Jaw-dropping moment shark devoured by gigantic sea monster in one gulp – Daily Star

Views: 0

 

John Brossard and his crew were trying to reel in the shark off the coast of Florida when they noticed three ominous dark shadows lurking in the water below – before one attacked

Source: Jaw-dropping moment shark devoured by gigantic sea monster in one gulp – Daily Star

atribuição do prémio natália correia

Views: 1

PRÉMIO LITERÁRIO NATÁLIA CORREIA
Caríssimos amigos, fui agraciado com uma Menção Honrosa no Prémio Literário Natália Correia.
A obra a concurso, ECOCARDIODRAMA (inédita).
Estou muito feliz.
Quero enviar um forte abraço ao José Pedro Leite que foi galardoado com o Prémio.
A obra vencedora, da sua autoria, intitula-se: ASCENSOR DE SOMBRAS.
O meu agradecimento à Câmara Municipal de Ponta Delgada e ao júri, constituído por:
‘A obra “Ascensor de Sombras”, de José Pedro Leite, é a galardoada com o Prémio Literário Natália Correia. O júri distinguiu ainda com uma menção honrosa, entre as mais de 600 obras candidatas, o original “Ecocardiodrama”, de Alberto Pereira. A decisão do júri, que esteve reunido durante esta semana, em Ponta Delgada, para deliberar sobre a atribuição do Prémio Literário, foi hoje comunicada à Câmara Municipal de Ponta Delgada, entidade promotora e organizadora do Prémio Literário Natália Correia.
“Dada a impossibilidade de atribuir um prémio Ex Aequo; tendo em conta a consistência e excelência poéticas das duas obras levadas à final, reveladoras de um elevado conhecimento da natureza e da função do acto criador, a cuja alteridade é convidado o estado do mundo, morada do caos, da qual emerge uma poesia-oráculo-lugar de uma síntese não apenas agregadora, mas também salvífica, decidiu o júri atribuir o Prémio Literário Natália Correia à obra ‘Ascensor de Sombras’, de José Pedro Leite, pelo facto deste livro apresentar uma arte poética que propõe uma reflexão sobre a própria poesia e que inspira um novo começo para humanidade”, escreve o júri.
“Pelas razões acima referidas, o júri decidiu atribuir uma única menção honrosa, a qual distinguiu o original ‘Ecocardiodrama’, de Alberto Pereira”, prosseguem os jurados Ângela de Almeida, poeta e investigadora; Diniz Borges, investigador e professor universitário; Lélia Nunes, escritora e investigadora; Luís Filipe Sarmento, escritor; e Vera Duarte Pina, escritora. O autor galardoado vai receber um prémio no valor pecuniário de 7500 euros (sete mil e quinhentos euros), em cerimónia promovida pela autarquia em data e local a anunciar, além da 1.ª edição (500 exemplares), pelo Município de Ponta Delgada, da obra vencedora.
José Pedro Leite, 40 anos, natural do Porto, é licenciado em Direito pela Universidade Católica Portuguesa e tem publicados oito livros, todos de poesia: “Outros litorais” (2008); “As mãos e o lume” (2009), vencedor do Prémio Políbio Gomes dos Santos; “Respiração vertical” (2011), menção honrosa no Prémio Irene Lisboa, em 2013; “O conhecimento dos vulcões” (2015); “A invenção do Verão” (2019); “A construção dos lábios” (2020) e “Escarpas” (2021).
Alberto Pereira, 51 anos, natural de Lisboa, é licenciado em Enfermagem. É autor dos livros “O áspero hálito do amanhã” (2008); “Amanhecem nas rugas precipícios” (2011); “Poemas com Alzheimer” (2013); “O Deus que matava poemas” (2015); “Biografia das primeiras coisas” (2016); “Viagem à demência dos pássaros” (2017); “Bairro de Lata” (2017); “Como num naufrágio interior morremos” (2019) e “Neve Interior” (2021). Com poemas traduzidos para espanhol, francês e inglês, Alberto Pereira venceu e foi distinguido em vários prémios literários nacionais e internacionais, entre os quais o Concurso Literário Manuel António Pina – Museu Nacional da Imprensa (2013) e o Prémio Internacional de Poesia Glória de Sant’Anna (2018 e 2020).’
Alberto Pereira and 50 others
25 comments
3 shares
Like

