risco máximo para a tap

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Falta de liquidez. Futuro da TAP nas mãos da Comissão Europeia
RTP.PT
Falta de liquidez. Futuro da TAP nas mãos da Comissão Europeia
Até dia 19 de agosto, o Governo vai dar resposta à investigação aprofundada aberta pela Comissão Europeia ao plano de reestruturação da TAP. Caso Bruxelas não aprove a ajuda do Estado, a companhia aérea enfrenta risco de falta de liquidez a curto prazo, avisa a Standard and Poor’s.
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MADEIRA, PATRIMÓNIO ESPOLIADO

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MADEIRA
Forte de São José na Pontinha: um património que nunca foi valorizado nem no passado, nem o é no presente
Enredo de filme, novela é tudo o que a história mais recente do Forte de São José na Pontinha ou simplesmente o “Principado da Pontinha”, poderia ter originado. Uma história com vários interesses menos claros e episódios de pressão que praticamente vão desde a compra em 2000 por Renato Barros, até ao processo de execução em 2017, ou a prisão do seu proprietário pelo “crime” de desobediência. Pelo meio muitas visitas inclusive de elementos do governo de então pedidos de asilo como o caso de José Manuel Coelho.
Mas o que nos move a escrever estas linhas é o abandono daquele que se diz ter sido o primeiro local de desembarque e refúgio dos descobridores da Madeira.
Recorde-se que após ter adquirido o Forte, Renato Barros, iniciou uma campanha para a pesquisa, recuperação, revalorização e requalificação do património representado pelo forte, inclusive a sua classificação pelas autoridades competentes, a nível municipal e nacional.
O Centro de Estudos de Arqueologia Moderna e Contemporânea (CEAM), coordenada pelo Arqueólogo Élvio de Sousa realizou a intervenção, sendo esta a primeira prospeção científica de um forte na ilha da Madeira. Muito material arqueológico foi encontrado: restos de cerâmicas e vidros, vestígios de uma oficina artesanal de botões de osso, contas de vértebras de peixe para colares, cachimbos, um cadinho para a fundição de balas, balas de metal e de pedra entre outros achados. Entretanto, Renato abria a visitas quatro, compartimentos interiores, a chaminé natural e duas celas prisionais com 2 metros quadrados cada.
Após os acontecimentos de 2017, ou seja, a execução, o Forte foi abandonado e o espólio, entretanto descoberto desapareceu, não se conhecendo nem relatório, nem o paradeiro das peças encontradas nos trabalhos arqueológicos.
A 23 de outubro, de 2020, o presidente do GR anunciava que o antigo forte de São José deveria ser transformado num restaurante com esplanada. O valor do investimento rondaria um milhão de euros e integrava o Forte (adquirido em processo de execução do anterior proprietário) e um espaço público denominado de caminho Real (caminho de acesso ao forte), tendo sido requerida a respetiva concessão por um período de 40 anos que estaria a ser analisada pela APRAM.
Passado este tempo e como escreveu Nelson Veríssimo “nada do que veio a público sobre o planeado restaurante com esplanada, dos investidores luso venezuelanos, augura intervenção adequada, em termos de salvaguarda do Património Histórico”.
Resta aguardar pelos novos episódios sobre este forte que sempre foi pouco valorizado enquanto património histórico, arquitetónico e cultural pelas entidades executivas do passado mas também com responsabilidade das atuais. Restam as imagens captadas um dia destes onde se pode constatar o seu atual estado de abandono.
NH
Fotos-DGomes
Chrys Chrystello
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OS ROMANOS ERAM MAIS EVOLUÍDOS

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repuxos
Nada mais agradável em dias quentes que uma sombra perto de repuxos e sentir a frescura que projectam e o som da água a cair.
Os romanos bem sabiam isso como se testemunha em Conímbriga, onde davam à recolha, transporte e utilização da água, incluindo para banhos e lazer, tanta importância como a outras marcas da sua cultura, como a língua e o direito.
As imagens são da Casa dos Repuxos, o melhor exemplo da arquitectura de jogos de água, mas também da arte dos mosaicos e de pintura mural na cidade.
Construída no séc. I dC, esta residência aristocrática foi demolida em finais do séc. III devido ao levantamento da muralha e está ainda só parcialmente escavada.
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A CONDECORAÇÃO DO ASSASSINO GUTERRES

