baixas de guerra

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A Força Aérea das Forças Armadas da Ucrânia informou ter abatido 17 alvos aéreos “inimigos” nas últimas 24 horas, incluindo oito aviões e três helicópteros.
Oito aviões e três helicópteros russos abatidos em 24 horas
RTP.PT
Oito aviões e três helicópteros russos abatidos em 24 horas
A Força Aérea das Forças Armadas da Ucrânia informou ter abatido 17 alvos aéreos “inimigos” nas últimas 24 horas, incluindo oito aviões e três helicópteros.
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35º colóquio da lusofonia …. CELEBRA 20 ANOS

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PF DIVULGUEM O 35º colóquio da lusofonia QUE CELEBRA 20 ANOS DE COLÓQUIOS de 9 a 12 de abril em Belmonte

todos os detalhes em https://coloquios.lusofonias.net/XXXV/

NOTA DE IMPRENSA 2-2022/Press Release

29/03/2022

Regressam os Colóquios da Lusofonia em 2022 no formato presencial para celebrar o 20º aniversário

 

O 35º colóquio da lusofonia em Belmonte, de 9 a 12 abril 2022 vai reunir mais de uma vintena de oradores com sessões de poesia, história, humor e literatura, além dum roteiro cultural local e da sua história rica de criptojudaísmo.

Neste evento, organizado pela AICL Associação Internacional dos Colóquios da Lusofonia, dois proeminentes historiadores Sérgio Rezendes e José de Mello divulgam a História dos Açores. Este ano os colóquios homenageiam o autor PEDRO PAULO CÂMARA.

Uma mão cheia de escritores açorianos, galegos e portugueses, dentre os quais o aclamado Luís Filipe Sarmento preenchem várias sessões só com poesia.

Luís Filipe Borges, um corisco mal-amanhado, falará disso, do humor e do mais que lhe apetecer.

Pedro Paulo Câmara será o autor homenageado com a presença do decano dos poetas EDUÍNO DE JESUS e de ÁLAMO OLIVEIRA.

Ana Paula Andrade terá várias intervenções musicais divulgando o cancioneiro Açoriano

O historiador e cientista Joaquim Fernandes falará do seu último livro “Apocalipses, os fins do mundo na História de Portugal”

Isabel Rei trará o som da Guitarra galega

Hilarino da Luz leva-nos à sua terra Cabo Verde e à herança judaica.

Luís Gaivão encantar-nos-á com a exposição dele e de Luís Ançã “Angola, Muxima, desenho e texto”

Renato Epifânio apresenta a mais recente edição de “A Nova Águia” e haverá mais quatro apresentações literárias.

Dentre várias apresentações literárias temos Francisco Madruga “Histórias (de)Vidas”, Eduíno de Jesus “Tenuíssima espuma de luz” e as pré-apresentações de “Nova Antologia de Autores Açorianos” de Helena Chrystello, e “Crónica do quotidiano inútil (volumes 1 a 6, 50 anos de vida literária) de Chrys Chrystello

Além de várias atuações musicais locais, teremos visita a museus.

Todos os detalhes em https://coloquios.lusofonias.net/XXXV/tudo%20sobre%20o%20coloquio%2035.htm

Inscreva-se em https://coloquios.lusofonias.net/XXXV/ficha%20belmonte%202022.docx e esteja presente a celebrar o 20º aniversário dos colóquios da lusofonia.

