Açores adiam regresso às aulas para 10 de janeiro – Jornal Açores 9

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“As escolas, creches, jardins de infância, ATL [ateliês de tempos livres], centros de desenvolvimento de inclusão juvenil e centros de atividades ocupacionais, da rede pública e privada, passam a ter o reinício do seu ano letivo em 10 de janeiro”, adiantou o secretário regional da Saúde e Desporto, Clélio Meneses, numa conferência de imprensa, em […]

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poema dedicado á naturalização de Abramovich

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Milhazes José is feeling surprised.

42 m
POEMA DEDICADO À OBTENÇÂO DO PASSAPORTE PORTUGUÊS POR ROMAN ABRAMOVICH.
Como não sou poeta, limitei-me a traduzir à letra do russo este poema escrito por Leonid Lyalin dedicado a tão importante acontecimento. Se alguém quiser enviar uma tradução mais poética, mãos à obra.
Foi esquecida a longínqua Chukotka, (1)
Alegria em Portugal,
Para quê falar de xadrez-gamão,
Eis a jogada: ele foi reconhecido como sefardita.
Era filho da planície gelada,
Mas os rabinos deram garantias.
Na infância foi enfeitiçado a
andar de um extremo ao outro da Eurásia.
Mexe-se, é necessário em todo o local,
Inclina-se para o calor depois do frio,
Com um copo de vinho do Porto
percorre as rotas de Magalhães.
1) Chukotka – região no Nordeste da Rússia que Abramovich governou durante vários anos.😂😂😂
May be an image of 1 person and text that says "роман абрамович получил гражданство португалии"
The forgotten Chaukotka gave,
The joys of Portugal ,
What’s up with chess nerds,
Here’s the move – he was recognized as a sefard.
Baby was a snowy plain,
But the rabbis have taken charge,
When he was a kid, he was ironed,
With the end of Eurasia.
Carrying, needed everywhere,
Pulling into the heat after the cold,
The glass will run away from the port wine,
On the routes of Magellan.

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Pedro Paulo Camara

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Há um fardo que se alonga no tempo, corrompido pelo homem.
Há mães que não são mães.
E há mães que têm mil filhos.
Há um fardo que se prolonga até aos confins dos tempos. E homens que não são homens.
O animal carniceiro amestra-se em dezembro, escondido nos escaninhos escuros, expectante e sanguinário.
Quantos Cristos terão de morrer?
Quantos Cristos?
E que Cristos?
Que Cristos?
Há uma centelha de amor que ulula no horizonte.
Lá longe, há um laivo de amor,
ainda que esmorecido,
ainda que amordaçado.
PPC
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You and Carolina Cordeiro
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a falácia da liberdade do hijab

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“A LIBERDADE ESTÁ NO HIJAB” APREGOA O CONSELHO DA EUROPA!

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22/12/2021, 15:33

 

 

“A LIBERDADE ESTÁ NO HIJAB” APREGOA O CONSELHO DA EUROPA!

 

A União Europeia implementa símbolos de submissão!

 

Esta campanha institucional do Conselho da Europa a favor do lenço islâmico (Hijab) foi mais uma tentativa de vender o símbolo da submissão da mulher como indicativo de liberdade (“A beleza está na diversidade como a liberdade está no hijab”) e ao mesmo tempo de promover a cultura tradicional islâmica no meio ocidental!

A ideia não veio do presidente turco, Erdogan; o mais grave e sintomático é que ela partiu de genuínos representantes da União Europeia que parecem dispostos a apostar na “emancipação” de tudo e de todos até conseguirem a particularização de todos e deste modo serem mais facilmente dominados porque reduzidos ao género neutro! Vivemos num tempo de palavras mágicas que a tudo obrigam e até a razão subjugam!

Nada acontece por acaso! Ou será que Bruxelas perdeu a cabeça?

O bom senso levou Estrasburgo a parar a controversa campanha e a apagar os tweets referentes a ela (1).

