quando os talibãs assassinaram o humorista em julho passado

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There’s a scene that puts extraordinarily dramatically bare what the Taliban regime is and how easy it is, deep down, ridicule it if you have endless dignity and courage.
Show Afghan comedian Khasa Zwan as he is arrested and loaded into car by the Taliban. And he, with his hands cuffed behind his back, despite the slaps, doesn’t beg, asks for mercy, doesn’t kneel to his aguzzers. He does what he’s always done in every show, until the last instant: he mocks them, irritates them, makes fun of them, those death emissaries and a blind and fanatic power without scruples or irony.
They found him at the end of July in the countryside with his throat slit and the signs of torture. But, between the two, between him and the Taliban, he will always survive.
Khasa Zwan showed the world how a comedian dies: laughing in his murderers face.
He took away from the Taliban the greatest power they have: fear.
It’s like he said them: you can torture me, slaughter me, kill me, but you will never take away my power to make fun of you, my dignity, who I am.
If there is a symbol of resistance to the banality of evil, at every latitude, here it is.
(Lorenzo Tosa)

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There’s a scene that puts extraordinarily dramatically bare what the Taliban regime is and how easy it is, deep down, ridicule it if you have endless dignity and courage.
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They found him at the end of July in the countryside with his throat slit and the signs of torture. But, between the two, between him and the Taliban, he will always survive.
Khasa Zwan showed the world how a comedian dies: laughing in his murderers face.
He took away from the Taliban the greatest power they have: fear.
It’s like he said them: you can torture me, slaughter me, kill me, but you will never take away my power to make fun of you, my dignity, who I am.
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china pede moderação aos talibã

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CHINA E RÚSSIA PEDEM MODERAÇÃO AOS TALIBÃ
Xi pede moderação ao Talibã e coordenação com Putin no Afeganistão
Líder chinês ligou para o russo para discutir crise, que os opõem aos Estados Unidos
Igor Gielow
SÃO PAULO
O presidente da China, Xi Jinping, pediu que o Talibã que exerça o poder com moderação e forme um governo “inclusivo”, além de reiterar a condição para o apoio de Pequim ao grupo que tomou o poder no Afeganistão: cortar laços com organizações terroristas.
A posição do líder chinês foi expressa em sua primeira conversa sobre a crise no país asiático com o presidente russo, Vladimir Putin, seu potencial sócio na empreitada de ocupar o vácuo deixado pela retirada norte-americana após 20 anos de guerra.
Afegãos fogem do Talibã rumo ao Paquistão no ponto de fronteira de Chamam – AFP
As informações foram divulgadas pela rede de TV estatal chinesa CCTV nesta quarta (25).
Xi ainda pediu que a Rússia, entre outros membros da comunidade internacional, coordene esforços com a China para ajudar na estabilidade afegã. A conversa ecoou em Berlim, onde a chanceler Angela Merkel afirmou ao Parlamento que há uma “nova realidade” e que é necessário negociar com os talibãs.
China e Rússia são acusadas pelo presidente Joe Biden de terem trabalhado para minar os esforços americanos no país ocupado desde 2001, quando o mesmo Talibã foi expulso do poder por abrigar os terroristas que executaram os atentados do 11 de Setembro.
[ x ]
Assim, nada tem de casual o tom da conversa entre os líderes, que mantém a maior proximidade entre seus países desde o fim da Guerra Fria, em 1991.
O caso chinês é mais sensível, dado que o país tem uma fronteira pequena com o Afeganistão e viu, ao longo dos anos, o apoio talibã aos terroristas islâmicos que operam na região de maioria muçulmana de Xinjiang.
Uma semana antes da fulminante ofensiva talibã, que aproveitou a retirada de tropas americanas anunciada em abril para tomar o país em 15 dias, o chanceler chinês, Wang Yi, recebeu uma delegação do grupo.
Ela era liderada pelo negociador-chefe Abdul Ghani Baradar, então exilado em Doha, que hoje é a mais alta autoridade talibã em Cabul. Naquela conversa, a bênção chinesa à volta dos extremistas ao poder foi dada exatamente sob a premissa do fim dos laços com os radicais de Xinjiang.
Para todos os efeitos, o Talibã aceitou os termos. Agora, Xi quer um compromisso mais firme, até porque os sinais práticos de que a moderação prometida são da boca para fora abundam no Afeganistão desde o dia 15, quando os seus soldados entraram em Cabul e o presidente Ashraf Ghani fugiu para os Emirados Árabes Unidos.
Mulheres evitam sair às ruas por medo de ataques ao estilo daqueles do tempo em que o grupo governou o país, de 1996 a 2001. Fotos de mulheres com o rosto descoberto e vitrines de salões de beleza foram destruídas por militantes.
Nem o Talibã nega o problema. Na terça (24), seu porta-voz Zabihullah Mujahid disse que as mulheres por ora deveriam ficar em casa porque seus militantes “ainda não foram treinados” para respeitá-las. “É uma situação militar, temporária”, afirmou.
Esse é uma questão. O outro, a busca focada pelo grupo de pessoas que trabalharam com ocidentais e para o governo, com relatos de prisões arbitrárias e execuções. A segurança de Cabul está nas mãos de um grupo considerado terrorista pela ONU, a rede Haqqani..
A ocupação americana trazia problemas de segurança para Xi, mas também era geopoliticamente interessante, mantendo seu principal adversário na Guerra Fria 2.0 ocupado na Ásia, seu quintal.
Agora, a situação apresenta a oportunidade de ocupar o vácuo político, sem engajamento militar, visando integrar o Afeganistão de alguma forma à sua esfera de influência econômica. Há óbices a isso.
No vizinho Paquistão, país que ajudou a criar o Talibã nos anos 1990, Pequim fez investimento maciços num corredor de infraestrutura e escoamento de exportações via oceano Índico, mas enfrenta ataques constantes contra seus cidadãos —na sexta passada (20), três chineses foram mortos no porto de Gawdar.
Por outro lado, essa relação permitirá uma estabilização da fronteira oeste chinesa, uma de suas maiores preocupações de segurança.
Já o desafio político reside no fato de que, passado o caos e a humilhação da retirada às pressas pelo aeroporto de Cabul, EUA e seus aliados poderão colocar sua energia na estratégia que visa conter a China no Indo-Pacífico.
Para Putin, a perspectiva é de uma sociedade minoritária no esforço chinês, visando principalmente manter a segurança de seus aliados na Ásia Central que o separam dos extremistas e também da China, particularmente o Tadjiquistão, que tem uma fronteira permeável a infiltrações vindas do Afeganistão.
O russo suspendeu nesta quarta os exercícios militares de um mês que faz no país para concentrar suas forças na retirada de 500 pessoas, com quatro aviões, de Cabul —além de russos, belarussos, centro-asiáticos e até ucranianos, cidadãos de um país hostil a Moscou.
Do lado ocidental, a correria para a retirada até o prazo de 31 de agosto continua. Nesta quarta, em uma entrevista à rede britânica ITV, o chanceler Dominic Raab admitiu que não sabe quantas pessoas mais há para evacuar e, ao fim, quantas conseguirão.
Biden, após ameaças do Talibã e alegando risco de atentados do Estado Islâmico, manteve o limite para a retirada. Cerca de 70 mil pessoas já saíram, em contas imprecisas. Os talibãs cortaram o acesso de civis à região do aeroporto, onde já morreram 21 pessoas, mas ainda há milhares esperando uma vaga para voar.
Xi pede moderação ao Talibã e coordenação com Putin no Afeganistão
WWW1.FOLHA.UOL.COM.BR
Xi pede moderação ao Talibã e coordenação com Putin no Afeganistão

