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So much for rest in peace.
Source: Dead bodies keep moving for more than a year after death, new study finds – Big Think
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So much for rest in peace.
Source: Dead bodies keep moving for more than a year after death, new study finds – Big Think
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A ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, explicou que o teletrabalho se mantém obrigatório até ao final do ano, segundo o regime geral, mesmo que o país não esteja em estado de emergência.
Source: Teletrabalho obrigatório até fim do ano mesmo sem estado de emergência – Açoriano Oriental
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(jornal das 13h dia 26/03/2021)
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https://www.lusofonias.net/aicl-projetos.html
projetos AICLCOLÓQUIOS DA LUSOFONIA (AICL, ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL COLÓQUIOS DA LUSOFONIA)
publicação de livros e antologias AICL outros livros e edições
| Timor vol. 1 da trilogia (Port) | Timor vol. 1 da trilogia (Port) | Timor vol. 2 da trilogia (resumido) | Timor vol. 3 da trilogia | 3 volumes da trilogia 3760 páginas |
| crónicas austrais 1978-98, uma monografia, 4ª edição 2015 |
| chrónicaçores, uma circum-navegação vol 1 | chrónicaçores, uma circum-navegação vol 2 (à venda em www.calendario.pt) |
| crónica do quotidiano inútil vol 1 1ª ed 1972, 2ª ed. 2012 | crónica do quotidiano inútil vol 2 2ª ed 2011 | crónica do quotidiano inútil vols 3 e 4 2ª ed. 2011, 1ª ed 1982 |
| capa crónica do quotidiano inútil, 5 vols | crónica do quotidiano inútil, 5 vols, obras completas, 40 anos de vida literária |
| antologia monolingue apresentação | no plano regional de leitura | na Travessa dos Artistas | apresentada na Maia mp4 |
| antologia bilingue INTRO | história | na Ler Açores | na RTP Açores 16º colóquio |
| antologia bilingue Universidade do Minho | NO 18º colóquio Lagoa 2012 | NA Maia na RTP | NO 21º colóquio Moinhos |
| coletânea prefácio | Lourdes Alfinete 21º colóquio Moinhos 2014 |
| fotoemas de fátima salcedo e chrys chrystello |
| antologia no feminino | prefácio Graça Castanho | apresentação Lourdes Alfinete | antologia na RDP Açores mp3 | antologia na Graciosa |
| bibliografia geral da açorianidade | intro | metodologia | prefácio | posfácio |
TODOS ESTES 7 VOLS EDITADOS PELA CALENDÁRIO DE LETRAS
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DISPONÍVEL ONLINEDISPONÍVEL ONLINE
edição LETRAS LAVADAS PUBLIÇOR
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Tudo começou em 1821, mas objetivo só foi conseguido em 1830, com os gregos a tornarem-se a primeira nação a ter êxito contra o Império Otomano. António de Almeida foi um dos voluntários filo-helenos, tal como Lord Byron.
Source: Grécia celebra 200 anos da independência que um militar português ajudou a alcançar
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Muitas vezes acordo com a sensação de os portugueses, e – por extensão – os açorianos, serem um povo de ingratos. Basta ver as condições de transporte nos comboios indianos e dar-me por satisfeito de cá nada disso acontecer. Ou então ver crianças famintas e sequiosas andarem quilómetros à cata de umas gotas de água em tantos países da África enquanto nós continuamos a deixar que as ribeiras descarreguem torrentes no mar, sem as armazenarmos.
Observo as condições de tantos hospitais no mundo e dou graças por ainda termos um SNS que funciona, apesar de cronicamente atacado pelos interesses privados e sistematicamente suborçamentado. Os contactos da família com o SNS são, de uma forma geral, satisfatórios e gratuitos. Ninguém esqueça os avanços surpreendentes na taxa de mortalidade infantil antes e depois dos 25 de abril que servem de exemplo para países mais evoluídos.
Claro que vai havendo alguma violência e crime mais a sempre omnipresente adição a drogas de todos os tipos, mas nada que se compare a outros países onde é endémica, e que eu saiba, os alunos e os cidadãos não andam aos tiros em centros comerciais e liceus.
Creio que a única queixa fundamentada será na justiça, onde a corrupção e as leis que favorecem nepotismo dão a todos motivo de preocupação e roubam milhões que podiam fazer de Portugal um país mais justo e equitativo, mas há muito pior do que Portugal, embora alguns não acreditem.
