são todos esféricos e a terra é plana??? rsrsr

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Por que cada corpo celeste no espaço é esférico? Quais forças fazem com que tudo gire e se torne esférico?
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Você quer dizer “esférico” como esse objeto?
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TIMOR ATAÚRO DESTINO TURÍSTICO SEM APOIO DO GOVERNO

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NOTA DO EDITOR DO BLOGUE, um país rico e cheio de recursos que nunca aprendeu a investir onde devia, o Ataúro é mais um exemplo do desleixo ou incompetência de vários governos Chrys C

Antonio Sampaio shared a memory.

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Pouco ou nada mudou… antes pelo contrário, no último ano em Ataúro

1 Year Ago

REPORTAGEM: As dificuldades de Ataúro, o destino turístico com mais potencial de Timor-Leste
*** António Sampaio, da Agência Lusa ***
Beloi, Timor-Leste, 21 jul 2020 (Lusa) – Ataúro, porventura o local com mais potencial turístico em Timor-Leste, é também um símbolo das dificuldades do setor, onde se acumulam carências estruturais que vão desde a falta de infraestruturas básicas ao isolamento.
Residentes e operadores lamentam-se das sucessivas promessas, por cumprir, de fornecimento elétrico permanente, de melhoria no acesso a água, de estradas, transportes regulares ou de soluções para as dificuldades do isolamento, quando se tem de lidar com a enorme burocracia timorense ou simplesmente ter acesso a dinheiro.
A uma hora de ‘water taxi’ de Díli – e a duas e meia no Ferry Nakroma -, a pequena ilha de 14.000 habitantes é já um destino favorito entre a comunidade do mergulho de todo o mundo, com os recifes de corais que a circundam a serem considerados dos mais biodiversos do mundo.
“Aqui a 300 metros já há locais fantásticos para ‘snorkel’ e um pouco mais à frente para mergulho”, conta Vorkel, o proprietário do Ataúro Dive Resort que acolhe a Lusa, numa viagem organizada no quadro da #HauNiaTimorLeste, uma ação de promoção do turismo doméstico, do programa “Tourism For All”, da USAid.
Mesmo quem não mergulhe – vários locais são já zonas protegidas e são por isso ainda mais especiais – pode deliciar-se a ver baleias, golfinhos e usufruir de uma água cristalina.
Ou simplesmente fazer pouco ou nada, a olhar para o mar, deitado nas redes do Ataúro Dive Resort, ou de bruços na pequena piscina do Beloi Hotel, no alto da montanha mais próxima da vila que lhe dá nome.
Numa ilha que no total deve ter 20 carros – e alguns tuk-tuks –, os sons do mar são os dominantes, num ambiente que convida ao descanso e ao lazer.
E se a natureza idílica e algo rudimentar e pouco desenvolvida da ilha fazem parte do seu atrativo, o mesmo não se pode dizer das dificuldades que os habitantes locais, os operadores turísticos e finalmente os visitantes continuam a enfrentar.
A começar logo pela partida em Díli, onde continua por construir um pontão para acesso a barcos de recreio.
No passado, antes da crise do aumento explosivo de preços das viagens aéreas para Timor-Leste, especialmente em 2019, e dos efeitos da covid-19 – o país está praticamente fechado desde final de março –, Ataúro era o principal destino de quem visitava o país.
