ENTA PELA UCRÂNIA

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Hoje, vários alunos e formadores da ENTA manifestaram a sua solidariedade contra a invasão da Ucrânia e a opressão indigna do povo ucraniano.
A indignação e o repúdio por esta atrocidade não deve parar!
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A Rússia foi acusada de usar bombas de vácuo. Como funcionam?

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O uso de armas termobáricas é geralmente condenado por organizações de direitos humanos. Tanto governos ocidentais como a Rússia já foram acusados anteriormente de recorrer a estas bombas

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BES terá ajudado altos quadros venezuelanos a esconder luvas. Salgado foi traído por dois subalternos – ZAP Notícias

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O BES terá ajudado altos quadros venezuelanos a esconder luvas no Dubai. Ricardo Salgado foi, posteriormente, traído por dois subalternos. O Ministério Público que, em 2011, depois da aproximação do Governo de José Sócrates ao então Presidente venezuelano Hugo Chávez, o BES tornou-se na instituição europeia de apoio à tesouraria internacional de empresas públicas venezuelanas, nomeadamente a petrolífera PDVSA. A PDVSA precisava de recorrer a contratos internacionais para adquirir bens e serviços. Foi assim que o BES, escreve o Público, abriu portas a uma atividade rentável: a emissão das chamadas cartas de crédito. O diretor da Sucursal Financeira Exterior (SFE)

Source: BES terá ajudado altos quadros venezuelanos a esconder luvas. Salgado foi traído por dois subalternos – ZAP Notícias

o holocausto ucraniano

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HOLODOMOR: A FOME COMO ARMA
O genocídio do povo ucraniano ocorrido entre 1932 e 1933, um crime gigantesco da responsabilidade do governo soviético liderado pelo paranóico-sanguinário José Estaline (1878 – 1953), ocultado durante anos da comunidade internacional, foi batizado de Holodomor.
Holodomor significa «matar pela fome» – em paralelo a Holocausto, o massacre ou assassinato em massa de milhões de judeus, às mãos dos nazis –, tendo atingido milhões de ucranianos (as estimativas são muito díspares, variando entre os 4 e os 12 milhões de mortos).
O ditador comunista usou a fome, uma das mais brutais formas de tortura, para castigar o povo ucraniano, como resposta à sua resistência à política económica soviética e aos seus anseios independentistas, condenando milhões de homens, mulheres e crianças a morrerem desnutridos nas aldeias geladas da Ucrânia, longe do olhar dos seus compatriotas e do mundo: longe da vista, longe do coração.
Tratou-se não só de uma eliminação em massa de um povo através de medidas políticas que o condenavam à fome (a acrescer a prisões, purgas, perseguições, «desaparecimentos», exportações para campos de trabalho forçado, condenações à morte…), mas também de um colonialismo russo na Ucrânia: tentando apagar a história da região, as tradições e costumes, a arte e cultura, os monumentos e locais de culto.
A história do massacre conta-se em poucas linhas: Em 1929, Estaline decretou o fim da propriedade privada, a coletivização de todas as terras (que passaram a ser administradas por cooperativas ou diretamente pelo governo), a obediência a quotas mínimas de produção agrícola e a entrega de tudo quanto se produzisse ao poder central, que se encarregaria da sua redistribuição pelos cidadãos de toda a URSS, independentemente da região proveniente.
Porém, o governo aproveitou não só para beneficiar Moscovo em detrimento das regiões mais periféricas, como para vender os cereais e outros bens agrícolas ao estrangeiro, permitindo-lhe simultaneamente encher os cofres do Estado e fazer transparecer para o exterior uma imagem de prosperidade, enquanto milhões de soviéticos viviam na maior miséria e passavam fome.
Essa decisão, naturalmente, encontrou resistência por parte de muitos dos proprietários rurais, nomeadamente os da (então) República Soviética da Ucrânia, que sendo uma região extremamente fértil (era considerada «o celeiro da Europa») seria, assim, fortemente prejudicada.
Todavia, Estaline, sem um pingo de humanidade, mostrou-se sempre implacável perante aquilo que apelidava como «sabotagem dos nacionalistas e contra-revolucionários». Quanto mais os camponeses ucranianos contestavam e se revoltavam, mais ele endurecia as medidas: obrigando-os ao cumprimento de quotas agrícolas cada vez mais elevadas e desproporcionais, cortando-lhes na produção redistribuída, impedindo-os de comprar alimento, proibindo o seu êxodo para a cidade, condenando sem dó nem piedade quem ousasse roubar a mais pequena fatia de pão…
Chegados a 1932, a comida pura e simplesmente tinha desaparecido. O trabalho permanecia obrigatório, mas não havia mais alimento – e, estupidamente, na época, o governo soviético rejeitou as ofertas de auxílio de vários países e organizações humanitárias, considerando-as «propaganda anti-soviética».
Para se conseguir comida, tudo servia: denunciavam-se familiares e amigos, inventavam-se mentiras sobre os vizinhos, compactuava-se com os piores crimes do Exército e da polícia política.
As pessoas, depois de se terem despojado de todos os seus bens, dos supérfluos aos mais básicos, vendendo-os ou trocando-os por outros artigos, depois de terem gasto todo o dinheiro que possuíam, na maior miséria, cheios de fome, só pele e osso, começaram a dedicar-se ao roubo e, em sofrimento extremo, depois de terem comido tudo o que mexia: cavalos, cães, gatos, sapos, insetos, vermes rastejantes…, depois de terem comido aquilo que nem alimento era: o couro dos sapatos e dos cintos, a palha dos telhados das casas, as cascas das árvores…, começaram a dedicar-se ao canibalismo: primeiro, a desenterrar cadáveres, sobretudo de crianças, de carne mais tenra, depois, a apanhar, matar e comer estranhos, vizinhos, familiares…
“Fome e frio estão nas nossas casas/ Nada que comer, nenhum lugar para dormir/ E o nosso vizinho perdeu a razão e comeu os seus filhos” – cantavam assustadas as crianças ucranianas desse tempo.
Como dizia Mark Twain: “A História não se repete, mas rima por vezes”.
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This Russian Submarine Is Sitting Dead On the Sea Floor (Armed with Nukes) | The National Interest

