Bactéria (merda)obriga a interditar banhos em três zonas balneares no Pico e em São Jorge | TVI24

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Zona balnear da Madalena e o Porto da Areia Funda foram interditadas “por determinação da Delegação de Saúde Concelhia”

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Algumas das expressões que só vai ouvir em Trás-os-Montes | A. Montesinho

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Abondar Não, não tem nada que ver com “abundar”, apesar de ser muito semelhante. O verbo “abondar” significa o mesmo que dar, ou chegar, no sentido de dar objetos em mão. Por exemplo: “Ó António…

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INDONÉSIA E A VIRGINDADE NO EXÉRCITO

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Organizações de direitos humanos criticavam a prática há anos. Em alguns casos, a exigência se estendia até mesmo às noivas de policiais militares, que precisavam fazer o teste antes de casar.
Indonésia vai abolir 'teste de virgindade' para mulheres do Exército
BBC.COM
Indonésia vai abolir ‘teste de virgindade’ para mulheres do Exército

6ª fª 13

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DIA 13 SEXTA-FEIRA…
A propósito da sexta-feira treze:
13 de Outubro de 1307 (sexta-feira): Em França, os Templários são presos e torturados e os seus bens confiscados:
(Depois deste dia, todos os dias 13 sexta-feira, passaram a ficar associados ao azar…)
“Sexta-feira 13. O sanguinário dia de azar dos templários franceses:
Ao fim de 188 anos a proteger o Reino de Jerusalém, os templários conheceram um fim sangrento ao serem acusados de heresia pelo rei francês. Morreram. Mas deixaram um azarento fardo para quem ficou.
Eram tempos difíceis para os cristãos. Aqueles que se dirigiam a Jerusalém para rezar no berço do Cristianismo eram atacados pelos muçulmanos que perseguiam os reinos cristãos fundados no Oriente pelas Cruzadas. Precisavam de protecção. Por isso, em 1119, um fidalgo francês natural de Champanhe (França) decidiu fundar uma organização de “anjos da guarda” para os peregrinos. Hugo de Payens juntou-se então a oito cavaleiros com o aval do rei Balduíno II de Jerusalém e fez nascer a Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, cujos membros eram conhecidos por Cavaleiros Templários. Mas 118 anos mais tarde, a 13 de Outubro de 1307, os cavaleiros conheceram um fim sangrento. E nós ganhámos o fardo do seu azar.
Um poder que desagradava ao rei
Quem entrava na Ordem dos Templários tinha de fazer um voto de pobreza e castidade. Durante dois séculos, os membros entregavam todos os seus bens e todo o dinheiro à organização, que ganhou um poder financeiro imensurável. Eram vistos com grande prestígio na Europa, ganharam cada vez mais membros fiéis e a sua filosofia tinha de ser digna dos princípios cristãos. Aliás, o mote que seguiam tinha sido retirado dos ensinamentos de São Bernardo: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas pela Glória de teu nome”. Mas um rei francês viu pouca pureza debaixo dos fatos brancos com a cruz de Cristo vermelha ao peito. E armou uma cilada aos cavaleiros numa madrugada de Outubro de 1307. Era sexta-feira, 13.
Filipe IV, o Belo, não gostava do poder que os Cavaleiros Templários tinham acumulado ao longo dos últimos dois séculos. A sua magnificência era tal que só o Papa, na época Clemente V, podia ter mão sobre a Ordem. Por isso, Filipe IV usou do seu poder de persuasão e tentou convencer o Papa a acusar a Ordem de crimes de heresia, imoralidade e sodomia. Não foi fácil, porque Clemente V sabia que a sua aliança com os Templários era útil para manter uma presença militar bem vincada na Palestina. No entanto, não foi capaz de travar o plano do rei porque os boatos que circulavam sobre os templários já começavam a denegrir a imagem da própria Igreja: se continuasse a defender a Ordem, também a sua boa imagem seria arrastada pela lama.
O rei francês planeou então acusar os cavaleiros, todos eles impedidos de casar para respeitar as regras da organização, de manter relações sexuais homossexuais entre eles, uma acusação particularmente humilhante no século XIV. Nenhuma destas acusações era suportada por factos. O único dado concreto é que a coroa francesa precisava do dinheiro da Ordem, a quem já havia recorrido para empréstimos. Mas Filipe IV sabia que, com o poder e prestígio que os Templários tinham conquistado, só a morte os arruinaria. A última gota de água para o rei foi quando Jacques de Molay, último grão-mestre dos Templários, pediu ao Papa para perceber o que se passava para que tantos boatos corressem sobre os seus cavaleiros. O Papa acedeu ao pedido de Molay, mas avisou o rei, que bateu punho e, aconselhado pelo ministro Guillermo de Nogaret, enviou em Agosto uma carta a todo o reino com instruções claras para que só fosse aberta na noite de 12 de Outubro de 1307.
O castigo eterno
Toda a gente seguiu as ordens do rei. Na noite marcada, Jacques de Molay foi capturado juntamente com a maior parte dos templários. Todos os bens foram confiscados pela Inquisição. De madrugada, já Filipe IV de França tinha emitido um comunicado onde sugeria que o papa Clemente V concordava com a morte dos Templários. Enfurecido, o Papa enviou dois cardeais para repreender o rei. Vieram de lá com um negócio: a Igreja ficava com parte dos bens dos Templários, mas o rei podia escolher a forma de julgar os cavaleiros. Escolheu então condená-los de acordo com o direito canónico, o mais pesado. Não sabia que estava a cavar a própria sepultura.
Os Templários foram sujeitos às mais cruéis formas de tortura, alguns ficaram em prisão perpétua e outros foram queimados na fogueira, um castigo normalmente aplicado às bruxas. Um dos Templários condenados à morto por fogo foi o próprio Jacques de Molay. Perante o rei e todas as tropas do reino que tinham conduzido a Ordem dos Templários à morte, Molay lançou uma maldição mortífera: “Deus sabe que nos trouxe para o limiar da morte com grande injustiça. Em breve virá uma enorme calamidade para aqueles que nos condenaram sem respeitar a verdadeira justiça. Deus vai retaliar a nossa morte. Vou perecer com essa garantia”.
As palavras proferidas por Molay no leito da sua morte ecoaram pelo reino durante um ano. E concretizaram-se. O rei Felipe IV morreu com um derrame cerebral e, pouco depois, também o papa Clemente V sucumbiu. O povo levou a sério a ameaça de Molay e, a partir daquele dia, qualquer sexta-feira 13 era vista com receio: o azar podia bater à porta de qualquer um nesse dia. O medo foi ainda mais instigado já no século XX com o lançamento do livro “Sexta-feira 13” por Nathaniel Lachenmeyer, que argumenta que a sexta-feira era um dia pouco afortunado e que o número 13 estava cheio de fantasmas”.
O medo espalhou-se pelo mundo inteiro com os relatos cada vez mais demoníacos associados a este dia.
(Fontes: Investigação de António Carlos Janes Monteiro, Jornal Observador de 13 de Janeiro de 2017, por Marta Leite Ferreira)
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vergonhoso êxodo norte-americano

