O LADO OCULTO DA LUA

Views: 5

May be an image of text
ISSO NÃO É MONTAGEM. É UMA FOTO REAL, feita a cerca de 1 milhão e 600 mil km de distância da terra, pelo satélite “Deep Space Climate Observatory (DSCOVR)”, da NASA, de observação da terra à distância, em setembro último, para fins de estudos climáticos. Vê-se a costa oeste dos EUA e parte da América Central.
Esta imagem mostra o lado “oculto” da lua, (oculto para quem está na terra, já que vemos sempre o mesmo lado da lua, o lado oposto a esse), iluminada pelo sol, (ele não é o “lado escuro da lua”, como as vezes se fala, é apenas oculto, e apenas é oculto para quem está na terra. Esse satélite, que orbita a terra a 1,6 milhão de km de distância da mesma, ou 4 vezes mais distante do que a própria lua, captou essa fantástica imagem da dupla terra/lua, enquanto elas cruzavam em bela posição diante do telescópio da nave/satélite espacial. Para mim, ISSO É DEMAIS!
Veja a descrição da foto pela NASA:
“Uma câmera da NASA a bordo do satélite Deep Space Climate Observatory (DSCOVR) capturou uma visão única da lua enquanto ela transitava em frente ao lado iluminado da Terra em setembro último. A série de imagens de teste mostra o “lado oculto” da lua totalmente iluminado, que nunca é visível da Terra. As imagens foram capturadas pela Earth Polychromatic Imaging Camera (EPIC) da NASA, uma câmera CCD acoplada a um telescópio no satélite DSCOVR orbitando a 1 milhão de milhas da Terra.”
Créditos: NASA / NOAA
58
7 comments
Like

Comment
7 comments
View 5 more comments
All comments

AUTOR DO MÊS NA BEAG

Views: 0

May be an image of 1 person, glasses and text
Na penúltima sexta-feira de cada mês, a BEAG propõe, via Instagram, um pequeno quizz sobre um autor. Este mês, homenageamos Cristóvão de Aguiar, que nos deixou no passado dia 5 de outubro, mas fica, connosco, a sua obra.
Paula Cabral, José Aguiar and 15 others
Like

Comment
Share
0 comments

POLÓNIA É MULTADA 1 MILHÃO AO DIA

Views: 0

Favourites 52 m RFI
TRIBUNAL EUROPEU CONDENA POLÓNIA
A PAGAR UM MILHÃO DE EUROS POR DIA ATÉ MUDAR DE IDEIAS
Quem se mete com a Comissão Europeia, leva! – parece ser a regra; mas só para os mais pobres e os do Leste, como a Polónia. No passado, Alemanha, França e até Espanha tomaram decisões idênticas sem que nada lhes tivesse acontecido.
Polônia é multada em € 1 milhão por dia por desobedecer decisão judicial da UE
RFI.FR | BY RFI BRASIL
Polônia é multada em € 1 milhão por dia por desobedecer decisão judicial da UE

Presença Humana nos Açores

Views: 0

Presença Humana nos Açores anterior aos Descobrimentos Portugueses
Decorreu ontem, pelas 20:30, na Biblioteca Pública de Vila do Porto, uma conferência pelo Professor Doutor Félix Rodrigues, da Universidade dos Açores subordinada ao tema “Presença Humana nos Açores anterior aos Descobrimentos Portugueses”.
Gostei. O orador é excelente e tenta trazer ao nosso conhecimento o passado dos Açores, aquele período extremamente longo antes de terem sido “descobertos” pelos portugueses. Tira partido de vestígios de construções muito anteriores a esse descobrimento que podem ser vistas pelas diversas ilhas. Algumas, das mais recentes, com cerca de 1200 anos, não parece serem aceites pelos atuais estudiosos que não estão interessados em rever a História. Por isso faltam a Félix Rodrigues os créditos que levem à aceitação dessa realidade pelas diversas instituições.
Eu acredito piamente nas teorias de Félix Rodrigues. E é impensável que uma região por onde passam as correntes do Golfo do México nunca tivesse sido pisada, involuntariamente, por mais ninguém, ao longo dos milénios.
“A Primeira Aldeia Global-Como Portugal Mudou o Mundo”, é um livro de Martin Page, um escitor inglês já falecido. Li-o já há alguns anos e acho que foi a única história de Portugal que me situou no contexto universal. Aí o escritor desfaz alguns mitos, quase todos criados pelo Estado Novo, que ainda estão na moda. Até mesmo a Escola Náutica de Sagres, que não deixou nenhum vestígio sólido, supõe-se ter sido uma criação do Estado Novo. Mas foi essa mesma história, toda muito bem arquitetada, que valeu e continua a fazer o seu caminho.
Luís Botelho, Rosélio Reis and 26 others
6 comments
Like

