há anos que há excesso de lixo em ponta delgada

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Sem palavras – Ponta Delgada 14/09/2021 17h
Lúcia Duarte, Roberto Y. Carreiro and 22 others
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    Lúcia Duarte

    É uma vergonha.
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  • Ruben Serrado

    Isso é uma vergonha
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  • Luciano Carvalho

    Reduziram as vezes das recolhas do lixo?
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  • Paulo Batista

    O desrespeito começa por quem lá coloca o lixo e não respeita as limitações do contentores subterrâneos. Falar mal e dizer que é vergonhoso, será muito fácil… e se calhar quem lá coloca o lixo assim, ainda chama de vergonhoso….

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      Lúcia Duarte

      Paulo Batista a falta de civismo e consciência Ambiental será uma das culpas…e a outra é das entidades responsáveis que não fizeram um estudo , entre quantidade de pessoas residentes na área e pouco espaço para tanto lixo …ou as recolhas não são diárias e deviam ser…

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      • Paulo Batista

        Lúcia Duarte grande parte deste lixo, consegue-se identificar que não se trata de lixo residencial… mas sim comercial. Não havendo recolha diária (o que considero estranho), os serviços camarários já deveriam de ter resolvido esta necessidade. No entanto, venha quem vier, será sempre assim se as mentalidades não mudarem.

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  • Rosa Maria Santos

    Não era só este canto que hoje estava assim, a Rua Coronel Chaves era um horror para os peões, tinham de esperar que os carros passassem para ultrapassar os montes de lixo, liguem para os serviços de higiene e limpeza da CMPD e a resposta foi GREVE, ai…

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  • Ber Maica

    Nápoles?
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  • João Gamboa

    Constante
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  • José Valério

    GREVE às horas extraordinárias.

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      Lúcia Duarte

      José Valério pois soube à pouco…ótimo cenário para os turistas…
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      • 8 h
    • José Valério

      Não se divulgou porque a CMPD pensou que não se realizaria. Em tempo de eleições não convém falar de greves.

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      • 8 h
  • Jose Sousa

    Repita todos os dias e vira viral.
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    • 6 h
  • Nuno Barata Almeida Sousa

    Greve às horas extraordinárias.

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    • 18 m
  • Fernando Sousa

    Isso acontece há anos e parece que só despertaram.
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    • 4 m