Comment
Share
25 comments
View previous comments

PENTÁGONO FRECONHECE ERRO DO DRONE NO AFEGANISTÃO

Views: 0

Favourites 19Sroansomeddl
PENTÁGONO RECONHECE “ERRO TRÁGICO”
DRONE NÃO MATOU BOMBISTA, MAS SIM 10 CIVIS – 6 CRIANÇAS
O Pentágono reconheceu que um ataque de drones dos EUA no Afeganistão em 29 de agosto foi um erro trágico que matou 10 civis, disse um oficial militar.
Sexta-feira, 17 de setembro de 2021, NYTIMES
Os explosivos que os militares alegaram terem sido carregados no porta-malas de um Toyota sedan branco atingido pelo míssil Hellfire do drone eram provavelmente garrafas de água, e uma explosão secundária no pátio em um bairro densamente povoado de Cabul onde o ataque ocorreu provavelmente foi um propano ou tanque de gás, disse o funcionário.
Em suma, o carro não representava nenhuma ameaça, concluíram os investigadores.
BREAKING NEWS
The Pentagon acknowledged that a U.S. drone strike in Afghanistan on Aug. 29 was a tragic mistake that killed 10 civilians, a military official said.
Friday, September 17, 2021 3:04 PM EST
The explosives the military claimed were loaded in the trunk of a white Toyota sedan struck by the drone’s Hellfire missile were most likely water bottles, and a secondary explosion in the courtyard in a densely populated Kabul neighborhood where that attack took place was probably a propane or gas tank, the official said.
In short, the car posed no threat at all, investigators concluded.
13
4 comments
1 share
Like

Comment
Share
4 comments
Most relevant

  • Lucila Meira

    A nova matança dos inocentes… Que tragédia!
    • Like

    • Reply
    • 10 m
View 1 more comment

“Promoção da Virtude e Prevenção do Vício”. O ministério que substituiu a pasta dedicada às mulheres no Afeganistão | TVI24

Views: 0

Funcionárias foram impedidas de entrar no edifício, e os talibãs voltaram a ativar a chamada polícia moral

Source: “Promoção da Virtude e Prevenção do Vício”. O ministério que substituiu a pasta dedicada às mulheres no Afeganistão | TVI24

