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fotos de avozinhas
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Dear children, this is how your grandmothers looked in the 70’s
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Polónia
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“O SÁBIO DA MIRAGAIA” Álamo de Oliveira
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arte em madeira, Urzelina S Jorge
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is with
and
.
ilha verde
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a lei do mar
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Diz e muito bem: VISÃO CENTRALISTA DO TRIBUNAL CONSTITUCIONAL!
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em busca de sereias no ilhéu de vila franca
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edifícios cristãos do século V no deserto ocidental do Egito
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Tertúlia 27 GALIZA Concha Rousia, Antia Leiras, Artur Novelhe e HOMENAGEM AICL DIA DA POESIA
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- Sábado, 20 mar 2021 (18h00 AZOST) .

Convidados e Moderador entram no link https://streamyard.com/wb4gp64ndv
os restantes podem assistir à transmissão EM https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/
todas as anteriores em https://www.lusofonias.net/acorianidade/tert%C3%BAlias-saudade-dos-col%C3%B3quios-2.html
DIA 21 PELAS 10.10 – HORA AZOST – HOMENAGEM AICL NO DIA INTERNACIONAL DA POESIA. POEMA BALI 1975 E 32 POEMAS A AUTORES AÇORIANOS, POR CHRYS CHRYSTELLO VICE-PRESIDENTE PARA A OCEANIA DE POETAS DEL MUNDO
LINK https://streamyard.com/d2uw8j8tqm

Niku: objeto descoberto além da órbita de Netuno está viajando na ‘direção errada’ – Galeria do Meteorito
história dos açores solar do Fisher
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É lindo!
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Faz parte das minhas memórias de criança mas já reconstruído e habitado pelo vosso Pai. Lindo!
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Tinha muita curiosidade em ver o brasão cuja ordenação heráldica foi supra descrita …
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ActiveJoão Pacheco de Melo
aqui vai. O que está no cimo do portão já está naturalmente muito corroído pelo tempo.
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Casa linda e lembro-me de como estava e o empenho da tua mãe em todos os pormenores e carinho que ela fez da ruína que isto era e é.Querida tia Helen ,tio Jaime e aquele grupo que era um espanto.-
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Fantástico Pierre. Sou casado com uma Fisher Berquo descendente dos donos dessa casa.2
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É a família, também, da mãe do meu pai, minha avó, portanto. O brasão é lindo .4
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Maravilhoso!-
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Sou descendente dessa família. Tenho lá em casa um livro com a genealogia da família até à minha geração, intitulado precisamente ‘Os Fisher’, escrito pelo meu primo Reis Leite.
CCBIBLIOTECAS.AZORES.GOV.PTCatálogo Coletivo Bibliotecas – Património Bibliográfico Açores catalog › ISBD viewCatálogo Coletivo Bibliotecas – Património Bibliográfico Açores catalog › ISBD view
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Casa com o “Charme” que tinham os seus donos. Queridos Amigos, que tanta Amizade verdadeira nos dispensaram. Saudades.-
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- 30 m
ActiveJá no Fisher, aos 18 anos, depois da mudança. Belos tempos !-
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- 29 m
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Pierre Sousa Lima
, o tempo é ingrato, não perdoa.
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Parabéns. Está linda
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ActiveQue maravilha.-
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- 23 m
Magnífica casa!!-
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- 18 m
Um solar que nos orgulha. Agora desculpe a pergunta, o Ficher da ilha do Faial descende desta família?-
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Está tudo bem conservado!Boas recordações!

