Cave with unique Jade stones discovered by locals in Mexico, depicting ancient friendly Alien contact – Knowledge

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In Veracruz, in a forest, a cave was discovered with some fabulous carvings. In addition to these carvings, the most impressive thing found was the jade stones, which are believed to depict friendly extraterrestrial contact. These carvings are very detailed and depict some very thin bodies with a large head and eyes as well (that’s how looks a normal Grey Alien), a UFO, and a Mayan leader. As we can see the carvings, the Alien and the Mayan leader are exchanging some objects. The image quickly went viral with these gray alien figures, the image being published by journalist Javier

Source: Cave with unique Jade stones discovered by locals in Mexico, depicting ancient friendly Alien contact – Knowledge

na CALHETA PERO DE TEIVE VOLTA A VER-SE O MAR

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José Manuel Leal updated his cover photo.
Já se vê o mar, novamente, na antiga Rua Direita da Calheta (atual Rua Engenheiro José Cordeiro). “Tarde é o que nunca chega”, como diz o povo. Foto copiada do mural de Carlos A. César.
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  • Lúcia Tavares

    Uauau! Não sabia que já estava assim! Muito bem, finalmente a ser devolvido ao povo esta linda paisagem. 🙂

a tua avó era assim

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Caso você não tenha pensado nisso:
▪️ Sua avó usou mini-saia muito curta, calças finas, botas altas, calças montadas e sem sutiã…
▪️ Ela ouviu Led Zepplin, The Beatles, Janis Joplin e Rolling Stones.
▪️ Andou em motos ou carros rápidos, sem a hipocrisia do politicamente correto.
▪️ Ela fumou tabaco e outras coisas mais…
▪️ Ela bebeu gin-tônica, uísque e tudo mais que surgiu…
▪️ Ela chegou em casa às 4 da manhã e saiu para trabalhar de manhã… Ao invés de passar o dia babando no sofá como você.
Saiba que você com seus moletons e dietas estranhas nunca será tão legal quanto a sua avó.
Me desculpe, mas alguém tinha que dizer !
Ana Maria (Nini) Botelho Neves and 29 others
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  • Patuxa Nolasco

    Até que enfim !! Alguém sabe como éramos muito mais giras e modernas!! E agora como podemos aturar estes atraso s de vida ?? Que tudo parece mal e são tão hipócritas e sem coragem de fazerem o que faziam as (Idosas) me desculpem os ( jovens e os meia idade) não sabem nada como é viver.Mimimis sem nexo sem cultura !! Enfim andam por aí… não trazem nada de interessante ao mundo
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POLÍGRAFO E PROMISCUIDADES SUSPEITAS

