cansaram-se de ser moderados?

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A foto foi denunciada pelo FB….
Esperar para que?
May be an image of child, standing, outdoors and text that says "13:05 Sebastião R. Bugalho 2h.â Esta fotografia foi tirada ontem, numa estrada de acesso ao aeroporto de Cabul, por um repórter do LA Times. Talibãs barraram entrada a mulheres crianças com pedras, paus e metralhadoras. No mesmo dia, ONU afirmou-se "optimista" quanto ao futuro dos direitos humanos no Afeganistão, Comissão Europeia assumiu "ter de dialogar com eles, pois ganharam guerra" e Governo português anunciou que iria "esperar para ver". Não é preciso esperar nada. Está todos. vista de Ocultar esta Foto 45 5 comentários 4 partilhas Dartilhar"
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Carlos Fino

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TALIBÃS
ABREM FOGO CONTRA APOIADORES DO ANTERIOR GOVERNO
Talibã abre fogo contra manifestantes apoiadores da bandeira nacional, há mortos e feridos (VÍDEOS)
BR.SPUTNIKNEWS.COM
Talibã abre fogo contra manifestantes apoiadores da bandeira nacional, há mortos e feridos (VÍDEOS)

Crónica 412 dos dias negros da Idade Média talibã. 19-8-2021

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esta e anteriores em https://www.lusofonias.net/mais/as-ana-chronicas-acorianas.html

Crónica 412 dos dias negros da Idade Média talibã. 19-8-2021

retrato do talibã moderado

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talibã tradicional

Fact Check. Fotografia mostra mulheres muçulmanas acorrentadas? – Observador

talibãs menos moderados

As 29 restrições aplicadas pelos talibãs às mulheres

  1. Proibição total do trabalho feminino fora de casa. (algumas médicas e enfermeiras tinham permissão para trabalhar em hospitais de Cabul).
  2. Proibição de qualquer tipo de atividade fora de casa:As mulheres só podiam sair de casa acompanhadas pelo marido ou pai, avô, irmão ou filho.
  3. Proibidas de realizar negócios com comerciantes do sexo masculino.
  4. Proibidas de ser tratadas por médicos homens.
  5. Proibidas de estudar: sem permissão de andar na escola, universidade ou qualquer instituição educativa.
  6. Obrigadas ao uso da burca.
  7. Podem ser chicoteadas, espancadas e vítimas de abuso (verbal) se não se vestirem de acordo com as regras dos talibãs ou não estejam acompanhadas pelo marido ou por um familiar masculino.
  8. Podem ser chicoteadas em público se não escondessem os tornozelos.
  9. Condenadas ao apedrejamento público até à morte se tiverem relações sexuais fora do casamento
  10. Proibidas de usar cosméticos:nem maquilhagem nem verniz, podem ter os dedos amputados.
  11. Proibidas de falar ou apertar a mão a homens: exceto maridos ou familiares.
  12. Proibidas de rir em voz alta: ninguém estranho à mulher pode ouvir a sua voz.
  13. Proibidas de usar saltos altos que produzissem som:Os homens não podem ouvir os passos de uma mulher.
  14. Proibidas de apanhar um táxi: Só o podiam fazer acompanhadas pelo marido ou familiares do sexo masculino.
  15. Proibição da presença feminina na rádio, televisão ou reuniões públicas de qualquer natureza.
  16. Proibidas de praticar desportos.
  17. Proibidas de andar de bicicleta ou mota: Só se fossem acompanhadas pelo marido ou familiar do sexo masculino.
  18. Proibidas de usar roupas de cores vivas: consideradas “cores sexualmente atraentes”.
  19. Proibidas de reunir para festividades
  20. Proibidas de lavar roupa nos rios ou praças públicas.
  21. Modificação de todos os nomes de ruas e praças que incluíam a palavra “mulher”: Por exemplo o “Jardim das Mulheres” passou para “Jardim da primavera”.
  22. Proibidas de espreitar das varandas do apartamento ou casa.
  23. as janelas das casas têm de ser opacas: impossível alguém da rua ver as mulheres dentro das suas casas.
  24. Alfaiates masculinos não podiam medir, nem costurar roupas femininas.
  25. Proibidas de utilizar casas de banho públicas.
  26. Não podiam viajar no mesmo autocarro que os homens
  27. Proibidas de usar calças largas: Mesmo por baixo da burca, as calças largas continuavam a ser proibidas.
  28. Proibição de fotografar ou filmar mulheres.
  29. A impressão de imagens de mulheres em revistas, livros, ou penduradas em casas ou lojas eram proibidas.

