novo atentado em cabul

Views: 8

Pelo menos 19 pessoas morreram e mais de 50 ficaram feridas após duas explosões, seguidas de um tiroteio, junto ao maior hospital militar de Cabul, no Afeganistão.
Ataque em hospital de Cabul faz pelo menos 19 mortos
NOREVISTA.PT
Ataque em hospital de Cabul faz pelo menos 19 mortos
Pelo menos 19 pessoas morreram e mais de 50 ficaram feridas após duas explosões, seguidas de um tiroteio, junto ao maior hospital militar de Cabul, no Afeganistão. “Dezanove mortos e cerca de 50 feridos foram levados para hospitais da cidade”, disse um funcionário do Ministério da Saúde afegã…
Like

Comment
Share

O CDS

Views: 2

A CAUSA DAS COISAS
CDS – UMA RADIOGRAFIA
O CDS tem um mercado enorme e potencial: é o eleitorado da Igreja Católica, dos monárquicos, do apego às tradições, dos movimentos laicais. A via do CDS não pode ser um caminho pseudomoderno e liberal
Não sou conservador, não sou-democrata-cristão, nem milito no CDS. Mas para mim faz sentido que haja em Portugal uma direita democrática plural que equilibre uma esquerda plural. Caso contrário este país é um país coxo. E o CDS desempenha um papel imprescindível neste equilíbrio.
Simpatizo com muita gente desse partido, que é um dos partidos fundadores da democracia portuguesa. Não há praticamente ninguém no meu partido (o PSD) que não tenha amigos no CDS e vice-versa.
Quando há vinte anos eu liderava uma secção concelhia do PSD (a Amadora) esforcei-me por estabelecer localmente uma coligação política entre os dois partidos que até aí tinham tido uma prática incompreensível de costas voltadas e até, de alguma acrimónia. Claro que a amizade que me unia ao líder local do CDS facilitou as coisas. E tanto estávamos certos na altura, que esta coligação se tem mantido ali durante os últimos 20 anos, aguentando os altos e os baixos da política, sem ninguém dos dois partidos ter perdido a sua identidade, sem diluição da natureza de cada um. E ainda agora essa coligação, mais alargada, obteve um resultado eleitoral francamente positivo, no qual o CDS prestou um contributo fundamental. Aliás foi o líder do CDS que deu a cara e o corpo às balas na hora da apresentação da nossa candidata à presidência da Câmara e foi ele quem andou nas ruas da Amadora a lutar pelo melhor resultado eleitoral que aí se obteve nos últimos 20 anos.
O PSD e o CDS têm, no entanto, uma natureza distinta, ainda mais evidente em momentos de crises internas. Enquanto no PSD as rupturas de liderança são sobretudo eventos simbólicos de mudança de chefia, feitas por recomposição e sobreposição de parte do pessoal político dirigente anterior que sobrevive à queda ritual do antigo César, já por sua vez no CDS as rupturas de liderança são metamorfoses políticas colectivas, que operam por expurgo do pessoal político da direcção anterior. Se a política fosse jardinagem no PSD imperaria a enxertia. No CDS imperaria a poda.
Não é por acaso que boa parte dos antigos líderes do CDS saíram do seu partido após as suas respectivas derrotas e o consequente fim das suas lideranças (Diogo Freitas do Amaral, Francisco Lucas Pires, Manuel Monteiro) arrastando com eles parte substancial dos seus dirigentes e apoiantes.
Esta guerra no CDS não é, portanto, o primeiro momento de uma guerra fratricida no CDS. Nem esta é a primeira vez que um líder do CDS enfrenta uma tentativa permanente e incessante de assassinato político junto da opinião pública.
Os partidos políticos são também instituições autorreferenciais que se moldam de acordo com a sua história. E a história do CDS é feita de rupturas, de dissidências irreconciliáveis, de dramas existenciais. E é feita, sobretudo, de resistência contra as inevitabilidades ditadas pelo comentariado do regime.
Ainda me recordo com muita nitidez do que se disse de Manuel Monteiro quando este alcançou a liderança do CDS, aos 29 anos: ele era um radical, um miúdo, um nacionalista anti-europeu, praticamente um fascista, uma pessoa com quem ninguém com alguma importância poderia conversar. Manuel Monteiro fazia mesmo o consenso do regime na altura: ele era a extrema-direita, uma persona non grata, desde o PSD até ao PCP. E assim foi até passar a ser visto com alguma simpatia sempre que era vítima de cada nova deslealdade de Paulo Portas.
Quando Paulo Portas tomou conta do CDS e empandeirou definitivamente Manuel Monteiro e o seu grupo, escorraçando-os do partido, Paulo Portas passou então a ser o objecto de ódio preferencial da intelligentsia nacional. E isto acompanhou-o sempre: Paulo Portas só deixou de ser odiado, vilipendiado e causticado quando saiu pela primeira vez da liderança do CDS (no breve e calculado interregno de José Ribeiro e Castro, que foi boicotado sem dó nem piedade pelo grupo órfão de Portas) e, depois da segunda saída. Finalmente, e só porque já não está na política activa, é que é agora um senador respeitado por todos.
