peixes de estimação

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A man with two buckets of fish was leaving Galveston Beach, well known for its fishing, and was stopped by a game warden. The warden asked the man, “Do you have a license to catch those fish?”
The man replied to the game warden, “No, sir. These are my pet fish.”
“Pet fish?!” the warden replied.
“Yes, sir. Every night I take these fish down to this beach and let them swim around for about a half-hour, When I whistle, they all come back, jump back into my buckets, and I take ‘em home. We do this every night.”
“That’s a bunch of hooey,” said the warden. “Fish can’t do that!”
“No, really! said the man. “Here, I’ll show you.” And he released the fish into the ocean.
“Well, I’ve GOT to see this!” the game warden replied.
The man and the warden stood and waited. After several minutes, the game warden turned to the man and said, “Well?”
“Well, what?” the man asked.
“When are you going to call them back?” the game warden huffs.
“Call who back?” the man asked.
“The FISH.”
“What fish?
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OS AÇORES, A ESCRAVA AÇORIANA E EU

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OS AÇORES, A ESCRAVA AÇORIANA E EU
Haverá uma literatura açoriana? À partida, não pareço a pessoa ideal para responder. Antes de estar casada com um homem com raízes familiares nos Açores, não tinha qualquer ligação às ilhas atlânticas. Em miúda, na escola, Portugal era ‘Portugal’ e as ditas ‘ilhas adjacentes’, um mapa com um retângulo em tons de verde e castanho e dois punhados de ilhas puxadas para junto do continente por uma espécie de artifício gráfico, a disfarçar a distância real entre aquelas e o retângulo. Já era bem crescida (mesmo muito crescida) quando apanhei o meu primeiro voo para Ponta Delgada e nessa altura, claro, já tinha noções de geografia suficientes para compreender o que era voar na direção de um arquipélago situado no meio do Atlântico. Mesmo assim, estremeci na cadeira quando a aeronave, depois de descolar do aeroporto Francisco Sá Carneiro, infletiu para o oceano e me vi, durante minutos que me pareceram horas, e antes que o avião ganhasse altitude, a sobrevoar água, água e mais água…
Desde aí, acho que compreendi um bocadinho melhor a noção de insularidade. Compreendi um bocadinho melhor Antero, sentado num banco de jardim com a sua depressão profunda, indiferente à palavra ‘esperança’ que se lia atrás dele, encostando à fronte a pistola carregada. Compreendi melhor Raul Brandão (paixão literária que herdei do meu avô), melancolicamente fascinado, aos 57 anos, com a beleza misteriosa das ilhas desconhecidas e das gentes que as habitavam.
Com uma carreira literária de dez anos, Pedro Almeida Maia, nascido em Ponta Delgada, tem vindo a construir uma obra sólida, alicerçada naquilo que, a provar-se a sua existência, corresponderia à ideia de uma literatura açoriana. A sua primeira ficção foi o romance policial Bom Tempo no Canal: A Conspiração da Energia, devedor, desde o título, da ligação à obra de escritor terceirense Vitorino Nemésio, romance em que abordou a questão da indústria da energia geotérmica do arquipélago. Seguiu-se, em 2013, Capítulo 41: A Redescoberta da Atlântida, onde Almeida Maia deu mais um contributo para o mito da Atlântida, apresentando a possibilidade de os Açores terem sido visitados por outros povos antes da época dos Descobrimentos portugueses. No ano de 2019, editou o romance A Viagem de Juno, uma distopia que coloca os Açores e o mundo no ano de 2049, enfrentando alterações climáticas adversas, numa era em que a aviação civil foi praticamente abandonada e as pessoas se deslocam em confortáveis comboios magnéticos subaquáticos. Em 2020, publicou Ilha-América, romance que aborda as questões da emigração ilegal açoriana, situando o leitor em 1960, período áureo da história da ilha de Santa Maria, contando, com base em relatos verídicos, a história de um jovem de 16 anos que se introduziu no vão da roda dianteiro de um avião, na esperança de aterrar nos Estados Unidos. O romance foi saudado pela crítica e muito bem acolhido pelos leitores.
