Colapso da Corrente do Golfo teria consequências devastadoras

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Estudo publicado na revista ‘Nature Climate Change’ avisa que a força destas correntes oceânicas, que estão mais lentas do que algumas vez estiveram nos últimos 1600 anos, podem parar definitivamente.
Colapso da Corrente do Golfo teria consequências devastadoras para o mundo
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Colapso da Corrente do Golfo teria consequências devastadoras para o mundo
Estudo publicado na revista Natur

magistral DYLAN THOMAS

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“Estamos nus? Temos os nossos ossos e os nossos órgãos, a nossa pele e a nossa carne. Há uma fita de sangue a prender o teu cabelo. Não tenhas medo. Tens um tecido de veias à volta das coxas. O mundo passou numa carga sobre eles, o vento caiu em nada, soprando os frutos da batalha sob a lua. Peter ouviu as canções dos pássaros, mas não eram como as que ouvira aos pássaros, no parapeito do quarto, lançar das gargantas. Os pássaros estavam cegos.”
– Dylan Thomas, em “Uma visão do mar e outros contos”. Tradução de Nuno Vidal. 2ª ed., Vega Editora, Lisboa, p. 58.
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UMA DAS MINHA S FONTES JUVENIS DE INSPIRAÇÃO PO
ETICA…JÁ TINHA SAUDADES…
Joao Azevedo and 14 others
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FLORES NA INDONÉSIA

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High in the jungle mountains of Flores Island in Indonesia at an altitude of 4,200 ft. is one of the last remaining ancient and isolated villages in the world. Called Wae Rebo, the village has been occupied by the Manggaraian people for almost 2,000 years. There are eight traditional conical thatched homes called Mbaru Tembong that are occupied by one or more families. Subsisting on agriculture products like taro, coffee, vegetables and jungle meat, their lifestyle has changed little in two millennia. Visiting Wae Rebo is permitted, but extremely difficult to find and get to in the mountains. Guides are needed for the two day/one night trip…
(Quoting from Casey Klein)
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açores Património e desleixo

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Fortificação em Velas, São Jorge (parte 3):
As segundas portas mais bonitas dos Açores (1799), das possíveis seis sobreviventes, mais parecem parte integrante de um estaleiro naval do que a entrada nobre desta bonita vila.
Em barroco como as de Ponta Delgada e entre fortalezas, o facto de estarem remetidas para a área menos – ou nada valorizada de Velas – demonstra bem o interesse do executivo governamental anterior no que diz respeito à defesa e promoção da Identidade e Património Açoriano. Uma lástima!
Mas o culpado mais direto por toda esta amálgama litoral assina a sua obra, em uma das imagens. Há outros casos nos Açores, a começar pela nossa cidade. Em Velas, claro que a porta antiga, escondida (que ainda conheci), desapareceu sem dó nem piedade nesta “reorganização” portuária.
As portas eram fundamentais para a defesa e Saúde pública dos povoados porque, entre fortalezas e tendo sempre uma em posição de repelir piratas e corsários, tinham agentes de saúde pública que fiscalizavam a entrada de eventuais pestes e epidemias. Eram também importantes para o erário público e pagamento de impostos ao Rei.
Ponta Delgada tinha várias, assim como as nossas vilas e praias porque o principal acesso era feito por mar. Hoje, e numa vila (e ilha) tão pitoresca, foi este o exemplo que o anterior governo regional dos Açores nos deixou.
Lamentável!
José De Mello and 6 others
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Mediterrâneo terá ondas de calor, secas e incêndios ainda piores

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Os especialistas admitem que, no final do século, só será possível viver nalgumas destas zonas em espaços climatizados 24 horas por dia.
Relatório da ONU. Mediterrâneo terá ondas de calor, secas e incêndios ainda piores
RTP.PT
Relatório da ONU. Mediterrâneo terá ondas de calor, secas e incêndios ainda piores

esgotos na praia

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É inadmissível uma situação destas. Um esgoto diretamente para a praia de São Roque que é uma praia frequentada por tantas familias. Por pouco as pessoas não levam com esta mesma “água”.
Como é possivel isso ainda nao estar resolvido?
É vergonhoso e muito pouco higiénico para as pessoas que frequentam a praia!!!
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Tomás Quental, Vitoria Raposo and 49 others
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maldição pior que a dos Távoras ou Tutankhamon..