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TROPAS AMERICANAS E INGLESAS
RETIRAM PESSOAL DIPLOMÁTICO DO AFEGANISTÃO
Um final pouco edificante ao cabo de 20 anos de guerra e mais de um trilião de dólares gastos em equipamento e preparação militar das tropas afegãs, que agora se rendem praticamente sem combate ao avanço dos radicais islâmicos rumo a Cabul, que pode cair já nas próximas semanas.CF
European Observer, Brussells, today
The US and UK will send troops to evacuate staff from their embassies in Kabul as Taliban insurgents are closing in on the capital after capturing the country’s second and third largest cities, following US president Joe Biden’s decision to withdraw American troops.
The Pentagon said it would send 3,000 troops in the next two days, including aircraft that could fly personnel out of the Afghan capital.
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  • Carlos Fino

    Um final pouco edificante ao cabo de 20 anos de guerra e mais de um trilião de dólares gastos em equipamento e preparação militar das tropas afegãs, que agora se rendem praticamente sem combate ao avanço dos radicais islâmicos rumo a Cabul, que pode cair já nas próximas semanas.
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  • Miguel Lomelino

    Coitados dos Afegãos, as mulheres devem ter tantas saudades das tropas Soviéticas… 😢
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20 momentos em que podemos dizer que os designers fizeram um excelente trabalho