o crachá

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Yep.
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A DEA officer stopped at our farm yesterday, he said “I need to inspect your farm for illegal growing drugs.”
I said “Okay, but don’t go in that field over there.”
The DEA officer verbally exploded saying, “Mister, I have the authority of the Federal Government with me!” Reaching into his rear pants pocket, the arrogant officer removed his badge and shoved it in my face. “See this badge?! This badge means I am allowed to go wherever I wish…. On any land !! No questions asked or answers given!! Have I made myself clear?…. do you understand?!!”
I nodded politely, apologized, and went about my chores. A short time later, I heard loud screams, looked up, and saw the DEA officer running for his life, being chased by my big old mean bull…. With every step the bull was gaining ground on the officer, and it seemed likely that he’d sure enough get gored before he reached safety. The officer was clearly terrified.
I threw down my tools, ran to the fence and yelled at the top of my lungs
“Your badge, show him your BADGE!!”

quase todos os dias notícias destas….PJ detém dois homens nos Açores por crimes de violação e de coação sexual agravados –

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A Polícia Judiciária identificou e deteve dois homens por fortes indícios da prática de crimes de violação e de coação sexual agravados, de que foram vítimas duas crianças e uma adolescente, com 11, 12 e 16 anos de idade.Segundo comunicado da PJ, os delitos ocorreram entre os anos de 2015 e 2020

Source: PJ detém dois homens nos Açores por crimes de violação e de coação sexual agravados – NO Revista

como se alguém acreditasse

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Working women in Afghanistan must stay at home until proper systems are in place to ensure their safety, a Taliban spokesman has told reporters.
“It’s a very temporary procedure,” spokesman Zabihullah Mujahid said. (BBC)
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cresce a economia paralela

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A Inspeção Regional das Atividades Económicas realizou, em 2020, mais processos de averiguação sobre economia paralela do que em 2019.
O fenómeno poderá ter aumentado devido à pandemia.