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Carta Aberta ao Presidente Joko Widodo.
Vossa Excelência o Presidente da República da Indonésia
Joko Widodo
Escrevo-lhe sobre a sua recente atribuição de ‘Bintang Jasa Utama’ (First Class Service Star) a um criminoso de guerra e assassino em massa, Eurico Guterres.
Como vítima e sobrevivente do reinado de terror ocorrido durante s último período do governo indonésio na minha pequena ilha, estou horrorizada e revoltada com a sua decisão de honrar tal pessoa, isto, considerando os últimos anos de governação de Vossa Excelência, como Presidente, que deram muita esperança de mudança.
Parte de mim também é indonésia, Senhor Presidente. A minha mãe é natural da parte ocidental da ilha de Timor. E só para que saiba, estou orgulhosa da minha descendência indonésia, não por causa de si ou de todos os que estavam no poder terem feito, o que todos sabemos, à minha outra metade, o lado de Timor-Leste. Mas estou orgulhosa de que os civis, pessoas normais, que têm um coração maior, para se manterem com a verdade na sua humanidade em relação a qualquer injustiça cometida contra outrem. Acredito, que hoje, estão tão chocados e desonrados como eu estou com a vossa decisão.
Posso também, através desta carta, relembrar VExa do massacre que aconteceu na minha própria casa, tendo sido liderado e executado pelo mesmo homem que escolheu para honrar e galardoar no dia de hoje. Em resultado desse trágico acontecimento, 12 corpos foram recuperados e contabilizados “oficialmente”, mas, a triste verdade é que, mais de 150 pessoas pereceram nas mãos das máquinas assassinas que foram criadas pelo exército indonésio. Dessas 12 pessoas, uma delas era o meu próprio irmão, Manelito Carrascalão.
Eu própria fui reconhecer e recolher o corpo do meu irmão, e tive a oportunidade de, in loco, ver uma morgue cheia de corpos mutilados, amontoados até à altura da minha cintura. O corpo do meu irmão não se encontrava em condições diferentes das dos outros. A sua cabeça mal ficava unida ao restante corpo, presa apenas com um pouco de pele do pescoço, as suas costas foram severamente cortadas e abertas onde se podiam ver os seus órgãos internos, e ainda havia outros ferimentos de bala na parte abdominal.
Ele tinha apenas 16 anos de idade. Foi alvejado, morto a tiro, e chacinado e mutilado com catanas quando e pela milícia que entrou em minha casa, por ordem de Eurico Guterres, o mesmo indivíduo que hoje galardoou. A nossa casa estava cheia de civis que haviam sido deslocados das aldeias, com a escalada da violência perpetrada pelos grupos de milícias em toda a meia ilha. Relevo que eram apenas civis. Relembro ainda, Vossa Excelência, que através da Unidade de Crimes Graves da ONU, foi noticiado que a minha casa foi atacada por mais de 2000 milícias armadas.
O que é que o seu filho gostava de fazer quando tinha 16 anos? Provavelmente, o mesmo que o meu irmão, um miúdo adolescente que prosperava, como estudante, tinha muitos amigos, e não gostava nada de política. O meu irmão nunca teve a oportunidade de ir mais além, pois um grupo de milícias tirou-lhe a vida barbaramente. A sua namorada, uma rapariga natural de Bandung, foi forçada, pelas milícias lideradas pelo Eurico Guterres, a ver o seu namorado a ser morto mesmo à frente dos seus olhos. Ao contrário de mim, sendo ela uma boa rapariga javanesa, foi obrigada a ficar calada nos seus sofrimentos. Nunca teve a oportunidade de casar e ter filhos, muito menos de terminar a sua educação ou de se tornar no que quisesse na vida. Acredito que o seu filho teve todas essas oportunidades e tem tudo isso. O senhor, também tem tudo isso. Uma família.
A minha família foi nomeada para ser morta até à sétima geração. Eu sou apenas a segunda geração na fila. Ainda me lembro claramente da manhã de 17 de Abril de 1999, quando durante uma cerimónia de hasteamento da bandeira, Eurico Guterres, através do seu discurso que foi transmitido na RRI (Estação de Rádio Nacional), onde disse claramente “Matem todas as pessoas pró-independentes! Matem toda a família Carrascalão até à sétima geração”. Matar Manuel e Mário Carrascalão. Em troca de toda esta campanha de ódio, nem uma palavra de vingança, alguma vez pronunciei contra qualquer indonésio. Eu sei que há muitos indonésios que conhecem a verdade e a defendem procurando justiça.
Eu, por outro lado, tenho agora a minha própria família. A minha filha vai à escola em Portugal, e ela, com orgulho, diz aos seus amigos que é descendente de portugueses, timorenses e indonésios. Ela é a melhor parte de mim. Ela fará as suas próprias escolhas quando crescer, mas eu sei que já não dirá com orgulho que também é indonésia quando souber que a sua mãe, como vítima e sobrevivente, foi tratada desta forma.
Mal posso acreditar que o seu Gabinete não tenha tido conhecimento de nenhum dos massacres que foram levados a cabo em toda a minha pequena meia nação insular. Não foi informado sobre o massacre na Igreja de Suai, massacre na Igreja de Liquiça, massacre em Oecusse, massacre na esquadra da polícia de Maliana? Não se lembra dos massacres em toda a ilha? Senhor, com todo o respeito, todas elas podem ser facilmente encontradas se assim o desejar.
Ao longo da sua Presidência, o senhor trouxe esperança de mudança. Mas isso foi no passado, estou profundamente entristecida e envergonhada com a sua decisão de honrar tal homem, com bravura e estrela da coragem. Manchou todos os outros indonésios que o mereceram através de atos respeitosos e corajosos em relação à Indonésia.
Como vítima, nunca procurei uma indemnização ou qualquer reconhecimento de qualquer lado, quero simplesmente que a justiça seja defendida. Apenas a justiça. Mas em troca de tudo isto, nós, as vítimas e sobreviventes, temos as nossas feridas abertas e manchadas com o pior. Onde está a sua humanidade, Senhor? É assim que quer que a sua Presidência seja recordada? É a impunidade, é com ela que quer que o seu legado seja recordado?
Exorto-o a considerar retirar a medalha que atribuiu a este assassino em massa. Como indonésio decente, peço-lhe que não nos humilhe, a nós, as vítimas e os sobreviventes. Não manche com vergonha outros indonésios que verdadeiramente merecem essa Honra, sendo colocados no mesmo nível de um Assassino em Massa.
Agradecida pela sua atenção.
Cris Carrascalão
Vítima e sobrevivente
Estevao Cabral
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porque razão são tão porcos os habitantes dos açores?