Olhando para esta obra ficcional (e não falei nem da poesia nem da literatura infantil, áreas em que PAM já somou prémios e distinções), consigo descortinar pelo menos dois recursos fundamentais que lhe dão coerência e atestam a vontade do Autor de perseguir aquilo que, à falta de melhor expressão, podemos chamar de uma voz própria. Um deles é o tema das ilhas, que são sempre, mais do que o espaço físico em que se situam as narrativas, quase personagens. A esse respeito, concordo com a apreciação crítica de Santos Narciso, publicada no Correio dos Açores e recuperada na badana do livro: “A força da escrita de Pedro Almeida Maia reside aqui mesmo, nesta sede de infinito que mora na mensagem que nos deixa, com a ilha a ser universo que busca um universo que seja ilha.” O outro recurso que marca a voz literária do autor é a estratégia da viagem no tempo, ora em direção ao futuro, ora em direção ao passado, ambos os movimentos em busca de uma identidade.
E assim chegamos a este ‘A Escrava Açoriana’. Explica o autor na sua nota final que Rosário, a protagonista, “incorpora inúmeras narrativas autênticas…, que se podem encontrar em arquivos históricos, documentários e artigos.” Percebe-se que PAM os consultou, bem como a uma mão cheia de narrativas ficcionais sobre a época e sobre o tema, que também refere, mas aqui entra o talento do escritor, que integra com maestria, segurança e contenção a verdade histórica, não sobrepondo nunca o desejo de informar o leitor ao de lhe apresentar uma história que decorre de forma viva, fluida e emotiva, prendendo-o desde as primeiras linhas, e que o faz recuar até ao último quartel do século XIX, quando centenas de açorianos embarcavam para o Império do Brasil, aliciados por promessas de enriquecimento, quase sempre para trocarem um mal que conheciam por outro pior e desconhecido, dando por si a trabalhar e a viver em condições extremas, pouco melhores do que aquelas que suportavam os escravos.
A escravatura branca açoriana foi uma dura realidade e ainda persiste na memória coletiva dos ilhéus. Nesse ponto, posso relacionar-me com uma realidade que conheço bem, pois as minhas raízes são minhotas, e também do Minho partiram para o Brasil e para os países da América do Sul gerações e gerações de portugueses pobres, assediados pelos engajadores, em busca de um futuro melhor. Os que voltavam ricos construíam palacetes de gosto duvidoso, compravam títulos de barão e eram chamados de brasileiros. Mas muitos, a maioria, voltavam tão pobres como quando tinham embarcado, e isso quando voltavam.
No romance de PAM, a protagonista, a adolescente Rosário, abandona Ponta Delgada rumo ao Império do Brasil, açorada por partir. Sente-se presa à miséria de uma ilha marginal em relação a um Reino já de si marginal face ao resto da Europa, endividado, decadente (ainda há pouco lembrei Antero, contemporâneo do tempo desta narrativa, ele que tanto escreveu sobre a decadência da nação). A seu modo, cada qual com a sua história, sentem-se igualmente presos às respetivas ilhas os passageiros clandestinos que embarcam às centenas, com Rosário e a mãe, no Lidador, o vapor transatlântico que transporta com todos os confortos do século os passageiros oficiais, acomodados nos seus camarotes, e, como animais enjaulados, os passageiros clandestinos. Ingénuos todos eles, ingénua Rosário. Da ilha fechada com mentalidades estreitas, onde é obrigada a usar o capote e capelo (no Porto daquele tempo o traje feminino era igualmente tristonho e chamava-se bioco), a adolescente vê-se no porão escuro do navio, primeiro, espécie de albergue flutuante, depois, à