CHEIAS NA AUSTRÁLIA

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A situação das cheias na zona norte de NSW vai de mal a pior, com Lismore a viver a pior crise de que há memória.
Inundações na Austrália: Milhares evacuados em NSW, enquanto Lismore enfrenta a pior crise de sempre
https://www.sbs.com.au/language/portuguese/inundacoes-na-australia-milhares-evacuados-em-nsw-enquanto-lismore-enfrenta-a-pior-crise-de-sempre?fbclid=IwAR0JAeU6ZvPer8bGiN-IUbnnBPMBSVvjLJe0DFeJJXeXoF3ci9tjHS1r1tg
SBS.COM.AU
Inundações na Austrália: Milhares evacuados em NSW, enquanto Lismore enfrenta a pior crise de sempre

MAIOR RESISTÊNCIA UCRANIANA DO QUE OS RUSSOS ESPERAVAM?

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UCRÂNIA: A RESISTÊNCIA CONTINUA
“Perdas do exército russo em 4 dias: soldados 4300 mortos, 146 tanques, 27 aviões, 26 helicópteros, 2 navios, 49 armas”.
Os “invencíveis” tanques russos
(Foto de Nicolaev, sul da Ucrânia)
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Nuno Henrique Luz and 51 others
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  • Luís Pinheiro de Almeida

    acho muita fruta! não é contra-informação?
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    • Jose Manuel R Barroso

      Luís Pinheiro de Almeida os russos estão tendo uma resistência no terreno que não esperavam.
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    • Adriano Oliveira

      Luís Pinheiro de Almeida até pode ser, mas se fores ao Anonymous há vídeos e fotos com corpos por tudo quanto é sítio. E os presos são autênticas crianças!!! Que não sabiam que iam invadir a Ucrânia, mas sim participar em exercícios! Colunas de tanques completamente destruídos porque param por falta de combustível e foram atacados. Uma chacina!
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  • Paulo Barros Vale

    Isto tudo indica serem números muito empolados !
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  • Carlos Vilela Borges

    Se os números estão certos (na guerra a primeira vítima é a verdade) os russos vão de vela.
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  • Abel Veloso

    Há por aí um vídeo impressionante sobre um ataque de cocktails Molotov a um tanque…
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  • Abel Veloso

    Outro caso é aquele episódio dos soldados russos sem gasolina 😂
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  • Makogonchuk Andrey

    Cerca de 100.000 soldados russos estão lutando atualmente na Ucrânia. É por isso que um número tão grande de perdas. Estes são todos os dados oficiais
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  • Manuel Frazão

    Bastavam 24 horas para ocupar a Ucrânia, pensava o Putin. Os assaltados estão a lixar a vida aos assaltantes.
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  • Rodrigo Reis

    Acho demais mas uma coisa é certa , nao esta a correr facilmente como o presidente russo esperava. Lamento a perda dos Ucranianos e também dos jovens soldados Russos que sao obrigados a combater e morrer numa guerra so por capricho do ditador PUTIN .
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  • Rúben Bettencourt

    Acho que estão todos optimistas demais.
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    • Jose Manuel R Barroso

      Rúben Bettencourt pode ser. Mas os ucranianos tb se prepararam para resistir. Tinham exército. E tinham e tem armamento mísseis anti tanque e anti aéreos e etc. É uma luta desigual, mas luta!
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    • Rúben Bettencourt

      Jose Manuel R Barroso Sim, mas não sei até que ponto os russos travaram deliberadamente a ofensiva. Já perceberam que ninguém vem em socorro dos ucranianos, e que pode ser uma questão de tempo até Zelensky assinar um acordo favorável. Sobretudo porque …

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    • Jose Manuel R Barroso

      Rúben Bettencourt sim, mas a Ucrânia é um país enorme, e plano, e o seu povo quer lutar. E tem armamento vai receber mais. O que parecia fácil não será assim tão fácil. E numa guerra de resistência o tempo está contra o agressor. Veremos
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      • 11 h
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    • Rúben Bettencourt

      Jose Manuel R Barroso continuo a pensar que os russos ainda não investiram em força. Até porque onde o fizeram, conquistaram esses objectivos facilmente. Kiev é um objectivo político, há objectivos militares muito mais importantes: o mar Negro.
      Não sei…

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  • João Almeida

    Quer então dizer que os russos estão a ser corridos? Espero para ver
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  • Adriano Oliveira

    Se querem ver o que é a verdadeira contra-informação russa, vejam o RT (Russia Today), que ia ser banido da Europa, mas continua nos canais da Nos. Segundo o canal, são os ucranianos que estão a destruir as zonas residenciais e a usar crianças como escudos humanos!!!!
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    • 10 h
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  • André Avelar

