vivemos num estado policial mas ainda temos a liberdade de filmar

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Vivemos num estado policial. Este vídeo 👇🏼 é de hoje. Fui com os meus filhos mais novos (5 e 3 anos) patinar no parque das nações, num pequeno espaço que costumamos usar. Aliás, temos ido durante o confinamento. É um parquinho junto ao rio, muito frequentado por adolescentes com skates e com bom ambiente. A malta que ali vai está um bocado “na sua”, com as suas rodas e pensamentos. Hoje, fui abordada por dois agentes. Finalizada a conversa a que podem assistir, levantei -me e fui patinar com os miúdos. A minha mãe que estava comigo ainda ficou a falar com a Psp, numa onda pedagógica, explicando que é médica e que estar fechado em casa (ainda mais com crianças tão pequenas) é que não é saúde nem privada nem pública e que estar ao ar livre a praticar desporto é essencial para o sistema imunitário. Adiante. Quarenta minutos depois, o parque estava cheio de polícias e cercado de carros a varrer toda a gente dali para fora (meia dúzia) dizendo que o Medina tinha mandado fechar o perímetro, intimidando, numa senda de abuso de autoridade. Ou naquilo que dantes, quando éramos minimamente razoáveis e sensatos, quando éramos um Estado de Direito, seria assim considerado. Triste de ver o meu país assim 🥲
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  • Se eu fosse polícia também ia chatear a JAD cada vez que pudesse 😏

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    • neste assunto em concreto, tem total razão. São absurdas as restrições relativamente a actividades ao ar livre. Não fazem qualquer sentido.

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      • 4 h
    • Luís Aguiar-Conraria

      eu sei, eu sei. Mas é lixado ser-se quem é. Ups.

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      • 4 h
    • Luís Aguiar-Conraria

      não sabes se havia concentração de pessoas. Actividades ao ar livre são ok, desde que não se concentre uma data de gente (como é fácil de acontecer no espaço que ela menciona).

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    • pela conversa, percebe-se que não era o caso.
      De qualquer forma, na verdade, vejo demasiada paranóia com isso. Ou está uma multidão e as pessoas estão apinhadas, ou estar ali muita gente não representa nenhum problema de saúde pública. Já há mais do …

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    • Luís Aguiar-Conraria

      pela conversa e conhecendo o lugar, acho que era precisamente o caso… mas ok. Sei que no meio disto ainda não permitem que o pessoal vá surfar para fora da área de residência, e isso sim, é absurdo.

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    • pela conversa, é claro que ninguém está próximo dela (excepto os polícias). é também claro que os polícias não veem problemas com as restantes pessoas porque estão em movimento.

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      • 3 h
    • Ana Antonio

      no domingo passado fui dar uma volta na ciclovia perto de minha casa. Nem 700 metros andei e dei meua volta e casa.

      Estava a abarrotar de gente e a a maioria não eram sequer das redondezas
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      • 2 h
    • Luís Aguiar-Conraria

      será q a JAD chama demasiado a atenção de qualquer jovem polícia?

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      • 2 h
    • Teresa

      , confesso que acho esse tipo de declarações uma treta. Claro que não estava lá para ver, pelo que não posso afirmar que estás a exagerar.

      Mas nunca vi na rua as concentrações que vejo em Pingos Doces e nos Continentes. E uma coisa é certa, a co…

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  • Esta moda de filmar só é possível porque estamos num estado de direito. Independentemente de concordar ou não ( estou para aqui a pensar que se toda a gente do Bairro tivesse a mesma ideia) com o facto da senhora estar ali. Lembrando-me que se estivess…

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    • felizmente, ainda vivemos num estado com mais direitos do que a Índia.

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    • Rui Cruz

      comparar com péssimos exemplos (tipo nao estamos tão mal como a venezuela) é um disparate (perigoso).

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  • Curiosamente, a polícia só aplica as directrizes do MAI, do governo.
    A “suposta” indignação é proporcional, ou não?!?
    PS: como alguém referiu, ainda bem que estamos em Portugal. Basta ver pelo vídeo, aliás, o vídeo e a postura da polícia.

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    • Não me parece que a actuação dos polícias esteja em causa. Aliás, repara que teve o cuidado de não filmar a cara.
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      • 3 h
    • Luís Aguiar-Conraria

      , sim, claro, nesse ponto.