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A Internet está repleta de listas mostrando os maiores “fails” do mundo do design, mas hoje nós estamos aqui para mostrar o outro lado da moeda. Afinal de contas, não faz sentido nenhum mostrar apenas as falhas, e ignorar as verdadeiras obras de arte que alguns designers produzem ao redor do mundo. Confira: 1. Quando […]

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risco máximo para a tap

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Falta de liquidez. Futuro da TAP nas mãos da Comissão Europeia
RTP.PT
Falta de liquidez. Futuro da TAP nas mãos da Comissão Europeia
Até dia 19 de agosto, o Governo vai dar resposta à investigação aprofundada aberta pela Comissão Europeia ao plano de reestruturação da TAP. Caso Bruxelas não aprove a ajuda do Estado, a companhia aérea enfrenta risco de falta de liquidez a curto prazo, avisa a Standard and Poor’s.
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MADEIRA, PATRIMÓNIO ESPOLIADO

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MADEIRA
Forte de São José na Pontinha: um património que nunca foi valorizado nem no passado, nem o é no presente
Enredo de filme, novela é tudo o que a história mais recente do Forte de São José na Pontinha ou simplesmente o “Principado da Pontinha”, poderia ter originado. Uma história com vários interesses menos claros e episódios de pressão que praticamente vão desde a compra em 2000 por Renato Barros, até ao processo de execução em 2017, ou a prisão do seu proprietário pelo “crime” de desobediência. Pelo meio muitas visitas inclusive de elementos do governo de então pedidos de asilo como o caso de José Manuel Coelho.
Mas o que nos move a escrever estas linhas é o abandono daquele que se diz ter sido o primeiro local de desembarque e refúgio dos descobridores da Madeira.
Recorde-se que após ter adquirido o Forte, Renato Barros, iniciou uma campanha para a pesquisa, recuperação, revalorização e requalificação do património representado pelo forte, inclusive a sua classificação pelas autoridades competentes, a nível municipal e nacional.
O Centro de Estudos de Arqueologia Moderna e Contemporânea (CEAM), coordenada pelo Arqueólogo Élvio de Sousa realizou a intervenção, sendo esta a primeira prospeção científica de um forte na ilha da Madeira. Muito material arqueológico foi encontrado: restos de cerâmicas e vidros, vestígios de uma oficina artesanal de botões de osso, contas de vértebras de peixe para colares, cachimbos, um cadinho para a fundição de balas, balas de metal e de pedra entre outros achados. Entretanto, Renato abria a visitas quatro, compartimentos interiores, a chaminé natural e duas celas prisionais com 2 metros quadrados cada.
Após os acontecimentos de 2017, ou seja, a execução, o Forte foi abandonado e o espólio, entretanto descoberto desapareceu, não se conhecendo nem relatório, nem o paradeiro das peças encontradas nos trabalhos arqueológicos.
A 23 de outubro, de 2020, o presidente do GR anunciava que o antigo forte de São José deveria ser transformado num restaurante com esplanada. O valor do investimento rondaria um milhão de euros e integrava o Forte (adquirido em processo de execução do anterior proprietário) e um espaço público denominado de caminho Real (caminho de acesso ao forte), tendo sido requerida a respetiva concessão por um período de 40 anos que estaria a ser analisada pela APRAM.
Passado este tempo e como escreveu Nelson Veríssimo “nada do que veio a público sobre o planeado restaurante com esplanada, dos investidores luso venezuelanos, augura intervenção adequada, em termos de salvaguarda do Património Histórico”.
Resta aguardar pelos novos episódios sobre este forte que sempre foi pouco valorizado enquanto património histórico, arquitetónico e cultural pelas entidades executivas do passado mas também com responsabilidade das atuais. Restam as imagens captadas um dia destes onde se pode constatar o seu atual estado de abandono.
NH
Fotos-DGomes
Chrys Chrystello
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OS ROMANOS ERAM MAIS EVOLUÍDOS

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repuxos
Nada mais agradável em dias quentes que uma sombra perto de repuxos e sentir a frescura que projectam e o som da água a cair.
Os romanos bem sabiam isso como se testemunha em Conímbriga, onde davam à recolha, transporte e utilização da água, incluindo para banhos e lazer, tanta importância como a outras marcas da sua cultura, como a língua e o direito.
As imagens são da Casa dos Repuxos, o melhor exemplo da arquitectura de jogos de água, mas também da arte dos mosaicos e de pintura mural na cidade.
Construída no séc. I dC, esta residência aristocrática foi demolida em finais do séc. III devido ao levantamento da muralha e está ainda só parcialmente escavada.
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A CONDECORAÇÃO DO ASSASSINO GUTERRES

