What is the Mysterious Handbag Seen in Ancient Carvings Across Cultures and Countries? | Ancient Origins

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One of the more mysterious symbols that has been found in ancient carvings is an image that looks uncannily like a handbag.

Source: What is the Mysterious Handbag Seen in Ancient Carvings Across Cultures and Countries? | Ancient Origins

voos MADRID S MIGUEL

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Iberia Terá Dois Voos Semanais No Verão Entre Madrid E São Miguel (Açores)

12/05/2021
A ilha de São Miguel, no arquipélago dos Açores, será o sexto destino português servido pela Iberia neste Verão, que fará dois voos semanais entre os aeroportos de Madrid Barajas e de Ponta Delgada, anunciou nesta quarta-feira, dia 12 de maio, a companhia espanhola.
“A Iberia está fortemente empenhada na reativação do turismo neste verão, e desenhou um ambicioso programa de voos, recuperando vários destinos que tinha até agora em espera devido à pandemia de covid-19, e aumentando as frequências para o resto de cidades”, diz a Iberia em comunicado de imprensa.
Os Açores foram, juntamente com a cidade de Liubliana, na Eslovénia, um dos destinos mais aclamados pelos seguidores da companhia aérea espanhola nas redes sociais que, pela primeira vez, este ano puderam escolher um destino de verão da Iberia.
Assim, a partir de 3 de julho, Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, nos Açores, arquipélago português situado no Atlântico Norte, será o 114º destino da companhia aérea, com dois voos diretos semanais a partir de Madrid Barajas nos meses centrais de verão, Julho e Agosto.
Estes voos já se encontram à venda em todos os canais de vendas da companhia e nas agências de viagens, a partir de 179 euros ida e volta.
Portugal é assim a grande aposta da Iberia para este verão, tendo a companhia espanhola programado voos regulares para seis cidades:
Lisboa tem atualmente 14 frequências semanais, que aumentarão entre 22 de junho e setembro.
A cidade do Porto, no norte do País tem atualmente sete frequências semanais. Durante o mês de junho, serão adicionadas mais quatro, até 11 frequências por semana, e entre julho a outubro irão aumentar para 14 voos semanais.
Para a ilha da Madeira os voos começarão no dia 2 de junho com três frequências semanais com voos da Iberia Regional/Air Nostrum de Madrid. Em julho, agosto e setembro, aumentarão para cinco frequências por semana, com uma oferta total de cerca de 18.400 assentos para este destino. Há a possibilidade de serem realizados voos de Barcelona, Santiago de Compostela e de Bilbao.
Para Faro/Algarve também a Iberia Regional/Air Nostrum voará a partir de 4 de junho três vezes por semana, e a partir do mês de julho, passará a cinco vezes por semana. Desta forma a oferta total de lugares para este verão será de 15.600 para o sul de Portugal.
Para a ilha do Porto Santo, no arquipélago da Madeira, haverá voos charter de Lisboa e do Porto, comercializados pela agência de viagens Abreu a partir de 6 de junho. Será um voo semanal de cada um desses aeroportos todos os domingos até 10 de outubro.
Para a ilha de São Miguel, nos Açores, haverá duas frequências por semana para Ponta Delgada a partir de 3 de julho, como referido acima.
May be an image of aeroplane and outdoors
André Silveira, Artur Neto and 19 others
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  • Artur Neto

    O dono do CDS da Terceira, não vai gostar mesmo nada disso…
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    • 1 h
  • Carlos AF Simões

    Tanta dentada que o dentista vai dar na faca, misicórdia!

natureza brava em sao miguel

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Com o magnífico dia de sol que hoje fez hoje, é tão reconfortante contemplar a natureza bem cuidada.
Parabéns às entidades competentes.
Deixo aqui algumas imagens de um dos parques de estacionamento da Escola Básica Integrada Canto da Maia.
+2
Fátima Silva and 20 others
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Detetada ‘legionella’ em fábrica na Ribeira Grande

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Detetada 'legionella' em fábrica na Ribeira Grande
ACORIANOORIENTAL.PT
Detetada ‘legionella’ em fábrica na Ribeira Grande
A bactéria ‘legionella’ foi detetada numa das torres de arrefecimento da empresa de laticínios Insulac, localizada na Ribeira Grande, São Miguel, Açores, mas na quinta-feira ainda será feita uma contra-análise, revelou a empresa.
Roberto Y. Carreiro and 17 others
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missão impossível.

