SE A CORRENTE DO GOLFO SE FOR ESTAMOS TRAMADOS

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A CAUSA DAS COISAS
A corrente do Golfo aproxima-se do limite crítico (https://www.rtp.pt/…/principal-corrente-do-oceano…), mas o que é que isso implicará realmente para o nosso clima aqui em Portugal?
Ao contrário do que aconteceria em lugares mais ao norte da Europa, em Portugal o clima até ficaria mais agradável e com menor variação térmica anual. Se virmos os gráficos da evolução das temperaturas no verão e inverno, vemos que no verão a tendência tem sido de queda das temperaturas desde os anos 2000 e os invernos ficaram, de repente, mais quentes, depois de vários invernos frios nos anos 2000 e no começo da década de 2010, atingindo valores médios recorde desde os finais da década de 1990.
Quanto à precipitação, é mais complicado perceber realmente o padrão do futuro pois depende de muitos fatores, mas o passado recente dá pistas. A realidade é que, depois de várias décadas com reduções constantes de precipitação no Norte do país, a última década recuperou bastante precipitação – de facto foi até uma década bem chuvosa na região, sendo que só os anos hidrológicos de 2010-2011, 2011-2012, 2014-2015 e 2018-2019 foram secos ou muito secos. Este aumento da precipitação deveu-se essencialmente a uma maior zona ciclónica na Islândia, empurrando a corrente de jato para as latitudes de entre 40º e 45ºN (as latitudes normais costumam ser as superiores a 45ºN), criando os chamados “rios atmosféricos” – que se tornaram comuns na última década.
Acho que, com a interrupção da corrente do Golfo, os invernos poderiam ser não só mais quentes como também teriam mais precipitação mesmo no Sul. É certo que a última década foi a mais seca desde há muito tempo no Algarve, com o ano de 2019 sendo o mais seco em várias estações do Algarve, mas isso não significa que assim seja para sempre… se o Norte teve um aumento brutal da precipitação na última década, por que raio não haveria de acontecer o mesmo no Algarve em décadas vindouras?
Infelizmente, enquanto que em Portugal o clima até poderia ficar mais agradável, noutras regiões da Europa infelizmente nem por isso. O Norte da Europa literalmente congelaria, o Leste europeu, devido ao caráter continental do clima e à proximidade do Mediterrâneo, teria um clima incrivelmente agreste e mais semelhante ao da Ásia Central e os Açores levariam com tempestades de inverno mais potentes, bem como tempestades tropicais e furacões (estas duas últimas coisas também acredito que possam chegar a Portugal no futuro com maior frequência).
Quanto à Madeira, a realidade é que as ilhas estão tão a sul que a influência da Corrente do Golfo por lá é quase nula – tanto que as temperaturas por lá continuarão a crescer como em 90% do mundo, devido ao aquecimento global. Aliás, na Madeira, 2020 foi o ano mais quente de sempre, com recordes de temperatura em todas as estações…
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PANDEMIA OU FRAUDE

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Miguel Arcan III shared a link.

Montei uma compilação com mais de 600 vídeos dos melhores médicos do mundo (todos legendados ou dublados), artigos científicos, PDFs, e documentos, que provam os planos genocidas da “elite” com a Fraudemia.
Vale a pena conferir
Acessem aos vídeos e documentos aqui nesse link, e compartilhem👇👇👇
DRIVE.GOOGLE.COM
PLANdemia – Google Drive
https://drive.google.com/drive/u/0/folders/1SoxLgXeWnOxbsUkauskdeX4_VsQd9TRv
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“Mosaico entrelaçado de cristais”. Amostra perdida de Stonehenge tem grãos do tempo dos dinossauros

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Uma amostra do centro de um dos pilares estava desaparecida desde 1958. Um estudo revela a existência de um “cimento” de quartzo no fragmento.

Source: “Mosaico entrelaçado de cristais”. Amostra perdida de Stonehenge tem grãos do tempo dos dinossauros

COMO IMPEDIR UM CASAMENTO SEM RAZÃO

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ACONTECEU NUM CASAMENTO
A cerimónia estava a correr bem na igreja. O Padre perguntou se alguém tinha algo que dizer contra a união dos noivos. Era o momento para se levantarem e falar, ou se calarem para sempre.
Um silêncio profundo até que uma jovem bonita com bebé ao colo se levanta e caminha lentamente em direção aos noivos e ao padre que os casava.
O silêncio foi interrompido e tudo se transformou em um caos. A noiva não aguentou a pressão e entra em pânico, esbofeteando o noivo. A mãe do noivo desmaiou. Os pais da noiva estavam furiosos. Os convidados cochichavam. As testemunhas do casamento se entreolhavam, pensando como podiam ajudar a resolver a situação.
O sacerdote, com certo nervosismo perguntou à mulher: “A senhora pode dizer por que veio até aqui à frente? Que tem para nos dizer?”
Então, a jovem mulher respondeu calmamente: “É que lá atrás não se escuta o que os noivos falam”. 🤔

