Decisão de tribunal sobre a TAP? “Para já não tem consequência nenhuma”

Views: 0

O primeiro-ministro entende que a anulação, por parte do Tribunal de Justiça da UE, da decisão da Comissão Europeia que aprova a ajuda estatal de 1,2 mil milhões de euros à TAP é “preliminar”.

Source: Decisão de tribunal sobre a TAP? “Para já não tem consequência nenhuma”

OSVALDO CABRAL PORTUGAL NO SEU MELHOR

Views: 0

Portugal, com a actual classe dirigente, é uma contínua caixinha de surpresas para as suas Regiões Autónomas.
Invocam, quando lhes dá jeito, o exemplo das Autonomias no quadro constitucional português, mas ignoram as duas regiões quando elas necessitam do apoio prático e solidário da República.

Já nem falamos no desprezo a que a República vota as suas representações e serviços nos Açores e Madeira, sendo as autoridades regionais, muitas vezes, chamadas…

See more
42
1 comment
7 shares
Like

 

Comment
Share
1 comment

All comments

  • João Simas

    5% envido para os que nada tem são problema. A falta de solidariedade é repugnante. E sim o estado português fez muito bem em ajudar os pobres dos pobres. Quanto aos Açores e madeira receberam as mesmas vacinas do país segundo mesmo critério população.…

    See more

    1

    • Like

       

    • Reply
    • Share
    • 10 m

LEMBRAR O ENGº MARIO CARRASCALÃO

Views: 1

.
ENTREVISTA Agência Lusa
40 anos/Timor-Leste: Mário Carrascalão defende a sua ação de abertura de Timor durante mandato
Díli, 20 nov (Lusa) – Mário Carrascalão considera que a sua pressão sobre a Indonésia para abrir Timor-Leste e a postura neutra que manteve enquanto governador, permitindo manter o cargo e ajudar muitos timorenses, contribuíram para a independência do país.
“Enquanto estive aqui como governador não se pode dizer que estive do lado dos independentes ou dos integracionistas. Tive que me manter sempre neutro porque se fosse nitidamente pró independência já sabia de antemão que os indonésios me sacavam do lugar porque não permitiram que atuasse contra eles”, afirmou em entrevista à Lusa.
“Pensei mais no futuro. O mundo não podia continuar a ignorar o que se passava em Timor. Pedi ao [ex-presidente indonésio] Suharto para abrir Timor”, afirmou o ex-governador, que esteve no cargo entre 1983 e 1992.
O jornalista britânico que filmou em 1991 o massacre no cemitério de Santa Cruz, Max Stahl, “nunca teria entrado em Timor se eu não tivesse pedido ao Suharto para abrir Timor”, afirmou.
Esse jogo de cintura foi possível porque conseguiu a confiança dos indonésios que, por seu lado, precisavam do governador para limpar a imagem dos seus antecessores, ferrenhos apoiantes da integração, apontou.
“Criei uma imagem que favoreceu a Indonésia e o que eu pedia era aceite”, afirmou “A minha ação aqui em Timor é interpretada de uma forma. Lá fora fui sempre visto como um traidor, um colaborador de Suharto. Para alguns convinha criar o inimigo fictício. Mas aqui em Timor era um dos daqui e tudo fazia para poder salvar este ou aquele e para ajudar”, argumentou.
Numa nota publicada na sua página na rede social Facebook em outubro, o ex-presidente da República, José Ramos-Horta, recorda o facto de Mário Carrascalão, ao contrário dos seus antecessores, não ter embolsado o equivalente a 30 mil dólares mensais que o Governo indonésio lhe atribuía.
Em vez disso, “despendia todo esse valor mensal realmente ajudando os mais necessitados” e “nunca se deixou subornar por ninguém”, com os anos do seu mandato a serem os de “maior abertura do território ao exterior” e “de oportunidades para jovens timorenses irem estudar fora de Timor-Leste, em Jacarta e outras cidades indonésias”.
“Salvou centenas de vidas, forçou a abertura de Timor-Leste ao mundo, conseguiu que milhares de jovens timorenses tivessem uma oportunidade única de se formarem. Mas talvez mais importante, conseguiu convencer o comando militar indonésio em Timor-Leste a dialogar com [o líder da resistência] Xanana”, disse Ramos-Horta.
Mário Carrascalão diz que só mesmo na sua família sabia o que estava a fazer e que a sua chegada ao poder marcou o fim de dois mandatos de timorenses “que quando a Indonésia dizia ‘esfola’, eles diziam ‘mata’”.
“Daí o facto de eu ter que aceitar o cargo. Sabia como lidar com os indonésios, conhecia as leis indonésias, sabia que as leis não mandavam matar e torturar. Sabia que para poder conseguir fazer algo em Timor tinha que ter boas relações com a Indonésia, com o Suharto inclusive, com o general Benny Moerdani”, chefe das Forças Armadas e ministro da Defesa da Indonésia nos anos 80.
“Tinha que ser apoiado por eles para poder aqui virar-me contra os militares e levantar a minha voz contras eles e pode fazer qualquer coisa em defesa do povo de Timor”, afirmou.
Carrascalão insiste que lutou diretamente contra Jakarta para defender a abertura e que isso foi essencial a todo o processo.
“Foi quanto a mim a abertura de Timor que possibilitou a independência de Timor. Quer reconheçam quer não reconheçam. Eu dizia-lhes: mas vocês pensam que os timorenses são como cabritos, que vocês metem num curral, dão-lhes palha e nunca mais querem sair do curral? Estão muito enganados”, lembrou.
“Acho que valeu a pena. Se eu não tivesse tomado a atitude que tomei, por exemplo, na formação de novos quadros para Timor, mesmo que as Nações Unidas dessem de bandeja a independência a Timor-Leste o que é que os líderes da resistência iam governar? Pedras e paus e bocados de calhau? Os sucessivos governos de Timor utilizaram os quadros que eu criei”, disse.
Hoje, os timorenses que estavam em Timor na altura reconhecem esse papel, ainda que nem todos “os lá de fora” pensem assim, considerou.
“Inclusive na minha família, havia pessoas que estavam reticentes, que pensaram duas vezes em utilizar o meu apelido para não serem confundidos com o Mário Carrascalão. Também houve disso”, reconheceu.
ASP // APN
Lusa/Fim
May be an image of 1 person
Rosely Forganes, Belinha Carrascalao and 32 others
5 comments
75 shares
Like

