guitarra galega

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Isabel Rei Samartim is feeling happy with António Gil Hdez and

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Em 15 de setembro de 2020, o dia a seguir da apresentação da tese “A guitarra na Galiza” na USC, eu não dava crédito ao convite que me fazia a escritora Teresa Moure para a coleção Alicerces da Através Editora. Mas a perspetiva de escrever um livro de bolso (ou seja, pequeno), para pessoas não músicas (mas também para músicas), e sobre a guitarra galega (uma aproximação simples à tese, que é longa e complexa), parecia-me muito boa ideia, e a oportunidade, de ouro.
Sai agora esse ouro em forma de livro de bolso, prologado pela pianista Helena Marinho, da Universidade de Aveiro, que procura encher o vazio conceptual a respeito do uso da guitarra/viola/violão na Galiza em todas as épocas desde que temos documentos.
O livro, que já está à venda, pode adquirir-se aqui: https://www.atraves-editora.com/produto/guitarra-galega/
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ANGOCHE – OS FANTASMAS DO IMPÉRIO

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ANGOCHE – OS FANTASMAS DO IMPÉRIO
Nacala, 23 de abril de 1971. Um navio da Marinha mercante portuguesa parte desse porto moçambicano com destino a Porto Amélia (hoje, Pemba). A bordo leva 24 almas, bem como um importante carregamento de material de guerra destinado ao Exército português no Ultramar. Na madrugada seguinte, um petroleiro encontra esse navio, de seu nome Angoche, à deriva, incendiado e sem ninguém a bordo, como se de um navio-fantasma se tratasse. De imediato, a PIDE/DGS abre um inquérito. As teorias para o que aconteceu surgem em catadupa. Não faltam presumíveis culpados a quem apontar o dedo, mas não há provas. Para adensar o mistério, na noite do desaparecimento do Angoche, uma portuguesa que trabalhava num cabaré da cidade da Beira e é tida como amante de um oficial da Marinha, cai de um edifício. Suicídio ou assassinato, as circunstâncias da sua morte nunca são verdadeiramente esclarecidas…
Depois do 25 de Abril, os relatórios da PIDE/DGS desaparecem. A carcaça do navio, ancorado no porto de Lourenço Marques, acaba por ser afundada. Se testemunhas houve, não falam. Estes são os factos. A partir deles, Carlos Vale Ferraz constrói um romance puramente ficcional, embora essencial e certeiro, sobre moralidade e heroísmo.
« Angoche – Fantasmas do Império é um romance. É um romance porque só a ficção me permite exprimir o que julgo saber sobre os homens que querem ser heróis e sobre os Estados que utilizam esses homens dispostos a tudo para os seus fins. É uma ficção sobre as taras do poder, como tantas outras obras da literatura ao longo dos séculos, da Odisseia de Homero a Hamlet de Shakespeare, do Coração das Trevas de Conrad a Uma Verdade Incómoda de Le Carré.»
Carlos Vale Ferraz
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PACHECO PEREIRA DESCOBRIU O BRASIL ANTES DE CABRAL

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Duarte Pacheco Pereira: o navegador que descobriu o Brasil antes de Cabral
Embora a descoberta oficial tenha sido atribuída a Pedro Álvares Cabral, são muitos os indícios que terá sido Duarte Pacheco Pereira a descobrir o Brasil.
Quem chegou primeiro ao Brasil – Pedro Álvares Cabral ou Duarte Pacheco Pereira?
A pergunta pode parecer algo estranha para os amantes de história, mas a verdade é que Pacheco Pereira deixou escritas na obra Esmeraldo de Situ Orbis algumas frases que têm sido tomadas como prova de que foi este o primeiro a chegar ao Brasil, antes da data oficial de 1500.
Como o documento apenas foi revelado em 1892, o debate tem estado aceso desde então.
Duarte Pacheco Pereira foi um dos primeiros heróis dos descobrimentos, capitão de guerra na Índia, recebido em Lisboa com um desfile triunfal.
Camões chamou-lhe “Aquiles lusitano”, sendo o navegador um hábil marinheiro e guerreiro com fama de colérico e agastado.
Nascido em Santarém, foi cavaleiro da Casa de El-Rei D. João II, tendo já sido notado antes da sua viagem à Índia na expedição de Afonso de Albuquerque, onde comandava a nau Espírito Santo.
Pacheco Pereira era filho de um navegador e neto de um armador, tendo crescido em contacto próximo com o mar e com as arrojadas viagens dos portugueses que desbravaram o oceano, descobrindo novos povos e terras.
Assim, o seu espírito parecia cheio de ardor de aventuras e de grandes feitos, tendo-o demonstrado toda a vida, no seu serviço à pátria, com feitos que o tornaram um dos portugueses mais notáveis do seu tempo.
A epopeia de Pacheco Pereira inicia-se em viagens de exploração e reconhecimento ao longo da costa ocidental da África.
Em 1494, fez parte da delegação portuguesa na conferência de onde resultou o célebre Tratado de Tordesilhas, considerado o mais importante tratado do séc. XV.
Nessa conferência, revela todo o seu saber científico, revelando-se um elemento fundamental na defesa das pretensões portuguesas.
A confiança que D. João II tinha nele prolongou-se pelo reinado de D. Manuel, que o envia em 1498 para além do Mar Oceano em busca de terras ocidentais do Atlântico, onde o navegador encontrou terra firme, com grandes ilhas adjacentes.
Esta expedição teria como objetivo reconhecer as zonas situadas para além da linha definida no Tratado de Tordesilhas.
Pensa-se, assim, que Pacheco Pereira terá descoberto o Brasil, algo que a política de então não lhe permitiria revelar, para não provocar confrontos com Espanha.
Em 1500, o descobrimento é tornado oficial por Pedro Álvares Cabral, evitando-se desta forma atritos e reclamações que poderiam ter surgido, se o acontecimento não se tivesse revestido de todos os cuidados e de sigilo sobre as navegações anteriormente realizadas.
O papel de Duarte Pacheco Pereira no Tratado de Tordesilhas
Realizou algumas viagens à costa da Guiné, sob as ordens de D. João II. Depois, a sua competência em matéria de geografia e de cosmografia, assim como a sua experiência de navegador, levaram-no a figurar entre os membros da delegação portuguesa encarregada de estabelecer, com os castelhanos, os termos do Tratado de Tordesilhas, em 1494.
D. Manuel I, em 1498, encarregou-o de uma expedição relacionada com a demarcação da linha estabelecida pelo mesmo tratado, o que terá constituído um passo preparatório do descobrimento do Brasil. Aliás, Pacheco Pereira acompanharia Pedro Álvares Cabral na viagem de 1500.
É autor do Esmeraldo de situ orbis, obra que ficou incompleta e que constitui um roteiro comentado das costas ocidental e oriental da África.
Nela, Duarte Pacheco Pereira refere, embora não muito claramente, que o rei D. Manuel o tinha mandado descobrir «uma tão grande terra firme» a ocidente do Oceano Atlântico, facto até hoje desprovido de provas convincentes e que deu origem a várias especulações sobre a sua veracidade.
Depois de várias outras viagens, nomeadamente à Índia, exerceu o cargo de capitão de S. Jorge da Mina entre 1519 e 1522, altura em que regressou a Lisboa.
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O MUSEU MAIS MODERNO DE LISBOA

