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JAPÃO O ESCRAVO SAMURAI
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MUSEU LUSO EM COCHIM INDIA
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Este extraordinário museu está instalado nos jardins do Palácio do Bispo, velho edifício português do século XVII. Visitei-o a primeira vez em 1989 ainda o bispo D. José Kuretaia (sucessor do último bispo português, D. José Alvernaz) o habitava. O velho e precioso arquivo diocesano estava caótico e foi todo desinfestado, classificado e climatizado pela Fundação GULBENKIAN, pela acção persistente do Dr. Jose Blanc. Quando voltei em 1992, um magnífico catálogo permitia consultar rapidamente a documentação! Este Museu, que já visitei duas vezes e que está em permanente enriquecimento, faz “bem ‘a alma” e ‘a nossa auto-estima de Portugueses.
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CRIATIVIDADE
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AUTÁRQUICAS
PICO
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Photomaton. Uma mulher à frente do Instituto de Defesa Nacional
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As mulheres ainda têm uma presença minoritária nas Forças Armadas: são 13% em Portugal e 12% nos países da NATO. A questão do género na área militar tem sido objeto de estudo de Helena Carreiras, a primeira mulher, civil, a dirigir o Instituto de Defesa Nacional. Ela está no Photomaton deste domingo. Um trabalho de Cândida Pinto, Rodrigo Lobo e Miguel Teixeira.
Source: Photomaton. Uma mulher à frente do Instituto de Defesa Nacional
A FARSA DA INCLUSÃO COM PRONOMES NEUTROS
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excertto do prefácio de Vamberto freitas aum próximo ChrónicAçores
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A escrita de Chrys Chrystello, neste livro, é mais uma sequência de memórias do que “crónicas”. O segredo está nos detalhes que incluem História, acontecimentos, nomes, datas, tudo num tom de linguagem muito pessoal que nos agarra de página em página, que nos apresenta a mundos conhecidos e desconhecidos, que contextualiza uma vida singular no meio das mais diferentes – por vezes, divergentes – culturas, línguas e modo de estar e ser que nos parecem estranhos, quando depressa nos damos conta da tragicomédia que a vida em toda a parte. Este estilo literário não é nada comum entre nós, preferimos o mexerico e maldizer do café ou das tertúlias exclusivistas que sempre proliferaram entre nós. Direi do autor o que uma vez um grande amigo residente no Canadá me disse: és um crítico americano que escreve em língua portuguesa.
Com Chrys Chrystello tenha, esta afinidade, sem nunca ser declarada: um passado anglo-saxónico que nos transformou para sempre a nossa identidade e visão do mundo, e isto sem nunca abjurar as nossas origens multisseculares e que nada ficam a dever aos nossos outros mundos íntimos e significantes do nosso ser como cidadãos do mundo. Só os provincianos estranham estas experiência entre os mais diversos povos e presença, ora conhecida, ora desconhecida, no mundo.
mais encómios para Violante de Cysneiros
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Terry Portugal Costa shared a post.

OTELO PELO FILHO
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Nana HelenaTem muita sorte, de ser filho de um Herói. Abençoado seja. Os meus sentidos sentimentos. Obrigado. Tudo de bom. Vai em paz Otelo. Ate sempre.
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Esqueça o TGV: este comboio consegue ir de Lisboa ao Porto em pouco mais de meia hora – NiT
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Atualmente, só há duas formas de ir de Lisboa ao Porto em menos de duas horas: de avião ou num carro que transporte o primeiro-ministro ou o ministro do ambiente. Mas este é um cenário que poderá mudar nos próximos anos, já que o governo anunciou já a sua intenção de avançar com o TGV, … Continued
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AÇORES TAL COMO PORTUGAL DESCURA SEU PATRIMÓNIO
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a torre do inferno
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dois poemas de abril
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573. fados e sambas, 5 abr 2013
ser ilhéu é um fado triste
entoado como um samba alegre
cantigas ao desafio
cantorias desgarradas
os corpos e as palavras
pintam realidades inesperadas
todos ficam todos partem
em dia de são vapor
tão longe sempre perto
em calafonas e canadás
ser ilhéu é um fado triste
entoado como um samba alegre
manta remendada de nove cores
tapete voador da saudade
sementes da memória
nas paredes do tempo
rasgando o silêncio
mundos mágicos sem chave
e eu ilhéu de abril
filho de muitas ilhas
choro este fado
574. soletras autonomia, 14 abr 2013
ilhas de névoas e gaze
de novelões e conteiras
do verde e do azul
ó gente de basalto
quem canta a tua gesta?
terras de maroiços
cais de rola-pipas
mar imenso abraseado
lacerado por vulcões
ilhas de bardos e músicos
republicanos presidentes
poetas, pintores e artistas
anteros, nemésios e natálias
quem te liberta das grilhetas
do passado feudal
da escravatura da fé
do atavismo ancestral?
soletras autonomia
gaguejas liberdade
titubeias emancipação
com laivos de insubmissão
como a irmã galiza
cicias um 25 de abril
que tarda em chegar