Em termos culturais, este permanece um aviso sério sobre o que move os nossos deuses do olimpo europeu nos corredores de Bruxelas e de Estrasburgo!

Seria totalmente impensável que o Conselho da Europa tomasse a iniciativa de fizer uma tal propaganda em favor de símbolos cristãos (2)!

Que tolerância é esta que para defender o islão toma ao mesmo tempo medidas para desmontar valores cristãos! Surpreendente é a atitude descarada que já usam de, para valorizarem uma cultura, se sintam na necessidade de desvalorizarem a outra!

Chegamos ao cúmulo dos representantes de uma democracia, porque depravada, se sentirem já à-vontade para aplainarem o caminho da teocracia islâmica (Muitas portadoras do lenço islâmico são símbolo de um islão gueto, mais radical! Que as mulheres tenham a liberdade de usarem ou não o véu é uma evidência do seu direito privado, mas que instituições como a EU defendam hábitos impostos pelo domínio cultural e pelos seus homens é indigno de uma Europa com tal nome)! De facto, algo de comum têm: oligarquia e teocracia não andam muito longe uma da outra!…

Políticos europeus não tomam a sério os temores dos cidadãos nativos e em contrapartida empenham-se em fortalecer os interesses muçulmanos e deste modo fomentam uma política multicultural que se revela nefasta para uma sociedade que se deveria basear na solidariedade e na interculturalidade.

Em vez de criarem medidas de precaução e inserção fazem propaganda pela estratégia de afirmação do gueto islâmico. Pensam que, deste modo, dominarão o sentir ocidental e, para os seus intuitos de poder, lhes bastará conseguirem criar uma relação de superioridade mais fácil com súbditos contribuintes, com grupos dispersados e cidadãos à deriva; com isto colocam a democracia em jogo porque quando se derem conta, as próprias regras democráticas ajudam os novos cidadãos a afirmar-se de maneira legitimada e incondicional!

O cartaz de reclame da Conselho apresentava uma fotomontagem de uma jovem mulher sorridente usando um lenço de cabeça cor-de-rosa com uma capa larga num quadro e dizeres como: “A beleza está na diversidade como a liberdade está no hijab”!

 

A propósito da liberdade do lenço: em 2018 a advogada Nasrin Sotoudeh foi condenada a 148 chicotadas e 38 anos de prisão no Irão porque apoiava mulheres que protestavam contra a imposição do véu na cabeça (HNA, 17.12.2021). Infelizmente, permanece em aberto a questão de quanta liberdade e quanta coerção e opressão estão associadas ao véu de cabeça.

No Islão, os testemunhos dos homens têm mais peso do que os das mulheres, e as mulheres não estão autorizadas a ter mais do que um marido, embora os representantes do Islão afirmem que homens e mulheres têm direitos iguais no Islão.

Uma religião que difama pessoas de outros credos como infiéis é intolerante e injusta. A verdadeira mulher muçulmana não sai de casa, e se sair, deve sair de maneira não atractiva. Isto também significa que os homens são geralmente, quase por natureza, agressores sexuais e as mulheres devem prevenir isto. Na Jordânia, as pessoas são liberais em relação ao véu da cabeça. No Irão e na Arábia Saudita, as mulheres estão a tentar livrar-se da cobertura obrigatória… Aqui a religião é usada para opressão das mulheres e SUA subjugação a interesses. Sura 24:31 e 33, versículo 59 refere que o peito deve ser coberto… e “as esposas dos crentes, elas devem puxar para baixo algo da sua cobertura sobre si mesmas”. Portanto, é mais provável que sejam reconhecidos e não sejam molestados”. A sura fala sobre as mulheres casadas que cubram os seus seios e não fala do lenço de cabeça…

 

Os nossos políticos andam inquietos e parecem não estarem dispostos a esperar que os costumes surjam e se imponham de baixo para cima!

