isto não é falta de civismo

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enquanto não houver mão pesada isto continua, várias vezes tento estacionar nestes locais e estão lá viaturas sem de dístico e a única deficiência dos ocupantes é mental…

João Manuel Medeiros Aguiar

Abuso!
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  • Micaela Pacheco

    Ainda ontem vi uma melhor. Um veículo parou no estacionamento para deficientes, destinado a utentes da escola, estiveram a fazer limpezas no carro, deixaram lixo no chão e foram-se embora.
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  • Maria Teixeira

    Uma tristeza, falta de civismo, falta de respeito, abuso com a arrogância do “eu posso, quero e mando”.
    Rédea curta faz muita falta mesmo nos cavalos puro sangue.
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    • 1 m

não podemos esquecer MALALA

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jornalistas silenciados

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SER JORNALISTA NÃO É FÁCIL
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Miguel Szymanski.
“Fui dispensado de vários jornais por me recusar a fazer fretes. Na revista Sábado o director, na altura, hoje já reformado do jornalismo, veio ter comigo e disse “lamento mas és persona non grata junto da administração”. O empresário André Jordan tinha-se queixado de uma entrevista que lhe fiz e que nunca foi publicada. No grupo do Diário Económico foi Ricardo Espírito Santo Salgado quem se queixou que eu o retratara “como se fosse um gatuno” e ameaçou retirar publicidade do grupo. “Não te posso dar mais trabalhos para escrever, lamento, ordens superiores”, disse-me o director do jornal. Na revista GQ (onde publicava crónicas) as queixas vieram numa carta de Jardim Gonçalves. No último artigo que escrevi para o Expresso (o contrato como colaborador nunca foi rescindido) critiquei Sócrates quando ainda era primeiro-ministro. Recusei pedidos de artigos para a revista Up da TAP (sobre a EDP) porque eram fretes. A minha mulher foi despedida da Cofina por se recusar a escrever ‘publi-reportagens’, textos publicitários mascarados de jornalismo. A directora da revista exigia-o, ela insistiu em recusar-se e o director de recursos humanos, genro do patrão da Cofina, disse-lhe “o salário ao fim do mês também não vem com código deontológico”. Despediram-na. Por causa disso a minha mulher e eu tivemos de sair de Portugal e de ir trabalhar para a Alemanha. Fomos de carro, ambos desempregados, com meia dúzia de malas na bagageira e duas crianças no banco de trás. Não foi fácil. Ser jornalista não é fácil.”
Para os que acreditam no que por aí se publica nos jornais…
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