    Putin pensava que ia ser um passeio no parque, mas não é ele que está a morrer na frente de combate.
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  • Paulo Pedro Souto

    Que seja verdade. Gostei
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    • 9 h
  • Armando Nunes Rodrigues

    Os Russos enfrentam uma resistência muito maior da que esperavam, mas daí até esses números não me parecem credíveis até porque na guerra há duas versões de um lado mataram X do outro mataram Y. È a psico.
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    • 9 h
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  • Ana Filipe

    Era melhor a Paz para todos! A guerra só leva à miséria das vidas!🕊️
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GUERRA E PAZ

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Guerra e paz
Outro notável texto de Miguel Sousa Tavares de análise da Guerra na Ucrânia publicado no Expresso
Sim, invadiu. Vinte e quatro horas depois de ter insistido que estava ainda aberto a negociações “sé rias e honestas”, Putin invadiu a Ucrânia e, pelo que se sabia até ontem à tarde, em larga escala.
Faço ideia da satisfação intelectual de tantos que passaram semanas a anunciar a invasão, às vezes parecendo mesmo desejá-la para poderem ver as suas previsões confirmadas. Não é o meu caso: sempre acreditei que Vladimir Putin não daria este passo extremo, com o qual tem muito mais a ganhar do que a perder, e que semanas e semanas de tensão a acumular-se eram pretexto e tempo suficiente para que os tão falados “esforços diplomáticos” conseguissem evitar uma guerra desta dimensão na Europa.
Porque, talvez ainda não tenham percebido bem, mas esta guerra não vai doer apenas aos ucranianos, com os seus mortos e o seu país ocupado, vai doer a todos na Europa e para além dela — e se a coisa ficar pela Ucrânia. Não tardará muito tempo até que aqui mesmo, em Portugal, o comum das pessoas se interrogue por que razão os que podiam não fizeram todos os esforços para evitar esta guerra e as suas consequências.
Em 19 de Janeiro passado, escrevi aqui isto: “Tudo o que a Rússia pede é a garantia de que nem a Ucrânia nem a Geórgia, nas suas fronteiras, vão aderir à NATO. Em troca, o que a NATO pode exigir à Rússia é a garantia de que não invadirá a Ucrânia. Custa assim tanto evitar a guerra?” Passaram cinco semanas desde então e o único esforço diplomático visível feito pelo Ocidente foi a ida de Macron a Moscovo. Veio de lá com algum optimismo, depois de ter ouvido Putin dizer que aceitava como base negocial o regresso aos Acordos de Minsk-2 (que, por si sós, impediam a Ucrânia de aderir à NATO sem o acordo das províncias russófonas). Mas logo no dia seguinte Putin lembrou que Macron não respondia pela NATO e a verdade é que da parte da organização nem uma palavra foi dita ou um avanço foi feito no sentido de negociar a questão com base nos Acordos de Minsk. E nada mais foi feito do lado de cá em matéria de esforços diplomáticos: apenas ameaças de sanções, reforço de meios militares nas fronteiras da Ucrânia e constantes avisos de que estava iminente a invasão russa, enquanto toda a gente continuava sentada, de braços cruzados, pronta a assistir. Particularmente chocante, quando ouvimos agora Ursula von der Leyen falar da diplomacia tentada, é pensar na absoluta inércia da União Europeia, prestes a enfrentar uma guerra no seu território, a arcar com o grosso das consequências económicas e políticas, e que não mexeu uma palha para a evitar, para se colocar como mediadora do conflito e que, como sempre, só sabe acenar com dinheiro a posteriori. E enquanto nada se passava na frente diplomática, ainda tivemos, segunda-feira passada, a ida do Presidente ucraniano, Zelensky, à cimeira da Segurança e Cooperação Europeia, em Munique, lançar a última acha na fogueira, queixando-se das armas nucleares (soviéticas) que afirmou lhe terem sido retiradas quando a Ucrânia se tornou independente e exigir a sua entrada imediata na NATO, desafiando os países recalcitrantes a assumirem-se ali e então. (Duas horas depois, talvez por ter chegado atrasado ou se ter perdido na tradução, o nosso ministro da Defesa dizia que essa questão “não estava em cima da mesa”, pelo que não havia fundamento para uma invasão russa.) Insisto: a invasão russa talvez pudesse ter sido evitada se tivesse havido uma vontade e um esforço sério de negociação do lado ocidental, que não houve.
