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There are tons of secrets of the past that seem to have been forgotten with time. A lot of us believe that just because we don’t have the answer to it that means that aliens did it all along, but there are plenty of people that disagree with this. People like Brien Foerster constantly try to debunk and explain everything that they see. His most recent statement was that the ancient Romans, Incas, and Egyptians used the same technique to build the insane structures which we see today. They would pour concrete into forms and create huge symmetrical shaped stones
Source: Archaeologists Won’t Touch These Things – It’s Out of Their Understanding – Revealed
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So much for rest in peace.
Source: Dead bodies keep moving for more than a year after death, new study finds – Big Think
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A ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, explicou que o teletrabalho se mantém obrigatório até ao final do ano, segundo o regime geral, mesmo que o país não esteja em estado de emergência.
Source: Teletrabalho obrigatório até fim do ano mesmo sem estado de emergência – Açoriano Oriental
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(jornal das 13h dia 26/03/2021)
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https://www.lusofonias.net/aicl-projetos.html
projetos AICLCOLÓQUIOS DA LUSOFONIA (AICL, ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL COLÓQUIOS DA LUSOFONIA)
publicação de livros e antologias AICL outros livros e edições
| Timor vol. 1 da trilogia (Port) | Timor vol. 1 da trilogia (Port) | Timor vol. 2 da trilogia (resumido) | Timor vol. 3 da trilogia | 3 volumes da trilogia 3760 páginas |
| crónicas austrais 1978-98, uma monografia, 4ª edição 2015 |
| chrónicaçores, uma circum-navegação vol 1 | chrónicaçores, uma circum-navegação vol 2 (à venda em www.calendario.pt) |
| crónica do quotidiano inútil vol 1 1ª ed 1972, 2ª ed. 2012 | crónica do quotidiano inútil vol 2 2ª ed 2011 | crónica do quotidiano inútil vols 3 e 4 2ª ed. 2011, 1ª ed 1982 |
| capa crónica do quotidiano inútil, 5 vols | crónica do quotidiano inútil, 5 vols, obras completas, 40 anos de vida literária |
| antologia monolingue apresentação | no plano regional de leitura | na Travessa dos Artistas | apresentada na Maia mp4 |
| antologia bilingue INTRO | história | na Ler Açores | na RTP Açores 16º colóquio |
| antologia bilingue Universidade do Minho | NO 18º colóquio Lagoa 2012 | NA Maia na RTP | NO 21º colóquio Moinhos |
| coletânea prefácio | Lourdes Alfinete 21º colóquio Moinhos 2014 |
| fotoemas de fátima salcedo e chrys chrystello |
| antologia no feminino | prefácio Graça Castanho | apresentação Lourdes Alfinete | antologia na RDP Açores mp3 | antologia na Graciosa |
| bibliografia geral da açorianidade | intro | metodologia | prefácio | posfácio |
TODOS ESTES 7 VOLS EDITADOS PELA CALENDÁRIO DE LETRAS
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edição LETRAS LAVADAS PUBLIÇOR
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Tudo começou em 1821, mas objetivo só foi conseguido em 1830, com os gregos a tornarem-se a primeira nação a ter êxito contra o Império Otomano. António de Almeida foi um dos voluntários filo-helenos, tal como Lord Byron.
Source: Grécia celebra 200 anos da independência que um militar português ajudou a alcançar
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Muitas vezes acordo com a sensação de os portugueses, e – por extensão – os açorianos, serem um povo de ingratos. Basta ver as condições de transporte nos comboios indianos e dar-me por satisfeito de cá nada disso acontecer. Ou então ver crianças famintas e sequiosas andarem quilómetros à cata de umas gotas de água em tantos países da África enquanto nós continuamos a deixar que as ribeiras descarreguem torrentes no mar, sem as armazenarmos.
Observo as condições de tantos hospitais no mundo e dou graças por ainda termos um SNS que funciona, apesar de cronicamente atacado pelos interesses privados e sistematicamente suborçamentado. Os contactos da família com o SNS são, de uma forma geral, satisfatórios e gratuitos. Ninguém esqueça os avanços surpreendentes na taxa de mortalidade infantil antes e depois dos 25 de abril que servem de exemplo para países mais evoluídos.
