morreu ator brasileiro tarcisio meira

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Covid-19: Ator brasileiro Tarcísio Meira morre aos 85 anos (ATUALIZADA)
Brasília, 12 ago 2021 (Lusa) – O ator brasileiro Tarcísio Meira, protagonista de várias telenovelas transmitidas em Portugal, morreu hoje aos 85 anos, após ter sido internado com covid-19 numa Unidade de Terapia Intensiva, anunciou o Senado daquele país.
Tarcísio Meira e a mulher, a também atriz Glória Menezes, foram internados no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, no dia 06 de agosto, ambos diagnosticados com covid-19.
A informação sobre a morte do ator foi avançada no Senado brasileiro, durante uma sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga falhas do Governo na gestão da pandemia, com os senadores a fazerem um minuto de silêncio em memória do intérprete.
“Tarcísio é mais um dos quase 600 mil brasileiros que perderam as suas vidas, dentre outras coisas, porque o Governo não soube fazer o seu trabalho na hora certa”, afirmou o senador Alessandro Vieira, ao falar sobre a morte do ator.
Meira, uma das maiores estrelas da televisão brasileira, com uma longa carreira de mais de 60 anos, trabalhou também no teatro e no cinema, e participou em novelas como “Roque Santeiro”, “O Rei do Gado”, “Torre de Babel”, “O Beijo do Vampiro”, “Senhora do Destino” ou “Páginas da Vida”.
Nascido em 05 de outubro de 1935, em São Paulo, Tarcísio Meira tem no seu currículo mais de 60 trabalhos em televisão, entre novelas, séries, minisséries, teleteatros e telefilmes, numa carreira que começou em 1961, na extinta TV Tupi, segundo a imprensa local.
Foi na televisão que conheceu Glória Menezes, com quem se casou em 1962, numa duradoura história de amor que se confunde com a da carreira de ambos, que contracenaram juntos em vários projetos da rede Globo.
O último trabalho de Tarcísio Meira na televisão foi a novela da Globo “Orgulho e Paixão” (2018), na pele de um industrial inglês.
Glória Menezes permanece internada num apartamento e a receber auxílio de oxigénio, de acordo com os jornais brasileiros.
Ambos foram vacinados contra a covid-19 em março deste ano, no interior de São Paulo, mas acabaram por ficar infetados meses mais tarde.
Vários políticos, admiradores e colegas de profissão usaram as redes sociais para lamentar a morte do artista.
“Não há palavras para expressar a tristeza que estamos sentindo pela partida do querido Tarcísio Meira. Mais uma pessoa incrível, gigante, cheia de talento e filho do nosso Brasil que perdemos para a covid-19. Meus sentimentos à família, amigos e a nós, fãs inconsoláveis de Tarcísio”, escreveu o vice-presidente da CPI, o senador Randolfe Rodrigues.
“Hoje, o Brasil perde mais uma pessoa incrível para a covid-19. Tarcísio Meira foi um artista brilhante que levou alegria para a casa de todos nós. Que sua família e amigos encontrem conforto neste momento tão difícil. Vá em paz Tarcísio!”, publicou a escritora e ex-deputada Manuela D’Avila.
Já o ator José de Abreu escreveu: “Descanse em paz, Tarcísio Meira. Meu querido Capitão Rodrigo!”, referindo-se à personagem Rodrigo Cambará, interpretada por Tarcísio Meira na série “O Tempo e o Vento”, baseada na obra de Érico Verissimo.
O Brasil é o país lusófono mais afetado pela pandemia e um dos mais atingidos no mundo ao contabilizar 565.748 vítimas mortais e 20,2 milhões de casos confirmados de covid-19.
A covid-19 provocou pelo menos 4.323.957 mortes em todo o mundo, entre mais de 204,7 milhões de infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.
A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil ou Peru.
MYMM // TDI
Tarcísio Meira e Glória Menezes
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cultura do Brasil mais pobre, depois de ontem ter falecido outro grande ator, Paulo José.
Morreu o ator Tarcísio Meira, o eterno galã da televisão brasileira
MAG.SAPO.PT
Morreu o ator Tarcísio Meira, o eterno galã da televisão brasileira
O ator tinha 85 anos.