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FRANCISCO MADURO DIAS E O INFERNO
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Não sei se será “a melhor do ano”, mas anda lá perto, pelo menos…
E, talvez por ser pedido este tipo de reflexões, algumas universidades sejam mais interessantes e melhores que outras….O INFERNO, EXPLICADO POR UM ESTUDANTE DE ENGENHARIA.O que se segue é (alegadamente) uma pergunta duma ‘prova-exame’ de um curso de Engenharia,numa universidade americana. A resposta de um estudante foi tão criativa que o professor a partilhou por e-mail com vários colegas.— Pergunta: O Inferno é exotérmico (liberta calor) ou endotérmico (absorve calor)?A maioria dos alunos respondeu baseando as suas opiniões na lei de Boyle (o gás arrefece quando se expande e aquece quando é comprimido), ou nalguma variante disso. Houve um aluno que, no entanto, deu a resposta que se segue:“Primeiro, precisamos de saber como a massa do Inferno está a variar com o tempo. Portanto, precisamos de saber a taxa a que as almas se estão a mover para o Inferno e a taxa a que o estão a deixar. Acho que podemos assumir seguramente que uma vez que uma alma entra no Inferno ela nunca mais de lá sai. Portanto, não há almas a sair. Para verificarmos qual a quantidade de almas que entram no Inferno, vamos olhar para as diferentes religiões que existem no mundo actual. A maioria dessas religiões afirma que quem não é membro dessa religião vai para o Inferno. Como há mais do que uma dessas religiões, e como as pessoas não pertencem a mais do que uma religião, podemos prever que todas as almas vão para o Inferno. Com as taxas de natalidade e mortalidade actuais, podemos esperar que o número de almas no Inferno aumente exponencialmente.Agora, vamos olhar para a taxa de variação de volume do Inferno, porque a lei de Boyle afirma que, para que a temperatura e a pressão no Inferno se mantenham constantes, o volume do Inferno tem de se expandir proporcionalmente à medida que são adicionadas mais almas. Isto abre duas possibilidades:1. Se o Inferno se expandir a uma taxa inferior à da taxa a que as almas entram, então a temperatura e a pressão no Inferno vão aumentar até ele explodir.2. Se o Inferno se expandir a uma taxa superior à do aumento de almas no Inferno, então a temperatura e a pressão irão baixar até que o Inferno congele.Então, qual das hipóteses é a correcta?Se aceitarmos a afirmação da Mary no meu ano de caloiro de que “o Inferno vai congelar antes de eu ir para a cama contigo”, e tendo em conta o facto de que eu ‘dormi’ com ela a noite passada, então a hipótese número 2 deve ser a verdadeira, e portanto ‘tenho a certeza’ de que o Inferno é exotérmico e já congelou.O corolário desta teoria é que, uma vez que o Inferno congelou, já não aceita mais nenhuma alma e está portanto, extinto, passando a existir apenas o Céu; prova-se assim a existência de um ser divino único, o que explica porque é que ontem à noite a Mary gritava “Oh, meu Deus! Oh, meu Deus!”You, João Silveira, Maria Antónia Fraga and 16 others2 comments4 sharesLikeCommentShareComments
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Coisa provocatória! Faz -me lembrar um episódio que terá ocorrido em Inglaterra com um jovem português associado ao desporto que suscitava olhares desejosos de algumas pequenas. Num episódio como o que se descreve no final, a pequena exclamava: “Oh God! Oh God!” Então o dito desportista, ou coisa próxima, de modo contido, disse para a jovem: “Just call me José”. E por estas e por outras é que se vai para o tal sítio que congelou…
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TIAGO FRANCO ESCREVE SOBRE A PAROLICE BEATA DO PR
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AO DOMINGO PÁRO SEMPRE PARA IR À MISSA|Existem 193 países reconhecidos pelas Nacões Unidas. A estes juntam-se outros dois, apenas como observadores (seja lá isso o que for). Um deles é uma praca onde as pessoas fazem fila para ver uma basílica ou onde presidentes de estados laicos vão no meio de pandemias, chamado Vaticano. O outro é uma prisão a céu aberto chamado Palestina.Depois, se as contas não me falham, há mais uns 6 ou 7 pedacos de terra que uns países reconhecem como A e outros dizem que é B. Maior parte das pessoas desconhecem a sua existência, presumo. Férias na Transnístria, quem nunca?Resolvi contá-los, aos países entenda-se, na demanda desesperada de encontrar um que me deixe ver sol sem exigir que participe nas filmagens do “apocalypse now”.Encontrei 7 corajosos (Portugal está ali para referência) que não exigem testes, quarentenas e nível IV de treinador para lá entrar.No meu caso que já ando a bater com a cabeca nas quinas do móveis, este tipo de informacão é uma espécie de servico público. Está ali ao nível das recomendacões da DGS e já faz parte dos meus sonhos mais intímos.Diria mais, para retratar o “grito” de Munch com detalhe. Neste momento, em Marco de 2021, 13 meses depois de ter comecado a trabalhar em casa, de os blocos soviéticos de Tirana parecem-me Art Nouveau de ruas catalãs. O lago Ohrid, na Macedónia, dá ares de Polinésia Francesa. Podgorica, só por manifesta má vontade, é que não me recorda das cores de Havana.Ainda pensei escrever sobre Marcelo e a sua visita ao Vaticano. Lembrei-me do pessoal que está em Lisboa e paga multa para ir à Costa ver o mar. Lembrei-me que durante uma pandemia, onde se forca a populacão a confinar, o PR deveria dar o exemplo e, caso tivesse mesmo que fazer uma visita de Estado, que fosse a um sítio qualquer onde pudesse meter uma cunha num laboratório e voltar com uns caixotes de vacinas. Aí ainda era capaz de perceber o sentido da coisa.Assim pareceu-me só ridículo e de uma beatice que me obriga a puxar de um vocabulário mais terreno.De modo que achei melhor não escrever. Ainda ofendia alguém.Um copo em Tirana?