medida que o Lidador vai recolhendo cada vez mais emigrantes, ilha após ilha, viela sem saída, sobrelotada, onde grassam a fome, a sede, a imundície, as doenças contagiosas, a promiscuidade. Finalmente, Rosário desembarca no Rio de Janeiro, cidade de praias extensas, avenidas largas e vistosas, gente descontraída e com pouca roupa, mas onde a jovem se verá sempre confinada, primeiro no quartinho do cortiço que partilha com Fevereira, a rapariga pobre como ela, com feições de boneca de porcelana, depois…, depois… Enfim, não querendo contar tudo, posso dizer-vos que Rosário foge de cárceres sucessivos, como se, tal como todos os habitantes dos Açores (diz a voz narradora na pág. 55), também ela vivesse fechada na própria cegueira da fuga.
Ao longo da sua errância e das suas aventuras e desventuras, Rosário transporta consigo uma imagem de Nossa Senhora da Conceição e um terço, símbolos da religiosidade que também marca a sua identidade de habitante das ilhas, e um exemplar do romance Amor de Perdição, que lhe proporciona a ilusão da evasão através da leitura. Indício funesto, se pensarmos que o romance de Camilo é uma narrativa de paixões desmesuradas e de escolhas de vida infelizes…
Apesar de tudo o que até aqui possa ter dado a entender, Rosário, mais do que personagem coletiva, é verdadeiramente uma protagonista, um caráter feminino digno de ombrear com algumas das figuras fortes das mulheres da nossa literatura. Bela, irreverente, violenta, sensual, feminista antes do feminismo, incorpora traços de mulheres açorianas reais, contemporâneas do tempo da história, como por exemplo a minha velha amiga Alice Moderno (que gostei de reencontrar por estas páginas), jovem escritora e jornalista que, em pleno século XIX, ousou cortar o cabelo à rapaz, vestir-se com acessórios masculinos, defender a causa das mulheres e afrontar a sociedade micaelense vivendo com outra mulher escritora. Também Rosário teve os seus sonhos: ser independente, mulher rica, amada, respeitada, com família. A realidade, que tem o costume de contrariar as expectativas dos homens, e ainda mais os das mulheres, como aponta a voz narradora, cuja identidade, aliás, é revelada nas páginas finais do romance, a realidade será bem diferente. Ou não… Terão de ler. De partida em partida, de regresso em regresso, a verdadeira viagem de Rosário é a da sua existência e a da procura da sua identidade, ao longo de décadas em que também assistimos ao desfile de acontecimentos históricos, epidemias, conflitos armados, visitas régias, atentados…
Comecei por questionar se haverá uma literatura açoriana. A crer no romance de PAM, há, pelo menos, uma série de aforismos açorianos. Por exemplo: «A ilha escolhe o ilhéu.» Ou: «Se os Açores são ilhas vulcânicas, os açorianos são as suas cinzas espalhadas pelo mundo.» Ou: «Para encontrarmos a nova ilha que somos, é preciso afastarmo-nos do continente que já fomos.» Ou ainda: «Um navio também é uma ilha.» Perguntem à biógrafa de Agustina se aprecia aforismos, e perceberão o quanto me deliciei com estas verdades lapidares, apenas uma das faces visíveis da escrita enxuta e segura do autor, rica sem exibição gratuita de vocábulos complicados, poética sem inflações metafóricas.
Se há uma literatura açoriana, que teve e tem em Antero de Quental, Vitorino Nemésio, João de Melo alguns dos seus maiores vultos, ela encontra agora em Pedro Almeida Maia uma das suas vozes para o futuro. Depois de ter lido a história de Rosário, compreendo bem melhor Antero, e Raúl Brandão, e todos os outros. Hoje já não me surpreendo nem estremeço na cadeira se o meu avião descolar e infletir rapidamente na direção do oceano, na direção das ilhas. Aguardo ansiosa, Pedro, pela próxima viagem.
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Paula De Sousa Lima and 20 others
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calor matou mais de mil

