aqui se reune o 35º colóquio da lusofonia de 8-12 abril…. Restaurante Belmonte Sinai Hotel

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veja o filme do hotel feito pelos colóquios da lusofonia

 

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Source: Restaurante Belmonte Sinai Hotel em Belmonte – Preços, menu, morada, reserva e avaliações do restaurante

 

DETALHES DO COLÓQUIO EM https://coloquios.lusofonias.net/XXXV/

o mundo mudou luis filipe sarmento

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O mundo mudou. É o que repetem as vozes do dono em todos os programas televisivos. Repetem. Replicam-se. Basta ouvirem alguém manifestar uma expressão com algum impacto, logo vêm os comentadores amestrados, em manifestação assertórica, reiterá-la vezes sem conta como se tivessem na posse da última verdade, revelada ali, em primeira mão, nos estúdios do canal onde são assalariados ou avençados, ao serviço de espectros que os manipulam com o rigor mefistofélico a partir das suas fortalezas contra todo o tipo de mudanças.
Não sei se estarei enganado, mas creio que o mundo, desde a sua formação há 4,6 bilhões de anos, não tem feito outra coisa senão mudar. Ora os videirinhos da comunicação associal ou, se preferirem, anti-social, na plenitude da sua inteligência formatada e pervertida nos laboratórios neoliberais, só agora é que verificaram que o mundo muda. E ficaram deslumbrados com a sua descoberta. E papagueiam-na com a autoridade dada aos papagaios que, sem saberem o que dizem, repetem-na até à exaustão.
Desde que tenho consciência da minha entidade vejo o mundo mudar todos os dias. Muda a todos os minutos. Muda, desde logo, com o nascimento e morte de pessoas. O mundo mudou quando arrefeceu, quando a vida surgiu à sua superfície há cerca de um bilhão de anos, com a alteração da biosfera e todos os outros fenómenos que foram dando novas configurações ao planeta. Muda, mudando, fruto do acaso cósmico ou da intervenção humana desde os seus primórdios.
O mundo mudou quando os humanos observaram o ecrã nocturno dos céus, quando inventaram o ecrã do cinema, quando o pequeno ecrã entrou no quotidiano das pessoas; o mundo muda cada vez que um novo ecrã é criado. O mundo muda com a queda de meteoritos e de bombas. O mundo muda com a inteligência e com a estupidez dos humanos. Não há nada que seja estático, permanente, estável, ou seja, o mundo muda.
E mudará, com a segurança da inevitabilidade universal, quando a prática criminosa do neoliberalismo desaparecer e com ele os papagaios das armas de comunicação, que disparam contra a nossa inteligência, deslumbrados com a descoberta de que o mundo muda. E o mundo mudará, mais uma vez, libertando-se desta escória ignorante, altiva e arrogante, deste subproduto da humanidade, que nos infecta a existência. Porque o mundo muda. Simplesmente.
Foto de José Poiares photography
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You, Manuel Borges and 18 others
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  • Cristina Rito

    “Não sei se estarei enganado, mas creio que o mundo, desde a sua formação há 4,6 bilhões de anos, não tem feito outra coisa senão mudar.” Está completa e absolutamente certo! 😉
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  • Maria Teresa Carrapato

    Claro. É querer protagonismo, chamar a atenção sobre si próprio, como se fosse o inventor ou descobridor de algo de extraordinário.
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  • Dinis Piteira

    Abraço
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a brutalidade da guerra

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COMPÊNDIO DA BRUTALIDADE (dia #37)
Hoje, são histórias várias em várias cidades ucranianas destroçadas pelas tropas de Putin, com atrocidades sobre civis, a luta pela sobrevivência a fadiga e desalentos dos refugiados. São histórias contadas por jornalistas da RTP1, no Telejornal de 2 de Abril de 2022. Não são sequer – repito – as histórias mais brutais, que as há aos magotes. Mas há uma história de evidentes crimes de guerras: os 20 civis encontrados mortos, com as mãos atadas, espalhados na rua, em Bucha.
Estas histórias interpelam e desafiam todos os dias. É preciso perguntar muitas vezes por elas aos políticos e aos diplomatas que se esquivam. O que pensam disto? O que vão fazer para pôr termo à isto?
O QUE FAZ A CHINA A ESTE RESPEITO? O QUE PENSA? O QUE DIZ?
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a onu é uma vergonha