Comment
Share
5 comments
View 2 more comments
  • Domingos de Oliveira

    Um grupo reduzido de nós sabía da grande estratégia do Eng. Mário e mais uns poucos que fizeram de tripas o coração para defenderem aquele povo.
    O engenheiro e uma meia dúzia deles foram grandes homens.
    • Like

    • Reply
    • 3 h

sem covid morreram mais uns milhões

Views: 0

A modelagem do The Economist indica que no mundo se registaram um excesso de mortes de entre sete e 13 milhões de pessoas durante a pandemia da covid-19.
May be an image of ‎text that says "‎Modelling covid-1 19's death toll There have been 7m-13m excess deaths worldwide during the pandemic The rich world suffered relatively badly, but most elsewhere the dying been MAY Global estimated daily deaths* confirmed 000 50 Daily estimated excessdeaths* deaths* 50% 95% 40 Confidence intervals 30 Asia (excl. India) &Oceania 20 confirmed covid-1 deaths Africa Europe 10 2020 US N D States, Canada Oceania India 2021 Latin America &Caribbean Africa Asia 2020 2021 2020 2021 Û 20 2020 2021 *۔absinomly‎"‎
Rosely Forganes, Ann Turner and 23 others
1 comment
2 shares
Like

Comment
Share
1 comment
Most relevant

a banca ou CARTA A ANTÓNIO COSTA POR ANTÓNIO BULKCÃO

Views: 0

Carta a António Costa
Caro António: esta é a segunda carta que te escrevo. A primeira, como te lembras, foi sobre a forma vergonhosa como trataste e continuas a tratar os professores de Portugal. Apeteceu-me escrever-te mais vezes, nomeadamente sobre a maneira como geriste os incêndios que mataram pessoas, ou sobre as medidas que foste tomando sobre a pandemia. Mas manterei o meu princípio de não fazer política sobre tragédias. Seguissem tal princípio os teus correligionários aqui nos Açores, e o ar ficaria bem mais limpo…
Manterei o tratamento por tu. Como te lembras (ou talvez não), fomos colegas na Faculdade de Direito e, embora tenhamos seguido caminhos muito diferentes, tenho a certeza de que não tolerarias que te chamasse por senhor doutor ou, ainda menos, senhor primeiro-ministro. Fica, assim, o tratamento que usámos na cidade universitária.
Vejo nas notícias que não terás conta à ordem em banco algum. Que só terás declarado ao Tribunal Constitucional seres titular de uma conta a prazo. Dirás ser pouco motivo para te escrever esta cartinha, mas fiquei mesmo muito curioso, e explico por quê.
Quando andávamos a estudar, não havia cartões de débito, como te lembrarás. Tive de abrir uma conta no então Banco Português do Atlântico, conta onde o meu pai depositava todos os meses 4.500$00, um dinheirão na altura. Mas dava para pagar o quarto, com direito a roupa lavada e um banho por semana. Nos outros dias ia correr para o Estádio Universitário, para ter direito a duche e não me apresentar nas aulas a cheirar a queijo de São Jorge. A mesada dava ainda para o passe social, para comer na cantina e para uns extras, cinema de vez em quando ou um bitoque na Cova Funda, Bairro de Santos. Mas tinha de ir ao balcão do banco sempre que me faltava o cascalho na algibeira.
Claro que contigo devia ser muito diferente, sendo continental. Devias receber diária em mão do pai, pelo que seria dispensável teres conta bancária. E “massa” para pequenas despesas, um café aqui, um jogo de flippers ali, já que certamente dormias e comias em casa.
Quando voltei para os Açores comecei a dar aulas e era exigência da escola ter uma conta à ordem aberta, para me depositarem o ordenado. Abri a mesma no Banco Micaelense, depois Banif, depois coisa nenhuma e lá ia ao balcão levantar carcanhol para as minhas precisões.
Alguns anos mais tarde chegaram os cartões de débito, o banco ofereceu-me um e lá aderi à modernice, a princípio desconfiado como um rato, com o passar do tempo mais confiante, e hoje em dia não me vejo sem cartão de débito para levantar dinheiro numa caixa multibanco, para um pagamento de serviços, para uma transferência bancária…