Claro que vai havendo alguma violência e crime mais a sempre omnipresente adição a drogas de todos os tipos, mas nada que se compare a outros países onde é endémica, e que eu saiba, os alunos e os cidadãos não andam aos tiros em centros comerciais e liceus.
Creio que a única queixa fundamentada será na justiça, onde a corrupção e as leis que favorecem nepotismo dão a todos motivo de preocupação e roubam milhões que podiam fazer de Portugal um país mais justo e equitativo, mas há muito pior do que Portugal, embora alguns não acreditem.
Os políticos portugueses são tão maus como os demais nesta tendência global de cada um se preocupar com o “seu” e não com a “res publica” e ainda não temos muitos extremistas como já acontece noutros países.
Em termos de liberdade de imprensa (10º lugar na EU em 2020) ainda a vamos tendo, embora faltem jornalistas livres e sérios, antes preferindo bajular e beijar o traseiro dos patrões com medo de perderem o tacho. Na maior parte dos países a liberdade de imprensa é já uma miragem.
Quando falamos de educação é tão má a que temos como a da maioria dos países, mas o que nos distingue aqui são os baixos salários, a má estruturação de carreiras, e a falta de uma cultura de formação (pessoal e profissional) dos docentes. Longe vão os tempos dos professores bem preparados da Escola do Magistério que ensinavam as primeiras letras (agora são todos doutores mas sabem pouco).
Na ciência e tecnologia temos inúmeros cientistas de primeira água e técnicos de renome internacional (curiosamente, nem todos emigraram, embora não sejam bem reconhecidos nem acarinhados no país).
O trabalhador que em Portugal é explorado a troco de salários miseráveis e alta taxa de improdutividade, quando inserido num sistema de meritocracia alcandora-se a elevados níveis, portanto o mal não é dos trabalhadores mas do sistema, em que a maioria dos ditos “empresários” são quase iletrados, invejosos e sem capacidade para preencherem os lugares que ocupam.
E há desportistas de valor mundial (penso, não no futebol que enche jornais e telejornais, mas no atletismo, nos desportos adaptados e em tanta modalidade que nunca chega às manchetes, do automobilismo ao motociclismo).
Além disto temos um país cheio de belezas naturais, de todos os tipos, tamanhos e feitios, que os políticos e autarcas ainda não conseguiram destruir por completo (exceto na orla algarvia) e onde milhares de estrangeiros optam por viver. O clima nem é dos piores e ainda vai sendo gratuito e variado embora a construção habitacional se esqueça de proporcionar casas com altos valores térmicos que nos proteja do frio e do calor, e não siga as normas sísmicas que deveriam vigorar.
Claro que sei que os impostos são altos e pouco dão de volta, os combustíveis sempre estiveram a preços exorbitantes e existe enorme desigualdade socioeconómica mas temos países em bem piores condições. Pela quantidade de carros de luxo e de férias no estrangeiro, antes da pandemia, ninguém diria que somos um país pobre. Temos a mania salazarenta de sermos um país pequeno, esquecendo a enorme mancha marítima que as regiões autónomas proporcionam à descontinuidade territorial.
Pequenos somos mas é na mentalidade, na visão que temos do passado, presente e futuro, na falta de ambição, na acomodação, na aceitação do fado, na perpetuação dos vícios da Santa Inquisição e da PIDE, mas com os milhares de emigrados nestas décadas, obviamente que será uma questão de tempo para as mentes se abrirem às velas do progresso e desfazerem as teias bafientas dos nossos antepassados.
Enfim, somos mesmo ingratos sem apreciarmos o que temos e outros cobiçam e invejando o que não temos.
Chrys Chrystello, Jornalista, Membro Honorário Vitalício nº 297713 [Australian Journalists’ Association MEEA]Diário dos Açores (desde 2018)Diário de Trás-os-Montes (desde 2005)Tribuna das Ilhas (desde 2019)Jornal LusoPress Québec, Canadá (desde 2020) |
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A estilista americana que “copiou” a camisola poveira já pediu desculpa nas redes sociais e afirma que vai trabalhar com autarquia da Póvoa de Varzim para reconhecer a tradição. A câmara municipal confirmou o contacto e está em conversações com Tori Burch.
Source: Estilista americana que ″copiou″ camisola poveira vai corrigir erro
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AQUI ESTIVE A 1ªVEZ EM DEZ 1979….
