GUERRA E DESTRUIÇÃO

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【A CAUSA DAS COISAS】
Estas fotos foram feitas no maior terminal de alimentos ucraniano localizado em Browary. É um centro logístico moderno com frigoríficos que podem manter uma temperatura definida de – 24 C a +12 C e pode manter produtos congelados (carne, peixe, camarões, moluscos, etc), vegetais e frutas. Este bloco de frigoríficos foi cheio a 100% (é mais de 50 000 toneladas de produtos), o bloco ao lado – apenas por 15%.
“O ataque de mísseis a mando dos Putinheiros Kremilinianos, foi exatamente em um bloco que estava 100% preenchido! Não se trata de um objeto estratégico (podemos sobreviver sem caviar, sem lagostas, e sem mexilhões), nem de um objeto de infraestrutura militar – o centro utilizado para abastecer os supermercados de Kiev, sem qualquer equívoco, não são bases militares. A única razão para o ataque dos mísseis é provocar uma catástrofe ecológica provocando o envenenamento do solo e da água com 50 000 toneladas de produtos esmagados por um ataque de mísseis e fogo. Não é uma guerra é ecoterrorismo!
Dois dias após o primeiro ataque com mísseis, as forças armadas russas atacaram novamente por mísseis cassetes não guiados do BM-30 Smerch apenas para matar os bombeiros e os soldados de resgate e impedir o trabalho deles”, relata o fotojornalista Alex Zakletsky
Fotos – por Alex Zakletsky
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SE HÁ GENTE A MAIS NAS URGENCIAS É POR OS OUTROS LOCAIS NÃO ESTAREM ACESSIVEIS

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URGÊNCIAS CHEIAS: MAS PARA ONDE QUEREM QUE AS PESSOAS VÃO?!?!?
Ouvimos discursos paternalistas de responsáveis da saúde sobre o afluxo de pessoas às urgências. Falta literacia, deviam ir aos centros de saúde, são muitas vezes falsas urgências, dizem.
Mas se não há médicos de família, se não há consultas atempadas nem horários alargados, se demoram as consultas de especialidade deixando os doentes crónicos abandonados e com mais crises agudas, onde raio querem que as pesoas vão?
Pois contratem mais profissionais, alarguem os horários, recuperem os atrasos de consultas e logo verão que o problema das urgências desaparece.
As pessoas vão ao único sítio onde podem ir!
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“(…) se não há médicos de família, se não há consultas atempadas nem horários alargados, se demoram as consultas de especialidade deixando os doentes crónicos abandonados e com mais crises agudas, onde raio querem que as pessoas vão? (…)”

 

 

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“(…) se não há médicos de família, se não há consultas atempadas nem horários alargados, se demoram as consultas de especialidade deixando os doentes crónicos abandonados e com mais crises agudas, onde raio querem que as pessoas vão? (…)”

 

 

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OSVALDO CABRAL APOIAR SÃO JORGE

