O Encontro Literário – Clássicos da Literatura Açoriana na Diáspora

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O Encontro Literário – Clássicos da Literatura Açoriana na Diáspora terá lugar no Salão Nobre da Câmara Municipal de Ponta Delgada no dia 14 de Julho às 18:00h, e contará com Onésimo Teotónio Almeida (Professor da Brown University), de Mário Pereira (editor da Center for Portuguese Studies and Culture / Tagus Press – UMass Dartmouth) e de José Andrade, Director Regional das Comunidades (Direção Regional das Comunidades).
May be an image of 2 people, book and text that says "CONVITE BRANDÃO ASILHAS DESCONLECIDAS (otem(lianโw VITORINO NEMÉSIO STORMY ISLES Lavadas ADELAIDE FREITAS SMILING. IN INTHE DARKN ESS SILVEIRA FROM Lavadas Lavada 0 Presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada Editora Letras Lavadas têm a honra de convidar V. Exa. para Encontro Literário Clássicos da Literatura Açoriana na Diáspora, com a presença de Onésimo Teotónio Almeida Professor da Brown University, Mário Pereira editor da Tagus Press e José Andrade Diretor Regional das Comunidades Salão Nobre dos Paços do Concelho 14 de Julho, às 18:00 horas PONTA DELGADA AMARAMUNICIPAL Letras Lava das. edições"

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Ana Cláudia Oliveira and 3 others

Sismo de magnitude 2,4 sentido na ilha de São Jorge – Jornal Açores 9

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Um sismo de magnitude 2,4 (Richter) foi hoje sentido na ilha de São Jorge, nos Açores, elevando para 298 os abalos percecionados pela população desde março, indicou o Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA). Em comunicado, o CIVISA refere que o mais recente abalo foi sentido às 07:33 locais (08:33 em Lisboa), […]

Source: Sismo de magnitude 2,4 sentido na ilha de São Jorge – Jornal Açores 9

EMPRESÁRIO SEM FORMAÇÃO

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Este sim, é o grande problema em Portugal, e a raiz de muitos outros!
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👨‍💼📚 Portugal tem um enorme atraso face aos restantes países da União Europeia em termos de educação e formação da sua população, algo que se reflecte também num baixo nível de educação dos empresários portugueses. Em 2021, nas idades compreendidas entre os 25 e 64 anos, Portugal ocupava mesmo o primeiro lugar no ranking dos países da UE com maior percentagem da população sem o ensino secundário (41%), tal como a posição cimeira se considerarmos apenas empregadores (48% dos empresários portugueses não concluíram o ensino secundário). Aliás, apenas três países têm empregadores com menos formação do que a população em geral, e Portugal é um deles.
Para além de 🇵🇹 Portugal ser o país da UE com pior desempenho em ambos os indicadores, o diferencial para a média comunitária e para a maioria dos países europeus é enorme. Em termos da percentagem da população que não concluiu o ensino secundário, a 🇪🇺 média da UE, em 2021, fixou-se em 21%, destacando-se países como a 🇨🇿 República Checa (6%), 🇵🇱 Polónia (7%) e 🇸🇮 Eslovénia (9%). A maioria dos países do espaço comunitário apresentam uma percentagem de população sem ensino secundário que é menos de metade da que se verifica em Portugal. Considerando apenas empregadores, a 🇪🇺 média comunitária fixou-se em 16%, destacando-se os mesmos países, 🇨🇿 República Checa (2%), 🇵🇱 Polónia (2%) e 🇸🇮 Eslovénia (3%).
Os empresários/gestores das empresas têm um papel determinante e impulsionador na dinâmica empresarial e na economia. A baixa qualificação dos empregadores portugueses ajuda a explicar, em parte, os baixos níveis de produtividade do nosso país, perante o crescente número de desafios que estes enfrentam na sua actividade, e para os quais a formação e qualificação é um factor chave de sucesso: desde a capacidade de adaptação aos padrões tecnológicos mais modernos, na inovação de produtos ou serviços, ou até na própria gestão de recursos humanos (líderes mais qualificados tendem a valorizar mais a formação contínua dos seus colaboradores).
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CRÓNICA DE ANTÓNIO BULCÃO

