Grécia celebra 200 anos da independência que um militar português ajudou a alcançar

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Tudo começou em 1821, mas objetivo só foi conseguido em 1830, com os gregos a tornarem-se a primeira nação a ter êxito contra o Império Otomano. António de Almeida foi um dos voluntários filo-helenos, tal como Lord Byron.

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Crónica 388 país de ingratos

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Crónica 388 país de ingratos 24.3.2021

Muitas vezes acordo com a sensação de os portugueses, e – por extensão – os açorianos, serem um povo de ingratos. Basta ver as condições de transporte nos comboios indianos e dar-me por satisfeito de cá nada disso acontecer. Ou então ver crianças famintas e sequiosas andarem quilómetros à cata de umas gotas de água em tantos países da África enquanto nós continuamos a deixar que as ribeiras descarreguem torrentes no mar, sem as armazenarmos.

Observo as condições de tantos hospitais no mundo e dou graças por ainda termos um SNS que funciona, apesar de cronicamente atacado pelos interesses privados e sistematicamente suborçamentado. Os contactos da família com o SNS são, de uma forma geral, satisfatórios e gratuitos. Ninguém esqueça os avanços surpreendentes na taxa de mortalidade infantil antes e depois dos 25 de abril que servem de exemplo para países mais evoluídos.

Claro que vai havendo alguma violência e crime mais a sempre omnipresente adição a drogas de todos os tipos, mas nada que se compare a outros países onde é endémica, e que eu saiba, os alunos e os cidadãos não andam aos tiros em centros comerciais e liceus.

Creio que a única queixa fundamentada será na justiça, onde a corrupção e as leis que favorecem nepotismo dão a todos motivo de preocupação e roubam milhões que podiam fazer de Portugal um país mais justo e equitativo, mas há muito pior do que Portugal, embora alguns não acreditem.

Os políticos portugueses são tão maus como os demais nesta tendência global de cada um se preocupar com o “seu” e não com a “res publica” e ainda não temos muitos extremistas como já acontece noutros países.

Em termos de liberdade de imprensa (10º lugar na EU em 2020) ainda a vamos tendo, embora faltem jornalistas livres e sérios, antes preferindo bajular e beijar o traseiro dos patrões com medo de perderem o tacho. Na maior parte dos países a liberdade de imprensa é já uma miragem.

Quando falamos de educação é tão má a que temos como a da maioria dos países, mas o que nos distingue aqui são os baixos salários, a má estruturação de carreiras, e a falta de uma cultura de formação (pessoal e profissional) dos docentes. Longe vão os tempos dos professores bem preparados da Escola do Magistério que ensinavam as primeiras letras (agora são todos doutores mas sabem pouco).

Na ciência e tecnologia temos inúmeros cientistas de primeira água e técnicos de renome internacional (curiosamente, nem todos emigraram, embora não sejam bem reconhecidos nem acarinhados no país).

O trabalhador que em Portugal é explorado a troco de salários miseráveis e alta taxa de improdutividade, quando inserido num sistema de meritocracia alcandora-se a elevados níveis, portanto o mal não é dos trabalhadores mas do sistema, em que a maioria dos ditos “empresários” são quase iletrados, invejosos e sem capacidade para preencherem os lugares que ocupam.

E há desportistas de valor mundial (penso, não no futebol que enche jornais e telejornais, mas no atletismo, nos desportos adaptados e em tanta modalidade que nunca chega às manchetes, do automobilismo ao motociclismo).

Além disto temos um país cheio de belezas naturais, de todos os tipos, tamanhos e feitios, que os políticos e autarcas ainda não conseguiram destruir por completo (exceto na orla algarvia) e onde milhares de estrangeiros optam por viver. O clima nem é dos piores e ainda vai sendo gratuito e variado embora a construção habitacional se esqueça de proporcionar casas com altos valores térmicos que nos proteja do frio e do calor, e não siga as normas sísmicas que deveriam vigorar.

Claro que sei que os impostos são altos e pouco dão de volta, os combustíveis sempre estiveram a preços exorbitantes e existe enorme desigualdade socioeconómica mas temos países em bem piores condições. Pela quantidade de carros de luxo e de férias no estrangeiro, antes da pandemia, ninguém diria que somos um país pobre. Temos a mania salazarenta de sermos um país pequeno, esquecendo a enorme mancha marítima que as regiões autónomas proporcionam à descontinuidade territorial.