Diga-se em abono da verdade que a relação do CDS de Portas com o PSD nunca foi isenta de resistências, contrariedades, mal-entendidos. Para se ter formado a primeira maioria de que foi co-responsável, e que permitiria há vinte anos o governo de José Manuel Durão Barroso, foi preciso ter-se vencido naquela época as resistências iniciais e ressentimentos do Prof. Aníbal Cavaco Silva, e dos seus principais apoiantes, tendo-se feito assim entrar a Dra. Manuela Ferreira Leite no governo como caução do cavaquismo, conferindo-lhe a posição simbólica e protocolar de número 2. Paulo Portas foi vetado como Vice-Primeiro Ministro e foi remetido apenas à condição de número 3 daquele governo. Foi o preço da sua entrada na órbitra do governo, e isto depois da sua rápida evolução de euro-céptico para “euro-calmo”. Foi igualmente preciso vencer a desconfiança das bases do PSD à época, coisa que se fez distribuindo então uma catrefada de secretarias de estado por uma boa parte dos dirigentes distritais do partido.
Na segunda vez, na segunda maioria, já sob a liderança de Pedro Passos Coelho, não nos esquecemos do arrastar de pés, de algumas facadinhas nas costas, e da enorme traição do irrevogável pedido de demissão, precisamente no momento mais frágil daquele governo. Todos nos lembramos como Pedro Passos Coelho reagiu magistralmente: resistiu, meteu Portas no bolso, e aguentou até ao fim, tendo concluído a legislatura, terminado a troika, e ainda logrou vencer as eleições, já com o CDS coligado em listas conjuntas, e sem ter tido de ir a votos.
Aliás é preciso não esquecer que a verdadeira crise do CDS começou precisamente aqui. Com o Irrevogável. Desde esse momento que o CDS perdeu parte substancial do capital político que tinha granjeado. Foram “linhas vermelhas” sucessivamente anunciadas e abandonadas, foi o fim do feriado do 1º de Dezembro, e foi igualmente a demonstração de incompetência de alguns dos seus colaboradores, antigos ministros e secretários de estado, na época particularmente zurzidos pela esquerda cultural e pelo comentariado oficial. Curioso, portanto, que sejam agora esses antigos dignitários do portismo, como António Pires de Lima ou Adolfo Mesquita Nunes, que sejam agora retratados pelo mesmo comentariado oficial que os verberava, como as referências agora incontornáveis de um CDS outrora sofisticado, sedutor, culto e civilizado, por contraste com o presente caricatural Chicão, que é apresentado todos os dias como um imaturo, ou um desvairado, ou ainda na melhor das hipóteses, como um tipo medroso com medo de perder congressos.
Admito com sinceridade que não sou um espectador neutral da crise do CDS. Sou amigo de algumas das pessoas que disputam o seu destino e que se defrontam num combate interno duro e certamente muito doloroso. Mas sou igualmente amigo pessoal e incondicional do Francisco Rodrigues dos Santos.
Mas não é a minha conhecida amizade e cumplicidade com o Francisco que me ditam a obrigação de testemunhar o meu apoio à sua pessoa. É acima de tudo a consciência de que ele foi, e é ainda, a única solução possível para salvar o CDS.
A verdade é que nenhum líder do CDS agradará à esquerda e ao comentariado oficial instituídos. No CDS só agradará à redação única aqueles que não sendo líderes do CDS, os combatem na perspetiva de os substituir. Existe um equívoco em que os militantes do CDS só incorrem se quiserem: o de procurar agradar a quem nunca os irá apoiar.
Mas não se diga que não considero a mais-valia dos principais rostos mediáticos do CDS que agora o estão a destruir numa estratégia de terra queimada. No entanto a sua mais-valia, no actual contexto político que antecipa uma autêntica MUDANÇA TECTÓNICA do sistema de partidos, constitui apenas uma ilusão de popularidade. Os tempos hoje são transformacionais. São mesmo Novos Tempos aquilo que aí vem. A velha política está a soçobrar.
Aos militantes e eleitores do CDS que ainda resistem apenas resta o caminho de levantar o seu partido a partir dos seus valores fundacionais ou, pelo contrário, claudicar perante o pânico induzido por um comentariado que sempre lhes será hostil. Ora o CDS precisa neste momento de fazer a escolha mais racional do ponto de vista do interesse na sua própria sobrevivência.