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Apoiar S. Jorge
A crise sísmica na ilha de S. Jorge já vai longa e
ninguém sabe como e quando irá terminar.
Até lá, os jorgenses já podem contabilizar uma
série de custos e contratempos, que se tornarão
insuportáveis para muita gente.
O Governo Regional tem estado muito bem na
prontidão e eficácia quanto às medidas preventivas face a uma eventual catástrofe, mas também
já é tempo de dar um sinal ou uma resposta cabal
àqueles que mais estão a ser prejudicados nas suas
vidas – famílias e empresas -, no sentido de, pelo
menos, minorar os prejuízos.
Em termos de turismo este será, certamente, um
Verão perdido, o que se vai reflectir em quase todos
os sectores de actividade, assim como nas outras
indústrias da ilha, a braços com a falta de mão de
obra devido à saída de alguns trabalhadores e a uma
menor capacidade de produção.
Para estes há que criar linhas de apoio específicas. Sabemos que algumas secretarias regionais já têm preparado o desenho de apoios específicos, faltando agora a decisão final do Conselho do Governo.
Há que encontrar, também, um modelo de
apoio a famílias que, temporariamente, perderam
o trabalho, não se encontram nas suas habitações
e algumas não tiveram outra solução senão sair da
ilha.
Aliás, logo que foram aconselhadas a abandonar as suas casas devia-se ter criado, de imediato, um
gabinete de acompanhamento, que fizesse o levantamento sobre a situação de cada uma das famílias, o seu destino e o grau de necessidade.
Talvez ainda se esteja a tempo, em colaboração com as autarquias da ilha, de elaborar um retrato fiel de cada uma das localidades mais atingidas pela crise e estudar uma forma de ajudar as famílias e as empresas.
A solidariedade açoriana nunca faltou a nenhuma ilha em situações semelhantes.
Não poderá faltar agora.
Novo governo
António Costa tomou posse como Primeiro-Ministro do seu novo governo de maioria absoluta.
Dele espera-se um relacionamento diferente com
as Regiões Autónomas, porque o mandato anterior
foi uma desilusão em relação aos Açores.
O facto de integrar na equipa de secretários de
Estado um destacado dirigente do PS madeirense,
ignorando qualquer socialista açoriano, pode ser
um sinal de que o futuro relacionamento com a
nossa região é para continuar com promessas não
cumpridas.
São muitas, que até vêm do tempo do governo
de Vasco Cordeiro, e que talvez tenham contribuído
para a queda eleitoral dos socialistas nos Açores.
O tempo o dirá.
Estaremos em alerta.
Editorial Diário dos Açores 03-04-2022
Osvaldo Cabral
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o novo tukatula na ribeira grande em s miguel açores

