceras condolências por tão grande perda!
Deus o receba no seu reino e lhe ofereça a paz eterna!
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Henrique José Schanderl, António Couto and 28 others
🖤
Ficam as memórias à falta de palavras.
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May be an image of 1 person and text that says "Lembro-me de ser criança única comunicação que havia no Corvo era por código Morse. Hoje não falta nada. Estamos no meio do mundo e fomos primeiro concelho do país a ter internet gratuita para todos MANUEL RITTA, HOTELEIRO AUTARCA EX-"
Rafael Carvalho, Aníbal C. Pires and 23 others
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  • OMD. 🖤 Descanse em paz. Um grande e sentido abraço de pêsames

    Kathleen

    para todos vós. Lamento profundamente.

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Paulo Melo

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Presidente do Governo manifesta pesar pelo falecimento Manuel Rita eis autarca do Corvo - Jornal Açores 9
JORNALACORES9.PT
Presidente do Governo manifesta pesar pelo falecimento Manuel Rita ex-autarca do Corvo – Jornal Açores 9

Michelle des Bouillons – Praia da Viola, Ribeira Grande, Azores

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Maria Meneses

and https://youtu.be/veqBSi9xxI8?t=31

Casa dos Açores em Lisboa

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https://youtu.be/veqBSi9xxI8

Michelle des Bouillons - Praia da Viola, Ribeira Grande, Azores
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Michelle des Bouillons – Praia da Viola, Ribeira Grande, Azores
Michelle des Bouillons was the first women to surf the big waves (+15 foot) of Viola Beach – São Miguel Island, Azores. Credits: Gigantes de Nazaré and Cesin…

 

MICHELLE DES BOUILLONS NA PRAIA DA VIOLA

 

 