Senão vejamos: o portismo estava esgotado. Paulo Portas era insubstituível e, portanto, incapaz de designar herdeiro. E a sucessão de Assunção Cristas foi um fracasso histórico. Mas Assunção falhou mais por culpa dos viúvos de Portas, que a condicionaram sempre, do que propriamente por causa dela mesma. E basta recordar: quando António Pires de Lima saiu do governo não saiu verdadeiramente da política, não perdeu a ocasião de continuar a influenciar, e quando lhe aprouve decidiu assassinar politicamente Assunção Cristas na capa de um Expresso, no Verão de 2019, liquidando assim sua tentativa de autonomização política quando da crise estival dos professores de 2019. A partir daí Assunção nunca mais se levantou. Nuno Melo, o eterno candidato a líder, colapsou nas eleições europeias com o pior resultado eleitoral obtido pelo CDS em eleições para o Parlamento Europeu, e escassos meses depois a liderança de Assunção Cristas acabou com um partido reduzido a 5 deputados, e com o pior resultado eleitoral da sua história, completamente falido e desmoralizado.
Mas outro dos maiores responsáveis pelo fracasso da linha sucessória do portismo e da anterior direcção de Assunção Cristas tem também um nome: foi precisamente o Adolfo Mesquita Nunes. É preciso que se diga com frontalidade que o primeiro grande golpe dado no partido foi dado a partir do momento em que o seu número 2 abandonou o barco tormentoso da política para ir ganhar dinheiro na GALP.
Mas outros barões são também responsáveis, à escala da sua relativa importância: Nuno Melo preferiu sempre o conforto da Europa a ter de meter as mãos na massa imaterial da política em lugar da massa salarial de Bruxelas. Luís Pedro Mota Soares entrou humilde e acessível no governo de vespa e saiu de lá impante e senhorial montado num Audi A7 de três mil cm3 de cilindrada. E João Almeida, o amigo que lhe segurava o capacete quando ele tomava posse como ministro, foi mesmo a única alternativa que estes barões apresentaram aos militantes do seu partido no último Congresso.
Por isso foi relativamente fácil a Francisco Rodrigues dos Santos ter ganho a liderança do CDS: ele era uma nova possibilidade enquanto os outros já eram o fim da linha. E ainda é. Porque a verdade é esta: esta linha sucessória do portismo já era incapaz de apresentar alguém de nível que não fosse um refugo dos últimos 20 anos.
E tudo tem um fim.
E foi esse fim que este grupo se recusa a aceitar. Porque entendem que o partido só poderá existir se for para ser deles. Vai daí este número de desespero de Adolfo Mesquita Nunes, de António Pires de Lima, e de outros: sair e matar o seu partido é mesmo a única carta que agora lhes resta.
Pessoalmente considero o Adolfo Mesquita Nunes uma das grandes personalidades da Direita portuguesa. É mesmo um político e um orador brilhante. Gosto dele. É simpático. É interessante. Mas tanto o Adolfo como alguns dos seus amigos sempre laboraram num segundo equívoco, este talvez o mais grave em termos de apreciação política. É que o CDS não teria qualquer viabilidade se se transformasse naquilo que eles queriam. Aliás o CDS só pode ser viável politicamente se o for precisamente ao seu arrepio. Isto é: o CDS não pode ser um partido liberal e progressista. Nem tão pouco poderá ser o partido dos amigos e dos negócios.
O CDS para encontrar um lugar para sobreviver tem de ser um partido CONSERVADOR e DEMOCRATA-CRISTÃO.
Por isso mesmo o lugar adequado do Adolfo e de Pires de Lima, e de outos, será o de incorporarem uma Iniciativa Liberal 2.0. Ou até talvez ingressarem de armas e bagagens no PSD – por natureza mais catch all e inclusivo e mais permeável ao permanente debate/tensão ideológico interno.
Admito que o caminho de Francisco Rodrigues dos Santos é agora muito estreito: o problema maior nem é o da controvérsia sobre as suas decisões táticas (discutir datas de congressos e prazos de eleições é afinal coisa de que ninguém se lembrará daqui a um mês). Não. O problema maior é que ele herdou um CDS sem dinheiro e completamente falido, e tem sido sujeito desde a primeira hora, a uma guerra constante e sem piedade, inclemente, desumana e sem quartel, por parte de um grupo que funciona em lógica de clube fechado e acirrado, e que não lhe confere um módico de misericórdia nem de tréguas pessoais.
Mas ainda é muito cedo para se escrever o obituário político de Francisco Rodrigues dos Santos.