As mulheres não têm a menor importância aos olhos dos talibãs, exceto quando estão envolvidas na procriação, na satisfação dos desejos sexuais dos homens ou assumindo o pesado trabalho doméstico.

Depois deste retorno milenar à Idade das Trevas fiquei sem palavras e não sei onde param as minhas amigas feministas

Chrys Chrystello, Jornalista, Membro Honorário Vitalício nº 297713

[Australian Journalists’ Association MEEA]

Diário dos Açores (desde 2018)

Diário de Trás-os-Montes (desde 2005)

Tribuna das Ilhas (desde 2019)

Jornal LusoPress Québec, Canadá (desde 2020)

Próximo Oriente

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Não é por acaso que cada vez mais se testemunham referências ao “próximo Oriente”. São disso exemplo as camisolas de um clube de futebol, que de forma subliminar transportam para os Emirados. Essa mensagem, quase despercebida, consubstancia-se em mais: há uma estratégia delineada, mas que pode e deve servir também a Portugal.

Source: Próximo Oriente

isto não é falta de civismo

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enquanto não houver mão pesada isto continua, várias vezes tento estacionar nestes locais e estão lá viaturas sem de dístico e a única deficiência dos ocupantes é mental…

João Manuel Medeiros Aguiar

Abuso!
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  • Micaela Pacheco

    Ainda ontem vi uma melhor. Um veículo parou no estacionamento para deficientes, destinado a utentes da escola, estiveram a fazer limpezas no carro, deixaram lixo no chão e foram-se embora.
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  • Maria Teixeira

    Uma tristeza, falta de civismo, falta de respeito, abuso com a arrogância do “eu posso, quero e mando”.
    Rédea curta faz muita falta mesmo nos cavalos puro sangue.
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não podemos esquecer MALALA

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Hoje com 24 anos, a paquistanesa se tornou uma voz global pelo direito de as meninas se educarem; ela foi baleada por um militante do Talebã ao voltar da escola. Agora, a educação de mulheres volta a ser ameaçada no Afeganistão.
Baleada na volta da escola: biografia de Malala indica o que é crescer sob o Talebã
BBC.COM
Baleada na volta da escola: biografia de Malala indica o que é crescer sob o Talebã

jornalistas silenciados

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SER JORNALISTA NÃO É FÁCIL
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Miguel Szymanski.
“Fui dispensado de vários jornais por me recusar a fazer fretes. Na revista Sábado o director, na altura, hoje já reformado do jornalismo, veio ter comigo e disse “lamento mas és persona non grata junto da administração”. O empresário André Jordan tinha-se queixado de uma entrevista que lhe fiz e que nunca foi publicada. No grupo do Diário Económico foi Ricardo Espírito Santo Salgado quem se queixou que eu o retratara “como se fosse um gatuno” e ameaçou retirar publicidade do grupo. “Não te posso dar mais trabalhos para escrever, lamento, ordens superiores”, disse-me o director do jornal. Na revista GQ (onde publicava crónicas) as queixas vieram numa carta de Jardim Gonçalves. No último artigo que escrevi para o Expresso (o contrato como colaborador nunca foi rescindido) critiquei Sócrates quando ainda era primeiro-ministro. Recusei pedidos de artigos para a revista Up da TAP (sobre a EDP) porque eram fretes. A minha mulher foi despedida da Cofina por se recusar a escrever ‘publi-reportagens’, textos publicitários mascarados de jornalismo. A directora da revista exigia-o, ela insistiu em recusar-se e o director de recursos humanos, genro do patrão da Cofina, disse-lhe “o salário ao fim do mês também não vem com código deontológico”. Despediram-na. Por causa disso a minha mulher e eu tivemos de sair de Portugal e de ir trabalhar para a Alemanha. Fomos de carro, ambos desempregados, com meia dúzia de malas na bagageira e duas crianças no banco de trás. Não foi fácil. Ser jornalista não é fácil.”
Para os que acreditam no que por aí se publica nos jornais…
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