E digo talvez porque não posso saber o que ia e vai na cabeça de um homem perigoso como Vladimir Putin. Mas a todo o tempo e em todos os lados se negociou com homens perigosos a benefício de um bem maior, que é a salvaguarda da paz — Kim Jong-il, da Coreia do Norte, ou os imãs do Irão são apenas os últimos e mais óbvios exemplos. O facto é que, não tendo negociado antes, deixando apenas a Putin a opção de se retirar publicamente humilhado e conformado a ver a Ucrânia juntar-se aos 14 países que antes faziam parte da URSS ou do Pacto de Varsóvia e que a NATO já juntou à sua colecção, assim cercando a Rússia de alto a baixo, do Báltico até ao Bósforo, o Ocidente vai agora ter de negociar com ele em posição de força. A menos que um dos lados, ou ambos, tenha endoidecido e esteja disposto a arriscar uma guerra total na Europa.
Negociar com Putin em posição de força não vai ser fácil. Na sua declaração de guerra, ele disse que a Rússia estava preparada para enfrentar as consequências e, a médio prazo, está economicamente bem mais preparada do que a Europa em matéria de abastecimento de energia, cereais e matérias-primas essenciais.
São as consequências políticas da invasão o grande preço a pagar.
Não tardará muito tempo até que aqui mesmo, em Portugal, o comum das pessoas se interrogue por que razão os que podiam não fizeram todos os esforços para evitar esta guerra e as suas consequências.
Apesar daquilo a que chamaram a sua “lição de história sobre a Ucrânia” conter muito mais verdades do que falsidades ou invenções, ele sabe que isso não lhe acrescenta qualquer validade política para invadir o que outrora foi terra russa: os tempos mudam, a vontade dos povos também e a poeira da História fica nos livros. Recuperar militarmente e manter a Ucrânia toda na Federação russa é um projecto politicamente insano, que a longo prazo sairá caro a Moscovo e ao povo russo.
Mas agora vamos entrar numa nova dimensão, chamada realpolitik — não sei se se lembram do que era, antes de alguém ter declarado que a História tinha acabado quando a URSS implodiu e a Guerra Fria terminou com a vitória do Ocidente. O Donbas, Odessa, Mariupol, pelo menos, nunca mais voltarão à posse da Ucrânia e esta nunca poderá ser membro da NATO — isto será o mínimo que Putin vai exigir. O resto, desde que Putin não queira uma Ucrânia “normalizada”, talvez seja negociável — é isso a realpolitik. Aquilo que resta quando se andou a brincar à guerra e paz com análises simplistas de aplicação universal e intemporal, como nos nossos livros de infância, em que os bons éramos sempre nós e os maus os peles-vermelhas.
Tenho lido e escutado vários “especialistas” na matéria a defender que negociar com Putin terá o mesmo e funesto efeito que teve negociar com Hitler em 1938. É mais uma análise de aplicação universal e intemporal cuja utilidade está agora a ser provada pelos ucranianos. Para começar, e embora haja historiadores para todos os gostos, Putin não é Hitler. E, depois, a situação não é igual nem comparável: em 38, Hitler já tinha consumado o Anschluss sobre a Áustria, queria os Sudetas, que Chamberlain e Daladier lhe deram em Munique, e não escondia que a seguir engoliria toda a Checoslováquia. Mas, sobretudo e diferentemente da Rússia de 2022, era a Alemanha que ameaçava a Europa, e não a Europa que ameaçava a Alemanha, com um cordão de países unidos numa aliança militar cercando-a por todos os lados.
Há dias, numa das suas proclamações “ao mundo”, Joe Biden dizia sobre Putin: “Quem pensa ele que é?” Bom, agora já deve saber quem é e do que é capaz. É pena que antes disso não lhe tivessem explicado: “O Putin, sr. Presidente? É Presidente do segundo maior país e da segunda maior potência nuclear do mundo, com quem ao longo de décadas temos mantido negociações e tratados de limite de armas nucleares, graças aos quais o mundo evitou uma terceira guerra mundial devastadora nos últimos 50 anos. Ele agora está furioso porque a Ucrânia se quer juntar a 14 outros paí ses membros da NATO que já cercam a Rússia e que, a partir daí, podem atingir território russo com mísseis nucleares em questão de minutos. Eu aconselho a que fale com ele.”
Pode ser uma imagem de uma ou mais pessoas e texto que diz "A arte da Guerra. @copyafiliados Quando cercar o inimigo deixe uma saída para ele caso contrário ele lutará até a morte. Sun Tzu General Chinês."
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a torre de CENTUM CELLAS

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A Torre de Centum Cellas, que se situa no Colmeal da Torre, no Belmonte Município, é um monumento enigmático, cuja funcionalidade tem dado lugar a diversas inter…

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Chrys Chrystello
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    Chrys Chrystello

    local de culto dos colóquios da lusofonia ver em

    CENTUM CELLAS 2000 2021
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