Visitantes da Europa, da Ásia e dos Estados Unidos marcavam viagens praticamente só para vir mergulhar em Ataúro, e viajantes de mochila às costas (‘backpackers’) aproveitavam ofertas de alojamento a vários preços, com várias pensões, ‘homestays’ (alojamento local) e pequenos hotéis.
Porém, primeiro o aumento dos custos das viagens – especialmente as provenientes da Indonésia – e agora, a covid-19, reduziram ao mínimo as chegadas de visitantes.
Vorkel, alemão, e a mulher, Sapharahn, do Quénia – onde se conheceram – iniciaram o projeto do Ataúro Dive Resort há cinco anos: a primeira cabana serviu de casa e de escritório para acolher grupos de mergulhadores.
A pouco e pouco foram ampliando o espaço e hoje têm vários ‘bungalows’ virados para o mar.
A ilha, onde só há fornecimento elétrico 12 a 13 horas por dia, está sem luz há mais de duas semanas. No início do ano foram mais de dois meses e meio sem luz, supostamente porque o gerador que alimenta a ilha está estragado.
O ‘resort’ vive com um sistema solar e um gerador próprio que liga algumas horas por dia, para manter os frios e outras necessidades.
O mercado local é escasso em produtos, tanto pelas dificuldades que agricultores sentem em transportar fruta e verduras em estradas sem condições, como pelo ainda escasso fornecimento de Díli.
No início do ano, Vorkel esteve na Alemanha a apresentar Ataúro num evento de mergulho: teve marcações suficientes para dois meses, que agora teme, devido ao isolamento do país, sejam canceladas em breve.
Tem havido marcações de turismo doméstico – que aumentaram nas últimas semanas –, mas este ainda é escasso, especialmente por causa da falta de transportes mais regulares que permitiriam estadias mais curtas.
As ligações de barco, que antes eram praticamente diárias, estão agora reduzidas a uma por semana, ao sábado, no ferry que faz a ligação entre Díli e Ataúro e entre a capital e o enclave de Oecusse-Ambeno.
Outras alternativas – como o WaterTaxi da Compass – são mais caras, especialmente para turistas timorenses.
José Marques, responsável da Empreza Diak – uma organização não-governamental que trabalha com 250 pessoas em vários pontos da ilha no fabrico de artesanato e no apoio à sua comercialização – queixa-se praticamente do mesmo.
“Faltam estradas, faltam condições para escoar o produto de mercado”, explica à Lusa, notando que ainda é precisa mais formação para a comunidade local.
As estradas entre as várias localidades da ilha estão, em muitos casos, em bastante mau estado, não havendo um único quilómetro alcatroado, o que torna a movimentação difícil e morosa.
A ilha só tem um banco e, por isso, obter dinheiro é complicado, com a fraca internet a dificultar o acesso a pagamentos por cartão.
Por resolver continua, por exemplo, o que fazer com o lixo da ilha, ou com o muito que chega nas correntes – as praias estão muito sujas com lixo, predominantemente plástico, transportado pelas correntes.
Soma-se a burocracia de quem tem constantemente de se deslocar a Díli para tratar de renovar licenças, pagar impostos – o que só pode ser feito no banco na capital – ou para tratar de vistos ou outra documentação.
A complexidade e a demora do sistema nem sequer garante que tudo se consiga tratar rapidamente, o que prolonga a viagem e os seus custos.
*** A Lusa viajou a convite do programa Tourism for All da USAID ***
ASP // PTA
Lusa/Fim
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O maior encobrimento do Egito: câmaras ocultas e uma possível segunda esfinge?? :: Ufologia-mundial