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ã í
Parar as cadeias de contágio em S. Miguel é uma missão impossível.
As últimas semanas encarregaram-se de provar a tese, que já aqui desenvolvi, de que o problema só será sanado com a vacinação total da população, porque o combate total ao vírus é tão impossível nesta ilha como acabar com a pobreza e a exclusão social.
Não é criar estigma, nem tão pouco menosprezar as enormes bolsas de pobreza existentes em S. Miguel, mas se repararem bem os maiores focos de transmissão desenvolvem-se mais rapidamente nas comunidades onde existe maior pobreza.
A explicação é simples e basta falar com os autarcas das freguesias ou com os profissionais da área de Acção Social que estão no terreno: as famílias carenciadas não conseguem fechar-se em casa porque precisam de ir à procura de alimento.
Em cada família carenciada, se não for fortemente apoiada, há a procura de um sustento a qualquer custo.
Muitos dos que compõem o agregado têm que sair à procura de um biscate, ora no campo, na construção civil, na lavoura ou na pesca.
Por outro lado, manter cafés e bares abertos nessas comunidades, no meio dos focos de contágio, é um autêntico rastilho para o vírus, assim como é um erro crasso permitir a venda ao postigo, sobretudo nessas comunidades em que não têm condições para tal. Não só permite o aglomerado à porta, com gente sem respeito pelas regras, como os respectivos proprietários fecham os olhos às infracções, porque querem é vender.
Um em cada três açorianos é pobre e em S. Miguel concentram-se dois terços dos pobres dos Açores.
Naturalmente que não é apenas esta classe que é infectada, mas é a que tem menores recursos para se manter confinada em casa e fazer ‘take away’, como muitas outras famílias.
A permanência do vírus e respectiva transmissão contínua em S. Miguel é a consequência dos longos anos em que se atrasou o combate à pobreza e exclusão social, que não é só material, mas também de espírito e de iliteracia.
Impõe-se, por isso, um combate urgente às bolsas de pobreza na região, especialmente em S. Miguel, porque no dia em que debelarmos este flagelo é meio caminho andado para se acabar com outras desgraças sociais, dando uma esperança às novas gerações que nascem entre estas comunidades.
É mais do que óbvio que o Plano de Recuperação e Resiliência para os Açores tem que ser alterado, canalizando larga fatia do investimento para a área social e para a recuperação das empresas, a fim de manterem os postos de trabalho e criarem outros.
Entregar à EDA 30 milhões de euros para comprar baterias para espalhar pelas ilhas, em nome da ‘transição energética’, pode ser muito importante, mas temos outras prioridades no presente, que são uma emergência para as famílias que vivem nestas ilhas.
Concentre-se as energias na recuperação e desenvolvimento da nossa economia, criando riqueza, até porque estes dois últimos anos foram devastadores para muitas empresas e famílias.
Não sei se é possível fazer uma estimativa de quanto já se perdeu só no sector da restauração em S. Miguel, mas é possível escolher como barómetro os prejuízos no sector do turismo para se ficar com uma ideia da enorme devastação que vai na economia regional.
Nos primeiros dois meses deste ano (são os números até agora disponíveis), as receitas da hotelaria açoriana nem chegaram a 2 milhões de euros, quando no mesmo período do ano passado ultrapassaram os 7 milhões de euros.
As receitas totais da hotelaria ultrapassaram os 100 milhões de euros em 2019 e afundaram-se no ano passado para os 27 milhões.
S. Miguel, que arrecadou mais de 80 milhões em 2019, ficou-se apenas pelos 18 milhões de euros no ano passado.
Nos primeiros dois meses deste ano, a desgraça continua na hotelaria micaelense, com pouco mais de 1 milhão de euros de receitas, quando no ano passado ultrapassou os 3,5 milhões de euros.
Não admira que, só nos primeiros quatro meses deste ano, as insolvências em Ponta Delgada tenham aumentado 70% em relação ao mesmo período do ano passado.
Portanto, senhores governantes, deixem-se de coisas pomposas à volta das “transições” e outras tretas. Canalizem o vosso foco para a economia e a área social, que estão devastadas.
É aqui que precisamos da bazuca.
Só assim poderemos matar as duas pandemias: a sanitária e a da pobreza.
(Osvaldo Cabral – Diário dos Açores de 12/05/2021)

guitarra galega

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Isabel Rei Samartim is feeling happy with António Gil Hdez and

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Em 15 de setembro de 2020, o dia a seguir da apresentação da tese “A guitarra na Galiza” na USC, eu não dava crédito ao convite que me fazia a escritora Teresa Moure para a coleção Alicerces da Através Editora. Mas a perspetiva de escrever um livro de bolso (ou seja, pequeno), para pessoas não músicas (mas também para músicas), e sobre a guitarra galega (uma aproximação simples à tese, que é longa e complexa), parecia-me muito boa ideia, e a oportunidade, de ouro.
Sai agora esse ouro em forma de livro de bolso, prologado pela pianista Helena Marinho, da Universidade de Aveiro, que procura encher o vazio conceptual a respeito do uso da guitarra/viola/violão na Galiza em todas as épocas desde que temos documentos.
O livro, que já está à venda, pode adquirir-se aqui: https://www.atraves-editora.com/produto/guitarra-galega/
May be an image of text that says "Isabel Rei Samartim Guitarra Galega Breve História da viola (violão) na Galiza Prólogo de Helena Marinho ATRAVES a editor wa Alicerces ao A"
You, José Cunha-Oliveira, Mário J. Herrero Valeiro and 69 others
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