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With Europe in the throes of what could be one of its worst heat waves, fatalities mounted in Spain, and a 116-degree reading in Portugal this week could break a national record.
Death toll from brutal heat wave tops 1,000 in Spain and Portugal
ACCUWEATHER.COM
Death toll from brutal heat wave tops 1,000 in Spain and Portugal
With Europe in the t

culto do terço nos açores

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*** CULTO DO TERÇO NOS AÇORES ***
A 18 de julho de 1697, morria o Padre António Vieira, em Salvador, na Baía, já cego e surdo. O Padre António Vieira passou pelos Açores e deixou por cá a devoção ao terço.
O Padre António Vieira numa viagem do Maranhão, no Brasil, para Lisboa, a bordo de um navio da Companhia Geral, para reclamar dos maus-tratos aos índios, era também um grande defensor da reza pública do terço do Rosário. Perto do Corvo, uma tempestade abalou o barco, e perante a agitação das pessoas, o Padre terá dito:
“Anjos da guarda das almas do Maranhão, lembrai-vos que vai este navio buscar o remédio e salvação delas. Fazei agora o que podeis e deveis, não a nós, que o não merecemos, mas àquelas tão desamparadas almas, que tendes a vosso cargo; olhai que aqui se perdem connosco”.
Fez todos prometerem que iam rezar um terço todos os dias se, porventura, conseguissem escapar daquela tempestade. E assim foi, no momento do naufrágio, um dos corsários holandeses que andava pelos mares dos Açores, recolheu os náufragos a bordo, pilharam o que puderam do navio já quase naufragado e desembarcaram os portugueses sãos e salvos na Graciosa após os terem despojado de todos os seus pertences pessoais. Aí começou a divulgar o culto pelo terço.
Depois o Padre António Vieira passou à Terceira, a sua ação determinou também o aprestamento de uma embarcação para que todos os seus outros colegas de naufrágio chegassem a Lisboa.
O Padre António Vieira permaneceu na Terceira durante mais algum tempo, iniciando também aqui a devoção do terço, que pela primeira vez foi cantado na igreja da Boa Nova, em Angra.
Fonte: Francisco Nogueira
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o fim do czar

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104 years ago today in 1918, Czar Nicholas II of Russia, his wife Alexandra, their five children, and four of their servants are shot and stabbed to death by Bolshevik revolutionaries.
Nicholas was crowned Emperor of Russia on May 26th 1896. At the time he inherited one of the largest and most powerful empires in the world. However his reign would be plagued with internal and external crises early on. Modernization of the 20th century would lead to the lower classes of Russia clamoring for political reform from the old autocratic system. Officials in his government would be the target of violent activism and assassinations. And in response his government would sometimes harshly respond to protests and provocations.
In 1904 Russia would go to war with Japan and lose an entire fleet in battle. Nicholas would decide to double-down and send their prestigious Baltic fleet across the world. But the Japanese would also destroy this fleet and inflict over 100,000 casualties on the Russians, forcing them to cede territory. The cost and failure of the war was a direct cause of the 1905 Russian Revolution which the Czar’s government violently suppressed and would almost completely alienate him from the general population.
The Czar was also affected by a more personal issue too. His son Alexi was born a hemophiliac taking up much of his time and concern. Desperate to heal their son, the royal family turned to a bizarre mystic named Grigori Rasputin who would manipulate them and alienate many of the Czar’s closest advisers and noblemen.
The final catalyst to the Czar’s downfall would be the horrendous losses and failure in World War One. The February Revolution of 1917 would have the Czar abdicate his throne, including for his sick son. By all accounts, the family was relieved to give up power and avoid politics. They planned to live a comfortable life in exile. The royal family and their loyal servants were imprisoned in the Alexander Palace before being moved to Tobolsk and then Yekaterinburg. As the Russian Civil War escalated, Allied powers intervened and the Bolshevik government lost ground. The Royal family’s conditions deteriorated and became harsher. The Soviets would periodically execute servants and guards who were kind to the family. And with Allied forces getting close to their location, direct orders from Vladmir Lenin had forced the family and their remaining four servants to pack their belongings and go into the basement to be moved to another place.
On the dark early morning of July 17th, while the family sat together a group of Bolsheviks entered the room and read them an execution sentence. The Czar and his wife stood in front of their children and protested what was about to be done. Pistols were drawn and unloaded on the family. The Czar and his wife were killed immediately by the bullets and shielding their children. The noise from all the gunshots concerned the Bolsheviks and smoke covered the entire room making it difficult to see. The children and servants laid wounded and crying. The Soviets walked around the smokey room, stabbing and beating the survivors to death. And eventually shooting each of them in the head to ensure they were gone. The execution lasted a total of 20 minutes. The location and disposal of their bodies was a subject of great mystery for the next century.
With their deaths, one of the most important political dynasties of the last 300 years was extinguished. Fearful of the family being made martyrs, the Soviet Government denied the family was dead for decades. There were also impostors who claimed they were the missing royal family. Most of the remains were found in 1979, and the last two in 2007. After the fall of the Soviet Union, the new Russian government would formally rebury the remains of the royal family. They would also open a murder investigation in 1993 but failed to find any of the executors still alive. Nicholas, his wife, and their children are formally canonized as saints by the Russian Orthodox Church.
[Online References]
Authored by R.E. Foy
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absurda carga fiscal