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Nossa atenção hoje está voltada para a última tentativa de esconder a verdadeira história antiga de uma civilização avançada que nos deixou com grandes maravilhas acima e abaixo das areias do planalto de Gizé.

Source: O maior encobrimento do Egito: câmaras ocultas e uma possível segunda esfinge?? :: Ufologia-mundial

CUBA LIVRE POR JOAO MELO

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CUBA LIVRE
João Melo
Opinião
Cuba está outra vez, como acontece desde que os revolucionários comandados por Fidel derrotaram a ditadura capitalista de Fulgêncio Baptista, no centro do furacão. Todo o mundo fala das manifestações que eclodiram na ilha há pouco mais de uma semana. Mas nem todos têm legitimidade para falar delas.
Como o tema, além de natural e justamente politizado, se tornou partidarizado desde o primeiro momento, começo por dizer que a extrema-direita mundial e os seus filhotes espalhados por vários países não têm legitimidade para falar de Cuba. Por isso, fizeram bem os líderes cubanos quando, literalmente, mandaram o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, dar uma volta.
A direita liberal, obviamente, tem toda a legitimidade para comentar, de acordo com a sua perspetiva, a situação cubana. Mas a análise não pode deixar de assinalar algumas incongruências na crítica feita por ela aos acontecimentos em Cuba.
Desde logo, o silêncio perante factos idênticos, quando ocorrem em países incluídos no seu espaço político-ideológico. Só para dar dois exemplos extraídos da América Latina, a Colômbia e a Guatemala vivem há meses situações de profunda tensão social, com manifestações reprimidas violentamente pelas autoridades, tendo causado dezenas de mortos – e o que se vê nas cadeias internacionais de televisão ou lê na grande imprensa ocidental? Nada.
Por outro lado, a associação entre a profunda crise económico-social vivida em Cuba com o regime político do país é pura ideologia. Os malabarismos retóricos que alguns fazem para negar a importância do bloqueio (agravado por Trump e mantido por Biden) para a referida crise são, para ser gentil, ridículos. Embora não seja o único, o bloqueio continua a ser o principal fator da crise económico-social cubana.
Não há, diga-se, nenhuma relação unívoca entre autoritarismo e desempenho económico. O país que mais tem crescido economicamente nas últimas décadas – a China – não é um país nem política nem economicamente liberal (é um capitalismo de Estado assente num regime de partido único). Lamento informar que capitalismo não é sinónimo de liberalismo, como, aliás, o fascismo e as suas manifestações atuais o demonstram.
Por conseguinte, o grande escritor uruguaio Eduardo Galeano tem razão: “O que os incomoda em relação a Cuba não são os erros da Revolução, que houve e há. O que realmente não podem suportar é que um país pequeno e pobre não se dobre diante do Império.”
Aqui chegado, tenho de dizer: é urgente uma análise e uma crítica de esquerda – e moderna – à situação em Cuba. O regime de partido único, sem liberdades políticas, é indefensável e insustentável a longo prazo. O socialismo do século XXI tem de ser liberal do ponto de vista político e dos costumes, classista no plano económico e social (priorizando as classes populares e os interesses dos grupos mais desfavorecidos e discriminados) e ecologista em termos de desenvolvimento. Será que a liderança cubana estará pronta a reinventar-se? Se não o estiver, temo que, mais tarde ou mais cedo, o bebé seja jogado fora com a água do banho.
O exemplo de Cuba, por todo o seu simbolismo histórico, continua a ser necessário, a começar pela América Latina. Os líderes populares da região deveriam apoiar o país de Fidel a fazer as mudanças que se impõem, deixando de se manter entrincheirado numa posição meramente defensiva.
Jornalista e escritor angolano, publicado em Portugal pela Caminho
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BIDEN E CUBA

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Revela-se a política de Biden sobre Cuba

Posted: 19 Jul 2021 01:27 AM PDT

# Publicado em português do Brasil

Ramona Wadi* | Strategic Culture Foundation

A suposição de que uma intervenção militar consertaria Cuba apenas ilustra como os interesses dos dissidentes de Miami estão alinhados com os dos Estados Unidos

Enquanto os protestos irrompiam em Cuba por causa da escassez de produtos básicos, o bloqueio ilegal dos Estados Unidos a Cuba, que durou décadas, não fazia mais parte das narrativas da grande mídia. Em 2020, o foco da mídia foi a contribuição cubana na luta contra a Covid19 e como, apesar do bloqueio, Cuba ainda conseguiu sua abordagem internacionalista, ao mesmo tempo que fabricava suas próprias vacinas. Por um breve período, falar sobre o levantamento do bloqueio ilegal a Cuba também fez parte da narrativa internacional, mesmo com as brigadas médicas sendo nomeadas para o Prêmio Nobel da Paz.

