RIP ANTÓNIO LUÍS MOTA (TIMOR

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Mais um amigo que partiu! Vai em paz amigo!😭
Sinceras condolências à família,

Aidil Mendes Mota
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se lhe expropriarem a casa já sabe…

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Verdades que incomodam e que nos devem fazer reflectir!
LEI DE EXPROPRIAÇÃO EM PORTUGAL / Lei n.º 59-2020 // Zmar
Quem não conhecia a lei de expropriação, aqui está ela novamente (tinha-a publicado em Dezembro de 2020, mas ninguém ligou).
Leiam com cuidado, (no link, em baixo).
Votada e publicada em diário da República em Outubro 2020, em plena “Plandemia Covid”, e enquanto toda a gente “dormia”.
REQUISIÇÃO CIVIL, NOME “POMPOSO“ PARA NÃO DIZER EXPROPRIAÇÃO
Quem acompanhou o caso Zmar, que tire as ilações. Quem ainda acha que isto são coindências, que isto não tem nada haver com o decreto de lei referido acima, que isto é por uma causa de saúde emergente… e trinta por uma linha. Que a devoluçao do património, casas privadas, centro turístico está salvaguardada, pois está completamente enganado, e esperem pelos “próximos episódios”.
Pode chegar a tua ou a vossa vez?!
Leiam o seguinte decreto de lei, no link abaixo:
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  • TB já publiquei há um tempo atrás.
    Na sequência dessa há o Dec lei 15/2021 de Fevereiro
    Tudo preparado… …

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    • 26 m

A POSSÍVEL FALÊNCIA DA ALDEIA DA FONTE 20 ANOS DEPOIS VAI SER DEBATIDA

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Antena 1 Açores – Tribunal de São Roque do Pico julga Processo Especial de Revitalização da Aldeia da Fonte .
A decisão é do Supremo Tribunal de Justiça
O caso anda nas barras dos tribunais há pelo menos vinte anos.
Agora há uma nova relaçao de credores: a massa insolvente da Planipico é reconhecida. Em causa mais de um milhão de euros.
“É o segundo Plano Especial de Revitalização que é apreciado em Tribunal.
No primeiro, a dívida à Planipico não foi registada. A mando do Supremo Tribunal de Justiça, o caso voltou à barra do Tribunal de São Roque do Pico.
E é este Tribunal que agora actualiza a lista de credores e manda a Aldeia da Fonte fazer novo Plano Especial de Revitalização.
No primeiro plano, a lista somava 130 credores.
Agora o Tribunal actualizou para 113. Entre todos os credores estão várias empresas e entidades públicas.
Os créditos reclamados no geral somam 1 milhão e 103 mil euros.
Só a dívida à Planipico é superior a um milhão e 183 mil euros.
Feitas as contas, a dívida da Aldeia da Fonte é superior a 2 milhões de euros, metade dos quais à Planipico.
O Tribunal de São Roque do Pico quer a Aldeia da Fonte a apresentar um novo Plano de Revitalização, mas contando com a dívida à Planipico – Gestão e Construção.
Ou seja: ou a Aldeia da Fonte prova em Tribunal através de um novo Plano que tem condições de pagar aos credores ou pede insolvência.” (CV)
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HÁ 45 ANOS CONCORDE EM SANTA MARIA

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CONCORDE:- FEZ ESTE ANO 45 ANOS (21/01) QUE, PELA PRIMEIRA VEZ, FEZ ESCALA TÉCNICA PELO AEROPORTO INTERNACIONAL DE SANTA MARIA, NO VOO PARIS/CARACAS!
Primeira escala do Concorde na ilha de Santa Maria foi há 45 anos
DIARIODOSACORES.PT
Primeira escala do Concorde na ilha de Santa Maria foi há 45 anos

PDL E O LIXO UM PROBLEMA SEM SOLUÇÃO?

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José Manuel Leal
is feeling sad.
Não sou de “lamechices” principalmente quando se trata da gestão da causa pública. Sou mais do género de ver e actuar. Contudo, e à semelhança de muitos dos meus colegas autarcas, a revolta invade-nos perante a falta de civismo e educação de alguns. As fotos em causa são apenas um exemplo (zonas da Calheta e das Laranjeiras – nem ponho as da Levada por “pudor”). É verdade que, muitas vezes, as administrações públicas podem e devem fazer mais… mas contra isto, “não há santo que resista”. Todos temos que colaborar. Fotos da autoria de

José Silva

e de

Cesar Oliveira

.