Pequenos somos mas é na mentalidade, na visão que temos do passado, presente e futuro, na falta de ambição, na acomodação, na aceitação do fado, na perpetuação dos vícios da Santa Inquisição e da PIDE, mas com os milhares de emigrados nestas décadas, obviamente que será uma questão de tempo para as mentes se abrirem às velas do progresso e desfazerem as teias bafientas dos nossos antepassados.

Enfim, somos mesmo ingratos sem apreciarmos o que temos e outros cobiçam e invejando o que não temos.

Chrys Chrystello, Jornalista, Membro Honorário Vitalício nº 297713 [Australian Journalists’ Association MEEA]

Diário dos Açores (desde 2018)

Diário de Trás-os-Montes (desde 2005)

Tribuna das Ilhas (desde 2019)

Jornal LusoPress Québec, Canadá (desde 2020)

 

 

Estilista americana que ″copiou″ camisola poveira vai corrigir erro

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A estilista americana que “copiou” a camisola poveira já pediu desculpa nas redes sociais e afirma que vai trabalhar com autarquia da Póvoa de Varzim para reconhecer a tradição. A câmara municipal confirmou o contacto e está em conversações com Tori Burch.

Source: Estilista americana que ″copiou″ camisola poveira vai corrigir erro

Nabta Playa: The World’s First Astronomical Site Was Built in Africa and Is Older Than Stonehenge | Discover Magazine

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This 7,000-year-old stone circle tracked the summer solstice and the arrival of the annual monsoon season. It’s the oldest known astronomical site on Earth.

Source: Nabta Playa: The World’s First Astronomical Site Was Built in Africa and Is Older Than Stonehenge | Discover Magazine

jantar em Uluru

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Seeking a bit of Romance?🌺….How about a beautiful dinner under the stars with the magnificent view of #Uluru in the background. ❤Australia Down Under.💙
Photo Credit: Unknown.
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RABO DE PEIXE SEM AULAS PRESENCIAIS