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MAAT – UM DOS MAIS MODERNOS MUSEUS DE LISBOA
O Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, mais conhecido pela abreviatura MAAT, é um dos museus mais modernos de Lisboa, por onde passa grande parte da arte contemporânea na capital portuguesa.
O MAAT foi inaugurado em 2016, sendo por isso um dos espaços culturais mais recentes da cidade, é gerido pela Fundação EDP e assume-se como uma instituição internacional que promove o discurso crítico e a liberdade criativa, num misto entre passado, presente e futuro.
Visitar e conhecer Lisboa: MAAT, o museu mais moderno de Lisboa
LISBOASECRETA.CO
Visitar e conhecer Lisboa: MAAT, o museu mais moderno de Lisboa
O MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia é uma das propostas culturais mais modernas na cidade de Lisboa. Vamos conhecê-lo?💛 O Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, mais conhecido pela abreviatura MAAT, é um dos museus mais modernos de Lisboa, por onde passa grande parte da arte c…
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TIMOR VÍTIMAS DAS CHEIAS AINDA SEM APOIOS

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Timor-Leste/Cheias: Mais de metade das famílias afetadas ainda sem receber apoio
Díli, 11 mai 2021 (Lusa) – Mais de metade das 33 mil famílias afetadas pelas cheias do início de abril em Timor-Leste continuam, um mês depois do desastre natural, sem receber apoio, com mais de 3.000 pessoas ainda desalojadas, segundo o último relatório.
Para subscrever o serviço noticioso da Lusa sobre Timor-Leste envie email para asampaio@lusa.pt
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  • Inacio Moura

    O Governo continua a dormir; o povo nao consegue: a fome tira o sono. Cuidado !

as covas emSANTA MARIA

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Covas, Almagreira, Ilha de Santa Maria.
“Conjunto de treze “covas” (silos subterrâneos), para armazenamento de cereais, que se distribuem irregularmente pelo terreno fronteiro a uma casa de habitação. Foram escavados em forma de talhão e revestidos internamente com pedra aparelhada. Têm dimensões variáveis que rondam os 3,5 m de profundidade e um diâmetro máximo de 2 m e apresentam-se vedados à superfície por uma pedra achatada circular”.
Património Imovel de Sta Maria
CADEP-CN DE Sta Maria

dois sóis????

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Hoje na fronteira entre os Estados Unidos e o Canadá amanheceu assim. Surgiram dois sóis, sendo um sol real e o outro,a lua. Este fenómeno é conhecido como “hunters moon” e acontece quando a terra muda de eixo. A lua e o sol nascem ao mesmo tempo e a lua reflete o brilho do sol com tanta intensidade que parece um segundo sol.
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Musical gravado na Namíbia-Bosquímanos

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INGING IN THE RAINFOREST
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Musical gravado na Namíbia-Bosquímanos

Video musical gravado na Namíbia

Vídeo musical muito interessante com a interação dos Bosquímanos, povo que habita o sul de Angola e parte da Namíbia.

Em Angola, também conhecidos por “Mucancalas” ou “Kamussequeres”,
considerados dos povos mais bem adaptados à sobrevivência devido às condições extremamente áridas e inóspitas do deserto do Kalaari.

Característica: a forma de falar com os estalidos da língua.