      Mas, não faço a mesma leitura do que tu. Precisamente quando aparece um trecho de “passado 30 minutos… Medina…”.
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      • 3 h
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  • Tem razão. Custa-me dizê-lo porque ela tem uma agenda que não é a minha e é perigosa. Mas neste caso particular tem razão. Não faz qualquer sentido esta aproximação com pedagogia de pacotilha. Mesmo que “a letra da lei” diga que ela não pode estar sent…

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  • Tem de haver uma polícia para elites, designadamente académicas. Sabem em que país estamos? Sabem o nível cultural médio das pessoas? Já geriram ” recursos humanos”?
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  • A única maneira de manter alguma sanidade mental no meio disto tudo é ignorar as pessoas que acham que não devia haver confinamento nenhum bem como as pessoas que clamam pelo lobo sempre que se toma alguma medida de alívio das regras. Ao fim de um ano …

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  • Nao vivemos num estado policial. Aquilo não é um parquinho, é um parque. Os agentes dispensarão pedagogias maternas. O Medina deve ter acordado de manhã só para mandar fechar o perímetro. Não éramos um estado de direito, ainda somos. A Joana gosta dest…

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Vivemos num estado policial. Este vídeo 👇🏼 é de hoje. Fui com os meus filhos mais novos (5 e 3 anos) patinar no parque das nações, num pequeno espaço que costumamos usar. Aliás, temos ido durante o confinamento. É um parquinho junto ao rio, muito frequentado por adolescentes com skates e com bom ambiente. A malta que ali vai está um bocado “na sua”, com as suas rodas e pensamentos. Hoje, fui abordada por dois agentes. Finalizada a conversa a que podem assistir, levantei -me e fui patinar com os miúdos. A minha mãe que estava comigo ainda ficou a falar com a Psp, numa onda pedagógica, explicando que é médica e que estar fechado em casa (ainda mais com crianças tão pequenas) é que não é saúde nem privada nem pública e que estar ao ar livre a praticar desporto é essencial para o sistema imunitário. Adiante. Quarenta minutos depois, o parque estava cheio de polícias e cercado de carros a varrer toda a gente dali para fora (meia dúzia) dizendo que o Medina tinha mandado fechar o perímetro, intimidando, numa senda de abuso de autoridade. Ou naquilo que dantes, quando éramos minimamente razoáveis e sensatos, quando éramos um Estado de Direito, seria assim considerado. Triste de ver o meu país assim 🥲
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  • Se eu fosse polícia também ia chatear a JAD cada vez que pudesse 😏
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    • Luís Aguiar-Conraria

      eu sei, eu sei. Mas é lixado ser-se quem é. Ups.

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    • Luís Aguiar-Conraria

      não sabes se havia concentração de pessoas. Actividades ao ar livre são ok, desde que não se concentre uma data de gente (como é fácil de acontecer no espaço que ela menciona).

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    • pela conversa, percebe-se que não era o caso.
      De qualquer forma, na verdade, vejo demasiada paranóia com isso. Ou está uma multidão e as pessoas estão apinhadas, ou estar ali muita gente não representa nenhum problema de saúde pública. Já há mais do …

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    • Luís Aguiar-Conraria

      pela conversa e conhecendo o lugar, acho que era precisamente o caso… mas ok. Sei que no meio disto ainda não permitem que o pessoal vá surfar para fora da área de residência, e isso sim, é absurdo.

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      no domingo passado fui dar uma volta na ciclovia perto de minha casa. Nem 700 metros andei e dei meua volta e casa.

      Estava a abarrotar de gente e a a maioria não eram sequer das redondezas
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    • Luís Aguiar-Conraria

      será q a JAD chama demasiado a atenção de qualquer jovem polícia?

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      , confesso que acho esse tipo de declarações uma treta. Claro que não estava lá para ver, pelo que não posso afirmar que estás a exagerar.

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      comparar com péssimos exemplos (tipo nao estamos tão mal como a venezuela) é um disparate (perigoso).