dez meses sem bússola osvaldo cabral

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ú
Na próxima semana faz dez meses que o XIII Governo dos Açores, presidido por José Manuel Bolieiro, tomou posse.
Claro que o balanço desta coligação só será feito em Outubro de 2024 (na melhor das hipóteses), mas pelo andar destes primeiros 300 dias é fácil concluir que ainda está por definir um rumo.
Na apressada composição do elenco governamental cometeram-se alguns erros de avaliação de perfis e alguns dos partidos que formam a coligação não possuíam quadros com o talento desejável para assumirem as pastas que ocupam, como se tem vindo a constatar.
São erros de ‘casting’ que certamente serão corrigidos naquilo a que chamamos ‘remodelações’ e que os governos chamam, pomposamente, de ‘acertos’.
Esta apreciação ficará para mais tarde.
O que interessa agora é o rumo ou a estratégia que este governo terá de adoptar (já devia ter adoptado) face à nova oportunidade que nos é dada pela União Europeia para uma reforma profunda na nossa economia e desenvolvimento.
Está por definir que rumo é que vai ser dado aos quase 700 milhões de euros que nos vão caber da famosa ‘bazuca’.
Este governo optou, erradamente, por não mexer no PRR (Plano de Recuperação e Resiliência) definido pelo governo anterior, com o argumento de que, se houvesse alterações, poderia haver atrasos e serem ultrapassados os prazos, prejudicando a região.
Como se veio a provar, o governo de António Costa demorou ainda mais de um mês a entregar o plano português a Bruxelas, pelo que teríamos tempo suficiente para alterar o documento do governo de Vasco Cordeiro, que, na sua globalidade, tem a estratégia errada, pois continuaria a apostar a maior fatia do bolo na pesada administração pública regional e nas suas empresas falidas.
É verdade que o governo de Bolieiro prometeu que fará as alterações depois da aprovação das verbas, mas o facto relevante é que, até agora, ainda não foram definidas prioridades, que modelo de aplicação das verbas, que estratégia para os sectores produtivos da região, que áreas vão beneficiar das novas políticas públicas e, não menos importante, como se vai escrutinar e fiscalizar todo este processo de financiamento com a devida agilização.
Sem uma discussão pública – que não apenas política e pelos políticos – sobre que modelo queremos para a aplicação do PRR e sem uma boa e eficaz fiscalização, é de desconfiar que as verbas sejam destinadas sempre aos mesmos e às mesmas políticas dos últimos anos, que se provaram ruinosas.
Saber o que fazer com esta “pipa de massa” é um exercício que nos chama a todos nos Açores. E quando se diz “todos” não é apenas ao governo e instituições políticas. É toda a sociedade. Principalmente a sociedade civil e as empresas.
Não sabemos que estratégia vamos ter, mas já se prepara a criação
de um longo e fastidioso órgão de coordenação política e técnica para a execução das verbas.
Lê-se o Decreto Regulamentar Regional que cria o modelo de governação (nº 23/2021/A de 3 de Setembro de 2021) e fica-se com a sensação de que vamos ter, como é hábito na administração regional, mais um monstro burocrático para complicar todo o processo.
Só o órgão de coordenação técnica vai ter 11 gestores de investimento, engrossando o vínculo à administração pública regional e indicados por membros do governo.
É de desconfiar que seja um verdadeiro maná para mais ‘boys and girls’ das jotas.
Se há razões para desconfiar é porque este governo, nestes dez meses, se prestou a nomeações duvidosas, algumas escandalosas, esperando-se que não seja este o histórico da sua caminhada daqui para a frente.
Não podemos desperdiçar tantos recursos.
Temos de chamar para esta empreitada gigantesca os melhores dos melhores, fazer aplicar estes fundos na dinamização da economia, que crie riqueza e empregos, dando oportunidade aos jovens talentos que cá vivem, mas, especialmente, chamando os mais talentosos que deixamos fugir lá para fora, num projecto comum de crescimento que dê novo alento às novas gerações.
A economia do futuro não se compadece com burocracias administrativas, como é comum entre nós, nem com negligências e incompetências públicas, muito menos com governantes desligados entre si e sem orientação comum.
Temos que ser rápidos, bons e eficientes nas políticas públicas e na escolha dos agentes que ponham em prática os novos projectos.
Envolver política – melhor dizendo, politiquice – no meio de tudo isso, é caminharmos para o fracasso, como vínhamos caminhando.
A Comissária Europeia portuguesa, Elisa Ferreira, disse há pouco tempo, com coragem, que “é penoso ver que Portugal, com estes anos todos de apoio, ainda está entre os países atrasados”.
Imagine-se nós, nos Açores, que ocupamos os piores lugares em todas as estatísticas do país.
Ou mudamos de rumo ou continuaremos a ser um gigantesco arquipélago fabricante de funcionários da administração pública.
Numa governação tipo ió-ió, com altos e baixos, este governo fez em dez meses uma mudança estrutural com estrondoso sucesso: as passagens a 60 euros.
Falta agora sabermos que modelo é que queremos para o resto da legislatura.
Uma questão de bússola.
(Osvaldo Cabral – Diário dos Açores de 15/09/2021)
Natália Susana Silva and 4 others
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ZÉ BURGUESINHO

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ZÉ BURGUESINHO
Um excelente texto da autoria do nosso amigo Miguel Szymanski, jornalista, e que caracteriza muito bem o «tuga» ou mesmo o «açuriano»….
«Zé Burguesinho» é, infelizmente, uma espécie em franca expansão 🙂 …. basta fazer zapping nas tv’s ou nas redes sociais, já para não falar dalguma comunicação social impressa ….
……………………..O Zé Burguesinho …………………………………..
[ Não lê, não conhece, nunca lá foi, mas tem opiniões inabaláveis.
É contra as bicicletas e não gosta de peões porque as estradas são para os carros e os passeios para estacionar.
É exigente com os outros e tolerante em causa própria.
Não reconhece sofismas, nem tem tempo para ir a dicionários.
Aclama qualquer sucedâneo de D. Sebastião que os jornais e as televisões lhe apresentam.
Acha que se ninguém vê, não faz mal.
Sente-se acima da autoridade mas venera fardas de alta patente.
Ou é fã e defende ou adversário e não perdoa, racionalidade não entra.
É capaz de se indignar por tudo, não reage a nada.
Faz questão de conduzir carros um ou dois furos acima do orçamento.
Considera-se um individualista mas, não vá o diabo tecê-las, segue a multidão.
Acredita e vota na pessoa cuja cara lhe mostram mais vezes.
É perito em séries mas ainda tem na sala uma prateleira com livros, clássicos.
Tem amigos pessoais. ]
Foto : retirada da net. Personagem de desenhos animados,
@ Ryc
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La question du jour. 14 millions d’euros dans l’empaquetage de l’Arc de Triomphe, ça vous choque ?

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Démarrés fin juin, les préparatifs visant à empaqueter le célèbre monument parisien, suivant les plans de Christo, se poursuivent à un rythme soutenu.

Source: La question du jour. 14 millions d’euros dans l’empaquetage de l’Arc de Triomphe, ça vous choque ?

deslizamento de terras fatídico

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Landslide and rocks on housing in areas of Cerro del Chiquihuite, colony Lázaro Cárdenas Third Section of Tlalnepantla East. Several people are missing.

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