morreu o brasileiro mais antigo de timor

Views: 5

May be an image of 4 people, people standing and aeroplane
BRASILEIRO MAIS ANTIGO EM TIMOR-LESTE MORRE VÍTIMA DA COVID-19.
Marcos Tadeu Clemente, 64 anos, funcionário do STAE – Secretariado Técnico de Administração Eleitoral, faleceu na manhã da quinta-feira (16) no Hospital de Lahane.
Muito conhecido em Díli, “Tadeu Bonito”, como era carinhosamente chamado pelos amigos, deixou a viúva timorense, Sônia e uma filha de 5 anos. Marcos Tadeu que foi sepultado nesta sexta-feira (17) no Cemitério de Bekusi, era o mais antigo cidadão brasileiro em Timor-Leste, onde fez história trabalhando em todas as eleições do país – da consulta popular de 1999 até a eleição parlamentar antecipada de 2018 – como conta na reportagem a seguir o correspondente da Agência LUSA em Timor-Leste, Antonio Sampaio.
“Os dois veteranos eleitorais que não votam há décadas.”
“Dois dos maiores ‘veteranos’ da história eleitoral de Timor-Leste – um brasileiro e um mexicano que estão no país desde o referendo de 1999 em que os timorenses escolheram a independência – já não votam, eles próprios, há décadas.
Lusa – 21 Abril 2018 — 09:25
Marcos Tadeu Clemente, brasileiro com 60 anos e atualmente oficial de logística e operações do Secretariado Técnico da Administração Eleitoral (STAE) e Andrés Del Castillo, mexicano, 52 anos, atual chefe do projeto eleitoral da ONU em Timor-Leste, são dos estrangeiros há mais tempo em Timor-Leste.
Os dois, então elementos do programa de Voluntários das Nações Unidas, chegaram a Díli no mesmo dia em finais de junho de 1999, no primeiro grupo de funcionários eleitorais que estiveram destacados em todo o país para o referendo de 30 de agosto desse ano. “Chegámos no mesmo dia”, recorda Andrés.
O trabalho de ambos nos últimos 18 anos tem estado, em grande parte, marcado por processos eleitorais: apoiaram, de uma forma ou de outra, todas as votações em Timor-Leste, desde a consulta de 1999 às eleições legislativas antecipadas, atualmente em curso.
Marcos nunca saiu de Timor-Leste, Andres esteve algum tempo fora, no Nepal, mas voltava regularmente a Díli onde vivia – e ainda vive – com o marido. Uma longa ligação que impediu, nos dois casos, que pudessem eles próprios votar.
“No Brasil é obrigatório votar e o título de eleitor tem que estar sempre válido. Aqui, em 18 anos, já fiz vários passaportes e quando vão ao sistema o meu título de eleitor foi cancelado. Os brasileiros podem votar fora nas embaixadas. Mas confesso que nem isso me interessa mais. Esqueci o caminho de casa”, confessa Marcos.
“Votar a partir de Timor-Leste é impossível. Primeiro porque é recente o poder votar no estrangeiro. E os correios não funcionam bem aqui e isso torna o voto complicado. E nunca coincidiu nenhuma visita minha ao México em período eleitoral”, explica Andres.
Lá em casa a votar só mesmo o seu marido, Ivanildo Do Nascimento, um brasileiro que está em Timor-Leste desde 2002 e que é empresário e atual cônsul do México em Díli. “Até já fui funcionário eleitoral na mesa na embaixada brasileira aqui em Díli”, explica à Lusa.
A conversa a quatro decorre num restaurante em Díli num momento em que as atenções em Timor-Leste estão voltadas para mais um processo eleitoral: desde novembro de 2016 é o quarto. Primeiro eleições locais, depois em 2017 presidenciais e legislativas e agora, a 12 de maio, legislativas antecipadas.
Quase 20 anos depois, recordam as emoções do primeiro processo eleitoral, a consulta popular de 30 de agosto, em que a pressão das forças indonésias e das milícias pró-integracionistas deixava muitos na ONU com receio de uma fraca participação.
“Havia muita tensão e muita pressão, muita gente tinha fugido para as montanhas e não havia ninguém nas vilas. No dia do voto eu saí de Maliana para Balibo às cinco da manhã e a primeira grande emoção foi ver toda a gente descer da montanha e alinhar-se para votar quando os centros de votação só abriam às sete”, conta Andres.
E olham para o presente e para os avanços desde aí. Destacam a força das instituições eleitorais que demonstraram conseguir organizar sozinhas, praticamente sem apoio internacional, todos os atos eleitorais.
“Os timorenses têm aprendido muito rápido. Nas primeiras eleições praticamente não havia timorenses em cargos técnicos. Agora é o contrário. Os timorenses estão bastante orgulhosos por conseguirem organizar todo o processo”, confirma Marcos.
Um dos avanços tem sido o processo de recenseamento que em Timor-Leste é feito, há 10 anos, de forma biométrica, o que “ajuda a dar mais credibilidade ao processo”.
Mais rudimentar continua a ser o uso de um prego para votar, uma herança do período da ocupação indonésia mas uma ‘ajuda’ aos muitos em Timor-Leste que ainda não sabem ler ou escrever.
“Alguns dos não letrados sentiam-se inseguros com a caneta. Houve um período que aboliram mesmo a caneta e o lápis. Agora é o inverso. Os letrados perguntam porque têm que usar o prego e por isso nas cabines temos prego e caneta”, explica Marcos.
“Temos que ter dúzias de canetas por cada estação de voto. E pregos também. Eram de sete centímetros e não conseguem segurar o prego, agora é de 10”, refere.
Igualmente presença habitual é a tinta indelével com que o indicador de cada eleitor é marcado depois de votar. Uma garantia adicional de quem ninguém poder votar duas vezes.
No referendo, e para evitar represálias das milícias, a tinta era transparente e só se conseguia ver com luz preta. Agora é o tradicional roxo que, a 12 de maio, os timorenses vão mostrar nos seus indicadores, na sua quarta ida ás urnas em 18 meses.”
Tania Bettencourt Correia, Rosely Forganes and 5 others
1 comment
Like

Comment

1 comment

All comments