AVIÃO 3 ANDARES 1000 PASSAGEIROS (not me, thank you)

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O mundo da aviação pode estar prestes a receber um novo gigante dos céus. O mais recente conceito desenvolvido pela Airbus promete ser o maior jato de passageiros já construído, com capacidade para até 1.000 pessoas.
Apelidado de Airbus A390, o projeto apresenta versões inovadoras, incluindo um modelo de três andares, algo nunca antes visto na aviação comercial. Ainda em fase de desenvolvimento, duas variantes estão sendo consideradas: o A390-800, com três decks, e o A390-900, uma versão de dois andares.
Para garantir potência suficiente, a aeronave contará com seis motores Rolls-Royce e terá um alcance de aproximadamente 12.000 km sem necessidade de reabastecimento. No entanto, devido ao seu tamanho colossal, exigirá pistas de pelo menos 1,9 km para pouso e decolagem.
A Lufthansa já demonstrou interesse e será a primeira companhia a operar o modelo, enquanto a Emirates lidera a lista de encomendas, planejando adicionar 190 dessas aeronaves à sua frota. Apesar da empolgação, a Airbus ainda não anunciou uma data oficial para o lançamento do A390.
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memórias 1970-72

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——– Original Message ——–

Subject: recordar é viverer…
Date: Fri, 24 Aug 2012 18:18:34 +0000
From: lusofonia <[email protected]>
To: undisclosed-recipients:;

È o velhinho Escort do Ludgero. Há quanto tempo não o via. Veio da África do Sul com volante à direita. É carro para ter mais de 50 anos. Isto é que é resistir, ainda bem.
corri neste carro até 1972 e depois em 1975 o dono morreu aos 25 anos e eu saí de Portugal….
( ludgero victor carvalho de abreu , vulgo takatakata)
até as lágrimas me vieram aos olhos ao recordar esses momentos na época em que era branco e verde…com motor Cosworth Lotus e quando era eu pendura 1971-72…

novas leis de Murphy

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Isto é assim mesmo…Prestem atenção à lei associada a cada verdade insofismável.

“O seguro cobre tudo, menos o que aconteceu.”
(Lei de Nonti Pagam)

“Quando estiver apenas com uma mão livre para abrir a porta, a chave estará no bolso oposto.”

(Lei de Assimetria de Laka Gamos)

“Quando as suas mãos estiverem sujas de óleo, vai começar a ter comichão, pelo menos, no nariz.”

(Lei de mecânica de Tukulito Tepyka)

“Não importa por que lado seja aberta a caixa de um medicamento. A bula vai sempre atrapalhar.”

(Princípio de Aspirinovski)

“Quando acha que as coisas parece que melhoraram é porque algo lhe passou despercebido.”

(Primeiro teorema de Tamus Tramadus)

“Sempre que as coisas parecem fáceis, é porque não entendemos todas as instruções.”

(Princípio de Atrop Lado)

“Os problemas não se criam, nem se resolvem, só se transformam.”

(Lei da persistência de Waiterc Pastar)

“Vai conseguir chegar ao telefone exatamente a tempo de ouvir quando desligam.”

(Principio de Ring A. Bell)

“Se só existirem dois programas que valha a pena ver, os dois passarão à mesma hora.”

(Lei de Putz Kiparil)

“A probabilidade de se sujar quando come, é diretamente proporcional à necessidade que tenha de estar limpo.”

(Lei de Kika Gadha)

“A velocidade do vento é diretamente proporcional ao preço do penteado.”

(Lei Meteorológica Barbero Pagá)

“Quando, depois de anos sem usar, decide deitar alguma coisa fora, vai precisar dela na semana seguinte.”

( Lei da irreversibilidade de Kitonto Kifostes)

“Sempre que chegar pontualmente a um encontro não haverá lá ninguém para comprovar e se, ao contrário, se atrasar, todo o mundo terá chegado antes de si.”