Chrys Chrystello
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vivemos num estado policial mas ainda temos a liberdade de filmar
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0:29 / 0:57Ready!Vivemos num estado policial. Este vídeo
é de hoje. Fui com os meus filhos mais novos (5 e 3 anos) patinar no parque das nações, num pequeno espaço que costumamos usar. Aliás, temos ido durante o confinamento. É um parquinho junto ao rio, muito frequentado por adolescentes com skates e com bom ambiente. A malta que ali vai está um bocado “na sua”, com as suas rodas e pensamentos. Hoje, fui abordada por dois agentes. Finalizada a conversa a que podem assistir, levantei -me e fui patinar com os miúdos. A minha mãe que estava comigo ainda ficou a falar com a Psp, numa onda pedagógica, explicando que é médica e que estar fechado em casa (ainda mais com crianças tão pequenas) é que não é saúde nem privada nem pública e que estar ao ar livre a praticar desporto é essencial para o sistema imunitário. Adiante. Quarenta minutos depois, o parque estava cheio de polícias e cercado de carros a varrer toda a gente dali para fora (meia dúzia) dizendo que o Medina tinha mandado fechar o perímetro, intimidando, numa senda de abuso de autoridade. Ou naquilo que dantes, quando éramos minimamente razoáveis e sensatos, quando éramos um Estado de Direito, seria assim considerado. Triste de ver o meu país assim
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Se eu fosse polícia também ia chatear a JAD cada vez que pudesse

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neste assunto em concreto, tem total razão. São absurdas as restrições relativamente a actividades ao ar livre. Não fazem qualquer sentido.
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Luís Aguiar-Conraria
eu sei, eu sei. Mas é lixado ser-se quem é. Ups.
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Luís Aguiar-Conraria
não sabes se havia concentração de pessoas. Actividades ao ar livre são ok, desde que não se concentre uma data de gente (como é fácil de acontecer no espaço que ela menciona).
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pela conversa, percebe-se que não era o caso.De qualquer forma, na verdade, vejo demasiada paranóia com isso. Ou está uma multidão e as pessoas estão apinhadas, ou estar ali muita gente não representa nenhum problema de saúde pública. Já há mais do …See more
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Luís Aguiar-Conraria
pela conversa e conhecendo o lugar, acho que era precisamente o caso… mas ok. Sei que no meio disto ainda não permitem que o pessoal vá surfar para fora da área de residência, e isso sim, é absurdo.
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pela conversa, é claro que ninguém está próximo dela (excepto os polícias). é também claro que os polícias não veem problemas com as restantes pessoas porque estão em movimento.
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Ana Antonio
no domingo passado fui dar uma volta na ciclovia perto de minha casa. Nem 700 metros andei e dei meua volta e casa.
Estava a abarrotar de gente e a a maioria não eram sequer das redondezas-
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Luís Aguiar-Conraria
será q a JAD chama demasiado a atenção de qualquer jovem polícia?
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Teresa
, confesso que acho esse tipo de declarações uma treta. Claro que não estava lá para ver, pelo que não posso afirmar que estás a exagerar.
Mas nunca vi na rua as concentrações que vejo em Pingos Doces e nos Continentes. E uma coisa é certa, a co…See more1
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Curiosamente, a polícia só aplica as directrizes do MAI, do governo.A “suposta” indignação é proporcional, ou não?!?PS: como alguém referiu, ainda bem que estamos em Portugal. Basta ver pelo vídeo, aliás, o vídeo e a postura da polícia.
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Não me parece que a actuação dos polícias esteja em causa. Aliás, repara que teve o cuidado de não filmar a cara.
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Luís Aguiar-Conraria
, sim, claro, nesse ponto.
Mas, não faço a mesma leitura do que tu. Precisamente quando aparece um trecho de “passado 30 minutos… Medina…”.-
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Tem razão. Custa-me dizê-lo porque ela tem uma agenda que não é a minha e é perigosa. Mas neste caso particular tem razão. Não faz qualquer sentido esta aproximação com pedagogia de pacotilha. Mesmo que “a letra da lei” diga que ela não pode estar sent…See more
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Tem de haver uma polícia para elites, designadamente académicas. Sabem em que país estamos? Sabem o nível cultural médio das pessoas? Já geriram ” recursos humanos”?
