Arábia Saudita. Guterres condena ataques e rebeldes anunciam cessar-fogo de três dias

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O secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou os ataques dos rebeldes iemenitas na Arábia Saudita e também a resposta da coligação militar internacional no Iémen e pediu contenção a todas as partes em conflito.

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Russian 5,000-ton battleship sunk, Why Russia failed to intercept an outdated ballistic missile – Defence View

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Ukraine’s navy said Thursday it destroyed a large Russian landing ship in the southern port of Berdyansk, which has been occupied by Russia for weeks. Russia

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Todos a bordo. Comboio que liga a Rússia à UE faz última viagem

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Depois de as ligações aéreas terem sido interrompidas, o expresso Allegro que fazia a viagem de três horas e meia duas vezes por dia era a última conexão.

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SOLDADOS RUSSOS MATAM COMANDANTE

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Soldados russos atropelam e matam o próprio comandante russo sem piedade pelas milhares de mortes que já causaram. Não recomendamos os mais sensíveis a verem as imagens que se seguem.
Soldados russos atropelam e matam comandante russo pelas "múltiplas perdas" da guerra na Ucrânia
DIGITAL-LUSO.COM
Soldados russos atropelam e matam comandante russo pelas “múltiplas perdas” da guerra na Ucrânia
O comandante russo Yuri Medvechek, que liderava a 37ª Brigada

S JORGE RISCO REAL DE ERUPÇÃO

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O que se estará a passar no interior da Terra que provoca a elevada sismicidade na ilha de São Jorge?
Com base nos dados do Civisa [Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores] e IPMA [Instituto Português do Mar e da Atmosfera], assim como dados de detecção remota analisados em conjunto com os meus colegas em Portugal e no estrangeiro, a meu ver esta sismicidade é criada pela fracturação da rocha em profundidade, induzida pela intrusão de magma, na forma de um filão, ao longo do sistema vulcânico fissural que se estende desde o Pico do Carvão para além das Velas, no offshore. Esta intrusão está ainda numa fase inicial e não é claro que venha a chegar à superfície. As probabilidades de essa intrusão chegar à supefície e gerar uma erupção, ou parar pelo caminho, cessando a actividade sísmica, são ainda muito difíceis de estimar. Daí o reforço das medidas de monitorização por parte do Civisa e do IPMA, e também da
comunidade científica. Foi neste sistema vulcânico fissural que se deram as erupções históricas de 1580 e 1808, e a crise sismovulcânica de 1964, que resultou provavelmente numa erupção submarina em águas profundas, ao largo e a noroeste das Velas.
Preocupa-o a actual crise sismovulcânica nos Açores?
Naturalmente que é motivo de preocupação e deve ser encarada com a seriedade devida. Existe um risco real de a crise aumentar e resultar numa erupção vulcânica ou em sismicidade acrescida e, deste modo, deveremos sempre preparar-nos para esta eventualidade, mesmo que não venha a materializar-se — como, aliás, esperamos todos que a situação não evolva para uma erupção ou sismo forte.
É preciso estar consciente, contudo, de que nem sempre este tipo de crises sismovulcânicas evoluem até resultar em erupção — nos Açores, a maioria, felizmente, não resulta — e que a nossa capacidade técnica e cientifica para antever cenários prováveis é ainda muito limitada. Mas, quando resulta em erupção, as consequências são gravosas e por isso é necessário encarar a situação com a seriedade devida, adoptando uma atitude de prevenção para não sermos apanhados desprevenidos.
Quais são os cenários mais fortes de evolução da actual situação?
É ainda muito cedo para conseguir fazer este tipo de análise de modo sólido. Muitas destas crises — felizmente — não resultam em erupções à superfície, na medida em que a intrusão de magma não chega à superfície, parando e arrefecendo lentamente. No caso de resultar numa erupção, no entanto, três cenários são possíveis. Primeiro: erupção no pedestal submarino da ilha, em águas profundas, de risco muito reduzido para as populações, sendo este o cenário de erupção mais benigno, semelhante ao que aconteceu em 1964. Segundo: erupção em águas pouco profundas, possivelmente ao largo das Velas, semelhante à erupção dos Capelinhos, sendo que este é um cenário de risco muito elevado, dada a proximidade à povoação das Velas e o possível fecho simultâneo do porto desta localidade e do aeroporto. Terceiro: erupção em terra, semelhante às erupções históricas de 1580 e 1808, cenário também de risco muito elevado devido a poder vir a afectar as povoações deste troço da ilha e ao fecho do aeroporto. Reforço a ideia de que nesta altura, com os dados disponíveis, não é ainda possível saber se a presente crise irá ou não “escalar” e resultar numa erupção. Deste modo, é preciso seguir a crise de perto e estar constantemente a avaliar estas possibilidades com os dados disponíveis na altura.
Estaremos no inicio de uma erupção como a de La Palma (Canárias em 2021) ou dos Capelinhos (Faial em 1957)?
É certamente possível, pois o risco de erupção é real, mas é ainda muito cedo para se fazer esta avaliação, com os dados disponíveis.
(Teresa Firmino – Publico de 26/03/2022)
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  • Fernanda Serpa

    Eventualmente a lava está a acomodar-se e a solidificar no dique
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S JORGE DERROCADA NA FAJA DOS CUBRES E DE SANTO CRISTO

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Crise sismo-vulcânica em São Jorge.
Sete sismos sentidos durante esta madrugada. Com o mau tempo de ontem uma derrocada destruiu o acesso à Fajã dos Cubres e da Caldeira do Santo Cristo. Há 10 pessoa retidas na Caldeira
Foram sentidos 7 sismos na madrugada, 6 com epicentro em São Jorge e um registado na Baía da Graciosa. Três foram sentidos pela população e a maior magnitude registada foi de 2,5 na escala de Richter.
Uma derrocada obstrui ontem o acesso à Fajã dos Cubres e à Caldeira do Santo Cristo, na Calheta, em São Jorge. Nesta altura há 10 pessoas retidas na Caldeira. Décio Pereira, presidente da autarquia, diz que as pessoas já foram contactadas, não têm urgência em abandonar o local. A Câmara Municipal e a Proteção Civil estão neste momento a analisar a situação no local.
O material rochoso ter-se-á desprendido pela força do mau tempo que se fez sentir no grupo central.
(Jornal das 08h30 da Antena 1 Açores de 27/03/2022)
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  • Susana Coelho

    Mas as pessoas já tinham sido avisadas para abandonarem as fajãs. Era previsível o que aconteceu, infelizmente.

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