Lismore’s 1974 flood was the biggest on record, until this week. It’s another to add to James O’Brien’s family folklore – ABC Everyday

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As record flooding hits northern NSW, ABC journalist James O’Brien shares the harrowing story of his extended family’s rescue from their homes across his beloved Lismore.

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ABADE DE BAÇAL PATRIMÓNIO DESTRUÍDO

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METADE DA CASA CONTINUA HABITADA POR HERDEIROS E A OUTRA METADE ESTÁ EM RUÍNAS
Casa do Abade de Baçal em Bragança com ultimato que pode levar à demolição
DIARIODETRASOSMONTES.COM
Casa do Abade de Baçal em Bragança com ultimato que pode levar à demolição
COMO ESTAVA EM 2002:E COMO ESTÁ AGORA…QUE CRIME…

Alguns russos já abandonam o país “Não tenciono lutar nesta guerra”

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Muito ucranianos veem-se obrigados a abandonar o seu próprio país, mas também um número crescente de russos está a abandonar o lugar onde os viu nascer.

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“Give Peace a Chance”: 150 rádios europeias tocaram canção de John Lennon ao mesmo tempo pela Ucrânia – Showbiz – SAPO Mag

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QUEM É PUTIN (2015)

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“O autocrata de hoje já não é o czar Nicolau II, nem Lenine, nem Estaline, nem Khruschev, nem Brejnev. É um antigo membro da polícia secreta e, por consequência, um dissimulador, um mentiroso, um torcionário e um assassino, que dá pelo nome de Putin e que preside a uma cleptocracia”.
Vasco Pulido Valente, no Público. 27/02/2015.
Maria Meneses, Margarida Hintze and 39 others
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SERÁ A CHINA A SOLUÇÃO DE PARAR A GUERRA?

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China ready to ‘play a role’ in Ukraine ceasefire
Shift in Beijing’s public position comes after call between Chinese and Ukrainian foreign ministers.
China signalled it was ready to play a role in finding a ceasefire in Ukraine as it “deplored” the outbreak of conflict in its strongest comments yet on the war.
Beijing said it was “extremely concerned about the harm to civilians” in comments that came after a phone call between Chinese foreign minister Wang Yi and his Ukrainian counterpart Dmytro Kuleba.
“Ukraine is willing to strengthen communications with China and looks forward to China playing a role in realising a ceasefire,” the Chinese statement said on Tuesday.
It added that it respected “the territorial integrity of all countries”, without indicating whether Beijing accepted Russia’s claim to the Crimean peninsula or shared its recognition of separatists in the Donbas region of eastern Ukraine.
The statement marked a change in tone from Beijing.
Asked on February 24 if the invasion represented a violation of Ukraine’s sovereignty, a spokesperson for Beijing’s foreign ministry characterised the situation as due to “a combination of factors” but did not describe it as a violation.
In the days before the fighting started, the spokesperson also described the US as the “culprit” in the Ukraine crisis, “heightening tensions, creating panic and even hyping up the possibility of warfare”.
Last Friday, China joined the United Arab Emirates and India in abstaining on a UN resolution condemning Russia’s invasion of Ukraine that was supported by 87 other countries.
Moscow vetoed the resolution.
At last month’s Winter Olympics, Russia’s president Vladimir Putin met Xi Jinping, his Chinese counterpart, and declared that the friendship between their countries had “no limits” and there were no forbidden areas of co-operation.
Some analysts say China is trying to position itself as a regional peacemaker, leveraging its close ties with the Kremlin.
On Tuesday Beijing repeated previous calls for both sides to find a solution through international negotiations, but it maintained its criticism of Nato, saying that “regional security cannot be achieved by expanding military blocs”.
In a statement, Kuleba said that he had “asked Wang Yi to use the level of relations between Beijing and Moscow to force Russia to stop its armed aggression against the Ukrainian people”.
Kuleba said his Chinese counterpart had assured him “of China’s readiness to make every effort to end the war on Ukrainian soil through diplomacy, including as a permanent member of the UN Security Council”.
Wang also “thanked” Ukraine for its role in facilitating the evacuation of Chinese citizens from the country, including students who were moved to Uzbekistan.
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UCRÂNIA COMBATES URBANOS