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Carta Aberta ao Presidente Joko Widodo.
Vossa Excelência o Presidente da República da Indonésia
Joko Widodo
Escrevo-lhe sobre a sua recente atribuição de ‘Bintang Jasa Utama’ (First Class Service Star) a um criminoso de guerra e assassino em massa, Eurico Guterres.
Como vítima e sobrevivente do reinado de terror ocorrido durante s último período do governo indonésio na minha pequena ilha, estou horrorizada e revoltada com a sua decisão de honrar tal pessoa, isto, considerando os últimos anos de governação de Vossa Excelência, como Presidente, que deram muita esperança de mudança.
Parte de mim também é indonésia, Senhor Presidente. A minha mãe é natural da parte ocidental da ilha de Timor. E só para que saiba, estou orgulhosa da minha descendência indonésia, não por causa de si ou de todos os que estavam no poder terem feito, o que todos sabemos, à minha outra metade, o lado de Timor-Leste. Mas estou orgulhosa de que os civis, pessoas normais, que têm um coração maior, para se manterem com a verdade na sua humanidade em relação a qualquer injustiça cometida contra outrem. Acredito, que hoje, estão tão chocados e desonrados como eu estou com a vossa decisão.
Posso também, através desta carta, relembrar VExa do massacre que aconteceu na minha própria casa, tendo sido liderado e executado pelo mesmo homem que escolheu para honrar e galardoar no dia de hoje. Em resultado desse trágico acontecimento, 12 corpos foram recuperados e contabilizados “oficialmente”, mas, a triste verdade é que, mais de 150 pessoas pereceram nas mãos das máquinas assassinas que foram criadas pelo exército indonésio. Dessas 12 pessoas, uma delas era o meu próprio irmão, Manelito Carrascalão.
Eu própria fui reconhecer e recolher o corpo do meu irmão, e tive a oportunidade de, in loco, ver uma morgue cheia de corpos mutilados, amontoados até à altura da minha cintura. O corpo do meu irmão não se encontrava em condições diferentes das dos outros. A sua cabeça mal ficava unida ao restante corpo, presa apenas com um pouco de pele do pescoço, as suas costas foram severamente cortadas e abertas onde se podiam ver os seus órgãos internos, e ainda havia outros ferimentos de bala na parte abdominal.
Ele tinha apenas 16 anos de idade. Foi alvejado, morto a tiro, e chacinado e mutilado com catanas quando e pela milícia que entrou em minha casa, por ordem de Eurico Guterres, o mesmo indivíduo que hoje galardoou. A nossa casa estava cheia de civis que haviam sido deslocados das aldeias, com a escalada da violência perpetrada pelos grupos de milícias em toda a meia ilha. Relevo que eram apenas civis. Relembro ainda, Vossa Excelência, que através da Unidade de Crimes Graves da ONU, foi noticiado que a minha casa foi atacada por mais de 2000 milícias armadas.
O que é que o seu filho gostava de fazer quando tinha 16 anos? Provavelmente, o mesmo que o meu irmão, um miúdo adolescente que prosperava, como estudante, tinha muitos amigos, e não gostava nada de política. O meu irmão nunca teve a oportunidade de ir mais além, pois um grupo de milícias tirou-lhe a vida barbaramente. A sua namorada, uma rapariga natural de Bandung, foi forçada, pelas milícias lideradas pelo Eurico Guterres, a ver o seu namorado a ser morto mesmo à frente dos seus olhos. Ao contrário de mim, sendo ela uma boa rapariga javanesa, foi obrigada a ficar calada nos seus sofrimentos. Nunca teve a oportunidade de casar e ter filhos, muito menos de terminar a sua educação ou de se tornar no que quisesse na vida. Acredito que o seu filho teve todas essas oportunidades e tem tudo isso. O senhor, também tem tudo isso. Uma família.
A minha família foi nomeada para ser morta até à sétima geração. Eu sou apenas a segunda geração na fila. Ainda me lembro claramente da manhã de 17 de Abril de 1999, quando durante uma cerimónia de hasteamento da bandeira, Eurico Guterres, através do seu discurso que foi transmitido na RRI (Estação de Rádio Nacional), onde disse claramente “Matem todas as pessoas pró-independentes! Matem toda a família Carrascalão até à sétima geração”. Matar Manuel e Mário Carrascalão. Em troca de toda esta campanha de ódio, nem uma palavra de vingança, alguma vez pronunciei contra qualquer indonésio. Eu sei que há muitos indonésios que conhecem a verdade e a defendem procurando justiça.
Eu, por outro lado, tenho agora a minha própria família. A minha filha vai à escola em Portugal, e ela, com orgulho, diz aos seus amigos que é descendente de portugueses, timorenses e indonésios. Ela é a melhor parte de mim. Ela fará as suas próprias escolhas quando crescer, mas eu sei que já não dirá com orgulho que também é indonésia quando souber que a sua mãe, como vítima e sobrevivente, foi tratada desta forma.
Mal posso acreditar que o seu Gabinete não tenha tido conhecimento de nenhum dos massacres que foram levados a cabo em toda a minha pequena meia nação insular. Não foi informado sobre o massacre na Igreja de Suai, massacre na Igreja de Liquiça, massacre em Oecusse, massacre na esquadra da polícia de Maliana? Não se lembra dos massacres em toda a ilha? Senhor, com todo o respeito, todas elas podem ser facilmente encontradas se assim o desejar.
Ao longo da sua Presidência, o senhor trouxe esperança de mudança. Mas isso foi no passado, estou profundamente entristecida e envergonhada com a sua decisão de honrar tal homem, com bravura e estrela da coragem. Manchou todos os outros indonésios que o mereceram através de atos respeitosos e corajosos em relação à Indonésia.
Como vítima, nunca procurei uma indemnização ou qualquer reconhecimento de qualquer lado, quero simplesmente que a justiça seja defendida. Apenas a justiça. Mas em troca de tudo isto, nós, as vítimas e sobreviventes, temos as nossas feridas abertas e manchadas com o pior. Onde está a sua humanidade, Senhor? É assim que quer que a sua Presidência seja recordada? É a impunidade, é com ela que quer que o seu legado seja recordado?
Exorto-o a considerar retirar a medalha que atribuiu a este assassino em massa. Como indonésio decente, peço-lhe que não nos humilhe, a nós, as vítimas e os sobreviventes. Não manche com vergonha outros indonésios que verdadeiramente merecem essa Honra, sendo colocados no mesmo nível de um Assassino em Massa.
Agradecida pela sua atenção.
Cris Carrascalão
Vítima e sobrevivente
Estevao Cabral
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porque razão são tão porcos os habitantes dos açores?

