ATUALIDADE – Conselheiros da Diáspora Açoriana já são conhecidos | RÁDIO ILHÉU e o “nosso” Eduardo Bettencourt Pinto é um deles

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Source: ATUALIDADE – Conselheiros da Diáspora Açoriana já são conhecidos | RÁDIO ILHÉU

 

Acabou de sair o resultado das eleições para o Conselho da Diáspora Açoriana. Em Santa Catarina, eleito William Marques Agostinho, com 38,10% dos votos, Vilca Marlene Merizio; 22,22% e Lélia Pereira da Silva Nunes, 15,87%.
Agradeço aos eleitores que me honraram com o seu voto, que confiaram em meu trabalho e na minha possibilidade de representação dos catarinenses. Continuo da mesma forma ligada aos Açores, aos açorianos e a todos os seus descendentes e suas comunidades, assim como na dignificação de todas as etnias que formam o nosso Estado, quer eu pertença ou não à sua ancestralidade.
Ao eleito, William Marques Agostinho, os meus votos de sucesso, assim como aos 18 eleitos das outras regiões. Aos demais candidatos, o meu respeito e admiração.
À Direção Regional das Comunidades/ Governo dos Açores o meu agradecimento pela confiança em mim depositada.

Lara Martinho congratula-se com a inclusão de seis milhões de euros no PRR para instalação de radares meteorológicos – Jornal Açores 9

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Lara Martinho, deputada do Partido Socialista dos Açores à Assembleia da República, defendeu, esta terça-feira, a necessidade de se avançar com a instalação dos dois radares meteorológicos em falta na Região, questionando nesse sentido, sobre o possível financiamento destes investimentos através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). A vice-presidente do GPPS, que recordou ter […]

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BUKOWSKI E ÁFRICA

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https://www.youtube.com/watch?v=cGSh-2YWsRo
Dia da África, 25 de Maio
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Das 5 irmãs, Cass era a mais moça e a mais bela. E a mais linda mulher da cidade. Mestiça de índia, de corpo flexível, estranho, sinuoso que nem cobra e fogoso como os olhos: fogaréu vivo ambulante. Os cabelos pretos, longos e sedosos, ondulavam ao andar. Sempre muito animada ou então deprimida, com Cass não havia esse negócio de meio termo. Segundo alguns, era louca. Opinião de apáticos. Para os homens, parecia apenas uma máquina de fazer sexo e não se importavam se ela era maluca ou não. Passava a vida a dançar, a namorar e beijar. Mas, salvo raras exceções, na hora H sempre encontrava forma de sumir e deixar todo mundo na mão.
– Charles Bukowski
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You, Roberto Y. Carreiro, José De Mello and 22 others
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Why is the global climatic cataclysm of the sixth century virtually unheard of? | Ancient Origins

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There was a sign from the sun, the like of which had never been seen and reported before. The sun became dark and its darkness lasted for 18 months.

Source: Why is the global climatic cataclysm of the sixth century virtually unheard of? | Ancient Origins

MALACA CASTELEIRO HOMENAGEADO EM MACAU volume2-2020 | Orientes do Português

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https://blog.lusofonias.net/2021/05/26/malaca-casteleirto-homenageado-em-macau-volume2-2020-orientes-do-portugues/

https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2021/05/OrientesPt_Vol2_0_Entrevista_eVersion.pdf https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2021/05/OrientesPt_Vol2_0_Homenagem_eVersion.pdf https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2021/05/OrientesPt_Vol.2_0_Editorial_eVersion.pdf https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2021/05/OrientesPt_Vol2_0_In-Memoriam_eVersion.pdf

Meet the outspoken Rabbi who says Israel is a monster that should be removed from the map — RT Op-ed

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Neturei Karta is a Jewish group whose controversial solution to the bloodshed in Gaza is to bring about the end of the Israeli state. RT.com spoke to Rabbi Yisroel Dovid Weiss, who explained why they think this is necessary.

Source: Meet the outspoken Rabbi who says Israel is a monster that should be removed from the map — RT Op-ed

pangim (goa)