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Ucrânia. Cidades desesperam sob cerco russo.
As tropas de Putin têm evitado tomar de assalto grandes cidades ucranianas.
O combate urbano “é a pior coisa, pode-se levar um tiro vindo de qualquer sítio”, diz ao i o major general Carlos Branco.
Em Mariupol, nas margens do mar de Azov, combate-se até à morte, Kharkiv está cercada e sob pesados bombardeamentos.
Uma enorme coluna blindada russa parece prestes a cercar Kiev, vinda da Bielorrússia, na margem oeste do rio Dniepre, outra avança no norte e uma terceira força segue a toda a velocidade do leste para o interior do país, vinda da fronteira com a Rússia como quem avança sobre a capital.
As autoridades ucranianas insistem em não se render, prometendo lutar até ao fim, mas a situação soa cada vez mais desesperada.
Claro que é difícil saber exatamente o que está a acontecer no terreno.
Como em todas as guerras, mas nesta particularmente, damos por nós “no meio de um nevoeiro informativo imenso”, frisa Carlos Branco, investigador do Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI) e major general do exército português na reserva, ao i.
O certo é que as celebrações de que a ofensiva russa não estaria a correr como Vladimir Putin esperava – notando que o seu rápido avanço nos primeiros dias da guerra estacara, explicando-o como resultado da feroz resistência ucraniana – podem ter sido prematuras, alerta o major general.
“Repare, as forças americanas demoraram três semanas para chegar a Bagdade”, exemplifica, traçando o paralelo com o derrube de Saddam Hussein, em 2003, uma operação hoje recordada como rápida e com enorme sucesso bélico – o desastre seria depois, durante a ocupação.
“Aqui ainda vamos na primeira semana de guerra”, acautela Carlos Branco.
“Não se conquistam cidades com uns 3,5 milhões de habitantes, ou 1,5 milhões de habitantes, num dia”, salienta, referindo-se a Kiev e Kharkiv, respetivamente.
“O objetivo do Putin é cercar cidades e obriga-las a capitular por essa via.
No caso de Kiev, nesta altura já há problemas com a alimentação, há racionamento, e combustíveis”, nota.
Afinal, não espanta nada que o Presidente russo queira evitar a todo o custo o combate urbano, acrescenta este antigo major general, que serviu nos Balcãs e no Afeganistão.
“Até tenho alguma dificuldade em explicar o quão duro é o combate em zonas urbanas”, admite.
“É a pior coisa que pode acontecer.
Um indivíduo pode levar um tiro de qualquer sítio sem ver de onde vem o disparo”, descreve.
“Tem de se lutar rua a rua, prédio a prédio.
Em cada janela tem um nicho de atiradores.
Até os telhados das casas podem ter armas anticarro, porque a aviação não consegue controlar os telhados de uma cidade com milhões de habitantes”.
Outra opção seria varrer do mapa boa parte da cidade-alvo, à semelhança do que as tropas russas fizeram em Grosny, durante a Segunda Guerra na Chechénia, entre 1999 e 2000, às ordens de Putin, que tinha acabado de chegar ao poder.
A capital chechena que seria declarada a cidade mais destruída do planeta pela ONU,
“foi nivelada totalmente, quarteirão a quarteirão, impiedosamente, eficazmente, deliberadamente, com cada uma das armas à disposição do antigo exército soviético, exceto as nucleares”, descreveu Andrew Harding, o então correspondente da BBC, em entrevista à WBUR.
Por agora, essa não parece ser a intenção das manobras de Putin, apesar da escala dos bombardeamentos russos – há relatos da utilização de armas termobáricas, que causam uma explosão tão poderosa que sugam o ar à sua volta, bem como do uso de bomba de fragmentação, ou seja, bombas que libertam uma grande quantidade de projéteis, algo proibido por convenções internacionais, mas utilizadas pelas forças russas na Síria, com efeitos devastadores na população civil – estar a aumentar, avalia Carlos Branco.
A questão é que “o objetivo é apanhar a Ucrânia o mais intacta possível. Isto para eles é crucial”, explica o antigo major general.
“Quando encontram alguma resistência, eles não atacam deliberadamente, procuram contorná-los e que as forças defensoras se rendam”, descreve.
“Até porque se o objetivo for colocar alguém que não seja pro-ocidental à frente do Governo, eles têm que ter a população minimamente neutral.
Não podem começar a matar desalmadamente pessoas, senão têm uma resistência que nunca mais acaba”.
Claro que, se a frustração levar a melhor no que toca a Putin ou aos seus generais, o caso pode rapidamente mudar de figura.
E, no que toca a Mariupol – uma cidade que tem menos de meio milhão de habitantes, mas é dos grandes motores industriais da Ucrânia, essencial para controlar o mar de Azov – não deverá haver quartel.
“A zona do sul é onde estão as milícias de extrema-direita, com centro de gravidade em Mariupol.
Essas vão ser varridas”, assegura o major general, referindo-se a grupos como o infame batalhão Azov, uma milícia de ideologia neonazi.
Estes paramilitares – ainda há uns dias circulavam vídeos de tropas ucranianos a submergir as suas balas em banha de porco, para negar o paraíso a combatentes muçulmanos de origem chechena – sabem que provavelmente não têm sequer grande hipóteses de se render.
“Por isso é que Mariupol ainda não foi conquistada, porque a resistência aí é grande”, explica Carlos Branco.
May be an image of map and text that says "BELARUS RUSSIA oLviv Kyiv UKRAINE Kharkivo Luhansk Donetsk 200km O'desa m 200 miles Mariupol Kherson Crimea Area under Russian control Russian advances Russia annexed Crimea in 2014 Black Sea Source: Institute for the Study of War (as of 23:00 GMT, 2 March) BBC"
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  • Cândida Azevedo

    😪😪Como podem?!
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  • Paulo Cruz

    Por debaixo da Polónia aparece a Eslovénia, deve ter mudado de local agora na Europa. Fica por debaixo mas da Suíça. Não será a Eslováquia?

    Leonel Borges replied
    2 replies
    10 h