CRISE SÍSMICA INTRIGA

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ó – ã . “É é”,
A crise sísmica na ilha açoriana intriga os cientistas que a estudam e discutem à mesa. Os novos dados sugerem que um afastamento da falha tectónica em que assenta a ilha, mas ainda é tudo “muito complexo”. Há factos: de repente, em menos de dez dias, já ocorreram mais de 14 mil sismos em São Jorge, o dobro dos registados em todo o ano passado nos Açores. E uma certeza: “Em sismologia não é possível saber o que vem a seguir”.
Na vila de Velas, a zona mais afetada pela vaga de sismos que há mais de uma semana atinge a Ilha de São Jorge, há muitas casas fechadas e quase ninguém nas ruas. O medo levou metade da população a deixar o concelho. À noite, o pouco movimento converge para o único restaurante que se mantém aberto: é lá que jantam muitos dos cientistas que vieram monitorizar o fenómeno.
À mesa, trocam-se dados e discutem-se teorias, mas não há consenso nem certezas sobre as causas da atual crise sísmica. E muito menos sobre as consequências que pode ter.
Paulo Alves, especialista em sismologia do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), João Fontiela, sismólogo da Universidade de Évora, e Rui Fernandes, geodesista e coordenador do Colaboratório de Geociências, partilham a mesa. Já assistiram e estudaram erupções em vários pontos do globo, incluindo a do ano passado em La Palma, a mais devastadora do último século na Europa.
Rejeitam comparações.
Desde logo, porque o que aconteceu nas Canárias “era notoriamente vulcânico e fácil de interpretar”. A única dúvida era quando iria começar a erupção e quanto tempo iria durar. Mas São Jorge “é um mistério.”
“O que está a acontecer é muito complexo”, diz o técnico do IPMA. São muitas as contradições que intrigam os investigadores. A começar pelo facto de a crise sísmica estar a atingir precisamente aquela que era, até aqui, uma das ilhas com menor sismicidade do arquipélago. De repente, em menos de dez dias, já ocorreram mais de 14 mil sismos em São Jorge, o dobro dos registados em todo o ano passado nos Açores.
“Ao início pensávamos que estes sismos estavam a ser provocados por uma intrusão magmática, mas pode não ser isso. Todos os sismos que ocorreram até agora são do tipo tectónico. Ou seja, não estão a ser causados por atividade vulcânica, de ascensão do magma, mas sim por a falha (tectónica) estar ativada”, explica Rui Fernandes, professor na Universidade da Beira Interior e especialista no estudo de deformações da crosta terrestre.
As imagens recolhidas por satélite e captadas pelos instrumentos geodésicos que agora estão a ser reforçados em toda a ilha parecem indicar um afastamento progressivo da falha tectónica em que assenta São Jorge, que fica precisamente na fronteira entre duas placas (euro-asiática e africana), diz o investigador.
Resta saber se esse afastamento foi provocado por uma intrusão de magma ou se, pelo contrário, lhe deu ou ainda pode vir a dar origem. “É como o ovo e a galinha. Não sabemos o que surgiu primeiro”, diz.
De acordo com o registo dos instrumentos geodésicos que funcionam por GNSS (Global Navigation Satélite Systems), a vaga de sismos provocou uma deformação no solo com cerca de oito centímetros, que já é substancial. Mas essa é outra parte do enigma. “Os sismos estão a ocorrer a grande profundidade, entre 10 e 12 quilómetros, e isso não é muito compatível com uma deformação tão significativa à superfície. É muito estranho”, diz o sismólogo João Fontiela, que nos últimos dias instalou mais de 15 estações sísmicas na ilha.
O QUE VEM A SEGUIR?
Tendo em conta o facto de não haver, até agora, registo de atividade vulcânica na origem dos sismos, Fontiela arrisca uma previsão: “A curto prazo, isto é nas próximas semanas, não acredito que haja uma erupção. Mas relativamente a um grande sismo, não sabemos. A Natureza não é um processo linear”.
Rui Fernandes não descarta, para já, nenhum cenário. “Pode haver uma erupção submarina semelhante à de 1964, ou uma subaérea na zona de Velas. Mas tenho mais medo que haja um grande sismo do que uma erupção”.
O facto de nos últimos dois dias haver um abrandamento do número de sismos não é, necessariamente, um bom sinal. “Pode significar que a falha (tectónica) bloqueou e já não está a conseguir libertar energia. E se ela se acumular, em algum momento pode haver um sismo maior”.
A situação ainda é demasiado incerta e Paulo Alves, do IPMA, não arrisca nenhuma previsão. “Já vi de tudo. Em sismologia não é possível saber o que vem a seguir”, frisa.
A única certeza é mesmo essa. E a história comprova-o. “Na Califórnia, tentou-se fazer um sistema de previsão de sismos, que media uma probabilidade de ocorrência, mas a taxa de erro foi tão grande que isso foi posto de parte. Os sismos são fenómenos súbitos quase impossíveis de prever”, sublinha o sismólogo do IPMA.
(Texto: Joana Pereira Bastos – Foto (texto): Rúben Tiago Pereira – Expresso de 28/03/2022)
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