a esfera armilar em timor

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PORTUGAL no MUNDO
Dais, Suai, Cova-Lima, Timor-Leste.
Enquanto em Portugal um anormal qualquer , chamado João Lima, anda aqui a vociferar contra a esfera armilar da bandeira portuguesa, em Timor-Leste, um timorense, que mal fala português, sem antepassados portugueses, pelo menos que ele saiba, têm todo o orgulho na nossa bandeira e nas nossas cores. Quatro dos seus Quatro camiões de distribuição de combustíveis, estão pintados com as cores da bandeira portuguesa com a esfera armilar e o escudo pintados na retaguarda. Aqui estão três dos quatro. O outro tinha saído.
You, José Bárbara Branco, Ricardo Antunes and 113 others
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  • Porque vociferar contra a esfera armilar da bandeira portuguesa que resume toda a história de Portugal!?… Incrível… É tirar a alma de Portugal.

SANTANA CASTILHO A FIXAÇÃO DO MOMENTO

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A grande fixação do momento
A grande fixação do momento é quantificar as perdas educativas provocadas pelos confinamentos e desenhar programas para as recuperar. Como se objectivos irrealistas de ocasião removessem erros de décadas, simplesmente agora ampliados. Tanto alarme catastrofista (houve quem clamasse por um “Plano Marshall” para a Educação) pode terminar no que já vimos: um aproveitamento para impor enxertos que, de outro modo, não passariam.
Mais do que programas de recuperação de aprendizagens, precisamos de clarividência para preparar o futuro da Educação, instrumento vital para promover o acesso a melhores condições de saúde, empregabilidade e desenvolvimento económico e social. Todos os programas servidos por lindos enquadramentos teóricos, de quem vive afastado do dia-a-dia das pessoas, resultarão abaixo de zero, se o desemprego galopar e as famílias prosseguirem na rota do empobrecimento provocado pela interdição do direito ao trabalho. Mais do que economistas prescientes, necessitamos de pedagogos e políticos conscientes, que não nos amarrem a generalizações e nos libertem dos aspirantes a tiranos.
O impacto nas aprendizagens, pela pluralidade de situações contextuais, é extremamente diferenciado de aluno para aluno, de nível de ensino para nível de ensino e de escola para escola, pelo que deviam ser as escolas e os seus professores a identificar as necessidades e definir as metodologias de actuação, cabendo ao ministério, apenas, garantir os recursos (mais técnicos e tutores que apoiem os alunos mais vulneráveis, um regime de incentivos a professores deslocados, liberdade para diminuir a dimensão de algumas turmas, mais psicólogos e mais meios e materiais de ensino). Ir por aqui seria optar pelo que comprovadamente funciona, em detrimento de experimentalismos duvidosos. Ir por aqui seria optar pela rentabilização do tempo de ensino, em detrimento de mais tempo de ensino. O programa de recuperação de que o país carece é um programa de reforço da confiança nos professores e de estabilização das competências emocionais de todos. Sim, porque deveríamos estar antes centrados em encontrar meios para recuperar alguma felicidade e optimismo perdidos ou compreender como, neste período, a propaganda cavalgou o medo e prejudicou a adopção de políticas públicas norteadas pela racionalidade e pelo debate sério e desapaixonado.
Não foi a pandemia que destruiu o Ensino de Português no Estrangeiro (hoje com 45% da expressão que tinha em 2010), assente na contratação precária de professores e onde os filhos dos emigrantes, ao arrepio do que a Constituição estabelece, pagam para aprender português, ensinado não como língua de origem mas como língua estrangeira, enquanto os alunos estrangeiros nada pagam.
Foi na peugada do miserável Acordo Ortográfico, que não na peugada da pandemia, que assistimos à gradual desfiguração da nossa língua. Os padrões de exigência relativamente ao uso do português, escrito e falado, foram diminuindo. Aumentou o número dos que escrevem mal e cometem erros ortográficos e gramaticais inaceitáveis. Sinal dos tempos, e à semelhança do Reino Unido, não tardarão a aparecer recomendações para, em nome da inclusão e da igualdade de acesso, não penalizar essa ignorância. Numa palavra, uma verdadeira ideologia de falsa inclusão tem vindo, subliminarmente, afirmando a exigência e o rigor como elitistas e a lassidão e a mediocridade como igualitários.
A degradação das políticas de Educação na vigência dos governos de António Costa é um facto. A Educação perdeu relevância social e vai perdendo os seus melhores quadros, desmotivados, desiludidos, descrentes, cansados. A manifesta falta de vontade de António Costa para reverter políticas anteriores, melhor dizendo, o seu atávico apego ao banditismo administrativo com que Sócrates e Maria de Lurdes Rodrigues começaram a destruir a vida dos professores, levará o país a confrontar-se, a breve trecho, com a falta de docentes para garantir a escolaridade obrigatória universal. Um país com a sua Educação em declínio compromete o futuro e não se regenera repetindo os mesmos rituais, por mais digitalizados que sejam, sob os mesmos comandos incapazes. Em tempos de higienizações constantes, o Ministério da Educação carecia de uma, radical, que varresse políticas perniciosas e chefias sem préstimo.
In “Público” de 28.4.21
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Visão | #metoo português: Governo admite que assédio contra mulheres tem sido “muito desconsiderado”