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A CAUSA DAS COISAS
DO “JOGO DA VERDADE OU MENTIRA” CHEIO DE MENTIRAS – OU DOS NEGÓCIOS “OBSCUROS” DOS HOMENS DO POLÍGRAFO /
Muito resumido, porque poderemos ter mais episódios, deixo-vos, e com extensa prova documental (vd. links em baixo), um caso exemplar de promiscuidade entre o Polígrafo – um verificado de fact-checking – e negócios privados dos seus mentores:
1 – O Polígrafo tem, como Responsável Editorial inscrito na Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), o senhor Ricardo Coelho Martins da Fonseca, antigo jornalista da Visão (vd. link em baixo). Apesar disso, não consta da ficha técnica do Polígrafo, onde pontifica Fernando Esteves como director. Ambos foram jornalistas da Visão.
2 – O senhor Ricardo Fonseca é também sócio da empresa Conta-me Histórias, Lda. que detém a marca B. creative media, cujo site revela uma vasta carteira de clientes, onde pontifica o Grupo José de Mello, Novo Banco, NOS e diversos órgãos de comunicação social. O outro sócio da Conta-me Histórias é João Paulo Vieira, outro antigo jornalista da Visão.
3 – Segundo informação no site do Polígrafo, neste momento são accionistas da Inevitável e Fundamental Lda. (sua proprietária), a Emerald (40%) – uma holding de capitais de um empresário angolano – e a Episódio Inédito (exclusivamente detida por Fernando Esteves). A Conta-me Histórias terá sido accionista, mas não consta já no site como accionista no presente (falarei desta estrutura em breve…)
4 – Apesar disso, o Polígrafo e a Conta-me Histórias, Lda. partilham a mesma sede, o que facilita assim a vida ao Responsável Editoral do Polígrafo, Ricardo Fonseca, quando precisa de tratar de assuntos da Conta-me Histórias. O director do Polígrafo, Fernando Esteves, poderá também dar dicas à Conta-me Histórias sem sair do lugar.
5 – Essa partilha deu, muito recentemente, bons frutos à Conta-me Histórias, que assinou um contrato com a Direcção-Geral da Educação para fornecer um jogo pedagógico digital denominado “Verdade ou Mentira”, que curiosamente… adivinharam… consiste num “jogo de quis [sic] focado no tema da desinformação”, ou seja, o “core business” do Polígrafo.
6 – Lendo o contrato, ao preço de 20.300 euros, é-se tentado a acreditar, pela data da adjudicação (4 de Dezembro de 2020), que o jogo, a integrar num site, estaria quase pronto, porquanto se estabelecia, no nº 2 da Cláusula 4º, que “o jogo deverá ser disponibilizado à Direção de Serviços de Projectos Educativos (…) no prazo de 15 dias após a adjudicação”, Ou seja, deveria ser entregue, contas feitas, até 19 de Dezembro.
7 – Porém, para um contrato sobre um jogo denominado “Verdade ou Mentira”, convenhamos que os outorgantes assinaram um contrato forjado, cheio de MENTIRAS.
8 – Com efeito, apesar das cláusulas referentes a prazo de execução, obrigações contratuais e outras que tais, o jogo já estava feito, entregue e… mesmo apresentado publicamente. Mais de duas semanas antes da assinatura do contrato, no dia 13 de Novembro de 2020 realizou-se uma pomposa sessão (vd. aqui: https://www.dge.mec.pt/…/combate-desinformacao…) de lançamento do site com o jogo pedagógico “Verdade ou Mentira”, que contou mesmo com a presença de João Costa, secretário de Estado Adjunto e da Educação, e de Nuno Artur Silva, secretário de Estado do Cinema, Audiovisual e Media. E quem esteve a apresentar o jogo foi, obviamente, o senhor Ricardo Fonseca. Note-se também que o autor dos conteúdos foi o jornalista (CP 2673 A) Paulo Pena, o que pode configurar uma incompatibilidade grave (vd. Ficha Técnica do jogo).
9 – DEPOIS DISTO TUDO, AINDA QUEREM SABER MAIS SOBRE OS ESGUIOS MEANDROS DO POLÍGRAFO?
———————
Links essenciais:
1 – Registo da ERC com a referência ao Polígrafo ter como responsável editorial o senhor Ricardo Coelho Martins da Fonseca: https://portaltransparencia.erc.pt/ocs/pol%C3%ADgrafo/
4 – Site da b. creative media, marca da Conta-me Histórias Lda.: http://www.bcreativemedia.pt/movies/index.php/pt_pt/equipa/
5 – Link do contrato assinado em 4 de Dezembro de 2020 entre a Direcção-Geral da Educação e a Conta-me Histórias, Lda, tendo como um dos segundos outorgantes o senhor Ricardo Fonseca, também Responsável Editorial do Polígrafo, com referência á sede da empresa: http://www.base.gov.pt/base2/rest/documentos/921629
6 – Link do jogo disponibilizado em 13 de Novembro de 2020, mas com contrato de adjudicação de 4 de Dezembro de 2020: https://verdadeoumentira.dge.mec.pt/
7 – Ficha técnica do jogo “Verdade ou Mentira?”: https://verdadeoumentira.dge.mec.pt/pt/enquadramento
No photo description available.
DO “JOGO DA VERDADE OU MENTIRA” CHEIO DE MENTIRAS – OU DOS NEGÓCIOS “OBSCUROS” DOS HOMENS DO POLÍGRAFO /
Muito resumido, porque poderemos ter mais episódios, …

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Artur Arêde
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  • Mario Jorge Santos

    Está a ser difícil encontrar alguma coisa que não esteja inquinada.

