CHINESES NA TERRA NOVA, CANADÁ

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Groundbreaking new research proposes that the key to finding the location of Zheng He and his lost Chinese treasure ships and the lost people of Greenland can be located in Newfoundland, Canada. What a find!
The Beothuck Key: Finding a Lost Chinese-Norse Civilization in Canada
ANCIENT-ORIGINS.NET
The Beothuck Key: Finding a Lost Chinese-Norse Civilization in Canada
Two mysteries – one Oriental, one Western – have attracted considerable attention

A OUTRA ATLÂNTIDA, LEMÚRIA OU Kumari Kandam

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ThetermKumariKandamfirstappearedinthe15thcenturyKandaPuranam, theTamilversionoftheSkandaPuranam. Yet, storiesaboutanancientlandsubmergedbytheIndianOceanhavebeenrecordedinmanyearlierTamilliteraryworks. According to theseaccounts, therewas a portionoflandthatwasonceruledbythePandiyan kings andwasswallowedbythesea. Manyhaveconnectedthesestories to the more contemporarylegendofLemuria.
Czech historical linguist Václav Blažek has noted the similarity between the numerals in Dravidian (Tamil-Malayalam, Kannada, Telugu, etc.) and the major group of Australian Aboriginal languages (Pama-Nyungan). That Dravidian and most Australian languages are typologically similar, in both phonology and grammar (morphology and syntax) has been obvious for a long time. I think Kumari Kandam / ‘Lemuria’ is simply Australia, and relates to a very distant (Epipaleolithic-Mesolithic) era of bidirectional voyaging between there and India.
ANCIENT-ORIGINS.NET
The Lost Continent of Kumari Kandam
Most people are familiar with the story of Atlantis, the legendary sunken city as descr

PEDRO PAULO CÂMARA – YVES DECOSTER

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Quadro nr.4 , Texto :

Pedro Paulo Camara
Por detrás da janela da minha existência, por vezes reflexo ou materialização de arame-farpado agreste, ergue-se o pranto negro de mil gerações, amordaçadas pelo desencanto roxo do preconceito e do moralismo hipócrita e redutor. Mas janela só será janela enquanto a alma o permitir e o corpo não a transpuser. Dias virão em que esta fenestra será porta e porto de abrigo e não…
Pintei os lábios de vermelho e aguardei por um beijo, digno de ressuscitar qualquer dormente bela adormecida, ou um qualquer belo vigilante, expectante, como eu, no limite da ilha. Vem e traz os teus beiços proeminentes até ao meu regaço para que possam trilhar caminho ao encontro dos meus, embalados pela quinta faixa do álbum de estreia da ilusória Norah Jones.
Pressinto a tua chegada por detrás da quinta vaga ao pôr-do-sol. Terá o melro negro antecipado o teu regresso? A fêmea passa os dias debruçada no seu ninho, estrategicamente colocado no ramo central da velha nespereira do inculto quintal, languidamente triste. Há três noites, o vento atirou ao chão os dois ovos, gémeos e irmanados, agreste, esmagando a esperança de vida concretizada. Desde então, ela e ninho permanecem calados espreitando o horizonte, ao amanhecer, ao entardecer, como quem aguarda no deserto um pingo de chuva.
A vida também se constrói de silêncios e de espera.
Esta janela não se fechará! E tu chegarás, um dia, sorridente, mesmo que enrugado e sem dentes, de braços estendidos, confiante e disponível. Sorrirás e eu apaixonar-me-ei, novamente, redobradamente, pelos espaços vazios da tua boca e do teu ser. Por detrás do cortinado hialino, tomarei o teu casaco e tu tomarás um chá branco, nascido nas profundezas da cratera, níveo como o nosso afeto ardente.
Nesse dia transformado em noite, nessa noite transformada em dia, e assim consecutivamente, esta janela estará escancarada ao mundo, para que a rua possa ser contaminada pelas faúlhas de felicidade que emanarão dos nossos corpos completos. Come away with me… e eu escrever-te-ei a mais bela e demorada canção de amor eterno.
Pedro Paulo Câmara
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VACINAS – S MIG DISCRIMINADO

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SERÁ VERDADE?
Acabei de encontrar por aqui o quadro que aqui apresento com a percentagem e doses de vacinas por ilha. Não sei da veracidade do mesmo, mas se é assim, os Micaelenses têm razão em sentirem-se descriminados, o que já não é de agora, na última distribuição de vacinas vieram 4500 doses para S.Miguel e 4000 doses para a Terceira uma “verdadeira” distribuição equitativa em função da população de cada ilha e em termos de número de casos activos. Vergonhoso!
May be an image of text that says "Ilhas População Doses inolucadas Santa Maria São Miguel Terceira Graciosa São Jorge Pico Faial Flores Corvo % Número de com as duas doses pessoas população vacinada 9,9% 4,6% 7,5% 9,3% 9,4% 6,2% 6,7% 9,5% 70,0% 5616 137307 55124 4208 8277 13651 14521 3628 464 558 6253 4140 393 782 1116 12506 8280 786 1564 1680 1960 688 650 % de população em relação ao total Açores 2,3% 56,6% 22,7% 1,7% 3,4% 5,6% 6,0% 1,5% 0,2% Totais 840 980 344 325 242796 29230 14615 6,0%"
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SANTA MARIA A PRODUZIR LEITE DE OVELHA

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Arcoa aposta na produção de um queijo : formação já arrancou esta semana
Madalena Gouveia, produtora de queijo “Serra da Estrela” esta em Santa Maria a transmitir a sua paixão mas sobretudo os seus conhecimentos no fabrico do queijo de ovelha.
A produtora com largos anos de experiência dá continuidade ao sonho da ARCOA -Associação de Criadores de Ovinos e Caprinos, de produzir um queijo de excelência.
Atentas ao processo de fabrico do queijo estão duas marienses que vão trabalhar na queijaria da ARCOA:
Madalena Gouveia sente-se orgulhosa em contribuir para dar sabor a este pioneiro projeto.