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As declarações da atriz Sofia Arruda e as denúncias de outras figuras públicas que se lhe seguiram, com casos idênticos, vieram expôr o quão “desconsiderado e até legitimado” é o assédio sexual sofrido pelas mulheres em Portugal. O Governo lamenta este cenário e pede “intolerância total” contra tal tipo de agressão. A caminho estão mecanismos para os patrões porem travão ao fenómeno, que afeta um décimo da população ativa nacional

Source: Visão | #metoo português: Governo admite que assédio contra mulheres tem sido “muito desconsiderado”

pedido de apoio para timor

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e o governo de timor-leste parece estar adormecido à sombra dos petrodólares …e o povo continua a sorer , como sempre

Pedido de apoio.
Angelo Ferreira
is feeling thankful with
Henrique Correia
and
69 others
.
Pedido de apoio para Timor-Leste
Caríssimos amigos e caríssimas amigas,
Peço-vos que colaborem na medida do possível com esta campanha, oferecendo 13 euros, ou mais, conforme o que cada um pode, e que a divulguem nos vossos perfis e junto dos vossos contactos.
Segundo dados da Secretaria de Estado da Proteção Civil de Timor-Leste, as cheias recentes afetaram milhares de famílias, deixando muitos sem habitação e em carência alimentar. A isso junta-se o risco de doenças como a malária, o dengue…
O Centro Universitário de Fé e Cultura de Aveiro (CUFC) – Diocese de Aveiro – Portugal, em parceria com a Universidade Nacional de Timor Lorosa’e (UNTL), lançam uma campanha de recolha de fundos com o objetivo de oferecer uma ajuda de emergência em sacos de arroz, que a UNTL entregará aos mais necessitados, em particular aos membros da sua comunidade académica que mais foram afetados pela intempérie.
Como objetivo inicial, pretende-se atingir as 5 toneladas, o que corresponde a cerca de 200 sacos de 25 kg (sensivelmente € 13 / saco). As verbas angariadas serão transferidas pelo CUFC para a UNTL. Regularmente, serão publicitados os resultados da campanha.
Participe e deixe o seu contributo!
Nome – Centro Académico de Fé e Cultura
Entidade Bancária – Caixa Geral de Depósitos
IBAN – Fundo Solidário /CUFC: PT50 0035 0836 00002199930 92
Para mais informações contactar: angeloferreira@ua.pt; miguel.oliveira@ua.pt, cufc@ua.pt
Henrique Correia, Fernanda Guerreiro Rodrigues and 8 others

RUI GOULART PREMIADO

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Na próxima segunda-feira vou ser distinguido com o Troféu Audiência na Categoria Artes & Letras 2020.
A minha mais sincera gratidão a todos os que contribuíram para meu sucesso e para meu crescimento como pessoa.
May be an image of Rui Goulart and text that says "25 VENCEDORES AUDIÊNCIA Magazine @ LEMA SEMPRE "DAR VOZ A QUEM NÃO TEM" Troféu AUDIÊNCIA ARTES &LETRAS 2020 FRASE ose ontinu décad pública embronze. RUI GOULART"
Vamberto Freitas, Paula Cabral and 268 others
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COOBER PEDY CIDADE SUBTERRÂNEA

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