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OS TUGUS DE JACARTA

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A aldeia da Indonésia onde se dança o Vira e se canta em Português
A muitos quilómetros de distância, em Tugu, uma aldeia da Indonésia, há uma comunidade que descende de portugueses e que mantém vivas as suas tradições.
1641, os holandeses conquistaram Malaca, na Indonésia, a Portugal, escravizando os sobreviventes portugueses e os seus descendentes. Alguns destes escravos foram levados para Jacarta, que foi rebatizada pelos holandeses com o nome de Batavia (nome que os romanos tinham dado à Holanda). Batavia tornou-se o centro de atividades da Companhia Holandesa das Índias Orientais. Aos escravos portugueses vindos de Malaca, juntaram-se outros portugueses e descendentes, vindos da Índia, Ceilão e de outros destinos.
Em Batavia, os holandeses tentaram ao máximo apagar as tradições portuguesas destes escravos, fazendo-os adotar nomes holandeses ou com sonoridade holandesa, e forçando-os a trocar o catolicismo pelo calvinismo. Estes escravos foram obrigados a viver num pequeno pedaço de terra situado a 10km do centro de Batavia, a que deram o nome de Tugu (Toegoe, em holandês), e que hoje se chama Kampung Tugu.
Estes escravos foram libertados em 1661, passando a ser chamados de Mardijker, palavra que significa “libertos”. Curiosamente, é desta palavra que deriva a palavra indonésia para liberdade: merdeka.
Apesar dos esforços holandeses, esta população conservou vários vestígios da sua herança portuguesa até aos nossos dias. Trezentos e setenta anos depois de os laços com o nosso país se terem cortado, a população ainda acarinha Portugal, um país do outro lado do mundo, mas que muitos consideram como seu.
Não é fácil chegar a Tugu, a nordeste de Jacarta, capital da Indonésia. Mesmo ao fim-de-semana, o trânsito que liga à aldeia é caótico, devido à proximidade do porto de Tanjung Priok, o principal do país, com cerca de 430 hectares.
Apesar dos inúmeros camiões que entopem a estrada principal, sente-se uma tranquilidade ao chegar a Tugu, um ex-líbris de Portugal. Junto ao cemitério e à igreja branca datada do século XVII, há um espaço aberto e arvoredo que lembra o centro de algumas aldeias portuguesas, até pelos idosos que por ali vão deixando cair o tempo.
Esta reportagem que aqui lhe deixamos, de uma estação televisiva indonésia, é uma prova da herança portuguesa forte na Indonésia. A reportagem está em indonésio, contando com a intervenção em inglês do embaixador de Portugal em Jacarta e de uma leitora de português de uma universidade local.
Apesar de não entendermos uma palavra da reportagem, só as imagens já são eloquentes o suficiente para percebermos o sentimento dos Tugus relativamente a Portugal:
Falava-se o Papiá Tugo dentro da população, um crioulo de origem portuguesa muito semelhante ao Papiá Cristão que ainda hoje é falado em Malaca. Infelizmente, já ninguém sabe falar Papiá Tugu em Jacarta, com exceção de uma ou outra palavra avulsa. O último falante deste crioulo, chamado Jacob Quiko, faleceu em 1978. O Papiá Tugu apenas subsiste em alguns poemas e canções, como a canção que aqui lhe deixamos:
Muitas músicas são ainda cantadas, apesar de já não serem entendidas. Como a Bastiana ou a Moresco, entre outras. A Contribuição de Tugu para a musica indonésia foi muito grande. A música nacional da Indonésia, o Krontjong ou keroncong, derivou das cantigas sonolentas e saudosas da aldeia de Tugu.
O Cafrinho terá vindo com os indo-portugueses de Ceilão. E ainda hoje os melhores cantores de Krontjong continuam a ser requisitados da aldeia. É de notar que essa influência não se limitou ao estilo mas manteve-se também no vocabulário dos temas e nos instrumentos.
Festival Kampung Toegoe 18-11-2008 ( MetroTV )
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Festival Kampung Toegoe 18-11-2008 ( MetroTV )
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