Ele já fez muita coisa com o pouco que herdou: tem estado a pagar as dívidas dos outros. E conseguiu que o seu partido chegasse pela primeira vez na história a um governo regional. Pelo contrário, se os seus opositores mandassem no CDS é clarinho como água que o PS e a família César continuariam ainda a governar os Açores ao fim de 26 anos. Além disso Francisco Rodrigues dos Santos decidiu algo que foi muito sensato: evitou ir atrás das teses dos seus rivais e assim poupou o seu partido a ter de andar a competir com o Tiago Mayan Goncalves nas televisões e no Twitter pelo penúltimo lugar nas eleições presidenciais, antes ganhando o quinhão de fazer parte da ampla e actual maioria presidencial.
Além disso os resultados eleitorais do CDS nas últimas autárquicas foram absolutamente positivos. O CDS é a quarta força política autárquica nacional, com autarcas eleitos em todas as regiões do continente e nas ilhas. Foi o único partido político a não perder uma única câmara ou freguesia que já detinha. O CDS tem mais vereadores, deputados municipais, e presidentes de junta e autarcas nas assembleias das freguesias, do que Chega, Iniciativa Liberal, Bloco e PAN têm todos juntos. O CDS tem agora o Vice-Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, mais dois vereadores responsáveis por parte substancial das áreas sociais de governação da cidade. O CDS mantém agora todas as câmaras municipais a que preside com maiorias absolutas.
E é mesmo precipitado dizer que o CDS já morreu. Apesar de tudo o CDS tem ainda uma possibilidade, embora muito difícil e muito agreste.
Uma possibilidade que pode consistir num recomeço de Francisco Rodrigues dos Santos, na rua, em eleições, que é onde ele se sente bem. Eu já o vi em campanha e posso dizer que ele é melhor em campanhas que quase todos na política portuguesa.
E essa possibilidade do CDS não pode ser outra que não seja ir ao encontro daquilo que os seus eleitores afinal sempre desejaram. Sem fantasias liberais nem pulsões extremistas. Sem grandes tentações de progressismo, mas também sem grandes excitações reacionárias inconsequentes. Com um firme europeísmo mas aliado ao tradicional discurso patriótico e atlântico da Direita.
O CDS tem um mercado eleitoral enorme e potencial: é o eleitorado da Igreja Católica, do mundo rural, dos monárquicos, do apego às tradições, da caça, da pesca, e da tauromaquia, do pequeno municipalismo do Norte, das IPSS, do Banco Alimentar. Dos jovens betos, dos movimentos laicais, da rede dos colégios privados, dos militares. Dos numerários e supranumerários da Opus Dei. O caminho do CDS não pode ser um caminho pseudomoderno e liberal: para isso já lá está o PSD e já lá está também a Iniciativa Liberal.
Mas também não pode ser o caminho do Chega e da contrarrevolução contra o sistema: o CDS tem mais de 40 anos de história e faz parte do sistema democrático. E os conservadores portugueses não gostam de confusões, nem de barulho, nem de misturas. Gostam de educação e de decência e valorizam muito a compaixão. Assim enquanto o caminho de crescimento do Chega é o caminho do eleitorado despeitado e ressentido dos subúrbios desqualificados de Lisboa e do Porto, da Margem Sul, e do antigo eleitorado comunista do Alentejo, o caminho de afirmação do CDS terá de ser o de um partido conservador, e católico, e mais nacional, menos euro-zeloso, que rejeita o progressismo cultural da esquerda, que desconfia do cosmopolitismo, e que desdenha da total submissão da vida aos negócios, na linha social ensinada pela Igreja Católica portuguesa.
Há um povo à direita do PSD que pensa assim. Que se sente assim. E estas pessoas têm igual direito de cidade e igual direito à representação política. Essas pessoas que se revêm na Doutrina Social da Igreja e nas posições da Conferência Episcopal Portuguesa, que se sentem bem em democracia mas que a consideram actualmente insatisfatória e em risco, merecem ter um partido político que as represente.
Aquilo que o CDS precisa agora é de sobreviver a estas semanas. E de seguida mobilizar todas as pessoas a que os seus barões nuca prestaram atenção.
Em suma: aguentar, voltar à estrada, e reconstruir a sua relação com o povo católico.
Este é, pois, o desafio de Francisco Rodrigues dos Santos. Mas não será fácil. É mesmo muito, muito difícil.
Mas este é o único caminho. É o caminho da autenticidade. Não é o caminho da ilusão dos think tanks liberais, dos fóruns de fãs da Eurovisão, do Linhas Vermelhas e do Eixo do Mal, e o caminho ditado pela redação única do Público/Expresso.
Sobre o CDS
OBSERVADOR.PT
Sobre o CDS
O CDS tem um mercado enorme e potencial: é o eleitorado da Igreja Católica, dos monárquicos, do apego às tradições, dos movimentos laicais. A via do CDS não pode ser um caminho pseudomoderno e liberal
Like