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maldição pior que a dos Távoras ou Tutankhamon..

 

o anterior presidente do governo confiou, confiou, e como não leu as ChrónicAçores e as suas previsões, azar, os eleitores entenderam que ele deveria ter lido as ChrónicAçores

 

vai sair um novo volume em livro, em breve, evite a maldição

Coronavirus Asia: Singapore in travel lane talks as it nears ‘COVID resilient’ future

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The regional vaccine leader is preparing to establish quarantine-free corridors for fully inoculated passengers as it approaches coverage of 80 per cent of its population.

Source: Coronavirus Asia: Singapore in travel lane talks as it nears ‘COVID resilient’ future

A CADA 4 ANOS ZONA FRANCA

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Açoriano Oriental, 8.8.2021
ZONA FRANCA
Tácticas
A apetência por cargos políticos consegue operar verdadeiros milagres. Cada vez que nos aproximamos de um acto eleitoral, com especial relevância para as Regionais e para as Autárquicas, somos surpreendidos por incríveis fenómenos.
Começando pelos Partidos, a cada quatro anos parece que surge algo inesperado: umas eleições. Tal como os alunos que se lembram de estudar apenas na véspera do exame, os Partidos descobrem a necessidade de encontrar candidatos só quando faltam cerca de três meses para o dia da ida às urnas.
O livro “A arte da guerra”, de Sun Tzu, descreve um general cujas qualidades são o segredo, a dissimulação e a surpresa. As tácticas para combater os inimigos mais perigosos, os do próprio Partido, obrigam à dissimulação para manter uniões de fachada, enquanto se espetam punhais nas costas. O segredo encobre as promessas de cargos e posições no xadrez político, colando cacos. A surpresa acontece a cada coelho que sai da cartola em jogadas de ataque ou defesa, sempre com o intuito de manter as lideranças. É importante vencer, desde que o vencedor não tenha ambição e condições para ameaçar a liderança partidária.
Nos jornais locais vão surgindo novos cronistas com uma legítima vontade de partilhar ideias e ter uma participação cívica. Na maioria das vezes, são actividades efémeras que duram somente no período pré-eleitoral ou enquanto têm assento na Assembleia Regional. Provavelmente, as ideias esgotam-se ou passam do prazo de validade.
Há pessoas com quem já nos cruzámos centenas de vezes sem que tenha havido um aceno de cabeça, subitamente descobriram que existimos e passam a cumprimentar-nos de forma efusiva. Essas mesmas pessoas, que nem sabíamos serem utilizadores do Facebook, enviam-nos pedidos de amizade e repetidos convites para que gostemos das suas páginas de candidatura. São comoventes acessos de afecto.
Surgem notícias, com demasiada frequência, acerca de Associações e Instituições em risco de encerrarem as suas actividades por falta de quem as lidere. São inúmeras as dificuldades em cativar voluntários para trabalharem em prol das comunidades em que vivem. Várias são as que se encontram encerradas. Invariavelmente, as desculpas para essa falta de disponibilidade para a causa pública passam pela falta de tempo.
A quantidade de gente que exerce cargos públicos sem nunca ter prestado qualquer serviço em prol da comunidade é uma afronta. De deputados a Presidentes de Câmara, são inúmeros os exemplos de quem nunca exerceu qualquer actividade de voluntariado. Alguns até gozam reformas com vencimentos vitalícios pelos cargos ocupados, mas não encontram tempo para apoiarem as instituições locais.
Os culpados de todas estas situações não são os políticos e os candidatos a políticos, mas sim quem se demite da sua função de votar e de exigir o cumprimento das obrigações de quem é eleito. A pouco mais de um mês de novas eleições, estamos muito a tempo de nos inteirarmos do perfil e das propostas de quem se apresenta a votos.
Temos de votar para conseguirmos a vitória do nosso progresso, mas como escreveu Sun Tzu: “Não é preciso ter olhos abertos para ver o sol, nem é preciso ter ouvidos afiados para ouvir o trovão. Para ser vitorioso você precisa ver o que não está visível.”
luisvasco@susiarte.com
*ZONA FRANCA discorda ortograficamente
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