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Caríssimos membros, o Nova Geração para os Açores é um grupo de informação/notícias. Qualquer publicação que ultrapasse estes limites será eliminada. Aqui, não há recurso!
Façam o favor de ler as regras do grupo.
Pelo facto de estarem a surgir inúmeros diretos de vendas online, todas as publicações terão de ser aprovadas pelos administradores.
Já agora, não será autorizada a publicação de propaganda eleitoral, seja de que partido/movimento for. Apenas as notícias serão autorizadas.
Haja saúde!

May be an image of one or more people and text that says "NÃO"

Gostaria que todos os membros deste grupo refletissem um pouco:

Nem todas as pessoas que aqui se encontram são católicas.

Não fazemos escolha por religião, por crença, por raça, por cor política ou por outra coisa qualquer.

Não fazemos escolha!!!

Estão aqui por opção e felizmente que assim o é, porque ainda consideramos que vivemos numa sociedade democrática e tolerante.

Sendo assim, agradeço que deixem de partilhar neste grupo missas, mensagens e outras publicações alusivas à religião. A qualquer religião ou crença.

Este é um grupo de informação e assim pretendemos que continue a ser.

Notícias, sim; comentários sem obscenidades, sim; tolerância, sem dúvida!

Hoje, mais do que nunca, somos todos por todos!!!

Cuidem-se!

Agradecemos a vossa compreensão.

LD

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