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Este mapa, saído no PÚBLICO em 2 de Abril, podia ter outra distribuição das forças. A questão é outra.
É interrogarmos como é isto possível na Europa no século XXI: um país ser invadido por um vizinho, que o agride e a que quer conquistar território, matando e destruindo o que apanha a jeito. Para que servem as Nações Unidas e dezenas de instrumentos de Direito Internacional?
Esta tragédia é uma vergonha para o mundo inteiro.
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  • Fátima Brito Monteiro

    A Rússia não entrou no século XXI. É uma nação fora da história, assim como várias outras por este planeta fora. Avanço científico e tecnológico não corresponde necessariamente a avanço civilizacional. E é por isso que a Rússia é tão perigosa. Tem nas …

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Continua a ser difícil retirar civis de Mariupol.

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Continua a ser difícil retirar civis de Mariupol. Mais uma vez, falharam os corredores humanitários. A Rússia culpou a Cruz Vermelha por ações que diz terem sido desconstrutivas, mas o Comité Internacional anuncia que ainda está a tentar concretizar a operação de retirada de pessoas. A Cruz Vermelha sublinha, no entanto, que a situação no terreno é volátil e sujeita a rápidas mudanças.
Rússia acusa Cruz Vermelha por falha na evacuação de Mariupol
RTP.PT
Rússia acusa Cruz Vermelha por falha na evacuação de Mariupol
Continua a ser difícil retirar civis de Mariupol. Mais

barbárie versus civilização

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barbárie versus civilização
Os testemunhos orais e visuais das atrocidades cometidas pelas forças russas durante a ocupação e a retirada de Bucha e Irpin, nos arredores de Kiev, são reveladores de uma barbaridade dilacerante. Com o acumular constante de crimes de crimes de guerra não me parece normal que a Rússia continue a pertencer ao Conselho de Direitos Humanos da ONU e que ainda haja países na União Europeia a hesitar em aplicar sanções mais severas a Moscovo.
(Imagem de uma fila para comida em Bucha depois da libertação, via Hanna Liubakova)
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  • Cristina Aragão Teixeira

    Claro que não. Nem estar no conselho de segurança. Mas como fazer para sair? À medida que os crimes e as atrocidades se conhecem, torna-se mais inadmissível dar palco a gente que as defende. Acabo de ler um general português a dizer que a Rússia não qu…

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mais sismos

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Esta madrugada houve 3 sismos registados em São Jorge e um no, no mar, a Oeste do Faial. Foram todos de baixa magnitude e nenhum foi sentido pelas populações.
A Proteção Civil e o Civisa vão analisar hoje as novas imagens de satélite da ilha de São Jorge para determinar se houve alterações na superfície terrestre devido à crise sismo-vulcânica. As imagens só ficaram disponíveis durante a madrugada mas já ontem Rui Marques, do Civisa, o presidente do centro de investigação e vigilância sismo-vulcânica dos Açores, não antevia grandes novidades nestas imagens em comparação com outros dados.
(Jornal das 08h30 da Antena 1 Açores de 03/04/2022)
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  • Hans van Dam

    Não senti nada no Faial em Almoxarife, espero que não piore.
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Mariupol um campo de concentração»

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Deportações e violações são relatadas. Não há comida, gás, eletricidade ou internet desde de 6 de março.
Será Mariupol um campo de concentração?
DN.PT | BY DIÁRIO DE NOTÍCIAS
Será Mariupol um campo de concentração?
Deportações e violações são relatadas. Não há comida, gás, eletricida