marte para as elites

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RUMO A MARTE
Duas empresas norte-americanas anunciam missão comercial a Marte em 2024
EXPRESSO.PT
Duas empresas norte-americanas anunciam missão comercial a Marte em 2024
Impulse Space e a Relativity Space apostam num foguetão reutilizável que será construído usando impressoras 3D de metal. E querem transportar carga já na primeira viagem a Marte, prevista para 2024. Objetivo? Vencer a SpaceX, de Elon Musk, na corrida ao ‘planeta vermelho’
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Most relevant

  • Ana Maria Bentes Pinto

    Já viram que a destruição do nosso planeta é irreversível … estão preparar uma base só para as elites …
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tradição censora

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Sabiam que
entre 1762 e 1778 não se publicaram quaisquer jornais em Portugal por diretiva do
Marquês de Pombal?
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interesses e fogos

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No photo description available.
Mais de UM MILHÃO E DUZENTOS MIL Portugueses já tiveram acesso a esta publicação tendo a mesma originado, o que se saúda, um forte interesse dos Órgãos de Comunicação Social o que permitiu à AOFA, adicionalmente, esclarecer certamente muitas mais centenas de milhares de Portugueses, via Televisões, Rádios e Jornais nas múltiplas entrevistas já dadas.
Coronel João Marquito (Vogal do Conselho Nacional da AOFA)
FOGOS / FORÇA AÉREA
Parece impossível… No final do século passado, enquanto o combate aos incêndios florestais foi uma “Missão”, a Força Aérea Portuguesa operava os meios aéreos em Portugal, mas quando esse combate passou a ser um “Negócio” arrumaram-se os C-130, os kit MAFFS para os equiparem ficaram a apodrecer, os bombeiros exaustos, os meios de substituição não aparecem e….o flagelo continua.
Quais as vantagens? A centralização dos meios aéreos na Força Aérea com custos reduzidos para o erário público, bem como a poupança em termos de manutenção (dado o background existente) e uma logística dos meios incomensuravelmente mais rápida e operacional.
Parece que, conforme noticiado em 09jun2016, o MAI recusou entregar à Força Aérea, a gestão e operação dos meios aéreos de combate a incêndios, bem como os de emergência médica, optando por manter o actual estado de coisas, com várias entidades, várias frotas, cada uma no seu “interesse” e custos acumulados para todos, incluindo contratação dentro e fora do país.
Espanha, EUA, Grécia, Croácia, Marrocos, são exemplos de países onde os meios aéreos de combate a incêndios são operados pela Força Aérea local. Parece impossível…
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os-velhos-de-paula-sousa-lima.pdf

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Academia Brasileira de Letras

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Chrys Chrystello

e um dos dias mais felizes da minha foi a 29 março 2010 quando alidei uma palestra

 

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A Academia Brasileira de Letras, foi fundada pelo escritor Machado de Assis, no Rio de Janeiro, em 1897. O seu primeiro Presidente foi, como se compreende, o próprio Machado de Assis 🙂
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  • João Rasteiro

    E que durante décadas foi “apresentado” pela elite brasileira como um homem…branco! É muitos dos brasileiros, que se tinham tornado seus admiradores, baseados em fotografia adulterada, julgavam mesmo que ele era branco…
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    Chrys Chrystello

    e um dos dias mais felizes da minha foi a 29 março 2010 quando alidei uma palestra
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COMPLEXO RELIGIOSO DA COVOADA, NA ILHA DE SÃO MIGUEL, AÇORES: POSSÍVEL LOCAL DE EXERCÍCIOS ESPIRITUAIS JESUÍTAS | Félix Rodrigues – Academia.edu

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Trabalho apresentado no III Congresso para a Ciência e Desenvolvimento dos Açores/8º Congresso de Gestão e Conservação da Natureza, sobre património religioso, de possível origem jesuíta, descoberto recentemente na ilha de São Miguel, Açores,

Source: (99+) COMPLEXO RELIGIOSO DA COVOADA, NA ILHA DE SÃO MIGUEL, AÇORES: POSSÍVEL LOCAL DE EXERCÍCIOS ESPIRITUAIS JESUÍTAS | Félix Rodrigues – Academia.edu

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Depois de Abramovich, outro oligarca russo foi naturalizado português e mais dois aguardam passaporte – ECO

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Andrei Rappoport, um oligarca russo com ligações a Moscovo, já viaja com passaporte nacional. God Nisanov e Lev Leviev também aguardam por passaporte português, avança jornal Público.