Comment
Share

a ciência nos açores

Views: 0

+15
O número de trabalhos científicos comprovando ocupações dos Açores anteriores à Portuguesa aumenta sem que seja tomada uma posição oficial condizente. Artigos publicados em jornais e revistas científicas não são aceites pela restante comunidade científica, enquanto se verifica que esta se apoia em escritos e informações que o público reputa não credíveis. A falta de critérios válidos, para além de desacreditar a ciência, está a lesar direitos e vantagens, mesmo sem referir a de um Turismo específico, como p.ex. neste caso do Monte Brasil “historicamente desfigurado”
Like

Comment

Concentrações de dióxido e enxofre, aerossóis e CO2 (com origem em La Palma),

Views: 3

ontem deixei aqui uma nota e hoje vejo-a esclarecida

há areias do saara? está uma nebulosidade anormal desde manhã na costa norte de s mig, nem vejo o mar a menos de 1 km…

 

 

 

 

Concentrações de dióxido e enxofre, aerossóis e CO2 (com origem em La Palma), provavelmente responsáveis pela luminosidade e visibilidade estranha nas Flores e nos Açores.
João Silveira, Maria Antónia Fraga and 33 others
9 comments
8 shares
Like

 

Comment
Share
9 comments

 

 

tesla

Views: 3

May be an image of text
Em 1911, Nikola Tesla disse ao The New York Herald que ele estava trabalhando em uma máquina anti-gravidade “voadora”.
“Minha máquina voadora não terá nem asas nem hélices. Você pode vê-la no chão e você nunca pensaria se tratar de uma máquina voadora. No entanto, ela será capaz de se mover a vontade através do ar em qualquer direção com segurança perfeita e velocidades mais altas do que as que já foram alcançadas, independentemente do tempo ou correntes descendentes”, dizia o Super Gênio.
Sua nave foi alimentada por um sistema de energia livre, numa época em que a aviação e a indústria automobilística dependiam do óleo e do petróleo. Sua invenção encontrou o mesmo destino que seu sistema de energia livre, boicotado pela ameaça global as grandes indústrias, afinal como elas iriam lucrar tendo acesso livre e gratuito de energia a todos?!
Durante muito tempo se suspeitou que o FBI literalmente roubou todo o seu trabalho, pesquisa e invenções que ele tinha em sua posse quando ele morreu. Este boato já foi confirmado pelo recente e amplamente divulgado “Ato de Liberdade de Informação” liberados pelo FBI.
Como premio de consolação, ou em sua honra, seu nome foi adotado pelo Sistema Internacional de Medidas para a unidade de campo magnético ou indução magnética.
3
1 share
Like