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Sempre que entrevisto miudagem a caminho de uma vida no Ártico, algures no processo vem a pergunta sobre o custo de vida. A minha resposta, já gasta e repetida 500 vezes, é que tudo, à excepcão do supermercado e do vinho, é mais barato ou tem um custo idêntico ao português. A conversa dos carros surge sempre como exemplo da carga fiscal tal é a diferenca absolutamente pornográfica de precos.
Não é propriamente uma grande revelacão se vos disser que nos primeiros 3 meses de 2022, no top 5 de carros mais vendidos em Portugal estão 3 peugeot, um renault (clio) e um citroen (c3).
A carga fiscal é tão grande que para a bolsa de um português, um renault clio com um motor de um corta relva é um luxo que, quase novo, custa mais de 20 000 euros. Na Suécia, o mesmo carro, com 0 km, custa menos 3000 euros.
Nas ilhas, a este cenário dantesco, juntam-se os custos do transporte. O resultado final é tão disparatado que acabamos a discutir precos de carros com 20 ou 30 anos e 4 voltas dadas ao mundo como se tivessem saído das fábricas ontem.
Ando tentado a lancar-me na agricultura do mirtilo e das framboesas e, enquanto não arranjo 3 nepaleses para explorar, vou-me entretendo a procurar um veículo para carregar caixotes, pranchas, bicicletas e todas essas coisas que um jovem agricultor faz nas ilhas de bruma. Ou apenas para percorrer as estradas sem cair nas crateras a que por aqui se chamam, carinhosamente, de buracos.
Invariavelmente acabo as minhas pesquisas e conversas com um “como é que é possível?”. Aqui e ali assumo alguma irritacão, nada de muito grave, só aquele “f****** mas está tudo doido?” da praxe.
Um senhor, dono de um stand, dizia-me que aquela carrinha, praticamente nova com cerca de 30 anos, estava impecável. E que até me fazia um desconto dos 10 000 euros. Sempre que alguém me dirige este tipo de palavras eu fico a pensar se terei algum “O” na testa.
Depois de falar com dezenas de pessoas, privados e comerciais, percebo que não. A culpa não é deles. A carga fiscal é tão, mas tão grande, que qualquer charuto velho custa o triplo do que custaria num país onde o Estado não asfixia as pessoas em impostos (que ainda por cima não lhes são devolvidos em servicos).
É que esse é que é o drama. Se uma toyota de 1985 custasse 10 000 euros por causa da carga fiscal mas depois, os putos aqui da freguesia, tivessem uma creche gratuita, tudo bem. Agora quando a carga fiscal se destina a tapar buracos do BES, do Rendeiro e das PPPs, eu já tenho alguma dificuldade em aceitar tais disparidades.
O mesmo carro velho, pensado pelo jovem agricultor, custa 3 vezes menos na Suécia, essa terra de gente pobre.
Uma pessoa quer lancar-se nos mercados, explorar nepaleses e ser gestor de unicórnios e o sistema não permite.
Vou antes esperar pelo PRR. Estou certo que alguma fatia me caberá.
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  • Nuno Miguel Dias

    Muito cuidado porque esses “Nissan” têm motor Renault. Se comprares uma Pick-up Nissan com motor (e carroçaria) Nissan dos anos 90 (D21) pagas muito menos e, no entanto, tens ZERO problemas durante muito mais anos. Quando estiver a cair de podre, lá pa…

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  • Mariana Santos Martins

    “I started from nothing… It was just me, that old computer, and ten million dollars my father gave me…”
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aluguer duvidoso

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Eduardo Costa shared a link to the group: ALPIARÇA SEM CENSURA!

MAIS UMA MEDIDA “ESTRUTURANTE” DO GOVERNO DE ANTÓNIO COSTA
  • Lança concurso para fretar um navio-patrulha para missões de controlo e fiscalização de pescas, em vez de utilizar os meios navais da Armada ou da GNR.
  • Quem irá beneficiar com esta medida visionária?
Governo aluga navio-patrulha por dois milhões de euros
CM-TV.PT
Governo aluga navio-patrulha por dois milhões de euros
Marinha está a “analisar a situação”.
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  • Eduardo Costa

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    Anúncio de Procedimento 7948/2022, de 24 de Junho – Diário da República
    24/06/2022 — “FRETAMENTO DE NAVIO PATRULHA PARA MISSÕES DE CONTROLO E INSPEÇÃO DA PESCA”
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Eduardo Costa shared a post.