Os políticos portugueses são tão maus como os demais nesta tendência global de cada um se preocupar com o “seu” e não com a “res publica” e ainda não temos muitos extremistas como já acontece noutros países.
Em termos de liberdade de imprensa (10º lugar na EU em 2020) ainda a vamos tendo, embora faltem jornalistas livres e sérios, antes preferindo bajular e beijar o traseiro dos patrões com medo de perderem o tacho. Na maior parte dos países a liberdade de imprensa é já uma miragem.
Quando falamos de educação é tão má a que temos como a da maioria dos países, mas o que nos distingue aqui são os baixos salários, a má estruturação de carreiras, e a falta de uma cultura de formação (pessoal e profissional) dos docentes. Longe vão os tempos dos professores bem preparados da Escola do Magistério que ensinavam as primeiras letras (agora são todos doutores mas sabem pouco).
Na ciência e tecnologia temos inúmeros cientistas de primeira água e técnicos de renome internacional (curiosamente, nem todos emigraram, embora não sejam bem reconhecidos nem acarinhados no país).
O trabalhador que em Portugal é explorado a troco de salários miseráveis e alta taxa de improdutividade, quando inserido num sistema de meritocracia alcandora-se a elevados níveis, portanto o mal não é dos trabalhadores mas do sistema, em que a maioria dos ditos “empresários” são quase iletrados, invejosos e sem capacidade para preencherem os lugares que ocupam.
E há desportistas de valor mundial (penso, não no futebol que enche jornais e telejornais, mas no atletismo, nos desportos adaptados e em tanta modalidade que nunca chega às manchetes, do automobilismo ao motociclismo).
Além disto temos um país cheio de belezas naturais, de todos os tipos, tamanhos e feitios, que os políticos e autarcas ainda não conseguiram destruir por completo (exceto na orla algarvia) e onde milhares de estrangeiros optam por viver. O clima nem é dos piores e ainda vai sendo gratuito e variado embora a construção habitacional se esqueça de proporcionar casas com altos valores térmicos que nos proteja do frio e do calor, e não siga as normas sísmicas que deveriam vigorar.
Claro que sei que os impostos são altos e pouco dão de volta, os combustíveis sempre estiveram a preços exorbitantes e existe enorme desigualdade socioeconómica mas temos países em bem piores condições. Pela quantidade de carros de luxo e de férias no estrangeiro, antes da pandemia, ninguém diria que somos um país pobre. Temos a mania salazarenta de sermos um país pequeno, esquecendo a enorme mancha marítima que as regiões autónomas proporcionam à descontinuidade territorial.
Pequenos somos mas é na mentalidade, na visão que temos do passado, presente e futuro, na falta de ambição, na acomodação, na aceitação do fado, na perpetuação dos vícios da Santa Inquisição e da PIDE, mas com os milhares de emigrados nestas décadas, obviamente que será uma questão de tempo para as mentes se abrirem às velas do progresso e desfazerem as teias bafientas dos nossos antepassados.
Enfim, somos mesmo ingratos sem apreciarmos o que temos e outros cobiçam e invejando o que não temos.
Chrys Chrystello, Jornalista, Membro Honorário Vitalício nº 297713 [Australian Journalists’ Association MEEA]Diário dos Açores (desde 2018)Diário de Trás-os-Montes (desde 2005)Tribuna das Ilhas (desde 2019)Jornal LusoPress Québec, Canadá (desde 2020) |
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A estilista americana que “copiou” a camisola poveira já pediu desculpa nas redes sociais e afirma que vai trabalhar com autarquia da Póvoa de Varzim para reconhecer a tradição. A câmara municipal confirmou o contacto e está em conversações com Tori Burch.
Source: Estilista americana que ″copiou″ camisola poveira vai corrigir erro
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AQUI ESTIVE A 1ªVEZ EM DEZ 1979….

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This 7,000-year-old stone circle tracked the summer solstice and the arrival of the annual monsoon season. It’s the oldest known astronomical site on Earth.
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Mysterious rocks at mantle’s base tied to violent “Theia” strike 4.5 billion years ago
Source: Remains of impact that created the Moon may lie deep within Earth | Science | AAAS