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ç. é í á
Devido ao elevado número de casos, as medidas de combate à pandemia foram mais duras na vila açoriana. Ainda assim, em oito ilhas dos Açores as escolas não estão fechadas
Chove copiosamente em Rabo de Peixe, na ilha de São Miguel. Abrigados da chuva, virados para o mar e debaixo de um alpendre, estão dezenas de pescadores a preparar os iscos para, passada a tempestade, voltarem ao mar. As mãos, besuntadas de sal e com um intenso cheiro a peixe, enchem centenas de anzóis com cavala.
Floriano Tavares anda pelo porto de pesca da vila, o maior da ilha, desde as quatro da manhã. É o mais ágil. Entre tarefas, levanta-se e volta a sentar-se em segundos. Há dias acabou de virar a tão esperada esquina dos 18 anos. “Ajoelhei-me até, fiquei safo da escola, nunca gostei da escola, nunca.” Diz que desde que começou a pandemia nunca mais teve contacto com os professores. “Eles faziam de tudo para eu estar amarrado a alguma coisa mas eu nunca quis, nunca liguei para os professores, nunca voltei à escola”, garante. Tem o “quinto ano atrasado” e nunca quis ser outra coisa que não pescador.
Desde miúdo que ele e os seis irmãos estão sob a guarda da avó. “Os pais não quiseram saber mais deles”, ouve-se o colega do lado de Floriano. “Já recebi a carta da CPCJ (Comissão de Proteção de Crianças e Jovens) e acho que ainda vou receber um telefonema para ir à PJ mas eu não tenho pena nenhuma de deixar a escola”, garante. A taxa de abandono escolar nos Açores é mais do dobro da nacional (27% em 2019 – Pordata).
O ENSINO À DISTÂNCIA TEM DE SER UM ENSINO DE ÚLTIMO RECURSO”
O corte de relações com o ensino não é exclusivo de Floriano. “Da última contagem que fizemos, no mês passado, tínhamos 74 por cento de alunos a participar nas aulas e 26 por cento a não participar nem uma vez sequer nas aulas nem a enviar as tarefas.” O desabafo, antecedido de um suspiro, é do presidente do conselho executivo da Escola Básica Integrada (EBI) de Rabo de Peixe. Reconhece que, entretanto, mais alunos terão entregado mais trabalhos, mas “a pandemia agravou o abandono escolar, claro. Aqueles para quem o ensino presencial já era difícil, no ensino à distância mais difícil é”, sublinha André Melo. “Não temos dados nem regionais nem nacionais que façam esse tipo de correlação”, precisa a secretária regional da Educação dos Açores, Sofia Ribeiro. Esta responsável reconhece que “não há nada que substitua o ensino presencial” e defende que “o ensino à distância tem de ser um ensino de último recurso”.
Este último reduto está a ser perpetuado em Rabo de Peixe há meses. Devido ao elevado número de casos de covid-19, as escolas da vila estão encerradas desde novembro do ano passado. O Ministério da Educação confirma ao Expresso que nenhuma escola esteve tanto tempo fechada no continente como em Rabo de Peixe.
“De facto, é o lado negativo deste combate à pandemia, as escolas da vila foram as mais afetadas, fruto de um aumento substancial e consolidado no tempo, de casos”, reconhece o Presidente da Comissão de Acompanhamento da Luta Contra a Pandemia nos Açores, Gustavo Tato Borges. Este responsável sublinha que os esforços de contenção da pandemia na vila — que registou centenas de casos positivos de covid-19 durante os últimos meses — acabou por compensar. “Neste momento a vila de Rabo de Peixe já só tem 9 casos e previsivelmente em breve passará a ter apenas dois, o que nos deixa bastante satisfeitos.”
“ELAS QUEREM APRENDER MAS NÃO TÊM AJUDA”
No número 16 da Rua do Mar, as aulas são avulso e sem a voz do professor, há quatro meses. Na mesma casa moram um casal, quatro filhos e duas sobrinhas — que ficaram à guarda da família depois da morte da mãe. Samira está no sexto ano, Marina e Amanda estão no quarto e Cristiano também frequenta o ensino básico. Para o mais velho, que está sempre com aulas online, há um computador. Para as três mais novas, um tablet e telemóveis. “É muito complicado, porque elas dizem que há muita coisa que só a professora lhes pode ensinar”, desabafa a mãe, Odete Vieira, que está com os filhos em casa e vai ajudando como pode.
Odete diz que as aulas síncronas não fazem parte da rotina das mais novas. “Vou buscar as fichas à junta de freguesia, elas fazem em casa, eu tiro as fotos e mando para a professora pelo messenger e depois recebo a nota no telemóvel”, explica Odete. “Elas sofrem muito mais assim, elas querem aprender mas não têm ajuda”, lamenta.
O responsável da EBI de Rabo de Peixe, André Melo, diz que há professores a “a usar os próprios telemóveis para, muitas vezes fora de horas, telefonar para esses alunos, falar um pouco com eles para ajudar a realizar as tarefas por telefone”. André Melo garante que do lado dos docentes tem havido “alguma sensibilidade para que não se prejudiquem os alunos nestas condições, valorizando toda a participação que o aluno tem”.
Samira esteve sempre calada durante toda a conversa com o Expresso e Cristiano não quis descer ao piso de baixo. As três meninas partilham o sofá da sala para os trabalhos à distância. Amanda concorda com a mãe. “Eu não tenho feito muitos trabalhos porque a minha mãe já não se lembra de muitas coisas. Às vezes vou pesquisar ao Google, mas também não ensina muita coisa, porque a minha mãe mandou as fotos para a professora e estava tudo errado”, lamenta.
SÃO MIGUEL É A ÚNICA ILHA AÇORIANA COM ESCOLAS ENCERRADAS
Para minimizar os danos causados pelo ensino à distância, o Governo dos Açores lançou um concurso internacional para aquisição de cinco mil computadores para serem entregues às escolas. Foi também criado um programa especial de acompanhamento para as escolas de Rabo de Peixe. “É um modelo de acompanhamento semanal com os professores, para se inteirarem do progresso dos trabalhos do aluno, de forma presencial e com um número reduzido de alunos que não permita ajuntamentos”, explica a secretária regional da Educação.
“Elas têm só uma hora de apoio, mas uma hora só não dá, eu levei a mais nova com sete anos e numa hora ela só fez um desenho”, lamenta Odete Vieira.
A pandemia é gerida a diferentes velocidades em cada uma das nove ilhas dos Açores, distantes e distintas no número de infeções. São Miguel sempre concentrou a quase totalidade de casos de covid-19 e é atualmente a única ilha onde as escolas estão encerradas e com ensino à distância. Nas restantes oito, as aulas são presenciais.
Enquanto decorria o fecho generalizado das escolas no continente, a maioria dos alunos de São Miguel já tinha retomado o ensino presencial. Mas o avanço da estirpe inglesa na maior ilha açoriana fez com que as portas se voltassem a fechar a uma semana das férias da Páscoa. “Verificou-se que a proporção de casos nos últimos 14 dias associados à faixa etária dos zero aos nove anos duplicou, o que denota que esta variante tem de facto uma apetência especial pela camada mais jovem da população”, revela Gustavo Tato Borges. De acordo com o responsável pela Comissão de Acompanhamento da Luta Contra a Pandemia nos Açores, e à exceção de Rabo de Peixe, os alunos da região “nunca estiveram com as escolas fechadas mais tempo do que no continente, nem São Miguel”, onde a situação sempre foi mais crítica.
O Executivo regional prevê reabrir as escolas que fecharam logo que terminem as férias da Páscoa, em meados de abril. Mas à velocidade a que tudo muda, nada é garantido. E nem Odete quer falar disso. Diz-se “muito orgulhosa” da sua terra – “somos muito amorosos uns com os outros” – e ficou muito triste “pela forma como trataram Rabo de Peixe”.
As oito pessoas que tem em casa também foram, há semanas, apanhadas pelo vírus, uns com sintomas ligeiros, outros sem qualquer sinal da doença. Considera que a vila foi “muito prejudicada”: “exageraram muito, não era justo os comentários que líamos no Facebook só por termos casos.” Não sabe exatamente quando é que os dois filhos e as duas afilhadas vão finalmente poder voltar à escola mas também não quer pensar nisso.
À porta de casa tem um anjo e um azulejo com a imagem de Nossa Senhora de Fátima. Na sala, outra imagem, com um metro de altura, está sempre iluminada por uma vela transparente e artificial. “É a fé que nos salva, há de ser o que Deus quiser”, despede-se.
(Sara Sousa Oliveira – Expresso de 25/03/2021)
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  • Infelizmente não existe jornalismo de investigação por cá nem este tipo de notícia tirando o jornalismo está muito condicionado por aqui tirando o Osvaldo ou Ana Paula ou Carmen Ventura o resto e o que se sabe…