Jorge Máximo Heitor

O ator Tarcísio Meira morreu na manhã desta quinta-feira (12), vítima da Covid-19, aos 85 anos, em São Paulo.
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impossível imunidade de grupo

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  • Miguel Baltazar

    Finalmente começa a haver decência e verdade científica. A imunidade de grupo é muito difícil, para não dizer impossível, nos vírus respiratórios. Estes senhores sabem disso, os especialistas dignos desse nome (não são os boys da DGS ou do Ministério da Saúde e afins) sabem disso. Resta saber até quando a fantochada das vacinas e dos passes sanitários.
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  • Ana Isabel Fetal Silva

    Lisboa à noite são os indianos à porta dos restaurantes e de mochilas às costas a distribuir comida encomendada.
    Haverá outros ambientes, mas tb devem ser semelhantes e/ou com cada vez mais africanos. …

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  • Maria Almeida

    Se não imoniza o indivíduo, nunca haverá imunidade de grupo, isto para todas as vacinas
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  • João Pires

    Esse já anda a falhar nas previsões há meses. Não acerta uma.
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  • Alberto Gameiro Jorge

    O Negócio ESTÁ MONTADO…
    A Morte e as Vacinas, para o CAPITALISMO Selvagem é um negócio INFINDÁVEL…
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Já não se pode cultiva

o castelo de CASTRO LABOREIRO

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Un dos Castelos máis antigos da Raia é o de Castro Laboreiro.
Os cronicóns da época denomínano Castelo de San Rosendo.
De feito estas terras pertencían á familia do bispo Rosendo. Logo foron doadas ao Mosteiro de Celanova.
Ate que en 1241, moito despois da morte de San Rosendo, o Mosteiro de Celanova permuta o Castro Laboreiro, por un Mosteiro perto de Porto, Monte Córdova, onde supuñan que tiña nacido Rosendo.
Os litixios por esta permuta, nefasta para Celanova, aparecen en varios documentos de Celanova até finais do S. XV.
Así Celanova renunciaría a estas terras de Castro Laboreiro, por unhas nas que, á vista dos númerosos litixios, nunca se chegou a asentar pacíficamente.
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Passageiros desembarcados em julho retomam números de 2016 – Açoriano Oriental

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O processo de vacinação e a diminuição das medidas restritivas estão a provocar a retoma do setor do turismo nos Açores. Em julho deste ano foram desembarcados 165 mil passageiros, um aumento de 161% em comparação com julho de 2020

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a embrulhada da remodelação do porto da Horta

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A remodelação do Porto da Horta está transformada numa trapalhada. Relatórios e contra relatórios sem que se perceba de facto as soluções para os problemas. E estes são um facto indesmentível.
A construção do molhe Norte passou a introduzir na baía do molhe Sul uma ondulação inusitada e prejudicial à segurança da navegação. Por outro, é necessário ampliar a movimentada marina. Posto isto, é necessário uma boa solução.
Porque não solicitar ao Laboratório Regional de Engenharia Civil que faça uma análise de todos os estudos e relatórios já produzidos?
Julgo que é necessário mais técnica e menos política, caso contrário vamos estragar para sempre a bonita baía do Porto da Horta.
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    Luna Telles Ribeiro

    Oh João mas sempre foi assim! Os técnicos 99% dos casos nunca são ouvidos e algumas vezes são perseguidos !!!!
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Os novos comboios noturnos de luxo que vão ligar Porto e Lisboa ao resto da Europa

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A estética de um boutique hotel com os luxos de um restaurante com estrela Michelin. Tudo a preços que competem com os voos low cost, numa forma de viajar mais ecológica e confortável. Parece um sonho, mas é desse sonho que se fazem os objetivos de uma das mais ambiciosas start ups europeias que quer … Continued

Source: Os novos comboios noturnos de luxo que vão ligar Porto e Lisboa ao resto da Europa