 

Comment
Share

DRC INDEFERIDO apoio extraordinário à cultura como expectável

Views: 0

nota toda a documentação exigida foi entregue, depois solicitaram mais documentação, AGORA INDEFEREM SEM DIZER O QUE FALTOU…RIDÍCULO

PEDIRAM DEPOIS E ENVIAMOS A financeira anterior que também foi entregue logo mas o resultado é o mesmo, com esta direção da cultura o resultado é sempre indeferido

Assunto:
CANDIDATURA AO PROGRAMA DE APOIO EXTRAORDINÁRIO À CULTURA NA RAA – NÃO ELEGÍVEL
Informo que a candidatura ao Programa de Apoio Extraordinário à Cultura na RAA foi considerada, por despacho do Sr. Diretor Regional da Cultura, do dia 22 de outubro do corrente ano, não elegível, devido à falta de entrega de documentação essencial, em referência na Resolução do Conselho do Governo, n.º 172/2021, de 13 de julho.
Com os melhores cumprimentos,
A Diretora de Serviços Externos e Assuntos Culturais,
com delegação de competências
EM

Aldeias Históricas de Portugal vencem Melhor Filme de Turismo do Mundo

Views: 0

O novo filme promocional das Aldeias Históricas de Portugal, “De Corpo e Alma”, produzido pela Lobby Films and Advertising, acaba de ser eleito o Melhor Filme de Turismo do Mundo,…

Source: Aldeias Históricas de Portugal vencem Melhor Filme de Turismo do Mundo

Aldeias Históricas de Portugal vencem Melhor Filme de Turismo do Mundo

Views: 1

O novo filme promocional das Aldeias Históricas de Portugal, “De Corpo e Alma”, produzido pela Lobby Films and Advertising, acaba de ser eleito o Melhor Filme de Turismo do Mundo,…