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🇮🇳 PANGIM
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ALFÂNDEGA Panaji [Panagi/Pangim/Panjim/Nova Goa], Goa, Índia
A Alfândega é um dos mais antigos edifícios da cidade, testemunho de duas fases distintas de transformações urbanas e arquitetónicas que marcaram a cidade de Pangim no século XIX. A mudança da Alfândega de Velha Goa para Pangim foi aprovada em maio de 1811, e terá sido levada a cabo nesse mesmo ano. Tendo funcionado de início em barracões, Manuel de Portugal e Castro (1827‐1835) mandou construir o que Louzada d’Azevedo descreveu como sendo um belo edifício, com boas salas e armazéns em número suficiente para guardar tudo o que fosse necessário. É essa a construção, desenhada por Lopes Mendes, que hoje podemos observar, apesar das alterações que certamente sofreu ao longo dos anos, como todos os edifícios públicos em Goa. O primeiro acrescento docu‐ mentado foi um novo armazém construído em 1841‐1842, sendo possível que a sua localização não fosse exatamente junto ao edifício, mas na área até ao cais pela qual se estendiam as dependências. Comparando as plantas conhecidas de Pangim, de 1870 e de 1888, verifica‐se que entre estas datas foi feita uma nova ampliação do lado poente, o único que hoje se entende perfeitamente no conjunto do edifício. Essa ampliação consistiu num corpo de dois pisos ao longo de toda a fachada: um primeiro andar sobre uma arcaria, que na época deveria ser aberta. Este acrescento alinha a Alfândega perfeitamente com o arruamento e as edificações da praça da Câmara Municipal, entretanto construída. Em 1922, o edifício encontrava‐se em avançado estado de degradação, como aliás estava em finais da década de 1990, quando foram feitas obras de conservação, realizadas com o apoio da Fundação Oriente. É de salientar que também a relação entre o edifício e o rio se foi alterando ao longo das décadas com os sucessivos aterros na zona marginal.
Alice Santiago Faria
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DADOS DO CARTAO DE CIDADAO

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CARTÃO DE CIDADÃO PORTUGUÊS COM INSUFICIÊNCIA NOS DADOS
Evitar os Meandros da Burocracia e um Estado farejador
O Problema: O Cartão de Cidadão (Identidade) português não é suficiente para identificação da pessoa em muitas instituições devido a dados insuficientes, exigindo para se identificar também outros documentos e como tal requer maior esforço burocrático e custos adicionais.
Há instituições como, Bancos, Correios, fornecedores de serviço, que, na União Europeia não reconhecem a identificação registada no nosso cartão do cidadão. Não chega ser reconhecido como cidadão do país ou da União europeia
Ao contrário do que é comum em cartões do cidadão (bilhetes de identidade de outros países da União Europeia), as entidades portuguesas não mencionam, no documento, a residência nem o lugar de nascimento da pessoa a identificar!
Em vez disso regista o nome dos pais e até o número de identificação fiscal, o n° da segurança social e o número de utente de saúde (os registos destes três dados são estranhos para outros países da EU em que o cidadão exige das autoridades maior atenção à protrecção e ao tráfego de dados).
Numa época em que o globalismo ameaça acabar com a privacidade, o Estado deveria proteger os seus cidadãos especialmente no que se trata de referência a dados de acesso sobre saúde (1) e identificação fiscal!
Para evitar custos e ocupação desnecessária de pessoal, em burocracias estatais, seria mais que óbvio que o cartão do cidadão português tornasse visível a localidade de residência e o local de nascimento, como é de uma maneira geral exigido!
Deste modo evitar-se-ia que portadores do Cartão de Cidadão tivessem de tirar também o passaporte até para países da União Europeia onde seja exigida identificação mais concreta (2).
Esse modo de proceder de Portugal obriga muitíssimos portugueses a terem de tirar o passaporte pagando cerca de 50 euros, coisa desnecessária na UE.
António CD Justo
(1) O número de acesso a dados sobre a saúde não deveria andar ligado a dados de identificação do cidadão. Imagine-se que, num futuro, o patronato tivesse acesso a esses dados; muita gente não seria empregue atendendo ao seu currículo sanitário! Também a menção do número de contribuinte no bilhete de identidade do cidadão favorece um Estado farejador.
(2) Já passei por elas quando confiava no meu Cartão de Cidadão para me identificar. Uma vez tentei abrir conta num banco internacional e foi-me negado abrir conta porque os dados do Cartão de Cidadão não ofereciam credibilidade suficiente. Uma outra vez fui pedir uma máquina de aluguer a uma empresa e foi-me negada na condição de apresentar certificado de residência.
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  • Manuel Félix Neiva Santos

    Totalmente de acordo com a descricâo.
    Todas as semanas sou confrontado por motivos profissionais com o fenónemo.
    Apenas acrescento que no momento em alguns postos consulares na Alemanha, exijem 120 Euros e nâo 50 pela emissâo de um passaporte.
    O problema é conhecido desde o Verâo de 2016 e entretanto ninguém se incomoda. Quando confrontados com o problema os responsáveis fingem (como sempre) que vâo averiguar.
    Abraco
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  • Francisco H. Da Silva

    Subscrevo e vou circular. A morada e o lugar de nascimento são pontos de informação essenciais. Já o NIF e a SS não só são dispensáveis, como divulgam dados pessoais do cidadão que, a meu ver, violam preceitos constitucionais.
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