os donos do futebol

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Eis os Dez Donos de Clubes Mais Ricos no Mundo.
Se Roman Abramovich (Chelsea), até há alguns anos era figura destacada, pela fortuna e extravagância do investimento no clube inglês, mas a entrada de novos e poderosos investidores, nomeadamente do Médio Oriente, foram atirando o russo até ao atual 5.º lugar.
Nesta lista, divulgada pelos ingleses do The Sune dos espanhóis do As se há algo que não falta é… dinheiro, em que as fortunas se encontram todas na casa dos mil milhões de euros.
Eis o top 10 dos mais proprietários mais ricos de clubes de futebol à escala mundial:
1) 380 mil milhões de euros, Fundo de Investimento Saudita, pertença da família real saudita, liderada pelo príncipe Mohammad bin Salman, cujo gestor e presidente é Yasir Al-Rumayyan, Newcastle (Inglaterra)
2) 27,4 mil milhões de euros, Sheikh Mansour, Manchester City (Inglaterra), New York City (EUA) e Melbourne City (Austrália)
3) 18,5 mil milhões de euros, Dietrich Mateschitz, RB Leipzig (Alemanha), RB Salzburgo(Áustria) e New York Red Bulls (EUA)
4) 13 mil milhões de euros, Andrea Agnelli (e família Agnelli), Juventus (Itália)
5) 11,3 mil milhões de euros, Roman Abramovich, Chelsea (Inglaterra)
6) 9,6 mil milhões de euros, Philip F. Anschutz, Los Angeles Galaxy (EUA)
7) 8 mil milhões de euros, Stan Kroenke, Arsenal(Inglaterra) e Colorado Rapids (EUA)
😎 7,6 mil milhões de euros, Qatar Sports Investments, que pertence a Tamim bin Hamad Al-Thani, emir do Catar, que tem como presidente-executivo Nasser Al-Khelaifi, Paris Saint-Germain (França)
9) 7,3 mil milhões de euros, Inter de Milão(Itália), Zhang Jindong
10) 6,1 milhões de euros, Wolverhampton(Inglaterra), Guo Guangchang
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violência contra crianças, prendam a virgem maria

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Max Ernst.
The Blessed Virgin Chastising the Infant Jesus before Three Witnesses. André Breton, Paul Éluard and the Artist. 1926
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turistas e empregados de café

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Insólito. Entrei num bar da baixa da cidade de Ponta Delgada. Pedi o meu café, sentei-me a degustei aquele maná. Quando concluí, coloquei (como tenho hábito de fazer) a chávena no balcão e saí. Foi então que um turista que estava à porta a olhar para o placard de venda de gelados, vira-se para mim e diz: olhe, é um Gelado X para mim e dois gelados Y e Z, aqui para estas duas senhoras. Fiquei meio parvo com o insólito, mas respondi: até lhe servia os gelados, mas não sou funcionário aqui. O homem pediu desculpa e eu lá segui o meu caminho. Fiquei a pensar: se por um lado este episódio insólito dê para rir, por outro lado, até que ponto o turista estão tão exigentes e com tanta pressa, que nem sabem bem distinguir um funcionário, de um cliente de um bar? Será que nunca conseguiremos satisfazer o turista que vem, consome (sobretudo gastronomia e alguns espaços de natureza pagos, bem como superfícies comerciais), faz ruído, polui e vai embora? Lá está… o turismo… que turismo é este?
Eduardo Jorge Pereira and 3 others
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  • Isabel Pereira

    Deixe lá, já me aconteceu várias vezes interpelar clientes de lojas julgando que eram empregados. Não estão fardados…
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    • 11 h
    • Tito Fontes

      Isabel Pereira neste caso, os empregados deste bar têm farda própria. Sim, ri-me com o insólito, mas depois vinha na rua a pensar nisto. É que tenho ouvido relatos de quem anda na área da restauração que só não roçam a escravatura, porque essa foi abolida, mas disseminada no mercado de trabalho. Clientes é como tudo o resto – há aqueles bons clientes e há aqueles que são uma lástima. Lá está… não existem pessoas perfeitas, mas também lhe digo que quem está nessa área (grande parte, porque foi o que apareceu) passa por cada uma. Horários irregulares que desregulam a alimentação saudável, horas a fio de pé, estão em ambientes stressantes, porque é preciso servir tudo depressa. Isto não é saudável, quer física, quer psicologicamente. Mas pronto… o importante é o turista estar satisfeito. Este pode até nem aprender nada nem se interessar pela cultura, mas o importante mesmo é que se vá empanturrar de comida, de preferência nos postos de abastecimento fast-food, com toda aquela comida cheia de gordura. Talvez seja a “cultura fast-food” que ensombra a Cultura. Mas está tudo muito bem, porque os doutrinadores do turismo dizem que havemos de nos ajoelhar perante tudo isto. Em nome do Mercado, do Patrão e Tostão – Amém.

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      • 11 h
    • Isabel Pereira

      Somos o que comemos, dizem. Eu tenho algum cuidado com a alimentação, embora devesse comer um pouco mais (não passo dos 40 kg). E como somos o que comemos, não prescindo de um doce diário, para não perder a doçura. 😀
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      • 11 h
    • Tito Fontes

      Isabel Pereira sim, é verdade. Com a idade vamos tomando cuidados. Também tento ter já uma alimentação mais equilibrada. Claro que de vez em quando vou me consolar com algum fast-food. E não devia, não só por causa do mal que faz, mas porque mantém est…

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      • 11 h
    • Isabel Pereira

      Tito Fontes, eu bebo café da avó, cevada com pouca percentagem de café. E gosto.
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      • 9 h