Source: Aldeias Históricas de Portugal vencem Melhor Filme de Turismo do Mundo

osvaldo cabral nas mãos deles

Views: 0

ã ?
E eis que, de repente, as duas “geringonças”, de cá e de lá, correm o risco de ver os seus orçamentos reprovados nos respectivos parlamentos.
Há semelhanças entre as duas crises?
Nalguns pontos sim, noutros não, a começar pelo facto da “geringonça” nacional durar há muito mais tempo, enquanto que a regional parece ter-se cansado rapidamente.
Nos dois lados parece haver muito teatro, mas lá no fundo ressalta uma evidência: quando muitos partidos se casam e os interesses de cada um colidam, a balbúrdia e o divórcio é uma certeza, mais dia menos dia.
Os partidos são essenciais à democracia – sobre isto não existem dúvidas -, mas quando um sistema como o nosso, que não permite a representação parlamentar de cidadãos em listas independentes, torna-se mais fácil um bloqueio do sistema e a escolha de alternativas mais difícil.
A oligarquia partidária em que vivemos não é saudável para a democracia, especialmente quando ela se fecha sobre si própria, dificultando a participação cívica de outros cidadãos que não se identificam com as propostas dos partidos existentes.
Em vários países há movimentos de cidadãos que se candidatam e alguns chegam ao poder.
Em Portugal estamos reféns dos partidos e de uma lei obsoleta que não permite à cidadania estar em pé de igualdade com os partidos.
A demora nas reformas da lei eleitoral, cá e lá, só demonstra que os partidos não querem abrir mão da “propriedade do sistema”, mantendo-se como “donos” da vida política, tudo ainda mais agravado pela recusa em promover, internamente, a escolha dos seus deputados em listas abertas propostas pelos militantes e votadas por estes, em vez da imposição de nomes pelos dirigentes dos respectivos aparelhos.
A falta destas reformas provoca, agora, uma certa angústia, na medida em que, se as crises se confirmarem, vamos ter que gramar, novamente, com os mesmos partidos e não saímos desta pescadinha de rabo na boca.
Outra diferença entre as “geringonças” é que, lá fora, o governo não quer aumentar a despesa pública com a enorme lista de reivindicações dos parceiros de esquerda, enquanto que por cá o governo regional vai mesmo aumentar a despesa pública, que um dos parceiros, a Iniciativa Liberal, recusa-se a aprovar, sobretudo se for para injectar mais dinheiro na SATA.
Teoricamente o único deputado liberal tem razão, pois não se percebe como continuamos a alimentar o enorme buraco de uma empresa sem que conheçamos o que está a ser feito para acabar com tamanho despesismo.
É que nem uma linha conhecemos da reestruturação e não se vislumbram medidas duras – foi o Presidente da empresa que alertou que isto ia “doer” – para estancar esta hemorragia financeira.
Mas também não se percebe, como é que os partidos no parlamento regional preocupam-se, agora, com o aumento do endividamento, particularmente para resolver o problema da SATA, mas foram os primeiros a propor e aprovaram, em proveito próprio, o aumento de despesas da Assembleia Regional, para terem mais assessores e mais despesa fixa.
O endividamento galopante da região é um problema que não é de agora, mas que se vai tornando numa herança cada vez mais pesada para as gerações seguintes.
Tenho à minha frente o boletim de execução orçamental do governo regional, referente ao mês de Agosto e, numa apreciação fria e crua, as notícias não são nada animadoras.
Há mais receita, mas também há mais despesa.
Continuando nesta espiral, a atual Lei de Finanças Regionais não nos poderá acudir.
Pelo contrário, como agora se provou, vamos receber menos 20 milhões de euros de transferências do Orçamento de Estado devido à fórmula da referida lei, que precisa ser revista.
Vejam lá esta incongruência: o Governo da República aumenta o investimento público no OGE, com a justificação de que o país precisa de recuperar da crise provocada pela pandemia, mas para os Açores e Madeira diminuiu as transferências!
Ou seja, um continente e duas regiões a duas velocidades.
Neste momento os Açores têm registados 2,4 mil milhões de euros de dívida pública, mas as responsabilidades assumidas atingem os 4 mil milhões de euros, quase o valor total da riqueza que os açorianos produzem num ano.
Como muito bem alertou o Professor Monteiro da Silva, se considerarmos que mais de 90 por cento das despesas do orçamento estão todas consignadas à Saúde, à Educação e aos Transportes, resta-nos quase nada para desenharmos um modelo de desenvolvimento que gere riqueza.
Há que negociar uma nova Lei de Finanças em sede do Orçamento de Estado, até porque o Governo da República assume um critério, discutível, de maior generosidade para as empresas públicas do que para as Regiões Autónomas.
Basta referir os 4 mil milhões de euros que vão ser estampados na TAP ou os 2 mil milhões de euros “comidos” pela CP, que em conjunto dava para pagar toda a dívida dos Açores e da Madeira.
Cá dentro, temos que reflectir seriamente se queremos continuar com este caminho perigoso, que é manter a nossa região numa gigantesca galáxia de funcionalismo público, de despesa colossal sem gerar riqueza, com imensos interesses mobilizadores à volta do orçamento público e nenhuma preocupação em alavancar e inovar os sectores onde podemos colher valor acrescentado para esta e as próximas gerações.
O PRR e o novo quadro comunitário são oportunidades que não podemos perder e uma crise política nesta altura, cá e lá, só poderá piorar o cenário.
Pelo que vamos vendo nos últimos tempos, os dias são sombrios.
E nós, cidadãos, outra vez nas mãos dos partidos.
Ou serão eles nas nossas mãos?
(Osvaldo Cabral – Diário dos Açores de 27/10/2021)
May be an image of Osvaldo José Vieira Cabral and text
2
Like

Comment
Share