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Caríssimos membros, o Nova Geração para os Açores é um grupo de informação/notícias. Qualquer publicação que ultrapasse estes limites será eliminada. Aqui, não há recurso!
Façam o favor de ler as regras do grupo.
Pelo facto de estarem a surgir inúmeros diretos de vendas online, todas as publicações terão de ser aprovadas pelos administradores.
Já agora, não será autorizada a publicação de propaganda eleitoral, seja de que partido/movimento for. Apenas as notícias serão autorizadas.
Haja saúde!

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Gostaria que todos os membros deste grupo refletissem um pouco:

Nem todas as pessoas que aqui se encontram são católicas.

Não fazemos escolha por religião, por crença, por raça, por cor política ou por outra coisa qualquer.

Não fazemos escolha!!!

Estão aqui por opção e felizmente que assim o é, porque ainda consideramos que vivemos numa sociedade democrática e tolerante.

Sendo assim, agradeço que deixem de partilhar neste grupo missas, mensagens e outras publicações alusivas à religião. A qualquer religião ou crença.

Este é um grupo de informação e assim pretendemos que continue a ser.

Notícias, sim; comentários sem obscenidades, sim; tolerância, sem dúvida!

Hoje, mais do que nunca, somos todos por todos!!!

Cuidem-se!

Agradecemos a vossa compreensão.

LD

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Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa – software

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Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa. A primeira versão digital do Vocabulário da Academia contém mais de 215 000 entradas com a respetiva classificação gramatical e outras informações úteis.

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