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  • Curiosamente, a polícia só aplica as directrizes do MAI, do governo.
    A “suposta” indignação é proporcional, ou não?!?
    PS: como alguém referiu, ainda bem que estamos em Portugal. Basta ver pelo vídeo, aliás, o vídeo e a postura da polícia.
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    • Não me parece que a actuação dos polícias esteja em causa. Aliás, repara que teve o cuidado de não filmar a cara.
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    • Luís Aguiar-Conraria

      , sim, claro, nesse ponto.

      Mas, não faço a mesma leitura do que tu. Precisamente quando aparece um trecho de “passado 30 minutos… Medina…”.
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  • Tem razão. Custa-me dizê-lo porque ela tem uma agenda que não é a minha e é perigosa. Mas neste caso particular tem razão. Não faz qualquer sentido esta aproximação com pedagogia de pacotilha. Mesmo que “a letra da lei” diga que ela não pode estar sent…

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sismo 3.5. em água retorta

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O Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA) informa que às 05:50 (hora local = hora UTC-1), do dia 14 de março foi registado um evento com magnitude 3,5 (Richter) e epicentro a cerca de 14 km a SE de Água Retorta, ilha de São Miguel.
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Comunicado Sismológico 3/2021 (CORREÇÃO)
Na sequência do comunicado 196/2021, emitido pelo Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores que aqui se(…)
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PORTUGAL J’ACCUSE, o branqueamento da História

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Artur Arêde

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Carlos Fino

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How Portugal silenced ‘centuries of violence and trauma’
ALJAZEERA.COM
How Portugal silenced ‘centuries of violence and trauma’
There has been little acknowledgment of Portugal’s role in the transatlantic slave trade – until now.
A CAUSA DAS COISAS
ALJAZEERA DIZ QUE PORTUGAL
“SILENCIOU SÉCULOS DE VIOLÊNCIA E TRAUMA”
por: Carlos Fino…

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Chrys Chrystello
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ALJAZEERA DIZ QUE PORTUGAL
“SILENCIOU SÉCULOS DE VIOLÊNCIA E TRAUMA”
Artigo na linha dos recentes movimentos de revisão do passado em nome de uma desejável justiça histórica: infelizmente, em vez de uma apreciação ponderada, acaba por condenar com critérios de hoje realidades de há 500 anos, o que é um anacronismo movido por ideologia. Por outro lado, o articulista não menciona que os árabes foram dos maiores traficantes de escravos, muito antes da chegada dos portugueses; também não fala da responsabilidade dos dirigentes negros da época, eles próprios incentivadores do tráfico de seres humanos; por fim, refere os quilombos, mas omite que os dirigentes dos quilombos – como Zumbi dos Palmares – também tinham escravos. Em resumo, mesmo reconhecendo as grandes injustiças que foram cometidas -a realidade é bem mais complexa do que este artigos pintam. CF

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  • Artigo na linha dos recentes movimentos de revisão do passado em nome de uma desejável justiça histórica: infelizmente, em vez de uma apreciação ponderada, acaba por condenar com critérios de hoje realidades de há 500 anos, o que é um anacronismo movido por ideologia. Por outro lado, o articulista não menciona que os árabes foram dos maiores traficantes de escravos, muito antes da chegada dos portugueses; também não fala da responsabilidade dos dirigentes negros da época, eles próprios incentivadores do tráfico de seres humanos; por fim, refere os quilombos, mas omite que os dirigentes dos quilombos – como Zumbi dos Palmares – também tinham escravos. Em resumo, mesmo reconhecendo as grandes injustiças que foram cometidas -a realidade é bem mais complexa do que este artigos pintam.

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OSVALDO CABRAL, O BANCO DE FOMENTO

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Pierre Sousa Lima

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Osvaldo José Vieira Cabral

.