António CD Justo

Pegadas do Tempo, https://antonio-justo.eu/?p=6954

 

 

 

 

 

castelo de montfort dos cuzados

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May be an image of castle and nature
Looking more like an abandoned fortress from Medieval France, this is actually the ancient ruins of Montfort Castle.
Also known as Qal’at al Qarn, it was built in 1228 by the Teutonic Order.
-We know them today as the Crusaders.
Located in Upper Galilee in northern Israel, Monfort was originally an administrative post, but by the Third Crusades (and under pressure from the Templars), the castle was used as a military post.
The castle came under siege by Moslem forces several times over the next 50 years and eventually fell for the last time in 1271.
The moslem Mamlek forces destroyed the fortress over a period of 12 days.
This is all that remains.
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confúcio e eu

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YIN, YANG, CONFUCIONISMO, CRÓNICA 96-98, 26 ABRIL – 16 MAIO 2011

 

Mero aprendiz de feiticeiro, jovem desenfreado na segunda aventura de liberdade, sem as peias constrangedoras da sociedade patriarcal em que cresci, estava disposto a gozar ao máximo o que a vida me pudesse proporcionar. O hedonismo era, sem sombra de dúvida, a filosofia que me guiava. Demasiadas restrições, proibições, tradições invioláveis e tabus haviam regido a vida de infante e adolescente. Liberto das peias castradoras da sociedade ocidental e da família arreigada a tradições seculares, ia crescer numa errância própria da era das descobertas. A aprendizagem sem noções premeditadas, nem destinos certos, mas irremediavelmente, coartado pelos princípios e noções basilares recebidas de meus pais no tocante à inviolabilidade e perenidade da família. descobri que a vida não era como o yin e yang, entre o branco e o negro, era matizada por uma infinidade de cinzentos.

A minha era composta por duas forças complementares, havia um equilíbrio dinâmico (signo Balança) que, tal como no princípio da dualidade de yin e yang, surgia o movimento e mutação, a que não me queria opor. Se uma era ativa, diurna, luminosa, quente, a outra era passiva, noturna, escura, fria. Era um ocidental em ambiente estranho e hostil, em busca de equilíbrio e identidade, tal como os macaenses, Forças contraditórias me impeliam e sustinham.

De Kung-Fu-Tzu (Confúcio) partilhava preocupações com a política e pedagogia. O valor do estudo, disciplina, ordem, consciência política e trabalho são lemas que o confucionismo impôs à civilização chinesa e se mantêm. Não são religião, nem credo mas determinações rituais de caráter social, que permitem a liberdade de crença em qualquer sistema metafísico ou religioso que não vá contra as regras de respeito mútuo e etiqueta pessoal. Curiosamente, a analogia entre os valores confucionistas e os meus, deixaram aberta a via de compreensão.

À época faltavam-me muitos anos para entender, na globalidade, o significado do dito “Mesmo nas situações mais pobres uma pessoa que vive corretamente será feliz. Coisas mal adquiridas nunca trarão felicidade” que se tornaria meu arquétipo após os quarenta e cinco anos.

A vida em Macau (1976-83) tinha o enorme chamamento materialista. As inovações tecnológicas que chegavam (antes da Europa e EUA) eram demasiado atraentes para as recusar. Os meus jovens anos não eram conducentes à prática de reflexão, centravam-se num hedonismo de gratificação instantânea de sentidos e sentimentos. Queria ser feliz, não sabia como e o dinheiro ajudava. Ia tentar e confiar na proverbial sorte para o atingir.

Não me considerava um nativo do ocidente com uma visão oriental do mundo, como citei ao Prof. Lei Heong Iok, do Politécnico (abril 2011), ao explicar como interpretava o interesse da China pela lusofonia. Conseguia transmutar a mente para um ponto de vista oriental, olvidando a lógica do pensamento ocidental, delimitando razões e ações, imbuído de um pensamento confucionista. Sem o imediatismo ocidental que busca a satisfação apressada.