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chegou o fascismo sanitário?

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Já se pode falar em fascismo sanitário? Ou não se pode porque as intenções são boas?
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  • Isto suscita questões muito interessantes do ponto de vista filosófico-jurídico. Uma vez que se trata de um contexto excecional em que as normas legais punem condutas normais, isto é, não se trata de proibições axiologicamente desvalorizadas pelo senti…

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      O problema é que ir a tribunal por uma questão destas é um incómodo brutal. Mesmo que o tribunal dê razão ao guloso. Saber que um tipo na rua pode ser incomodado por autoridades armadas por motivos destes é mesmo sinistro.
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  • Era um polícia vegetariano. As gomas eram de origem animal.
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  • Queremos agentes que fazem aplicação automática das regras? Queremos que tenham margem de discricionariedade? A componente de “obediência sem questionar” é uma parte essencial ao funcionamento das polícias. Mas daí que a desobediência informada por par…

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    • Flor Zack

      já não bastava sermos responsabilizados pela disseminação de um vírus respiratório?

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      • 26 m
  • A grande vantagem de sermos independentes dos espanhóis é que podemos ser livres da tirania alheia….
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  • Não conhecendo o caso em concreto, não me pronuncio sobre esse, e provavelmente houve excesso de zelo. Mas já constatei que é muito facil a malta se acumular a beber uma cervejinha (logo, sem máscara) e estarem na conversa com outros que também bebem a…

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  • Isto devia ser ensinado nas escolas
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    • Depois de ensinar a obediência, é preciso ensinar a refletir sobre as regras, a compreender os seus fundamentos, a ter pensamento crítico, a pensar os limites, a questionar e a saber manter a capacidade de indignação. Que isto não se confunda com maluq…

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      • 15 m
  • Não. Pode-se falar de regras que estão em vigor no âmbito de um estado de excepção. Se a situação parece ridícula e provavelmente um excesso de zelo da polícia, que parece injustificado e que teria sido preferível uma acção pedagógica? Talvez. Não esta…

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      Quando perante tudo o que se vê, se continua a dizer que não podemos usar estas palavras — já me disseram o mesmo a respeito das crianças retiradas às famílias que eram postas em instituições em isolamento durante duas semanas — confesso que já não p…

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UMA ESPANHOLA CATIVADA PELO CORVO

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Sonia Borges de Sousa

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Natureza e comunidade da ilha do Corvo prende jovem espanhola aos Açores
CORREIODOSACORES.PT
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Com apenas 19 anos de idade, a espanhola Noelia Lanchas aterrou pela primei