Enquanto isso, devido ao bloqueio e à Covid19, a economia de Cuba se contraiu ainda mais. Sem vacilar, o governo dos Estados Unidos também continuou a financiar grupos antigovernamentais. Apenas as intenções dos EUA não são democráticas, apesar do que a propaganda convencional divulga.

Em abril de 1960, um memorando sob o título “O Declínio e a Queda de Castro” afirmava parcialmente: “O único meio previsível de alienar o apoio interno é por meio do desencanto e do descontentamento com base na insatisfação econômica e nas dificuldades.” Apelando à privação económica, o memorando defendia ainda medidas que, “embora tão astutas e discretas quanto possível, façam as maiores incursões na negação de dinheiro e suprimentos a Cuba, para diminuir os salários reais e monetários, para provocar a fome, o desespero e a derrubada de governo.”

 

Dado que os Estados Unidos nunca cederam em sua política agressiva contra Cuba, por que a narrativa imperialista é repentinamente excluída do quadro geral de cubanos protestando contra a escassez existente na ilha? A sabotagem econômica dos Estados Unidos a Cuba está bem documentada e, durante 60 anos, o povo cubano sofreu os efeitos da política externa dos Estados Unidos contra a ilha, principalmente no que diz respeito às restrições ao comércio. As repetidas resoluções não vinculativas da ONU para levantar o bloqueio ilegal não produziram qualquer mudança a este respeito. O acordo quase unânime em nível internacional de que o bloqueio dos Estados Unidos está prejudicando Cuba vai contra a política externa imperialista, que a grande mídia pega e abandona, dependendo da narrativa que melhor convém a seus interesses.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, não foi particularmente aberto sobre Cuba até agora, aguardando o momento, ao que parece, até o momento oportuno para construir sobre as bases do governo Trump. Com Cuba ainda na lista de patrocinadores do terrorismo dos Estados Unidos, e nenhum esforço para rescindir qualquer uma das políticas do ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump sobre Cuba, Biden agora está jogando a carta humanitária para fomentar a agitação política.

A declaração da Casa Branca descreve os cubanos “defendendo corajosamente seus direitos fundamentais e universais”. Sem dúvida, mas não em linha com as denominações imperialistas da ilha. Se os Estados Unidos não cederam em suas táticas repressivas contra Cuba, nada sugere que o povo trocaria um Estado de Direito por outro que buscou sua queda, para reconstruir Cuba como o playground dos Estados Unidos, uma reminiscência dos dias anteriores à revolução cubana. .

Portanto, após apoiar as políticas de Trump, sem falar no bloqueio ilegal, Biden afirmou que estaria preparado para oferecer ajuda humanitária a Cuba e “dar quantidades significativas de vacina” se uma organização internacional interviesse. vacinas que rivalizam com a Pfizer e a Moderna em termos de eficácia.

Os pedidos de intervenção estrangeira de dissidentes cubanos em Miami aumentam a hostilidade contra a ilha. A mídia pensaria nas tentativas de assassinato de Fidel Castro patrocinadas pela CIA e nos ataques terroristas contra cubanos, e consideraria os pedidos de intervenção militar à luz de décadas de fracasso em submeter Cuba aos desígnios imperialistas? “Esperamos que em 2021, o presidente Biden consiga consertar o que Kennedy quebrou em 1961”, declarou o exilado cubano Orlando Gutierrez-Boronat.

A suposição de Miami de que uma intervenção militar consertaria Cuba não tem fundamento, além de ilustrar como, décadas após a invasão da Baía dos Porcos, os interesses dos dissidentes anti-revolucionários em Miami estão alinhados com os dos EUA. O passo lógico seria para os EUA acabar com o bloqueio e deixar que o povo cubano, que não traiu a ilha pelos Estados Unidos, traça seu rumo.

* Ramona Wadi é pesquisadora independente, jornalista freelance, revisora ​​de livros e blogueira. Seus escritos cobrem uma gama de temas em relação à Palestina, Chile e América Latina.