Comment
Share

PRÉMIOS LITERÁRIOS

Views: 5

CONCURSO LITERÁRIO DO CASINO DO ESTORIL (2021)
Será que o júri de oito sábios leu o livro? 15.000 euros por tanta banalidade? Antes os repartissem num bodo aos pobres, como sói dizer-se, porque, além do mais, é dinheiro de vício.
Basta ler o princípio da laureada narrativa. Laureada, disse bem, mas sem louros, de contrário temos de tirar os que vemos em Dante há setecentos anos.
«Talvez eu devesse contar-vos o que me aconteceu aos dezassete anos para que a minha presença neste cemitério faça sentido. As pessoas não frequentam cemitérios por gosto, e eu não sou excepção. Quero dizer, existirão alguns que se divertem em lugares destes, mas decerto sofrem de estranhas patologias. Ouvi falar de gente que gosta de fazer amor com cadáveres – se é que se pode chamar amor a uma coisa tão horrível: chama-se necrofilia, o desejo de reunião com um parceiro romântico morto. Veja-se, por exemplo, Periandro, o segundo tirano dos Coríntios, que assassinou a mulher num acesso de raiva e depois teve relações sexuais com o seu cadáver; ou os marinheiros que, em tempos remotos, transportavam defuntos de regresso a casa e, na viagem, se aproveitavam das carcaças inertes e cinzentas, o brilho da alma há muito sonegado aos olhos apagados. Li algures que, nas guerras entre os russos e o Império Otomano, os soldados violavam os cadáveres do inimigo; fiquei sem saber se eram os turcos ou os russos que mais contemplavam esta prática, mas aposto que eram os russos.
Seja como for. Não sou necrófilo, nem nada que se pareça. Há outras razões para a minha presença aqui, junto das campas de Felicidade, Esperança e Angélica. Mas não serão também essas razões a expressão de uma doença? A primeira das trigémeas foi o meu grande amor; a segunda, a minha mulher; a terceira, participante involuntária da minha ruína. Juntas, elas destruíram a minha vida de maneira lenta e insidiosa, como uma matilha de cadelas que rodeia, dia após dia, um passarinho esfomeado, até este jazer morto no chão da sua gaiola.
Finalmente, encontram-se saciadas.»
May be an image of book and grass
7
4 comments
Like

Comment
Share
4 comments
View 3 more comments
  • Jorge Velhote

    Também um gajo a beijar uma gaja com as mãos no volante não indicia coisa boa… como o uso da palavra ‘incauto’ deveria ser um alerta para se não premiar nem comprar esta felicidade!
    • Like

    • Reply
    • 10 m
    • Edited

Endividamento dos Açores “limitado” a 170 ME no Plano do Governo Regional para 2022 – Jornal Açores 9

Views: 1

Na sequência da apresentação da proposta de Plano dos Açores para 2022, hoje, à Assembleia Legislativa Regional, o Governo dos Açores referiu, em comunicado, que o endividamento público “será limitado aos 170 milhões de euros, inferior a 2021, o considerado estritamente necessário a garantir a plena execução de projetos com cofinanciamento europeu e para fazer […]

Source: Endividamento dos Açores “limitado” a 170 ME no Plano do Governo Regional para 2022 – Jornal Açores 9

aproveite o mau tempo e vá guiar na china

Views: 1

TÚNEL GUOLIANG, CHINA: está localizado na China, especificamente no noroeste da província de Henan. Está situada nas montanhas Taihang, na pequena cidade de mesmo nome que fica no topo da montanha e isolada do resto do mundo. Wikipédia
” No início do século XX, a Vila de Guoliang era um paraíso pouco visitado, mas com uma paisagem deslumbrante proporcionada pela sua localização no alto das montanhas Taihang, na província chinesa de Hunan. Porém, o isolamento dos cerca de 300 habitantes não era proposital, e sim devido à dificuldade para se locomover até as demais regiões.
Juntos, desenvolveram um túnel que passa lateralmente pela montanha. Para jogar entulhos e rochas da escavação, os homens optaram por abrir “janelas” ao longo do trajeto, o que acabou virando uma das características da estrada. Após 5 anos de muito trabalho, em 1977, o local foi aberto para tráfego de veículos e pessoas.
Hoje, o túnel de 1.200 metros de comprimento, 5 metros de altura e 4 metros de largura é responsável por atrair turistas do mundo inteiro e até mesmo investimentos da indústria hoteleira. No entanto, a experiência não é completamente segura.
Em dias de chuva, as paredes e pisos do túnel se tornam escorregadios e cachoeiras se formam na encosta da montanha, o que pode causar graves acidentes. Mas, se você está em busca de uma experiência inesquecível, esse destino certamente não causará arrependimentos. “
4
3 comments
Like

Comment
3 comments
View 1 more comment
All comments

  • Manuel Peres

    Complicado…
    1
    • Like

    • Reply
    • 40 m

    Marta Carmo replied
    1 reply
    27 m

falta mão de obra na agropecuária e a exploração escrava mantém-se?

