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A questão das águas balneares nos Açores é um dos mais graves problemas de saúde pública, para além de ambiental e turístico. Basta ver ontem na peça do telejornal os muitos sotaques lisboetas nas declarações dos banhistas. É um problema com décadas, coberto de promessas e igual número de inacção e desleixo. Apregoam a sustentabilidadesinha e depois andamos todos a tomar banho na merda. A falta de saneamento, o lixo na costa e nas ribeiras, o desordenamento agricola e a pecuária intensiva tem vindo a destruir o litoral sem que ninguém se pareça preocupar verdadeiramente com isso, câmaras, governos e capitânias. Este desprezo pelo mar é bem o retrato daquilo que somos como comunidade. Continuação de boas férias. Quando tiver tempo hei-de abordar o tema da censura no Facebook, hoje não que está sol, vou ali tomar um banho em e-coli… 
Luiz Fagundes Duarte, Filipe Tavares and 4 others
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terrorismo em moçambique
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MOÇAMBIQUE
OS CABECILHAS DO TERRORISMO
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“O inimigo [de Cabo Delgado] tem rosto, é moçambicano e jogou futebol connosco”
A afirmação é do investigador do Observatório do Meio Rural (OMR), João Feijó, que refere que os terroristas que protagonizam ataques armados em Cabo Delgado são moçambicanos, bem identificados pelas comunidades locais.
“Com o nosso novo estudo queremos demonstrar que o inimigo tem carne e osso. São pessoas comuns, conhecidas pela sociedade local. Têm um caderno de reivindicações que ainda é pouco estruturado e imaturo, mas existe. O inimigo é moçambicano, é uma pessoa que nasceu entre nós, que jogou futebol conosco, que estudou conosco e que, em determinada altura, se radicalizou e explorou as contradições sociais existentes na sociedade moçambicana.”
Feijó, que falava em entrevista à DW, disse entender que há canais de comunicação que precisam ser explorados pelo Governo para permitir encetar negociações com os insurgentes.
“Sobre o diálogo, achamos que deve ser entendido não como uma forma simplesmente formal no sentido de negociação sentado à mesa, mas como uma coisa mais abrangente, que possa incluir a possibilidade de libertação de reféns ou de pessoas raptadas. Mas também pode abranger assistência às pessoas que estão nas zonas de insurgência. Ou seja, uma negociação abrangente, que deve incluir a possibilidade de se repensar o modelo de desenvolvimento.”
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Villa romana encontrada nas obras da ferrovia em Évora obriga a alteração do projeto – Observador
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Durante as obras de construção da nova ferrovia em Évora foi identificada uma Villa romana datada entre os séculos III e V, o que levou a uma alteração do projeto.
Source: Villa romana encontrada nas obras da ferrovia em Évora obriga a alteração do projeto – Observador
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