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turismo na sardenha e nos açores

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Por razões de aquisição de conhecimentos acerca do sector do turismo (obviamente) estou actualmente a fazer um périplo pela Sardenha, Cote d’Azur e Menorca a bordo de uma embarcação. Está a ser bastante duro mas tem de ser.
Terei tempo para escrever com mais calma sobre o assunto mas ficam alguma conclusões:
Os Açores estão a anos luz de serem um destino maduro
Os Açores têm tanto excesso de turismo como há gelo no inferno (ou por aqui ).
Os Açores se querem competir com destinos como estes, só mesmo deslocando as ilhas para baixo das Canárias e reprovando as ilhas .
Os Açores têm um nível de serviço ridículo ao pé desta gente. De 0 a 20, é para aí um 1.
E antes que venham com a do “destino de massas”, olhem para ao exemplo da Costa Esmeralda na Sardenha, onde uma pequena aldeia do tamanho do Faial da Terra tem como comércio tradicional a Prada, a Hermes ou a Gucci entre outras e a marina alberga barcos no valor de mais de 1 milhar de milhões de euros.
Os Açores se não querem o tal “turismo de massas”, então terão de competir com isto aqui. Têm zero hipóteses. Nem localização, nem clima, muito menos serviço. E se os Açores querem ter o turismo como um verdadeiro pilar económico, e eu acho que devem, é muito importante que se reflita muito acerca do que se quer e como será o seu posicionamento no médio longo prazo. Era para ontem.
Uma nota, a Costa Esmeralda foi fundada do zero nos anos 60 e continua a crescer.
E antes que venham com a do não podermos depender do turismo, na Sardenha há turismo e cabras… Não há mais nenhuma actividade independente do turismo e aparentemente vive se muito melhor por cá.
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    Pilar Melo Antunes

    Os Destinos por onde te banhas nada têm a ver com o nosso. Não podemos comparar bananas com maçãs. São Destinos de Sol e de Praia. O nosso Destino tem uma matriz de Turismo Natureza que consubstancia uma oferta muito diferente do mais do mesmo. E ainda…

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      André Silveira

      Pilar Melo Antunes ok mas então afinal de contas qual é esse mercado onde vamos buscar turistas ? Se não é o que vem para aqui, nem o que vai para as Canárias ou para a Costa Rica? Que turista é esse? Eu suspeito que seja um que não exista.
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  • Daniel Gonçalves

    A Sardenha está entalada entre cerca de 70 milhões de franceses e 60 milhões de italianos. É como os Açores relativamente a chicharros.
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      André Silveira

      Daniel Gonçalves e nós entre o EUA e a Europa, so what? A Beyoncé esteve a celebrar o seu aniversário por aqui há pouco tempo… Os Açores ficam bem mais perto.
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  • Luis Resendes

    Foi a monocultura do leite, depois a da carne, e agora é a do turismo!! Milhões e milhões de subsídios depois, e os Açores sempre entre as mais pobres regiões de Portugal e da Europa!!!
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Ela colocou um elástico entre as maçanetas. A razão é simplesmente genial!

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Um blog sobre curiosidades

Source: Ela colocou um elástico entre as maçanetas. A razão é simplesmente genial!

 

https://www.socuriosidades.eu/2021/11/ela-colocou-um-elastico-entre-as.html?fbclid=IwAR0U8vUYMRq2kRSA82CgIqEqbXnag46kguNiqpv1VKhBdO4H0dlMWOg4Ejc

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educação as mentiras do ministro