Admin

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O Banco de Fomento
Parece ponto assente que os Açores vão ficar a ver navios no que toca aos 140 milhões de euros, em falta no Plano de Recuperação e Resiliência negociado entre o anterior Governo Regional e o Governo da República.
É uma situação incómoda para ambos os governos, porque ninguém quer, agora, dar o braço a torcer.
Mas há uma alternativa possível, se houver abertura por parte de António Costa.…

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Joao Bendito · CRÓNICA ÀS PINGUINHAS

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PINGUINHA Nº 1 – Tenho tido este problema, nas últimas quinzenas: esqueço-me da data da entrega da crónica para o jornal. Acabo por andar a correr (bem, tenho que decidir: ou corro ou ando?) para conseguir satisfazer o calendário do senhor Diretor. E até isso nem é prova que tenho uma vida muito ocupada, é simplesmente um descuido indesculpável (!). Talvez seja altura para usar a desculpa que me ensinou o Miguel, o meu sobrinho mais velho, quando tentou safar-se de um compromisso, que até nem era assim tão importante: “Ó tio, não foi por me ter esquecido; foi só porque nunca mais me lembrei!”
Vou, então, tentar salvar a honra do convento e alinhavar uma crónica às pinguinhas, como já fiz antes em situações de aperto. OK, meter as palavras aperto e pinguinhas na mesma frase talvez não seja uma grande ideia, para mais para um velhote como eu já sou. Vamos a ver se consigo chegar ao fim sem meter muita água.
PINGUINHA Nº 2 – Não sou muito de ligar a estas coisas. Quando, ainda bem cedinho, abri o computador, apanhei com uma chuva de “posts” e comentários no Facebook acerca do Dia Internacional da Mulher. Todos os meus amigos faceboqueiros dedicaram umas palavras ou uns bonitos memes – estas coisas modernas que substituíram os cartões de saudações – a todas as mulheres do Mundo ou, mais especificamente, às suas mães, esposas ou namoradas. Eu não o fiz, pela simples razão que entendo que o Dia das Mulheres, assim como o Dia das Mães, o dos Pais ou dos Avós, devem ser comemorados todos os dias. Neste caso concreto das Mulheres, eu fui extremamente afortunado com a presença de senhoras – avós, tias, sogra, irmãs, cunhadas, sobrinhas, etc. – que me ajudaram a criar, a crescer e a ser a pessoa que sou hoje. E continuo a estar rodeado por filhas e netas que me enchem o coração de alegria e de felicidade. Quanto à companheira e amiga que já namoro há cinquenta anos, pois para essa nem tenho palavras…
O que me entristeceu mais neste DIM é que hoje completam-se 22 anos que faleceu a minha Mãe e, nesse dia nem tive a oportunidade de lhe dar um beijo de despedida.
PINGUINHA Nº 3 – Ia começar por perguntar quando é que se comemora o Dia Internacional do Homem, mas vai ser melhor mudar de assunto… e de pingos. Poderei escrever duas palavras sobre os respingos de chuva, que tardam em aparecer, ou sobre os pingos das vacinas contra o Coronavírus, que, segundo parece, se estão a espalhar muito melhor por todo o país. Ainda há gentinha que inventa desculpas para não se deixar picar com as agulhas das milagrosas seringas e isso, claro, é uma opção pessoal que não compreendo mas que tento respeitar, porque acredito que cada um deve fazer com a sua vida o que bem lhe apetece, logo que não prejudique as liberdades dos outros ou cause problemas à sociedade. Só que, quase que apetece dizer-lhes que, se tiverem o azar de serem infetados com o vírus, então não recorram aos cuidados dos hospitais, nem se queixem da sua sorte.
PINGUINHA Nº 4 – Aqui a ver, aos saltinhos, o jogo entre o Benfica, a equipa do meu irmão Jorge, e o Belenenses, que era a favorita do meu pai. Os dois, lá para os lados do Paraíso, não devem estar muito contentes com o desempenho das suas equipas, pelo menos até esta altura do campeonato. Pode ser que o Jorge consiga meter uma cunha ao Chefe lá de cima para que o homónimo treinador ponha os vermelhos a jogar melhor e, penso que, por outro lado, o meu pai vai interceder de maneira que os azuis, que carregam a Cruz de Cristo ao peito, ponham os adversários ainda em mais difícil situação. Desculpem, apeteceu-me apenas fazer esta pequena referência aos meus dois amigos, o futebol às vezes traz-me estas gotas de saudades, logo hoje que faz dois meses que o Jorge nos deixou e não viu mais jogos do seu Benfica.
PINGUINHA Nº 5 – Estas migalhas que escrevi nas quatro notas anteriores e nas quais anotei a falta que me fazem os três familiares já falecidos, fizeram-me recordar uma conversa que ouvi há poucos dias, integrada na conferência “Correntes d’ Escritas”, que se realizam na Póvoa do Varzim e que este ano, por razões óbvias, funcionaram via Zoom. Os quatro intervenientes discutiam, entre outros temas, o conceito de Imortalidade, se valeria a pena ou não sermos imortais. Enquanto um deles citava um escritor falecido no ano passado vítima de Covid 19, que dizia que seria insuportável para ele ser imortal, outro argumentava que não queria a imortalidade, mas também não queria morrer! Infelizmente não nos é permitido ter uma opção nesse campo, não ficamos cá para semente. Se temos que deixar semente, tem que ser antes de batermos as botas e, mesmo assim, enquanto não se nos sequem… as azeitonas.
PINGUINHA Nº 6 – Quem tem a paciência para ler as coisinhas que escrevo, já deve estar farto de me ver mencionar o meu “Diário da Epidemia”. Estou a pensar, já que nestes laivos de prosa eu escrevi umas frases sobre vacinas e sobre o Coronavírus, vou é aproveitar para incluir esta crónica no dito Diário. Será, quiçá, uma das últimas da coleção, assim o permita o atual andamento da epidemia. Se as coisas continuarem a melhorar, não faz sentido prosseguir com o “Diário”. Ninguém pode prever o futuro, apenas podemos usar os ensinamentos do passado para, no presente, tentarmos estabelecer pontes para o futuro. Aliás, esse foi também um dos assuntos discutidos pelos intelectuais que mencionei na pinguinha nº 5, a atriz e escritora brasileira do painel exprimiu a ideia que a Pandemia estava a roubar a juventude aos nossos filhos e netos, a priva-los dos contatos com amigos, a dificultar os seus progressos escolares. É uma opinião discutível, outras cabeças poderão dar outras sentenças. Mas que dá que pensar, lá isso dá.
Pronto, melhor ficar por aqui. Já naveguei, nestas duas páginas de texto, por diferentes temas e, ao fim e ao cabo, não disse muito. Não é fácil interligar Dias Mundiais disto e daquilo, futebol, vacinas e conferências culturais, meter tudo na mesma crónica e sair algo que jeito tenha. E, se por acaso ficou alguma coisa atrás, não foi porque me esqueci, foi só porque não me lembrei.
Já está quase na hora do jantar, a PINGUINHA Nº 7, um bom tinto californiano, vai estar em cima da mesa, para me ajudar na leitura final. Será a ela (à nº 7) que atribuirei a culpa das falhas e dos erros desta crónica. Que seja à vossa saúde!
Manuel Leal, Francisco Maduro-Dias and 17 others
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JÁ EM LINHA Tertúlia 26 Alexandre Borges, Leonor Sampaio Silva, Victor Rui Dores.

