BANCO ALIMENTAR, ROUBOS, TOXICODEPENDENTES

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Só o facto de terem assaltado as instalações do Banco Alimentar, ao lado da PSP (ainda que não houvesse agentes no local à dita hora, pelo que consta), demonstra bem a degradação a que chegámos. Roubar de uma instituição que ajuda a dar de comer a quem precisa, sem vergonha, sem um pingo de ombridade, só revela a podridão de gente que por aí grassa. Uma pessoa tenta ser diplomática e compreender, tentar ajudar, mas a realidade é que as ajudas quase que entram pela cara dentro dessas pessoas e a esmagadora maioria simplesmente não quer ser ajudada. É mais fácil andar feito abutres pela rua a pedir dinheiro e a importunar as pessoas, a perseguir senhoras de idade, a incomodar (até fisicamente) pessoas nos seus afazeres diários. Lamento mas as palavras bonitas e as boas intenções, os protocolos disto e daquilo, as reuniões com fulano, sicrano e beltrano são mera palavra de campanha eleitoral. Há anos que vão sendo assinados esses protocolos e tirados esses retratos dessas reuniões e, na rua, de resultados, nada se vê. Os candidatos à Câmara Municipal da Ribeira Grande têm feito o seu “debruce” sobre a temática. Fotografias lindas que se tiraram. Quero ver, seja quem for que ganhe, quantos toxicodependentes é que vão tirar da rua uma vez que se sentem na Cadeira. É que, até agora, zero. Se não é a PSP a fazer o que pode (e que não é suficiente), das entidades governativas, daqueles que decidem mesmo, que têm a faca e o queijo na mão, aos mais diversos níveis, nada se vê.
Fatima Sousa, Roberto Y. Carreiro and 41 others
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  • Miguel Sousa

    Já encontrei esses produtos dentro dos sacos do banco alimentar em contentores de lixo….. enfim, não lhe vou dizer em que freguesia foi para não me acusar de estar a estigmatizar…
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    • 23 h
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      Marta Couto

      E isso é justificativa para se assaltar o Banco Alimentar? Esse é problema significativamente diferente da questão. Por algumas pessoas não saberem dar o valor ao que lhes entra em casa, não quer dizer que a esmagadora maioria não o faça.
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      • 23 h
  • Manuel Pereira

    Cara Amiga subscrevo praticamente na íntegra o dizes. Sobre o assalto terá sido perpetrado por alguém conhecedor do local e “profissional “. Relativamente aos problemas sociais terá que haver uma reflexão profunda e alteração de procedimentos, o que te…

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    • 23 h
  • Ester Pontes

    Lamentável…
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    • 22 h
  • Judite Barros da Costa

    Completamente de acordo. Há quem não queira sentar-se na cadeira. Há quem queira trabalhar porque é, efectivamente, o que tem a oferecer: trabalho e honestidade
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    • 21 h

O DIRETOR DA CULTURA VAI SER FERRADO COM AZOTO ?

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Lá pela Terceira, dizem que o azoto vai substituir o fogo nas ferras. Gostava de ver o senhor Diretor Regional da Cultura a ser ferrado com azoto na nalga direita (bem prá direita) pra ver se dói menos. Quem autoriza estas merdas? Se claher nem é ele. Mas que merece, merece. (Desculpem lá, fartei-me do politicamente correto. Foram anos disso.)
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Farpas e Cornadas: Março 2010
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MP realizou buscas em 11 locais por suspeitas de fraude fiscal no negócios das barragens – Energia – Jornal de Negócios

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Em comunicado, o Ministério Público confirma a realização de buscas em ’11 locais do país’ devido a suspeitas de fraude fiscal no negócios das barragens, adiantando que as mesmas ‘decorrem em instalações de barragens, escritórios de advogados, um organismo do Estado, uma sociedade de contabilidade e sociedades ligadas ao sector hidroelétrico’.

Source: MP realizou buscas em 11 locais por suspeitas de fraude fiscal no negócios das barragens – Energia – Jornal de Negócios

DISJUNÇÕES PRISMÁTICAS da Ribeira do Maloás: –

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E lá fui eu pelas colunas abaixo! 🙂
DISJUNÇÕES PRISMÁTICAS da Ribeira do Maloás: – as mais belas formações basálticas do género nos Açores.
May be an image of outdoors
E lá fui eu pelas colunas abaixo! 🙂
DISJUNÇÕES PRISMÁTICAS da Ribeira do Maloás: – as mais belas formações basálticas do género nos Açores.

CAMILO MENDONÇA, UM GRANDE HOMEM DA MINHA ALDEIA TRANSMONTANA

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PRESIDENTE DA REPÚBLICA VEM AO CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE CAMILO MENDONÇA
Trás-os-Montes comemora centenário do pai da agricultura transmontana
DIARIODETRASOSMONTES.COM
Trás-os-Montes comemora centenário do pai da agricultura transmontana
A região de Trás-os-Montes comemora, a partir de quarta-feira e durante mais de duas semanas, o centenário do nascimento de Camilo Mendonça, conhecido como o pai da agricultura transmontana por ter idealizado o que é hoje o setor.
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MORO JUIZ CORRUPTO