NELSON ÉVORA SAÍDA PELA PORTA DOS FUNDOS

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POSTAL DO DIA
O que lhe terá passado pela cabeça?
1.
Não sei como começar este Postal.
Talvez me atreva à ditadura do óbvio: a vida está sempre a surpreender-nos, sempre a colocar à prova a nossa credulidade, sempre a testar a nossa capacidade para compreender o espírito humano, a perversidade humana, a estupidez também.
Dou voltas e não consigo entender o que terá passado pela cabeça de Nelson Évora.
Talvez uma questão de ego – há pessoas que por terem tocado uma sombra do Olimpo não andam na mesma superfície do que o comum dos mortais, há gente que paira sobre os outros, sobre os países e o destino do planeta, sobre tudo o que não seja o seu próprio desígnio.
Algumas pessoas que marcaram o tempo e a história eram assim.
E talvez se não fossem assim o tempo em que viveram não teria sido revolucionado pela sua arrogância.
2.
Mas um egótico corre sempre o risco de ser ridículo.
A fronteira entre o ridículo e a grandeza por vezes é ténue.
(demasiadamente estreita)
No caso de Nelson Évora o seu ego traiu-o.
E quando tal acontece as pessoas são capazes de fazer o impensável, capazes de alienar tudo o que construíram.
3.
Nelson Évora implicou com Pichardo desde que ele aterrou no aeroporto, em 2017.
Foi deselegante várias vezes.
Questionou a rapidez com que foi naturalizado poucos anos depois de ter chegado.
Fez juízos de valor sobre o que se faz para ganhar, sobre a ética no desporto, sobre tudo e mais alguma coisa.
Pichardo nunca lhe respondeu.
Engoliu em seco o bullying do campeão português e prosseguiu.
Nelson Évora talvez fosse a última pessoa que ele esperaria que pudesse questionar o seu processo de naturalização.
A última pessoa que imaginaria poder tratá-lo como estrangeiro na terra que decidira ser a sua terra.
Évora era um atleta amado em Portugal, natural também de um outro país, especialista na mesma modalidade e um homem que ultrapassara preconceitos e dúvidas.
Tal como ele.
4.
Entre 2017 e 2021 o clima foi sempre de cortar á faca.
A influência de Évora junto de outros atletas fez-se naturalmente sentir
(estamos a falar de um dos quatro campeões olímpicos na história do desporto português – agora cinco)
E Pichardo, ao que me dizem, cerrou fileiras, isolou-se e foi fazendo o seu trabalho.
5.
Mas tudo isto é nada quando comparado com o que aconteceu nos Jogos Olímpicos.
Nelson Évora, ou o seu ego, atreveu-se a um salto que deve ter batido todos os recordes mundiais vistos neste planeta e em qualquer outro.
(infelizmente um recorde mundial que a maioria dos portugueses não gostaria de ter visto).
Depois da qualificação do triplo salto, uma qualificação dramática e comovente para Évora, declarou a um jornalista que um dia Pichardo iria acabar por aprender com a vida.
As declarações foram feitas antes de uma final que poderia dar a Portugal uma medalha de ouro!
E na final, o campeão olímpico português fez claque pelo adversário do seu próprio companheiro de seleção.
O país viu as tristes imagens.
Difícil apagar isso.
6.
Ninguém tira o que Évora fez.
A sua capacidade de superação, o seu estoicismo, os títulos.
Um atleta formidável, um dos melhores da história do atletismo.
Mas o que fez, se não estivéssemos em Portugal, significaria uma expulsão imediata da delegação portuguesa.
(tendo sido certamente ponderado ainda bem que não aconteceu pois devemos preservar o tanto que nos deu).
Mas imaginem que isto acontecia na seleção dos Estados Unidos.
Ou na de Espanha.
Ou França.
Ou Inglaterra.
Ou Alemanha.
Ou qualquer outra seleção do primeiro mundo.
Imaginem que um atleta que, para piorar as coisas, fora porta-estandarte na cerimónia de abertura, ficava a bater palmas e a dar gritos de incentivo a um concorrente de um outro país durante a final de uns Jogos Olímpicos?
Imaginem.
Sabendo que é impossível imaginar tal coisa sem concluir que existiriam consequências imediatas.
Mas assunto encerrado.
Um dia a vida encarregar-se-á de ensinar a Nelson Évora, se ele verdadeiramente a quiser ouvir, a vida soprar-lhe-á ao ouvido a verdade sobre isto de ser humano, sobre isto aqui.
LO
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Medalhas 100% nacionais e o Talento desperdiçado

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A identidade nacional tem sido superficialmente questionada nos últimos dias, discutindo-se se esta ou aquela medalha é 100% nacional. O questionamento tem tido duas variantes, a primeira de caracter racista acusa os atletas Negros de não serem portuguesas, a segunda acusa Pichardo de ser um traidor cubano e, consequentemente, não ser totalmente português.

Source: Medalhas 100% nacionais e o Talento desperdiçado