Views: 5

Açores com falta de mão de obra na agricultura | TVI24
TVI24.IOL.PT
Açores com falta de mão de obra na agricultura | TVI24
A agricultura é o maior setor de produção no arquipélago dos Açores mas também enfrenta o problema da falta de mão de obra. Recrutar recursos humanos especializados para a produção de leite ou outras áreas é cada vez mais difícil. A Federação Agrícola dos Açores já equaciona ir busc…
Artur Neto, André Silveira and 10 others
27 comments
1 share
Like

Comment
Share

27 comments

View 4 more comments
All comments

  • Roberto Raimundo

    A realidade é bem outra.
    Tenho conhecimento de muitos casos na ilha de São Miguel em que os funcionários nem o ordenado mínimo recebe.
    Não há mão de obra ou o estamos num século que já ninguém quer ser escravo do próxima ?
    Não esquece que a lavoura é dos trabalhos mais duros que temos nos Açores.
    7
    • Like

    • Reply
    • Share
    • 1 h
    • Edited
    • Active
      André Silveira

      Roberto Raimundo na pecuária praticamente toda a gente recebe acima do ordenado mínimo. Podem haver casos pontuais, mas no geral os vencimentos são acima do vencimento mínimo regional.
      • Like

      • Reply
      • Share
      • 1 h
      • Roberto Raimundo

        André Silveira eu sou de São Miguel? Meu pai é agricultor, sei do que falo.
        Talvez podem haver casos pontuais de quem pague a cima do mínimo.
        Talvez se tivessem tentado falar com as pessoas a saber pk não querem esses tipo de trabalho iam chegar a uma realidade bem diferente.
        2
        • Like

        • Reply
        • Share
        • 1 h
        • Edited
      • Active
        André Silveira

        Roberto Raimundo peço desculpa mas das muitas explorações que conheço só quem está mesmo a começar como aprendiz é que recebe vencimento mínimo. Há muito que é assim, até porque a falta de mão de obra é coisa que vem de há muito tempo.
        • Like

        • Reply
        • Share
        • 1 h
      • Daniel Joana Brasil

        André Silveira Mas mesmo assim e pouco quem e que quer trabalhar todos os dias sem folhas a receber 750 euros mais coisa menos coisa ok e o que estão a pagar, não há falta de mão de obra mas sim de pegar ordenados justo já não estamos no tempo da escravatura
        • Like

        • Reply
        • Share
        • 32 m
  • Paulo Cunha

    Se pagassem como deve ser não faltava gente para trabalhar….
    3
    • Like

    • Reply
    • Share
    • 1 h
  • Artur Neto

    Nem mesmo com a mama dos subsídios recebidos desde sempre, nem mesmo assim se dá para cativar trabalhadores? Ou será que não querem pagar o preço justo pelo trabalho???
    2
    • Like

    • Reply
    • Share
    • 1 h
  • José José

    É verdade que o leite esta muito barato para se poder pagar bons ordenados, mas quem é que quer se levantar de segunda a domingo faça chuva faça sol às 4,30h ou 5h da manhã para ir se enrolar em bosta de vaca e xegar acasa às 8h da noite com 14 ou 15 horas de trabalho feitas num só dia para ganhar 600€ e alguns sem descontos para a segurança social a receber por debaixo da mesa? É que muitos desses empregados são explorados pelos patrões porque são uns pobres coitados que não levantam a voz, pois não têm escolaridade nem formação em nada que lhes permita arranjar outros empregos qualificados, mas algumas lavouras não dão para aquecer porque alguns patrões só querem o volante na mão e andar sentadinhos nos cafés e os empregados a tratar do gado à sua maneira (ou direita ou torta) se queres que a coisa ande direita tens de estar lá e ver com os teus olhos ou senão estás a caminho da banca rota.
    9
    • Like