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, ó- áá
á ”
Como estão a decorrer as obras de remodelação do Tukátulá? Será um Tukátulá completamente novo ou vão manter alguma coisa?
Começando pela segunda parte da vossa pergunta, o novo Tukátulá está a sofrer uma grande intervenção, modernização e melhoria de capacidade técnica. O grande objetivo destas obras é a ampliação da cozinha e a criação de umas instalações sanitárias para os nossos clientes. Para além destes dois pontos, estamos a modernizar e a atualizar toda a estrutura existente, criando melhores condições de trabalho a todos os colaboradores e sequencialmente a todos os que nos visitam.
A estrutura base está a ser mantida, mas toda remodelada, devido à sua degradação que já começava a ser preocupante.
As nossas obras, como quaisquer outras, estão a decorrer num bom ritmo, embora o arranque das mesmas sofreram alguns atrasos, devido à obtenção de licenciamentos, às condições atmosféricas e a algumas burocracias, normais nesta área da construção civil.
Quando pensam reabrir e com que conceito? Muitas alterações no restaurante?
A reabertura está atrasada, devido ao problema de fornecimento de materiais, conforme todos sabem, mas contamos abrir em inícios do mês de Junho, apanhando o inicio da época balnear que se aproxima.
O novo conceito do Tukátulá, será surpresa.
A nossa cozinha será inovadora e criativa, mas sempre utilizando os produtos regionais que são de muita qualidade.
O futuro será diferente, visto as condições serem agora melhores.
Temos sempre duas vertentes de funcionamento. Queremos ter um espaço agradável, com uma óptima paisagem, boa comida, mas também temos o serviço de apoio de praia e há que pensar nessa segunda vertente do nosso espaço.
Sendo um espaço ícone na ilha, que reacções é que tem tido do turismo internacional?
O turismo tem aumentado nestes últimos anos na nossa região. O feedback de quem nos visita tem sido muito positivo. Adoram provar o que é da nossa terra. O cenário paisagístico aonde estamos localizados, é só por si um grande ponto a nosso favor, para além da comida que confeccionamos ser, na opinião dos nossos clientes, de qualidade. O areal de Santa Bárbara, já é um ponto de visita obrigatória no circuito turístico de São Miguel nos últimos anos. Não esquecendo que a Ribeira Grande é a capital do surf dos Açores e que é nesta praia que se realizam os vários campeonatos deste desporto, o que ajuda muito na divulgação desta praia e do nosso estabelecimento.
Um dos problemas no sector é o de recursos humanos. Como é que vê este problema?
Depois das obras esta vai ser a minha maior preocupação da época alta que se aproxima.
O Tukátulá tem uma gestão muito particular neste ponto. Somos um bar de praia e a sazonalidade é muito maior do que um outro qualquer restaurante tradicional. Temos a nossa equipa fixa que é suficiente na época baixa, mas depois temos que arranjar o dobro de colaboradores para a época alta. Aliando este problema à falta de mão de obra, o problema agudiza-se ainda mais. Como disse, o turismo nos últimos anos tem vindo a crescer nos Açores, logo nesta área económica recente a falta de mão de obra competente tem vindo a ser uma preocupação.
Não é uma vertente de trabalho fácil, devido a alguns conhecimentos básicos, como por exemplo falar o inglês, etc. A nossa população ainda não está vocacionada para trabalhar no turismo, visto que os horários não são os convencionais.
Queria eu ter uma equipa para o verão que trabalhasse apenas oito horas por dia, mas dada a falta de mão de obra nunca será possível isso acontecer.
Este problema não é só a nível regional, mas sim nacional.
Estou a pensar recorrer este verão a mão de obra importada.
Vamos ver como se resolve este problema. Parte deste problema sei eu qual é, mas isto são histórias para outras praças.
Como encara a retoma depois da pandemia e agora com uma crise provocada por conflito militar?
O Verão passado foi já de recuperação. Os Açores são geograficamente muito bem localizados, a indústria do turismo vê os Açores como um destino seguro, por estar no meio do oceano Atlântico, longe dos grandes destinos, isso só nos ajuda.
Depois da pandemia e desta absurda guerra que assola a Europa, este cantinho paradisíaco no meio do mar, irá beneficiar desta situação que vivemos, penso eu.
Agora é preciso gerir muito bem. Os Açores são lindos, paisagens de cortar a respiração, mergulhos de tirar o folego, passeios de barco lindíssimos e depois os serviços não acompanham o resto…
Este destino não pode ser um destino de massas, temos que ser um destino de qualidade para quem nos visita, ter umas férias de natureza e inesquecíveis.
Com a reabertura do Tukátulá a Ribeira Grande fica mais enriquecida. Acredita no futuro do turismo neste concelho?
Sem ser presunçoso, acho que o Tukátulá marcou a vida social, turística e gastronómica da minha querida cidade. O que ouço com mais frequência neste período de obras é que fazemos falta. Recebemos mensagens do estrangeiro a perguntar quando reabrimos. Mas essa falta será compensada por melhores condições no futuro recente.
O concelho da Ribeira Grande em geral e a cidade em particular, tem um dos maiores potenciais turísticos dos Açores. Sei que a Câmara Municipal tem intenções de criar mais condições para que a cidade ainda tenha mais potencial. Na minha opinião, esta é a altura ideal para o denominado Passeio Atlântico arrancar e de uma vez por todas virar a cidade para o mar, como diz o nosso Presidente da Câmara.
Acho que chegou a altura do GRA olhar para a Ribeira Grande como um enorme potencial económico dos Açores.
A Ribeira Grande tem tudo para ser o concelho de futuro para o turismo da Região.
jornal@diariodosacores.pt
(Diário dos Açores de 03/04/2022)
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Relatório: Ucrânia esteve sob amplo ciberataque chinês 24 horas antes da invasão russa

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Um relatório dos serviços secretos britânicos sustenta que nos dias anteriores à invasão russa vários sítios governamentais e militares ucranianos foram massivamente hackeados pela China, culminando os ciberataques 24 horas antes de começar a invasão.

Source: Relatório: Ucrânia esteve sob amplo ciberataque chinês 24 horas antes da invasão russa