(Princípio de Tardelli e Esgrande La de Mora)


 

a riviera em gaza

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Reparem bem no guião apresentado pelo Bandido, e Doido Varrido Tramp, para o Filme de Terror que seria o Roubo da Faixa de Gaza aos Palestinianos!
A Faixa de Gaza seria entregue aos Estados Unidos por Israel no final do conflito. Os palestinianos, pessoas como Chuck Schumer, já teriam sido realojados em comunidades muito mais seguras e bonitas, com casas novas e modernas, na região. Teriam realmente uma hipótese de serem felizes, seguros e livres. Os EUA, trabalhando com grandes equipas de desenvolvimento de todo o mundo, iniciariam lenta e cuidadosamente a construção daquele que viria a ser um dos maiores e mais espectaculares empreendimentos deste tipo na Terra. Nenhum soldado dos EUA seria necessário! A estabilidade reinaria na região!!!
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incêndio fábrica leite terceira

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ÚLTIMA HORA I Incêndio Fábrica Pronicol da Ilha Terceira
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ÚLTIMA HORA I Incêndio Fábrica Pronicol da Ilha Terceira
Foi registado um incêndio pelas 14h31 na fábrica de laticínios.
Para o combate ao incêndio foram mobilizados sete viaturas dos corpos de bombeiros de Angra do Heroísmo e Praia da Vitória.
A fábrica foi evacuada – não há vítimas a registar até ao momento. Em atualização.

cultura de corrupção

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Sim, há mesmo uma cultura de corrupção em Portugal.
Sim, há uma cultura de corrupção profundamente entranhada na estrutura do Estado e dos partidos políticos portugueses,
e só mesmo a absoluta inconsciência perante a evidente crise do regime
é que pode levar tantos comentadores a reduzir a dimensão devastadora da acusação do processo Tutti-Frutti ao facto de Fernando Medina e Duarte Cordeiro terem sido ilibados ao fim de vários anos sob suspeita.
Por uma vez, convinha deixar de caricaturar o trabalho do Ministério Público,
reconhecer aquilo que está em causa, e abrir os olhos à gravidade do que ali é relatado.
A ver se nos entendemos.
Dizer que há uma cultura de corrupção e de tráfico de influencia entranhada na política portuguesa não significa que todos os políticos sejam corruptos,
no sentido de meterem dinheiro ao bolso em troca de favores
– que é isso que o crime de corrupção exige.
Por aí, é evidente que não falta “gente séria” na política,
e acredito que Fernando Medina ou Duarte Cordeiro façam parte desse grupo.
O que a expressão “cultura de corrupção” significa é que nenhum político que atinja cargos de certa relevância desconhece aquilo que se passa,
até porque nem sequer consegue subir na hierarquia do partido sem, de alguma forma, estar obrigado a navegar por entre essa cultura.
Isto não começou hoje.
Se quiserem, existe uma espécie de pecado original do regime democrático,
que foi construído em cima de partidos que na sua génese precisaram de muito dinheiro muito rapidamente.
Esse dinheiro circulava em malas, das mais variadas proveniências,
instituindo-se aí uma prática de sacos azuis e infinitas manigâncias para assegurar o financiamento partidário
– manigâncias essas que todos os partidos partilham,
e que podem envolver desde grandes trocas de favores
a actos tão simples como pagar ao assessor do partido através da câmara municipal ou da Assembleia da República.
Em cima disto, as leis que os próprios partidos foram promulgando promoveram um ambiente de clube fechado,
dificultando ao máximo a vida a novos partidos e a independentes,
e resignando-se a uma militância pobrezinha:
o PS terá 70 mil militantes,
o PSD à volta de 90 mil,
e os que pagam quotas são muito menos do que isso.
Nas últimas directas do PSD, Luis Montenegro foi reeleito com 16 mil votos.
Pedro Nuno Santos obteve 24 mil na luta contra José Luís Carneiro.
Ora, estes números são tão baixos que os caciques que dominam os votos de cada concelhia tornam-se extremamente importantes.
São nomes que desconhecemos mas que têm um enorme poder,
porque conseguem mobilizar os votos que podem ditar a vitória ou a derrota de um candidato.
Essa é a razão por que Luis Newton ou Carlos Eduardo Reis são neste momento deputados do PSD,
apesar de toda a gente conhecer há anos a gravidade das suspeitas que sobre eles recaíam no âmbito da Operação Tutti-Frutti.
Porque é que Luís Montenegro os enfiou nas listas de deputados, então,
ou porque é que escolheu há escassos três meses Rodrigo Gonçalves para conselheiro nacional do PSD,
se era mais do que provável que viessem a ser acusados de corrupção?
É simples: porque são os reis das manigáncias e continuam a ter imensa influência no aparelho do PSD,
como Montenegro ou Carios Moedas poderiam testemunhar – se testemunhassem.
É por isso que tenho muito pouca pena de Medina, Cordeiro, Montenegro ou Moedas.
Eles conhecem de cor e salteado a cultura de corrupção que campeia nos partidos e nas autarquias.
Só que preferem fingir que não.
João Miguel Tavares.
Jornal Público, 5 de Fevereiro de 2025.
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