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Querem batatinhas…
Os mais novos não se lembrarão, mas houve lugares onde apenas eram vendidos combustíveis, chamados “bombas de gasolina”.
Depois os tempos mudaram e esses espaços passaram a chamar-se “estações de serviço”, nas quais se vende montes de coisas. Já todos penámos em filas para pagar tão só a “gasosa” metida no tanque, barrados pelas costas de cidadãos que querem tomar café, comer doces ou registar a última aposta do placard.
Foi numa dessas estações que presenciei uma cena muito triste. Um pai segurava pela mão um filho pequeno, enquanto a bicha ia lentamente progredindo em direcção ao empregado e à caixa registadora. Ao longo desses largos minutos, o puto nunca se calou. “Quero batatas fritas”, repetia, num tom cada vez mais lacrimoso, roçando-se nas pernas do pobre progenitor, que lhe ia respondendo “hoje não”.
O que levou o estupor do rapaz a começar a gritar o desejo, agarrado à perna direita do pai, tentando dificultar-lhe a marcha. Mas o homem manteve que naquele dia não. Pago o que tinha a pagar, teve de arrastar literalmente o filho pelo chão até ao carro, agora a criatura num pranto gritado pelas desejadas batatas fritas.
Ai palmadaria pelo rabo fora, já ouço alguns leitores a pensarem ou mesmo dizerem, nesta parte da crónica. Ai tal vergonha, se fosse meu filho… Mas óbvia só se revela a falta de educação em casa. “Sim é sim, não é não”, ensinou-me meu pai desde pequeno. À conta de respeitar este princípio e nunca ser malcriado em casa, muito menos diante de gente, levei mais “sins” que nãos” e até vi transformados em “sins” “nãos” primeiros, aceites estes em silêncio, por vezes com um bonga ao canto do olho.
Na minha vida de advogado, não fui muitas vezes advertido pelos juízes. Aprendi nas primeiras audiências que havia regras nos interrogatórios e que, se delas me desviasse, lá vinha reprimenda para me cingir aos factos, não me tornar argumentativo, não conduzir as testemunhas para onde queria que elas fossem. Mas nunca me passou pela cabeça desprezar as advertências dos magistrados, fingir que não era nada comigo e continuar numa linha de interrogatório não aceite pelo tribunal.
Na última semana, na Assembleia Regional, uma deputada do Partido Socialista, Sandra Faria, subiu à tribuna para justificar um pedido de urgência, para debate de uma proposta de resolução sobre os apoios às juntas de freguesia, que visava a continuidade dos programas ocupacionais.
Tratava-se apenas disto: justificar a urgência, sem entrar na substância da proposta de resolução. Esta seria discutida posteriormente, se a maioria dos deputados achasse que era urgente a matéria.
É isto que estabelece o Regimento da Assembleia. Mas a senhora deputada não queria saber. Toca a apresentar a proposta, como se já estivesse em tempo disso. O Presidente da Assembleia avisou uma vez. A deputada continuou, como se não o tivesse ouvido. O Presidente alertou segunda vez para a violação da lei, desta vez já acrescentando que lhe retiraria a palavra, se a senhora persistisse. Sandra Faria continuou a ignorar o Presidente, e este acabou por lhe desligar o microfone.
Desconhecia a deputada o Regimento da Assembleia, que a obriga a acatar a autoridade do Presidente da mesma (artigo 12º, alínea e)? Não sabia que lhe podia ser retirada a palavra, já que persistindo numa atitude ilegal (artigo 80º, nº 2)? Mesmo que desconhecesse a lei, não lhe ensinaram em pequena o que é respeito? Terá sido arrastada pelo pai para fora da estação de serviço, quando criança, a berrar por batatinhas?
Claro que não. A deputada estudou o Regimento e teve pai certamente educador. Apenas está integrada num grupo parlamentar onde impera a arrogância, depois de vinte anos de maiorias absolutas. Uma bancada onde têm assento dois antigos Presidentes da Assembleia (Ana Luís e Francisco Coelho), um antigo Presidente do Governo Regional (Vasco Cordeiro) e vários ex-Secretários Regionais.
Nenhum deles avisou previamente ou censurou depois a colega. Nem o presidente do grupo parlamentar, Vasco Cordeiro, sempre zeloso a cobrir o flanco de alguma ovelha tresmalhada, pediu a palavra para pedir desculpa pelo excesso. Foi a própria deputada quem pediu essa desculpa, pedido no qual ninguém acreditou, pois fora por duas vezes advertida, logo podendo evitar ter de pedir desculpa depois.
Durante duas décadas foi isto. Cumprimento da lei só quando dava jeito. Protecção dos deputados da maioria e cavalo-marinho para cima do lombo dos da oposição. E agora, que as coisas mudaram, não conseguem abdicar dos maus hábitos. Eles podem tudo, dentro das suas cabeças.
Preferem encher jornais com artigos e as redes sociais com comentários. Os partidos da maioria não querem programas ocupacionais nas juntas de freguesia, são culpados pela degradação de espaços públicos, da paisagem de que tanto nos orgulhamos. Quando isso nem foi discutido e muito menos votado…
Não fazem a mínima ideia do que é socialismo. E menos ideia fazem do que é democracia. Querem batatinhas. E, mais uma vez, terá de ser o povo a ensinar-lhes que… sim é sim, e não é não!
António Bulcão
(publicada hoje no Diário Insular)
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TAP é a mais reclamada. Queixas contra companhias aéreas estão a “aumentar consideravelmente”, indica a Deco (com áudio) – O Jornal Económico

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As principais reclamações estão relacionadas com atrasos e cancelamentos de voos, overbooking e perdas de bagagens.

Source: TAP é a mais reclamada. Queixas contra companhias aéreas estão a “aumentar consideravelmente”, indica a Deco (com áudio) – O Jornal Económico