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JÁ EM LINHA A Tertúlia 26 Alexandre Borges, Leonor Sampaio Silva, Victor Rui Dores.

https://blog.lusofonias.net/2021/03/07/tertulia-26-saudades-dos-coloquios-alexandre-borges-leonor-sampaio-silva-victor-rui-dores/

todas as anteriores em https://www.lusofonias.net/acorianidade/tert%C3%BAlias-saudade-dos-col%C3%B3quios-2.html

se quiserem ver sem descarregar vão a LUSOFONIAS – TERTÚLIAS SAUDADE DOS COLÓQUIOS

https://www.lusofonias.net/documentos/tert%C3%BAlias-saudade-dos-col%C3%B3quios.html

no Facebook https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/live/ ou

1 Álamo Oliveira https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/913777022447355/

2 Urbano Bettencourt, Chrys, Pedro Almeida Maia (Criatividade) https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/635885243732266/

3 Helena Ançã, Luciano Pereira E Helena Chrystello (Educação) /https://www.facebook.com/709027249122704/videos/634964720788883

  1. Teolinda Gersão, Onésimo T Almeida, Luís Filipe Borges https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/757295621484202/
  2. Maria João Ruivo https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/2724774111098743/
  3. Sérgio Rezendes https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/1415760265280870/
  4. 7. José Luís Peixoto https://www.facebook.com/709027249122704/videos/1764308467071226
  5. Joaquim Feliciano da Costa https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/849325455889894/
  6. Richard Zimler https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/2732501230349325/
  7. Luís Filipe Sarmento https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/1445657988958848/
  8. Sérgio Ávila https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/403949154326004/
  9. 12. Pedro P Câmara, Carolina Cordeiro e Diana Zimbron https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/381656222885298/
  10. Rui Faria, Ass. Emigrantes Dos Açores https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/386228869258060/