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A única maneira de manter alguma sanidade mental no meio disto tudo é ignorar as pessoas que acham que não devia haver confinamento nenhum bem como as pessoas que clamam pelo lobo sempre que se toma alguma medida de alívio das regras. Ao fim de um ano …See more
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Nao vivemos num estado policial. Aquilo não é um parquinho, é um parque. Os agentes dispensarão pedagogias maternas. O Medina deve ter acordado de manhã só para mandar fechar o perímetro. Não éramos um estado de direito, ainda somos. A Joana gosta dest…See more
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0:29 / 0:57Ready!Vivemos num estado policial. Este vídeo
é de hoje. Fui com os meus filhos mais novos (5 e 3 anos) patinar no parque das nações, num pequeno espaço que costumamos usar. Aliás, temos ido durante o confinamento. É um parquinho junto ao rio, muito frequentado por adolescentes com skates e com bom ambiente. A malta que ali vai está um bocado “na sua”, com as suas rodas e pensamentos. Hoje, fui abordada por dois agentes. Finalizada a conversa a que podem assistir, levantei -me e fui patinar com os miúdos. A minha mãe que estava comigo ainda ficou a falar com a Psp, numa onda pedagógica, explicando que é médica e que estar fechado em casa (ainda mais com crianças tão pequenas) é que não é saúde nem privada nem pública e que estar ao ar livre a praticar desporto é essencial para o sistema imunitário. Adiante. Quarenta minutos depois, o parque estava cheio de polícias e cercado de carros a varrer toda a gente dali para fora (meia dúzia) dizendo que o Medina tinha mandado fechar o perímetro, intimidando, numa senda de abuso de autoridade. Ou naquilo que dantes, quando éramos minimamente razoáveis e sensatos, quando éramos um Estado de Direito, seria assim considerado. Triste de ver o meu país assim
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Se eu fosse polícia também ia chatear a JAD cada vez que pudesse

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neste assunto em concreto, tem total razão. São absurdas as restrições relativamente a actividades ao ar livre. Não fazem qualquer sentido.
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Luís Aguiar-Conrariaeu sei, eu sei. Mas é lixado ser-se quem é. Ups.
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Luís Aguiar-Conrarianão sabes se havia concentração de pessoas. Actividades ao ar livre são ok, desde que não se concentre uma data de gente (como é fácil de acontecer no espaço que ela menciona).
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pela conversa, percebe-se que não era o caso.De qualquer forma, na verdade, vejo demasiada paranóia com isso. Ou está uma multidão e as pessoas estão apinhadas, ou estar ali muita gente não representa nenhum problema de saúde pública. Já há mais do …See more4
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Luís Aguiar-Conrariapela conversa e conhecendo o lugar, acho que era precisamente o caso… mas ok. Sei que no meio disto ainda não permitem que o pessoal vá surfar para fora da área de residência, e isso sim, é absurdo.
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pela conversa, é claro que ninguém está próximo dela (excepto os polícias). é também claro que os polícias não veem problemas com as restantes pessoas porque estão em movimento.1
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Ana Antoniono domingo passado fui dar uma volta na ciclovia perto de minha casa. Nem 700 metros andei e dei meua volta e casa.
Estava a abarrotar de gente e a a maioria não eram sequer das redondezas-
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Luís Aguiar-Conrariaserá q a JAD chama demasiado a atenção de qualquer jovem polícia?
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Teresa, confesso que acho esse tipo de declarações uma treta. Claro que não estava lá para ver, pelo que não posso afirmar que estás a exagerar.
Mas nunca vi na rua as concentrações que vejo em Pingos Doces e nos Continentes. E uma coisa é certa, a co…See more1
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Curiosamente, a polícia só aplica as directrizes do MAI, do governo.A “suposta” indignação é proporcional, ou não?!?PS: como alguém referiu, ainda bem que estamos em Portugal. Basta ver pelo vídeo, aliás, o vídeo e a postura da polícia.
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Não me parece que a actuação dos polícias esteja em causa. Aliás, repara que teve o cuidado de não filmar a cara.
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Luís Aguiar-Conraria
, sim, claro, nesse ponto.
Mas, não faço a mesma leitura do que tu. Precisamente quando aparece um trecho de “passado 30 minutos… Medina…”.-
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View 1 more replyTem razão. Custa-me dizê-lo porque ela tem uma agenda que não é a minha e é perigosa. Mas neste caso particular tem razão. Não faz qualquer sentido esta aproximação com pedagogia de pacotilha. Mesmo que “a letra da lei” diga que ela não pode estar sent…See more2
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Tem de haver uma polícia para elites, designadamente académicas. Sabem em que país estamos? Sabem o nível cultural médio das pessoas? Já geriram ” recursos humanos”?-
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A única maneira de manter alguma sanidade mental no meio disto tudo é ignorar as pessoas que acham que não devia haver confinamento nenhum bem como as pessoas que clamam pelo lobo sempre que se toma alguma medida de alívio das regras. Ao fim de um ano …See more-
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Nao vivemos num estado policial. Aquilo não é um parquinho, é um parque. Os agentes dispensarão pedagogias maternas. O Medina deve ter acordado de manhã só para mandar fechar o perímetro. Não éramos um estado de direito, ainda somos. A Joana gosta dest…See more-
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