Bali (meu paraíso 74-75) e o turismo

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Rosely Forganes

shared a video from the playlist Foreign Correspondent.

Antonio Sampaio
Bali está a sofrer com a pandemia. Mas as crises são também uma oportunidade. Neste caso um regresso à natureza e à proteção ambiental.
https://www.facebook.com/abcnews.au/videos/264980228569724/
0:43 / 28:05

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ABC News
posted a video to the playlist Foreign Correspondent.
For decades Bali has been a tourist magnet. But when covid struck, it exposed the island paradise’s addiction to tourism. As Bali prepares to welcome visitors back there’s a growing movement to reboot tourism on better terms for Balinese people.

Governo dos Açores pede à Comissão Europeia imunização dos açorianos – Jornal Açores 9

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O presidente do Governo dos Açores pediu à Comissária da Saúde e Segurança dos Alimentos, Stella Kyriakides, uma “intervenção direta” junto da Comissão Europeia na disponibilização de vacinas em número que permitam a imunização dos açorianos. Na missiva enviada a Stella Kyriakides, a que a agência Lusa teve acesso, José Manuel Bolieiro começa por referir […]

Source: Governo dos Açores pede à Comissão Europeia imunização dos açorianos – Jornal Açores 9

Luís Filipe Sarmento

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85.
De mão dada com a minha mãe, em 1960, pelas alamedas do sucesso previsto, que ela vivera, depois de tantos quilómetros em caminhos-de-ferro, prometera-me a luz do sonho, como previra a avó com o seu baralho cigano. Lisboa estava em casa, a música da saleta, os primeiros livros para colorir com água pela mão de minha mãe, que tinha um sorriso tão deslumbrante como o azul quente do céu. Deu-me tanta imaginação para brincar com as palavras em cubos de madeira onde cada face mostrava a estética pueril do pós-guerra. E a guerra continuava nas vozes de San Francisco que eu desconhecia. E eu sonhava com a possibilidade do mistério dentro de cada cubo. Alheio, no interior da minha infância, às guerras que os adultos exibiam com garbo, esquecendo o péssimo exemplo que manifestavam na educação de um novo tempo que urgia. A minha mãe divertia-se quando me animava, nos seus joelhos, que lhe contasse o meu segredo sobre o mistério que escondia o cubo com a letra A. E surgia toda uma mitologia dos brinquedos e de animais selvagens. A civilização ao longe ribombava em guerras fratricidas. As acrobacias das letras dos cubos em voos e cambalhotas que insinuavam outras letras e muitas histórias dos mistérios daqueles brinquedos gigantes e desproporcionados às mãos de uma criança de quatro anos; histórias tão infindáveis como o sorriso de minha mãe antes do dia da operação final em que a terra dos pesadelos a roubou ao meu sonho. Herdei o desenho do seu sorriso e projectei, só, em todas as noites, as infinitas histórias dos mistérios dos cubos de madeira colorido. Pouco depois, comecei a escrevê-las no meu esconderijo de um armazém que guardava os brinquedos de um carrocel de feira. Aqueles eram os meus deuses que tinham guardado a minha mãe na casa distante de outro sonho. Foram anos e anos sem a consciência que os adultos me queriam impor e onde nunca perdi a minha mãe de vista mesmo depois de morta na tranquilidade obscena de um cemitério. Durante estes anos criei em segredo um universo íntimo que fez temer aqueles que se ocupavam da minha guarda, sem perderem a ocasião do insulto fácil e inconsequente, como se eu fosse um ferido perdido no acaso dos dias ou um lamentável acidente familiar. Ao sorriso azul da minha mãe eu respondia-lhe com o sorriso das mãos que nunca cresceram nos meus sonhos. Mãos de cinco anos com a memória transparente que me ilumina desde então o sono para que o sonho aconteça a milhares de sonos-luz de distância, essa medida desconhecida de quem me recusava o sonho. Desde então, vagabundeio às portas do seu sorriso azul solar, esperando o néctar das suas palavras redondas, desenhadas dentro do meu silêncio, como os seus bolinhos de sabor tão bem guardado debaixo da língua. E ao tempo cedi-lhe a minha vocação imaginada já no baralho cigano da avó. Tudo numa época em que tu, Allen, chegavas a San Francisco para anunciar o nascimento vindouro de um tempo na dimensão secreta da palavra liberdade
Luís Filipe Sarmento

, «B.-A.», 2021

Foto: José Lorvão
May be an image of Luís Filipe Sarmento, glasses and text that says "1 ©José Lorvão 2021"
You, Aníbal C. Pires, Diniz Borges and 117 others
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