Perdoa então a curiosidade, talvez até a impertinência, mas como é que tu fazes, sem teres conta à ordem num banco? Onde te depositam o ordenado, que é certamente maior que o de um professor? Vais buscar os milhares à tesouraria? Guardas numa caixinha, dentro de uma gaveta, e depois vais tirando para as necessidades? Pagas tudo em dinheiro?
Sei que a probabilidade de leres estas linhas é quase nula e a de me responderes ainda mais inexistente. Mas se por milagre tal acontecer, satisfaz esta humilde curiosidade de um antigo colega. É que, como professor de Economia, tenho de explicar aos meus alunos a evolução da moeda e a desmaterialização da mesma. Explicares como faz um 1º Ministro para gerir o seu dia-a-dia sem conta à ordem seria uma enorme ajuda…
Antecipadamente grato, sou
António Bulcão
(publicada hoje no Diário Insular)
Luís Filipe Borges and 19 others
2 comments
2 shares
Like

Comment
Share
2 comments
View 1 more comment
  • Samuel Quedas

    Ninguém pode negar que é uma bela pergunta.
    • Like

José Soares Investir no logro (emigrantes e investimentos)

Views: 0

Transparência José Soares

Investir no logro

Já são às dezenas os casos de emigrantes que investiram nos Açores e que no completo desconhecimento do gigante burocrático que têm de enfrentar, se veem confrontados com os seus investimentos parados ou interrompidos por meses e, nalguns casos por anos.

As informações são-lhes ocultadas a montante, aquando das visitas dos responsáveis políticos insulares, que só lhes incitam a investir na sua terra natal, omitindo informação básica sobre a existência de um sem número de pormenores autocráticos de várias entidades camarárias, ambientais e outras.

Alguns vieram para se instalar definitivamente na sua Ilha, construindo moradia, que depois é interrompida pela onda que se satisfaz em condicionar e até bloquear o andamento das obras. Sem casa onde dormir, optam por morar algum tempo em casas familiares. Só que passam os meses e nada se resolve.

Situações que convém que nos debrucemos a sério sobre elas. Desde as Câmaras Municipais até às entidades governamentais.

Escrevo para vários jornais da Emigração e tenho evitado tocar nesta melindrosa situação para que os Açores não sejam prejudicados no seu todo. Só que o arrastamento de casos por anos e anos sem resolução à vista, obriga-me eticamente a cumprir a minha função social. Os emigrantes merecem ser alertados ao que lhes espera.

Os investimentos da Diáspora açoreana, salvo raras exceções, são em média de algumas centenas de milhares de euros por pessoa. Investem as suas parcas economias na saudade terrena. Regressam a preparar uma eventual reforma em merecido repouso. A sua escolaridade, nos casos dos mais idosos, não vai além da primária, mas foram habituados a ter espírito de iniciativa liberal nos países que os acolheram. Desconhecem que na sua própria terra existe um autoritarismo sem controlo no campo burocrático. São forçados a imigrar de novo na sua terra de origem. Nalguns casos, tratados com desdém.

Tanto a nível de Câmaras Municipais, onde existem arquitetos que não sendo eleitos, exercem mais poder do que os presidentes eleitos, como nas direções regionais, onde ainda resistem forças ideológicas contrárias ao poder vigente, num exercício do “quero, posso e mando”, vitimando aqueles que sem culpas se veem envolvidos numa malha densa de interesses pessoais.

Transformando o cidadão na causa de todos os problemas, essas criaturas de canudo esquecem que estão no seu posto para servir o cidadão e não o contrário e que o seu salário é pago pelo contribuinte, que também passa a ser o investidor.

Aceita-se que possa existir algum controlo ambiental ou outro, mas que os interessados sejam informados e devidamente notificados dessas leis, regimes ou condicionamentos.