LEMBRAR A GRANDE BATALHA

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Há exatos 192 anos, a 11 de agosto de 1829, dava-se, na Praia, uma importante batalha contra o miguelismo, na qual a linha de Fortes da Ilha teve um papel indelével, sob o comando do futuro Duque da Terceira, António José de Sousa Manuel de Meneses Severim de Noronha, sobretudo os Fortes de Santa Catarina e do Espírito Santo, deste já só existem vestígios.
Em 1820, no Porto, iniciava-se uma revolta contra o regime absolutista, era o início da afirmação do Liberalismo em Portugal. Os ideais liberais rapidamente chegaram à nossa terra, que sempre fora grande defensor da liberdade e da independência do país.
D. João VI quando morreu deixou uma Junta de Regência, chefiada pela sua filha favorita D. Isabel Maria. Esta regência prevaleceria enquanto o legítimo herdeiro e sucessor da coroa de Portugal, D. Pedro, que no momento era Imperador do Brasil, não dessas providências a tal respeito. D. Pedro IV, por decreto de 26 de abril, confirmou a Regência e outorgou a Carta Constitucional, uma constituição, a Portugal, a 29 de abril de 1826.
A 2 de maio, D. Pedro IV abdicou dos seus direitos à coroa de Portugal em nome de sua filha, D. Maria da Glória, com 7 anos, a qual deveria casar com seu tio, o infante D. Miguel. Contudo, em 1828, quando D. Miguel chegou a Portugal, proclamou-se como Rei Absolutista. O Liberalismo caía e o miguelismo ia ganhando apoios.
Em S. Miguel, o Comandante Militar aliou-se às tropas absolutistas. Os Liberais conseguiram terminar com a contestação que existia na Terceira, através da força e restauraram a Carta Constitucional, em 1828. Angra tornou-se sede da Junta Provisória em nome de D. Maria, filha de D. Pedro. O futuro Duque da Terceira chegou à Ilha a 22 de junho de 1829, tomando posse como 10º governador e capitão-general dos Açores, começando desde logo a organizar a defesa da Ilha, preparando os fortes.
O dia 11 de agosto amanheceu com nevoeiro e vento, a chuva de verão ganhou intensidade. Na Baía da Praia, o exército de D. Miguel era constituído por uma esquadra de 21 embarcações, sob o comando do almirante José Joaquim da Rosa Coelho, com cerca de 4 000 homens, 340 peças de artilharia e 6 barcas canhoneiras. O objetivo era claro, desembarcar na Praia.
A defesa terceirense era composta por uma linha de Fortes e baterias, que formava um arco de 5 km, começando pelo Forte de Santa Catarina, passando depois pelos Fortes do Espírito Santo, de Santo Antão, das Chagas, da Luz, do Porto e as Bateria de São José, de São Caetano e de São João. A força de desembarque absolutista era comandada pelo coronel José António Azevedo Lemos, reconhecido militar miguelista. As tropas liberais eram lideradas pelo Conde de Vila Flor, futuro Duque da Terceira.
A batalha da Praia iniciou-se com os bombardeamentos miguelistas sobretudo sob os Fortes de Santa Catarina e do Espírito Santo. Durante 4 horas, os miguelistas foram responsáveis por 5 000 tiros, mas este ataque não assustou nem desmoralizou as tropas da Terceira. Muitos jovens, que tinham acabado de incorporar o exército liberal, os chamados “Voluntários da Rainha”, juntaram-se aos restantes militares e defenderam os fortes com muita garra. As tropas absolutistas tentaram desembarcar por duas vezes junto ao areal da Praia, mas os “Voluntários da Rainha” repeliram este ataque.
Neste período, os militares mais experientes reorganizaram-se. Assim, com a linha de Fortes foi reforçada, os liberais passaram ao ataque. A partir do Forte de Santa Catarina, com o apoio dos restantes, disparou-se contra a fragata Diana, a mais imponente, e contra as outras conforme os liberais podiam, conseguindo-se assim, evitar o desembarque e manter livre a nossa “Ilha-Fortaleza”. Ao fim do dia, os Miguelistas levantaram âncora. Segundo Ferreira Drummond, as baixas miguelistas terão ultrapassado as 1 000 e 386 foram feitos prisioneiros. Do lado liberal, foram reduzidas as baixas, 83 soldados, 3 sargentos e 3 oficiais.
O exército absolutista saiu derrotado. Era a primeira vitória liberal contra os absolutistas. Iniciava-se uma nova fase na História do país, onde os liberais se prepararam e libertaram os restantes Açores do jugo miguelista. Depois do desembarque dos Bravos do Mindelo e de uma Guerra Civil entre 1832 e 1834, Portugal tornava-se liberal. O miguelismo chegava ao fim. D. Maria II era finalmente jurada pelo país todo como Rainha.
Em recompensa ao apoio dado pela Terceira à causa liberal, D. Maria II atribuiu, com apoio e incentivo de Almeida Garrett, a 12 de janeiro de 1837, a Angra, o cognome de “mui nobre leal e sempre constante cidade de Angra do Heroísmo” e o de “Mui Notável” à Praia que passou a ser da Vitória. Alexandre Herculano, Historiador liberal, no seu livro Scenas de um ano da minha vida e Apontamentos de viagem, chegou mesmo a apelidar a Terceira de “rochedo da salvação”, mostrando a importância que a Ilha teve no desenrolar da História de Portugal.
A Batalha do 11 de agosto de 1829 e o Forte de Santa Catarina, um “pequeno” vestígio do nosso património e da nossa História, são exemplos deixados pelos nossos antepassados, de que não devemos baixar os braços perante as adversidades. Que estes ensinamentos cheguem a todos os terceirenses para que a nossa garra e força, a nossa capacidade de lutar, estejam afiadas, para pegarmos nas nossas “espadas” e combatermos por uma Ilha melhor, em crescimento e desenvolvimento.
Francisco Miguel Nogueira
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  • Francisco Ferraz Rosa

    Temos uma câmara que desperdiça 15 000 para uma tourada de praça em tempo de pandemia e não faz rigorosamente nada para dvulgar esta data!
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