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In addition to its nuclear reactor, it also had a pair of nuclear-tipped torpedoes.

Source: This Russian Submarine Is Sitting Dead On the Sea Floor (Armed with Nukes) | The National Interest

arte

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Os Açores como lugar de degredo. Memórias a marcar o presente
Na sequência dos eventos realizados intitulados “Relembrando Gungunhana e seus companheiros de exílio”, em junho de 2019, o Município de Angra do Heroísmo encomendou ao escultor Julian Voss-Andreae uma obra com o busto de Gungunhana, personalidade escolhida para homenagear os presos políticos, desterrados, deportados, exilados, refugiados e emigrados forçados que ao longo dos tempos viveram entre nós, nomeadamente:
– Gungunhana (Império de Gaza, c. 1850 — Angra do Heroísmo, 23 de dezembro de 1906)
desterrado nesta cidade de 27 de junho de 1896 até falecer
– Judeus expulsos do reino de Portugal (séculos XV e XVI)
– D. Afonso VI, rei de Portugal (1669 – 1674)
– Deportados da Amazona (1810 – 1828)
– Emigrados liberais (1828 – 1830)
– Refugiados militares espanhóis (1867 – 1868)
– Depósito de Concentrados Alemães (1916 – 1919)
– Membros da Legião Vermelha (1925)
– Desterrados e presos políticos da ditadura militar e do Estado Novo (1926 – 1974)
– Marechal Gomes da Costa – líder militar do Golpe de 28 de maio de 1926 (1926 – 1927)
– Vice-almirante Luís da Câmara Leme senador da Primeira República (falecido nesta cidade em 1928)
– Bento Gonçalves secretário-geral do Partido Comunista Português (1930 – 1931)
– João Soares político da Primeira República e antifascista (1933)
– Acácio Tomás de Aquino dirigente anarco-sindicalista (1934 – 1936)
– Mário Castelhano militante anarco-sindicalista (1934 – 1936)
– Francisco Lyon de Castro editor e militante antifascista (1936 – 1940)
– Aos civis e militares que nesta cidade participaram na Revolta das Ilhas e que de 7 a 17 de abril de 1931 nela mantiveram viva a resistência à ditadura militar instalada a 28 de maio de 1926
– Em memória do Regimento de Infantaria n.º 22 e da Bataria de Defesa Móvel de Costa n.º 1, unidades militares extintas pelo Decreto n.º 19657, de 28 de abril de 1931
… e muitas e muitos outros que não podem ser esquecidos.
Julian Voss-Andreae escultor de origem alemã vive atualmente em Portland, no Oregon, com formação em física quântica e filosofia pelas Universidades de Berlim, Edimburgo e Viena, o seu trabalho é conhecido a nível mundial por misturar escultura figurativa com os conhecimentos científicos sobre a natureza da realidade, caracterizada pela sua experiência em diversos campos da ciência a uma profunda paixão pelos mistérios da física quântica têm sido uma fonte contínua de inspiração para o seu trabalho.
As suas obras são frequentemente exibidas em feitas e galerias de arte internacionais e podem ser encontradas em grandes coleções por todo o mundo.
Chrys Chrystello
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Guerra na Ucrânia ao minuto: Kiev recusa corredores humanitários para Bielorrússia e Rússia, terceira ronda de negociações prevista para esta tarde – SIC Notícias

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Acompanhe aqui ao minuto os últimos desenvolvimentos e veja em direto a emissão da SIC Notícias.

Source: Guerra na Ucrânia ao minuto: Kiev recusa corredores humanitários para Bielorrússia e Rússia, terceira ronda de negociações prevista para esta tarde – SIC Notícias

Agência da Rússia posta montagem com a ISS se desfazendo – Olhar Digital

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Vídeo postado pela agência de notícias estatal da Rússia RIA Novosti mostra a ISS se desfazendo após a saída dos cosmonautas do posto avançado

Source: Agência da Rússia posta montagem com a ISS se desfazendo – Olhar Digital