HDES A MELHORAR

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Alguns casos superiores há 5 anos
HDES bate recordes de actividade médica nos primeiros sete meses deste ano
Os valores do movimento assistencial realizado no Hospital do Divino Espírito Santo (HDES), nos primeiros sete meses do ano, revelam uma recuperação total em relação aos valores dos últimos 5 anos, sendo em certos casos mesmo superiores – isto apesar de todos os protocolos que ainda estão em vigor no âmbito da pandemia e até das falhas informáticas de que o hospital foi alvo – revela a administração hospitalar.
“São dados oficiais que revelam o grande esforço que tem vindo a ser desenvolvido por todos os funcionários do HDES e que são absolutamente notáveis”, sublinha a administração presidida pela médica Cristina Fraga.
Consultas no maior valor desde 2017
Ao nível das consultas foi atingido o total de 169.238 (os resultados finais ainda podem ser ligeiramente superiores, uma vez que faltam algumas validações), “que é claramente o maior valor desde 2017”.
O cenário repete-se em todas as categorias: nas consultas médicas (mais 27% do que em 2020 e mais 16,7% do que na média de 2017 a 2019); nas consultas não médicas (3,9% em relação a 2020 e 52,7% à média 2017- 2019); e nas consultas de enfermagem (16,7% e 49%).
Média de dias de internamentos diminui
No Internamento, há a registar neste período um total de 10.871 utentes saídos, o que revela um aumento de 20% em relação a 2020 mas uma quebra de 4,4% em relação à média dos anos anteriores.
Há a registar, no entanto, que a média de dias de internamento baixou em relação ao ano anterior, embora mantendo-se em linha com a média dos anos anteriores.
Mais cirurgias no Bloco
No Bloco, há a registar um total de 4.856 cirurgias, o que representa uma recuperação de 53% em relação a 2020 e mesmo um crescimento de 1% em relação à média dos anos anteriores, “o que é significativo”, considera o HDES.
Embora na Produção Programada, que representou uma recuperação de 63% em relação a 2020, exista uma redução de quase 6% em relação à média dos anos anteriores, registam-se aumentos significativos na Produção Adicional: mais que o dobro de 2020 (120%) e mais 31% em relação à média dos anos anteriores.
A produção urgente também cresceu bastante, com mais 16,15% em
relação a 2020 e 5,2% em relação à média dos anos anteriores.
Valores pré-pandémicos na Urgência
O número de utentes atendidos na Urgência, se bem que em Julho já revele uma certa retoma para valores pré-pandémicos, em termos do período de Janeiro a Julho mantém-se bastante semelhante ao de 2020, com um crescimento de apenas 1%, mas uma descida de 35,7% em relação à média dos anos anteriores.
“É, no entanto, uma área que encaramos com atenção, uma vez que os valores mensais já revelam uma tendência de subida acentuada”, revela o HDES.
A percentagem de Azuis e Verdes no total de urgências continua abaixo das médias dos anos anteriores, e bai- xou mesmo em relação a 2020 cerca de 15,7%.
Crescimento no Hospital Dia
No Hospital Dia registam-se igualmente crescimentos em relação aos anos anteriores, nomeadamente ao nível do número de doentes atendidos, que aumentou 29,5% em relação a 2020 e 14% sobre a média dos anos anteriores.
O número de exames realizados regista um aumento de 32,2% em relação a 2020 e de 5% em relação a 2019, o que é também muito significativo.
Menos partos e mais cesarianas
O número de partos realizados continua a revelar tendência de abaixamento, com uma redução de 4,7% em relação a 2020 e de 7,6% sobre a média dos anos anteriores.
O total cesarianas também continua a crescer, sendo mesmo o maior valor dos 5 anos e representando em 2021 cerca de 44,6% do total de partos. Sobre os nados mortos, há a registar 4 casos, que embora representem um aumento para o dobro em relação a 2020, estão quase 43% abaixo da média dos anos anteriores.
Palestra amanhã no HDES
O HDES promove amanhã uma palestra sobre Igualdade Feminina, destinada a comemorar o Dia Internacional da Igualdade Feminina, que se celebra nesse dia.
A palestra terá como oradoras Tânia Fonseca, Directora Regional para a Promoção da Igualdade e Inclusão Social, e Helena Soares, Directora do Serviço Social do HDES, e será moderada por Carolina Viveiros, Directora da Consulta Externa do HDES.
A palestra tem início pelas 14h00, no Auditório do HDES, que está limitado a 20 pessoas e contará com a transmissão em directo, através da página do HDES no Facebook.
(Diário dos Açores de 25/08/2021)
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a marcha do progresso

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