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Palavra de ministro
À eventual atenção dos senhores deputados, que hoje debatem o estado da nação.
João Costa não é ministro que disserte publicamente com um mínimo de rigor sobre os problemas do seu ministério. Quando fala, por ignorância ou com dolo, o que ele diz sai em modo taralhouco e cheio de inverdades. Quando actua, remenda, manipula, ou adia.
– Disse que a actual directora da Pordata (sua, até há pouco, subordinada na Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência), produziu estimativas grosseiras com base em critérios pouco rigorosos, relativamente à falta de professores. Não disse que a metodologia em causa foi bem mais rigorosa do que as manipulações e extrapolações estatísticas de que ele se serve para nos anunciar sucessos a pataco.
– Disse que o sistema educativo português, ao contrário do que se passa noutros países, ainda não enfrenta uma carência generalizada de profissionais. E justificou alegando que foram preenchidos, no ano que terminou, cerca de 27 mil horários em substituições, o que mostrou haver 27 mil profissionais disponíveis em diferentes momentos. Falso! 27 mil foi o número de contratações feitas durante todo o ano lectivo. Mas, destas, 18 mil referiram-se a horários anuais e não de substituição.
– Disse que o Governo aprovou um decreto-lei com medidas excepcionais e temporárias para o recrutamento de professores. Não disse que essas medidas não estão previstas no ordenamento jurídico que regulamenta os concursos de professores, o que poderá criar mais problemas do que os que pretende resolver. Nem disse que não são novas medidas, porque são as mesmas que já pôs, ilegalmente, em prática no fim do ano lectivo que agora terminou.
– Disse que no próximo ano lectivo regressarão às escolas cerca de 500 professores cedidos pelo ME a outras instituições. Não disse que consequências daí podem resultar para essas instituições.
– Disse que não é racional dizer aos professores que têm de trabalhar em sítios diferentes a cada três ou quatro anos. Mas não disse que é a isso que ele próprio os vem obrigando, por acção ou por omissão, há mais de seis anos.
– Disse que vai mudar o ordenamento jurídico dos concursos para que os professores não tenham de concorrer de quatro em quatro anos. Falso! Os professores dos quadros (excepto os dos quadro de zona sem carga lectiva) só concorrem se quiserem. E estes e todos os contratados têm de concorrer anualmente, que não de quatro em quatro anos.
– Disse que os professores em mobilidade por doença passaram de 128 para 8.818 em dez anos. Foi imediatamente desmentido pela Fenprof, que lhe recordou que não eram 128 mas sim, pelo menos, 1.678. E não disse que, na altura, havia outros mecanismos de mobilidade, que permitiam a aproximação à residência ou aos locais de tratamento.
– Disse que a concentração de situações de mobilidade por doença se verifica em três zonas pedagógicas do Norte do país, onde estão mais de 83% dos professores deste regime. Mas não disse que, segundo a insuspeita Alexandra Leitão, já em 2018 havia três vezes mais professores em mobilidade por doença a norte do que em Lisboa, porque os professores do norte estavam a ser forçados a dar aulas no sul, circunstância que só se agravou daí para cá.
– Disse que cerca de 10% dos professores em mobilidade por doença acabou por fazer deslocações entre escolas do mesmo concelho, por vezes na mesma rua. Mas não disse que são as suas próprias regras que a isso obrigam. Com efeito, os professores cuja doença passe a impedir a actividade lectiva, de acordo com a lei, só mudando de escola, ainda que seja para outra da mesma rua, poderão ser dispensados dessa atividade.
– Disse, ou pelo menos insinuou, que se teriam registado 23.600 baixas médicas de docentes. A Fenprof corrigiu-o, contrapondo um número quase três vezes menor: 8.000.
– Não disse, mas insinuou que há abusos. Mas não disse que sempre teve à disposição a Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas (Lei n.º 35/2014), que os poderia corrigir, se existem, sem lançar lama sobre todos.
– E disse, sim, não me cansarei de o recordar, que a formação dos professores tem de ser reconfigurada porque foram formados para serem só professores de bons alunos, coisa tão insólita como se formássemos médicos para verem só pessoas saudáveis.
In “Público” de 20.7.22
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  • Salete Ferreira

    Obrigada pela sinceridade, coragem e força que nos dá nas suas nobres e certas palavras ✨🌻👏👏 se tivessem um dedo mindinho seu todos os professores estariam certamente melhor e mais Gratos ✨🙏🤍bem haja 👏👏👏🌹🌷🌻😘
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