É difícil de explicar, mas segui basicamente o método de esquecer as premissas em que cresci e colocar-me na mente do outro, imaginar o quando, como e porquê das suas atitudes, tentar antecipá-las e usar as mesmas, se possível em proveito próprio, como forma de me precaver contra inopinadas surpresas. Nem sempre era fácil ou possível, e nem sempre levava aos resultados esperados, mas iria permitir-me, mais tarde, atingir o equilíbrio cultural entre as noções originais da minha educação e as aprendizagens orientais que cultivara nas décadas de vivência na Australásia e no Império do Meio. Isso adviria naturalmente.

Nem me apercebi de como me tornara tão diferente dos familiares e amigos que não entendiam a mudança de nome e nacionalidade. Jamais interpretariam corretamente a mudança de paradigmas pelos quais me passei a reger. A verdade é que a mudança, inicial e erroneamente localizada em Timor, se deu em Macau no confronto entre as noções e princípios da educação judaico-cristã e os mundos desconhecidos de que Marco Polo falava e ora eu conhecia. Depois de viver seis anos, mais o que aprendera com expatriados chineses, macaenses e de Hong Kong na Austrália, e 14 anos casado com uma macaense, tudo despertara em mim uma forma nova de encarar a vida, o presente e o futuro. Adotei uma visão mais oriental da vida.

A religião chinesa não é como o judaísmo ou o islamismo, são muitas religiões e filosofias, como o confucionismo e o taoismo. Confúcio [551-479 a.C.) não pretendia fundar uma religião, mas propiciar instrução moral e ensinar as pessoas a viver bem, de acordo com os valores de dever, cortesia, sabedoria e generosidade. Uma das mais importantes era “os filhos deviam honrar e respeitar os pais, em vida e após a morte”. Sábios posteriores [Mêncio (372-289 a.C.) e Zhu Xi (1130-1200)] transformaram as suas ideias num sistema religioso.

O Tao é mais do que um caminho, a fonte de tudo. Os taoistas aspiram à união com as forças da natureza, livrando-se de preocupações e apego ao mundo material para concentrar-se no caminho, alcançando equilíbrio e harmonia na vida e conquistando a paz que vem da compreensão. Diz-se dos que atingem o objetivo que serão imortais após a morte física.

Como terceira religião (que não o é) o budismo penetrou na China no início da era cristã, atingindo o apogeu na dinastia T’ang (618-907). Ao oferecer uma análise da natureza transitória e sofredora da vida, oferece um caminho de libertação, introduzindo a possibilidade de que os ancestrais estejam a ser atormentados no inferno. Rituais para adquirir e transferir méritos aos mortos tornam-se importantes, pela execução correta de funerais, ou outros.

A religião popular é uma quarta via. Os chineses não sentem que devam aceitar determinada religião ou filosofia e rejeitar as demais. Escolhem a mais proveitosa, no lar, na vida pública ou nos ritos de passagem. A ideia de transcendente não se aplica aos chineses. O pensamento é imanente, tudo está, em potência, esperando ser desperto. A transcendência só existe no budismo, que acredita na libertação completa da matéria. Sei-o com experiência e retrospeção.

Inferi que a razão por que Macau não dispusera de um capítulo, devotadamente dedicado, nos anteriores volumes da ChrónicAçores, se devia ao facto de que a conjugação dos fios da meada só se tornara possível ao regressar após trinta anos de ausência. Macau fora um capítulo em aberto, a história por contar, uma estória em busca de desenlace. Por vezes, só o tempo permite analisar, de forma fria sem emoções, a relevância de factos passados.

antes que se candidate a presidente….Gouveia e Melo vai ser o novo Chefe do Estado-Maior da Armada | Forças Armadas | PÚBLICO

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Devia ter tomado posse em Setembro, mas falha de comunicação entre Costa a Marcelo atrasou nomeação.

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Certificado da UE passa a ser válido por 270 dias e inclui vacina de reforço – Açoriano Oriental

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O Certificado Digital Covid-19 da União Europeia (UE) passa, desde esta terça-feira, a ter uma validade de 270 dias para efeitos de viagem no espaço comunitário e a incluir informação sobre doses de reforço das vacinas, anunciou Bruxelas.

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