nemésio morreu há 43 anos

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Há exatos 43 anos, a 20 de fevereiro de 1978, morria Vitorino Nemésio, um dos maiores nomes da literatura portuguesa do século XX. Nemésio foi poeta, romancista, ficcionista, cronista, ensaísta, biógrafo, historiador da literatura e da cultura, jornalista, investigador, epistológrafo, filólogo e comunicador televisivo, para além de toda a atividade de docência na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Nemésio nasceu a 19 de dezembro de 1901 na Praia da Vitória, filho de Vitorino Gomes da Silva e de Maria da Glória Mendes Pinheiro. Foi no Liceu de Angra que foi introduzido no mundo das Letras pelo professor Manuel António Ferreira Deusdado (autor da Revista de Educação e Ensino). Publicou, em 1916, o seu 1º livro de poesia, o Canto Matinal. Teve algumas dificuldades com o ensino, acabando por se transferir para a Horta, no Faial, onde concluiu o Curso Geral dos Liceus a 16 de julho de 1918. Nesta cidade, teve contacto com o grande fluxo marítimo e animação noturna resultante do aproximar do final da I Guerra e da presença constante de estrangeiros devido a este porto ser um local de reabastecimento de frotas e de descanso para os marinheiros.
No ano de 1919, Nemésio iniciou o serviço militar, como voluntário de Infantaria, fazendo então a sua primeira viagem para fora dos Açores. Dois anos depois, entrou para a Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Acabou por, 3 anos depois, mudar-se para o curso de Ciências Histórico-Filosóficas da Faculdade de Letras de Coimbra. Em 1925, matriculou-se no curso de Filologia Românica da Faculdade de Letras. Durante este período conheceu o escritor republicano espanhol Miguel Unamuno, com quem manterá uma troca de correspondência até à morte deste, em 1936. Em 1926 foi cofundador e diretor do jornal republicano académico Gente Nova, clara consequência do seu contacto com o republicanismo espanhol.
Nemésio casou-se, a 12 de fevereiro de 1926, em Coimbra, com Gabriela Monjardino de Azevedo Gomes, com quem teve, em um espaço de 5 anos, 4 filhos, Georgina, Jorge, Manuel e Ana Paula. Neste entretanto, transferiu-se para a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde concluiu o curso, em 1931, com excelentes notas. Iniciou a sua atividade de docência na mesma Faculdade, com o ensino das disciplinas de Literatura Italiana e, mais tarde, de Literatura Espanhola. No ano de 1934, Nemésio doutorou-se em Letras pela Universidade de Lisboa com a tese A Mocidade de Herculano até à Volta do Exílio. Foi então convidado pela Vrije Universiteit Brussel para lecionar na Bélgica, onde esteve entre 1937 e 1939, período antes do início da II Guerra.
A sua condição de terceirense, açoriano, ilhéu, estaria fortemente presente na sua obra. Em termos de ficção, o autor terceirense começou a sua carreira com a publicação do volume de contos Paço do Milhafre, a partir de 1924, posteriormente renomeada o Mistério do Paço do Milhafre, em 1949. A sua escrita era marcada pela descrição dos lugares e do desenho das personagens, dando um lado muito real às personagens. A sua obra, que tem títulos como Corsário das Ilhas, Festa Redonda, Varanda de Pilatos, entre tantos outros, passou ser conhecida e reconhecida.
O auge do romance em Nemésio foi atingido em 1944, com a publicação de uma das obras-primas da Literatura Portuguesa do século XX, que eu aconselho vivamente, Mau Tempo no Canal, cuja ação decorre nas 4 principais ilhas do grupo central do arquipélago açoriano: Pico, Faial, São Jorge e Terceira, entre 1917 e 1919 (estes anos representam aquele período em que Nemésio se encontrava no Faial e, em contacto, com várias culturas e várias personalidades).
Na sua escrita, Nemésio evidenciou a açorianidade, que o representava e à sua cultura. A primeira vez que Vitorino Nemésio utilizou a palavra foi quando falou da sua açorianidade, das suas saudades da terra natal, da sua alma enquanto açoriano que se encontrava longe de casa, no continente. Em Coimbra, a 19 de julho de 1932, na comemoração dos 500 anos da descoberta dos Açores (na época acreditava-se que os Açores tinham sido descobertos em 1432 e não como hoje se defende, em 1427), o autor terceirense definiu o que era a acorianidade: «A geografia, para nós, vale outro tanto como a história, e não é debalde que as nossas recordações escritas inserem uns cinquenta por cento de relatos de sismos e enchentes. Como as se¬reias temos uma dupla natureza: somos de carne e pedra. Os nossos ossos mergulham no mar.»
Voltando à vida de Nemésio, em 1958, lecionou no Brasil. Dois anos depois, a 19 de julho de 1961, foi feito Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique e, 6 anos depois, a 17 de abril de 1967, Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada (postumamente, a 30 de agosto de 1978, foi homenageado com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada). Recebeu o Prémio Nacional da Literatura, em 1965 e, em 1974, o Prémio Montaigne. Quando a 12 de setembro de 1971, atingiu a idade limite legal de exercício de funções públicas, proferiu a sua última aula na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Nemésio foi autor e apresentador do programa televisivo Se bem me lembro, entre 1970 e 1975, onde dava palestras, mostrando a sua capacidade única como comunicador. Nemésio escreveu biografias também e colaborou em diversas revistas e jornais, assumindo, já depois de ser Catedrático Jubilado, entre 11 de dezembro de 1975 e 25 de outubro de 1976, a direção do jornal O Dia.
Vitorino Nemésio morreu a 20 de fevereiro de 1978, em Lisboa, no Hospital da CUF. Como seu último desejo, pediu que os sinos tocassem o Aleluia em vez do dobre a finados. Jaz no cemitério de Santo António dos Olivais, em Coimbra.
A obra de Nemésio já estava há muito tempo esgotada, assim uma edição das obras completas do escritor terceirense começaram este Outono a ser publicadas, em 17 volumes, em uma iniciativa da editora Companhia das Ilhas, em parceria com a Imprensa Nacional-Casa da Moeda. O 1º volume foi apresentado na edição de 2018, a XIII, do Outono Vivo, na Praia da Vitória, pelo Professor Luiz Fagundes Duarte, e aborda a poesia publicada por Nemésio entre os anos de 1916 e 1940.
Nemésio sempre amou e “cantou” como ninguém a sua Praia da Vitória. Escritor da açorianidade, Nemésio deixou uma vasta obra, que vale a pena ser lida pelas novas gerações. Temos de procurar divulgar a obra deste grande Português do século XX, além de incentivar à leitura de suas obras. Tal como Nemésio, nunca devemos perder o amor à nossa terra e à defesa dos interesses locais, pois as nossas raízes, o meio social em que crescemos e vivemos marca para sempre a nossa visão do mundo. A açorianidade é algo que está muito bem impregnada na nossa alma de ilhéus.
Francisco Miguel Nogueira
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Visão | Quem acredita na queda brutal de contagiados?

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Claro que fazendo agora apenas metade (em média) dos testes realizados em Janeiro, é lógico que os contagiados vão desaparecendo. Desaparecer não desaparecem, mas não são detetados, não pressionam os números, não vão para os hospitais, não entram nas UCI. Isso leva a uma outra pergunta: a maioria das mortes acontece em casa, e não nos hospitais. Como é que se explica isto, sendo que a Covid não é propriamente uma doença fulminante?

Source: Visão | Quem acredita na queda brutal de contagiados?

Visão | Zoólogos pela verdade

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Alguns outros membros do movimento “Zoólogos pela Verdade” têm de lidar ainda com o facto de, por causa de uma admirável fidelidade às suas ideias, terem enfiado os dois braços na jaula do tigre, tendo perdido ambos, pelo que, neste momento, estão confrontados com uma maior dificuldade de escrever posts no Facebook

Source: Visão | Zoólogos pela verdade