Decisão de tribunal sobre a TAP? “Para já não tem consequência nenhuma”

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O primeiro-ministro entende que a anulação, por parte do Tribunal de Justiça da UE, da decisão da Comissão Europeia que aprova a ajuda estatal de 1,2 mil milhões de euros à TAP é “preliminar”.

Source: Decisão de tribunal sobre a TAP? “Para já não tem consequência nenhuma”

OSVALDO CABRAL PORTUGAL NO SEU MELHOR

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Portugal, com a actual classe dirigente, é uma contínua caixinha de surpresas para as suas Regiões Autónomas.
Invocam, quando lhes dá jeito, o exemplo das Autonomias no quadro constitucional português, mas ignoram as duas regiões quando elas necessitam do apoio prático e solidário da República.

Já nem falamos no desprezo a que a República vota as suas representações e serviços nos Açores e Madeira, sendo as autoridades regionais, muitas vezes, chamadas…

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  • João Simas

    5% envido para os que nada tem são problema. A falta de solidariedade é repugnante. E sim o estado português fez muito bem em ajudar os pobres dos pobres. Quanto aos Açores e madeira receberam as mesmas vacinas do país segundo mesmo critério população.…

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LEMBRAR O ENGº MARIO CARRASCALÃO

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ENTREVISTA Agência Lusa
40 anos/Timor-Leste: Mário Carrascalão defende a sua ação de abertura de Timor durante mandato
Díli, 20 nov (Lusa) – Mário Carrascalão considera que a sua pressão sobre a Indonésia para abrir Timor-Leste e a postura neutra que manteve enquanto governador, permitindo manter o cargo e ajudar muitos timorenses, contribuíram para a independência do país.
“Enquanto estive aqui como governador não se pode dizer que estive do lado dos independentes ou dos integracionistas. Tive que me manter sempre neutro porque se fosse nitidamente pró independência já sabia de antemão que os indonésios me sacavam do lugar porque não permitiram que atuasse contra eles”, afirmou em entrevista à Lusa.
“Pensei mais no futuro. O mundo não podia continuar a ignorar o que se passava em Timor. Pedi ao [ex-presidente indonésio] Suharto para abrir Timor”, afirmou o ex-governador, que esteve no cargo entre 1983 e 1992.
O jornalista britânico que filmou em 1991 o massacre no cemitério de Santa Cruz, Max Stahl, “nunca teria entrado em Timor se eu não tivesse pedido ao Suharto para abrir Timor”, afirmou.
Esse jogo de cintura foi possível porque conseguiu a confiança dos indonésios que, por seu lado, precisavam do governador para limpar a imagem dos seus antecessores, ferrenhos apoiantes da integração, apontou.
“Criei uma imagem que favoreceu a Indonésia e o que eu pedia era aceite”, afirmou “A minha ação aqui em Timor é interpretada de uma forma. Lá fora fui sempre visto como um traidor, um colaborador de Suharto. Para alguns convinha criar o inimigo fictício. Mas aqui em Timor era um dos daqui e tudo fazia para poder salvar este ou aquele e para ajudar”, argumentou.
Numa nota publicada na sua página na rede social Facebook em outubro, o ex-presidente da República, José Ramos-Horta, recorda o facto de Mário Carrascalão, ao contrário dos seus antecessores, não ter embolsado o equivalente a 30 mil dólares mensais que o Governo indonésio lhe atribuía.
Em vez disso, “despendia todo esse valor mensal realmente ajudando os mais necessitados” e “nunca se deixou subornar por ninguém”, com os anos do seu mandato a serem os de “maior abertura do território ao exterior” e “de oportunidades para jovens timorenses irem estudar fora de Timor-Leste, em Jacarta e outras cidades indonésias”.