    • Reply
    • Share
    • 1 h
    • Edited
    • Roberto Raimundo

      José José sei de casos de 300euros e outros de 400€.
      E eles ainda dizem.
      – queres é isso não queres tem quem queira. …

      See more
      1
      • Like

      • Reply
      • Share
      • 1 h
      • Edited
      • José José

        Roberto Raimundo mas se há falta como dizem tem quem queira? isso ou é mentira ou é chantagem, pois ninguem quer essa vida.
        • Like

        • Reply
        • Share
        • 54 m
    • Kayla Ferreira Couto

      José José infelizmente tem razão .. conheço muitos assim .
      1
      • Like

      • Reply
      • Share
      • 1 h
    View 1 more reply
  • Antonio Cruz

    Acabem com o rendimento mínimo para alguns labregos e aumentem os ordenados
    1
    • Like

    • Reply
    • Share
    • 56 m
    • José José

      Antonio Cruz isso é verdade o rendimento minimo está muito mal distribuido, porque não tem uma fiscalização como deve ser.
      1
      • Like

      • Reply
      • Share
      • 52 m

mais pérolas de alunos

Views: 0

Seleção de algumas das melhores pérolas proferidas pela iluminações. 😂
1) O 25 de Abril acabou com a dentadura em Portugal.
2) Uma península é aquilo que as mulheres usam para tirar os pelos das sobrancelhas.
3) Quando a lua se interpõe entre a Terra e o sol dá-se um apocalipse.
4) Onde se localiza o ocipital? R: Norte de África, junto a Marrocos. Até o meu primo sabe, é lá que ele vai buscar o “axe”.
5) Parasitismo é o facto de um gajo não trabalhar e viver à ‘pala’ dos outros, de dinheiro, cigarros e outros bens materiais.
6) Para estancar uma hemorragia pelo nariz, este deve ficar muito mais baixo do que o corpo, até que o coração pare.
7) O petróleo apareceu há muitos séculos, numa época em que os peixes afogavam-se dentro de água.
8 ) Quando um animal irracional não tem água para beber, só sobrevive se for empalhado.
9) A Candidíase é uma atriz americana que tem uma doença.
10) A Terra é um dos planetas mais conhecidos e habitados do mundo.
11) A baleia é um peixe mamífero encontrado em abundância nos nossos rios.
12) O Marechal António Spínola é conhecido principalmente por estar no dicionário.
13) Na Idade Média os tratores eram puxados por bois, pois não tinham gasolina.
14) Em todos os quadros pintados vê-se bem que Napoleão escondia a sua grande barriga com a mão.
15) A leitura permite ao homem tornar-se míope.
16) As bombas atómicas são inofensivas quando servem para fabricar eletricidade.
17) Galileu (1564-1642) foi condenado à morte porque foi o 1º a fazer a terra andar à volta.
18) Na guerra de 1914 a 1918, os soldados morriam várias vezes, primeiro por causa das bombas, e depois porque lhes davam lama para comer.
19) Os rios correm sempre no sentido da água.
20) O zero é o único número que permite contar até 1.
21) Um septuagenário é um losango de 7 lados.
22) Os chineses utilizam as suas bolas para fazer contas.
23) Quando os egípcios viam a morte a chegar, disfarçavam-se de múmia.
24) Nas olimpíadas a competição é tanta que só cinco atletas chegam entre os dez primeiros.
25) O cérebro tem uma capacidade tão grande que hoje em dia praticamente toda a gente tem um.
26) A trompa de Eustáquio é um instrumento musical de sopro, inventado pelo grande músico belga Eustáquio, de Bruxelas.
27) Cada vez mais as pessoas querem conhecer a sua família através da árvore ginecológica
28) Uma linha reta deixa de ser reta quando encontra uma curva.
29) Ao princípio os índios eram muito atrasados mas com o tempo foram-se sifilizando.
Fonte desconhecida (algumas).
Like

Comment
Share

Petição pede alteração ao traçado da variante à freguesia das Furnas – Açoriano Oriental

Views: 0

Pretende-se travar projeto da variante à localidade com a configuração atual, de modo a reduzir o impacto na paisagem e na economia

Source: Petição pede alteração ao traçado da variante à freguesia das Furnas – Açoriano Oriental