Quando o investimento é de alguns milhões, feito por algum estrangeiro, até se alteram os condicionamentos municipais, a fim de dar lugar ao hotel à beira-mar. Um dos exemplos flagrantes que me ocorre é o Cella Bar na Madalena do Pico, construído em 2015 e que o mar já prejudicou gravemente algumas vezes, dada a sua aproximação do oceano. Na sua página online pode ler-se: “O edifício é o resultado de uma transformação regenerativa e expansão de uma pequena estrutura preexistente que tinha sido abandonada por muitos anos”. E a recuperação feita, beneficiou em muito a Ilha do Pico, o turismo e os picoenses. São exemplos a seguir numa terra que se deseja de progresso.

BELMONTE E SEUS MUSEUS

Views: 1

May be an image of indoor
No Dia Internacional dos Museus, recordamos a inigualável oferta museológica da Aldeia Histórica de Belmonte. Viaje pela nossa História e cultura no Ecomuseu do Zêzere, pela exposição indígena, nos Antigos Paços do Concelho de Belmonte, pelo Museu À Descoberta do Novo Mundo, Museu do Azeite e o Museu Judaico… muito para aprender e descobrir! 😍
Já vem a caminho? 😉
You and 1 other
Like

Comment
Share

NATUREZA SOLIDÁRIA

Views: 0

May be an image of tree and nature
′′ It’s just a tree in the woods No, this is an example for the world! This tree is located in Bükk National Park in Hungary. Many years ago someone cut the thinner tree and it didn’t die. The biggest tree holds it, nourishes it, keeps it alive! Every spring, for years, their leaves grow together, suffer the heat of the summer sun and come to rest together in the fall.” 💚💚 Image Texte @Pósa Tamás Merci Christine Pagnier Guillot

See original

amor nu de CASIMIRO DE BRITO

Views: 0

 

 

May be an image of text that says "Casimiro de Brito AMOR NU RAZÕESPOÉTICAS RAZÕES POÉTICAS"

O FRAGMENTO 923 (tem 1200) DO MEU LIVRO “AMOR NU” ACABADO DE SER PUBLICADO E A SUA CAPA (ESCULTURA DE RODIN).

— Poderá haver um amor limpo, sem fingimento?
— Penso que sim. Partimos do nada e tentamos alcançar o tal céu.
— Sabes como as mulheres fingem o orgasmo. Mas eu não fingirei nada. Estar abraçada a ti é já uma dádiva.
— Sim, uma dádiva para os dois. Mas no momento em que nos amamos sentimos e pensamos coisas diferentes. Tu medes a minha dureza, eu sinto a tua humidade.
— Assim é. E, por vezes, um vai adiante e o outro vai atrás.
— Por vezes ou quase sempre?
— Connosco não é assim. Aprendemos a esperar um pelo outro. E falar nisto ajuda muito o nosso desejo.
— Passou a ser natural esperarmos um pelo outro.
— Sim, parece que já sabemos. Mas nem sempre chegamos lá ao mesmo tempo.
— Não, nem sempre mas podemos ter imenso prazer mesmo sem lá ter chegado ao mesmo tempo.
— Mas num dado momento estamos juntos, eu sinto-me dentro do teu ritmo.
— O ritmo de quem está atento aos pequenos prazeres.
— Por mim não calculo nada, não espero nada e fico a sentir-me bem.
— Ah mas eu procuro manter o incêndio, jamais atiçá-lo.
— Aprendi isso contigo, a dominar o fogo, essa pequena chuva louca.
— E falarmos disto, assim?
— É bom. Mas anda, vem, entra mais um bocadinho.

See less
Casimiro de Brito, Maria Cantinho and 64 others
12 comments
5 shares
Like

Comment
Share

Comments

View 4 more comments
    • Like

    • Reply
    • 5 w
  • João de Mancelos

    Excelente livro! Recomendo!
    1
    • Like

    • Reply
    • 5 w
  • Maria De Fátima Bastos

    “— Poderá haver um amor limpo, sem fingimento?
    — Penso que sim. Partimos do nada e tentamos alcançar o tal céu.”. O amor tem muitos matIzes mas só é amor puro quando as suas cores se reflectem num céu de Chagall ou no beijo da pedra macia de Rodin…
    1
    • Like

    • Reply
    • 5 w
    • Edited
  • Teresa Bonito

    Onde se pode comprar?
    • Like

    • Reply
    • 4 w
  • Bia VasconcelosPro

    Lindo este fragmento ❤️
    Este seu livro ainda não tenho. Virá.
    1
    • Like

    • Reply
    • 2 w

    Bia VasconcelosPro replied
    2 replies
    8 h
  • Fatima Tavares

    Divinal💓
    Há 50 Anos que conheço parte de Sua Obra Magnífica. Infelizmente tudo ficou por Terras Africanas…
    Gostaria imenso de obter este “Amor Nu”.…