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A CAUSA DAS COISAS
O Supremo Tribunal Federal reconheceu no passado 23 de Junho, o que já era óbvio há muito tempo: Sergio Moro agiu de forma antiética e abusou de seu poder de juiz. Como reconheceu a maioria dos magistrados, Moro não cometeu esses abusos num caso qualquer,mas num dos julgamentos mais importantes da história do judiciário brasileiro: o caso do ex-presidente Lula, que teve que cumprir 18 meses de prisão devido a essa condenação oficialmente reconhecida como injusta.
Glenn Greenwald: Moro é mais do que um juiz corrupto
CARTACAPITAL.COM.BR
Glenn Greenwald: Moro é mais do que um juiz corrupto
Não é hiperbólico dizer que o ex-ministro de Bolsonaro representa a maior ameaça à democracia brasileira desde o fim da ditadura
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CÉSAR E CABRITA POR ANTÓNIO BULCÃO

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César e Cabrita
Carlos César acha que tentar retirar vantagens políticas do acidente de viação que envolveu o automóvel oficial de Eduardo cabrita é “imoral”.
O Presidente do PS tem andado relativamente calado. O que, no caso dele, constitui uma enorme vantagem. Sim, porque quando fala muito, diz muitas asneiras e a coisa passa. Dizendo apenas uma asneira de vez em quando, nota-se mais.
Quem pede a demissão de Eduardo Cabrita, não o faz apenas por causa deste acidente. Fá-lo porque o ministro chegou a um estado tão deplorável que já não merece ser de Estado.
Mas os socialistas gostam desta manta corporativista que cultivam desde sempre. Tentam proteger-se uns aos outros, mesmo quando já é óbvio que o visado está condenado. Jorge Coelho verbalizou: “Quem se mete com o PS, leva”. Mas lembro-me igualmente de Mário Soares, quando foi visitar Sócrates à cadeia. “Todo o PS está contra esta bandalheira”, afirmou, antes de chamar malandros aos agentes da Justiça que tinham ordenado e efectuado a detenção e, posteriormente, a prisão preventiva. Grande separação de poderes, na mente de um homem que foi 1º Ministro e Presidente da República… Grande respeito pela Justiça…
César também foi a Évora. Mas preferiu não falar, quando saiu da visita. Só muito depois, quando ficou claro que Sócrates teria mesmo culpas no cartório, é que veio confessar a “vergonha do PS”, que, no caso do arguido, era “maior porque tinha sido 1º Ministro”. Os evidentes indícios da prática de crimes não lhe bastavam, no início. A vida luxuosa que Sócrates levava não insultava a ideologia que diz professar.
Cabrita só sobrevive pela defesa teimosa destes amigalhaços. Lembrando as golas anti fumo que afinal eram inflamáveis, as falhas no SIRESP, sucessivamente ignoradas, e a morte do cidadão ucraniano às mãos de inspectores do SEF, parece miraculosa a sobrevivência deste ministro. Fosse-o de uma governo de direita, e Augusto Santos Silva já muito tinha malhado, ele que “gosta é de malhar na direita”, cerrando fileiras com Costa e César.
Ignoremos, no entanto, estes erros de governação por parte de Cabrita. Fixemo-nos apenas no acidente. Seria suficiente para que alguém exigisse a sua demissão?
Se tiver sido mesmo um acidente, claro que não. Um acidente é um acontecimento casual ou inesperado, provocado de forma não intencional. Viesse o automóvel dentro dos limites de velocidade impostos pelo Código da Estrada, na sua mão, e o trabalhador tivesse saltado para a frente do veículo, de repente e de forma a não permitir qualquer manobra de recurso, era mesmo um acidente e nenhuma culpa haveria a atribuir. Acontece a qualquer um…
Só que há notícias de que o carro seguia pelo menos a 200 km/hora. Na faixa de circulação errada. Que não há rastos de travagem. Não sei se foi assim ou não. Mas, se assim foi, já não é um acidente, mas um homicídio por negligência.
Se tiver havido crime, podemos afirmar que o Ministro é culpado? Só se tiver ordenado ao motorista que excedesse a velocidade permitida, ou apercebendo-se da violação das regras estradais, nada tenha feito para que o seu subordinado as passasse a cumprir.
Não sabendo como as coisas se passaram, limitamo-nos a constatar que o comportamento de Cabrita é muito estranho. Escondeu-se atrás do Presidente da República, atrás do seu próprio estatuto ministerial, fez sair um comunicado em que afirmava não haver sinalização de trabalhos na via e que a culpa foi do trabalhador vítima do embate. Desmentido pela Brisa, que veio dizer estarem os trabalhos devidamente sinalizados, restava a Cabrita fazer o que devia ter feito desde a primeira hora: falar.
Ele é que estava lá. Ele é que viu como tudo se passou. Ele é que tem o dever de contar os factos. E se o carro seguia a velocidade regular, na sua mão, nada tem a temer por falar. Morreu uma pessoa, Senhor Ministro. Que estava a trabalhar. Que tinha mulher e filhos. Mereciam a sua presença no enterro, seja ou não culpado. Chama-se a isto respeito.
A moral é um conjunto de regras, costumes e formas de pensar e agir, que define o que devemos ou não devemos fazer em sociedade. Ficar em silêncio perante uma morte que, com ou sem culpa, foi provocada por um veículo onde seguia, é que é imoral. Não é pedir a demissão de um sujeito que vai à sua vida, como se nada se passasse, e se recusa sucessivamente a esclarecer o modo como ocorreu a morte de alguém que estava a trabalhar numa via sob administração do seu ministério, provocada por um carro em que o próprio ia dentro. Quem, dos que me leram agora, procederia desta forma, com ou sem culpa?
António Bulcão
(publicada hoje no Diário Insular)
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