14 Eduardo Bettencourt Pinto https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/750572025644373/

15 Manuela Marujo, Vera Duarte Pina, Hilarino Da Luz https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/673185173569248

  1. Vamberto Freitas https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/3161772613922562

17 Ana Paula Andrade, Aníbal Raposo, Eduíno de Jesus https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/719736351982197/

18 Vilca Merízio, Sérgio Prosdócimo, Isabel Rei https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/310243923745297/

  1. 19. João Pedro Porto, Aníbal Pires https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/443617727008943/

20 (Galiza 1) Alexandre Banhos, Antº Gil Hernández, Maria Dovigo https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/403745814229515/

  1. J Carlos Teixeira e Manuela Marujo (Canadá), Sérgio Rezendes https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/326481121980177/
  2. Luís Gaivão, Raul Leal Gaião, Moisés de Lemos Martins https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/413672006400364/

23 – João Paulo Constância, Perpétua Santos Silva, Rolf Kemmler, https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/1169121863503417/

24 – Lourdes Crispim, Luísa Timóteo e Rafael Fraga https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/759135418051824

25.1. Assis Brasil, Chrys Chrystello, Lélia Nunes https://www.facebook.com/435810163244498/videos/427867671808784

25.2. Susana Antunes, Diniz Borges, Conceição Andrade https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/468329707833096

25.3. Onésimo T Almeida, João de Melo e Joel Neto https://www.facebook.com/435810163244498/videos/793757051491505

  1. Victor Rui Dores, Leonor Sampaio Da Silva, Alexandre Borges https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/882696282520507

 

SAUDADES DOS COLÓQUIOS, TERTÚLIAS INDIVIDUAIS / DE GRUPO “Criatividade Confinada” – “O autor pelo Próprio”

  • Sábado, 20 mar 2021 16h00 AZOST) assembleia-geral da AICL / (18h00 AZOST) Concha Rousia, Antia Cortiças Leira, Artur Novelhe (Galiza) – modera Maria Dovigo
  • Sábado, 27 mar 2021 (18h00 AZOST) – Madalena San-Bento, Barbara Juršic, Ivo Machado – modera

  • Sábado, 3 abril 2021 (18h00 AZOST) – Leonardo Sousa, Diogo Ourique, xxxxx –

  • Sábado, 10 abril 2021 (18h00 AZOST) – não há tertúlia mas há 33º colóquio em Belmonte 9 e 10 abril

  • Sábado, 17 abril 2021 (18h00 AZOST) – Luís Takas Cardoso, Ângelo Ferreira, Teresa Sousa Almeida (Timor) modera Chrys

– Sábado, 24 abril 2021 (18h00 AZOST) – Francisco Madruga, Luís Fagundes Duarte, xxxxxxxx–

– Sábado, 1 maio 2021 (18h00 AZOST) – Carlos Bessa, Renata Correia Botelho, Manuel Jorge Lobão –

  • Sábado, 8 maio 2021 (18h00 AZOST) Mª Luísa Soares, Helena Chrystello, Malvina Sousa, Onésimo T Almeida modera Chrys C

  • Sábado, 15 maio 2021 (18h00 AZOST) Jorge Cunha, José de Almeida Mello, Alda Batista –

  • Sábado, 22 maio 2021 (18h00 AZOST)–

  • Sábado, 29 maio 2021 (18h00 AZOST)

  • Sábado 5 junho 2021 (18h00 AZOST) Rafael e César Carvalho, Carolina Constância, modera Carolina Cordeiro

 

ALBERTO TRINDADE MARTINHO, SEIA CAPITAL DO JUDAÍSMO?

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A capital do judaísmo: Seia
​Investigador defende que Seia é a capital portuguesa do judaísmo - Renascença
RR.SAPO.PT
​Investigador defende que Seia é a capital portuguesa do judaísmo – Renascença
A novidade está a atrair a Universidade de Telavive e grandes empresários judeus, ao concelho localizado na Serra da Estrela.
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