“Salvou centenas de vidas, forçou a abertura de Timor-Leste ao mundo, conseguiu que milhares de jovens timorenses tivessem uma oportunidade única de se formarem. Mas talvez mais importante, conseguiu convencer o comando militar indonésio em Timor-Leste a dialogar com [o líder da resistência] Xanana”, disse Ramos-Horta.
Mário Carrascalão diz que só mesmo na sua família sabia o que estava a fazer e que a sua chegada ao poder marcou o fim de dois mandatos de timorenses “que quando a Indonésia dizia ‘esfola’, eles diziam ‘mata’”.
“Daí o facto de eu ter que aceitar o cargo. Sabia como lidar com os indonésios, conhecia as leis indonésias, sabia que as leis não mandavam matar e torturar. Sabia que para poder conseguir fazer algo em Timor tinha que ter boas relações com a Indonésia, com o Suharto inclusive, com o general Benny Moerdani”, chefe das Forças Armadas e ministro da Defesa da Indonésia nos anos 80.
“Tinha que ser apoiado por eles para poder aqui virar-me contra os militares e levantar a minha voz contras eles e pode fazer qualquer coisa em defesa do povo de Timor”, afirmou.
Carrascalão insiste que lutou diretamente contra Jakarta para defender a abertura e que isso foi essencial a todo o processo.
“Foi quanto a mim a abertura de Timor que possibilitou a independência de Timor. Quer reconheçam quer não reconheçam. Eu dizia-lhes: mas vocês pensam que os timorenses são como cabritos, que vocês metem num curral, dão-lhes palha e nunca mais querem sair do curral? Estão muito enganados”, lembrou.
“Acho que valeu a pena. Se eu não tivesse tomado a atitude que tomei, por exemplo, na formação de novos quadros para Timor, mesmo que as Nações Unidas dessem de bandeja a independência a Timor-Leste o que é que os líderes da resistência iam governar? Pedras e paus e bocados de calhau? Os sucessivos governos de Timor utilizaram os quadros que eu criei”, disse.
Hoje, os timorenses que estavam em Timor na altura reconhecem esse papel, ainda que nem todos “os lá de fora” pensem assim, considerou.
“Inclusive na minha família, havia pessoas que estavam reticentes, que pensaram duas vezes em utilizar o meu apelido para não serem confundidos com o Mário Carrascalão. Também houve disso”, reconheceu.
ASP // APN
Lusa/Fim
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Rosely Forganes, Belinha Carrascalao and 32 others
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  • Domingos de Oliveira

    Um grupo reduzido de nós sabía da grande estratégia do Eng. Mário e mais uns poucos que fizeram de tripas o coração para defenderem aquele povo.
    O engenheiro e uma meia dúzia deles foram grandes homens.
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    • 3 h

sem covid morreram mais uns milhões

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A modelagem do The Economist indica que no mundo se registaram um excesso de mortes de entre sete e 13 milhões de pessoas durante a pandemia da covid-19.
May be an image of ‎text that says "‎Modelling covid-1 19's death toll There have been 7m-13m excess deaths worldwide during the pandemic The rich world suffered relatively badly, but most elsewhere the dying been MAY Global estimated daily deaths* confirmed 000 50 Daily estimated excessdeaths* deaths* 50% 95% 40 Confidence intervals 30 Asia (excl. India) &Oceania 20 confirmed covid-1 deaths Africa Europe 10 2020 US N D States, Canada Oceania India 2021 Latin America &Caribbean Africa Asia 2020 2021 2020 2021 Û 20 2020 2021 *۔absinomly‎"‎
Rosely Forganes, Ann Turner and 23 others
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