FALECEU Floriano Machado.

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O melhor jogador de Hóquei em Patins com quem tive o prazer de jogar faleceu hoje.
Ainda há um par de anos jogamos na mesma equipa num encontro marcado por grandes memórias.
Homem da rádio sempre ao lado do desporto açoriano.
Paz à tua alma, amigo Floriano Machado.
Sentido pêsames à Família.
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Descansa em Paz Floriano 😞
A tua grandeza como atleta e homem será sempre lembrada com muita saudade.
O teu museu, que tão orgulhosamente mostravas a quem te visitava, e a memória de noites inolvidáveis de hóquei e tardes gloriosas de futebol, perdurarão muito para além do teu precoce desaparecimento.
O eco apaixonado dos relatos dos golos do teu Santa Clara mereciam o apoio e o carinho que não tiveste 😞
Um abraço

 especial ao único amigo que esteve sempre contigo, o Paulo Cordeiro. Falhamos quando mais precisavas. Desculpa 😞

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Carmen Ventura
Editorial/opinion
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A maior vedeta do hóquei açoriano partiu.
Há muito afastado dos relatos na Antena 1 Açores, descansa agora em paz Amigo Floriano Machado.
(à direita na foto)

CONVERSAS PANDÉMICAS

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é : ç
. : á, çõ
“Se a vacina é boa, então porque é que a maior parte dos internados são doentes vacinados, han…?”, vemos muitas vezes a pergunta, feita pelos “epidemiologistas de Facebook”. A resposta, com um desenho, é mais fácil de perceber. Obviamente, porque a imensa maioria da população está vacinada.
. : á çã , …
Esta semana foram notícia as máscaras, o instrumento mais poderoso para prevenir a infeção covid-19. O Expresso realçava que “o tipo de protecção facial que se usa e, sobretudo, a forma como se usa são factores críticos”.
Estas notícias decorrem de estudos do Instituto Max Planck (Alemanha), que concluíram que o risco de uma pessoa contrair covid por contacto com um infectado varia muito em função da máscara.
Os investigadores colocaram duas pessoas a falar, a uma curta distância, durante 20 minutos, e concluíram que as máscaras FFP2 (também conhecidas como N95), moldadas ao nariz, reduzem o risco para 0,14%. Sem o molde para o nariz, o risco aumenta para 4,25%.
á ú, á é çã çã , ú.
Já agora, o HDES, com a actual Administração, implementou a utilização deste tipo de máscaras, como regra. Bem-hajam por tal. Bem sei que não tem o peso de um episódio “arroz-doce”, mas decerto estamos a falar de muitos contágios evitados, e, com estes, muitas vidas poupadas.
Outra regra básica, de Epidemiologia, é a de que, para quebrar cadeias de contágio é fundamental diagnosticar os casos, e isolar os seus contactos (presumivelmente contaminados) antes que estes possam contaminar outros. Facto ainda mais importante quando o risco está aumentado pelas tarefas de um profissional, pelo seu “trabalho”.
Ora, qual é o trabalho de um profissional de saúde, ou de um Lar de idosos, e similares…? Precisamente cuidar de população frágil, para quem o risco de morte ou doença grave por este vírus é muito superior ao da população em geral.
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Seria bom que alguns parassem (definitivamente bem sei que seria pedir demais…) de fazer ruído, por tudo e por nada, e deixassem quem sabe fazer o seu trabalho. Os resultados são cada vez mais visíveis, por muito que custe reconhecer a alguns.
. “ ”
“Se um Hospital está 90% cheio, e de repente tem mais 10% de pacientes, não importa se é metade COVID, se é tudo COVID, ou se o COVID é residual – a única coisa que interessa é que o Hospital está cheio!”.
Nas estatísticas, que vemos diariamente, temos constatado um aumento diário de hospitalizados com COVID-19, maior do que em qualquer momento anterior da pandemia, em muitos países e regiões.
A contagem tem-se multiplicado, desde o período de antes do Natal, e vai aumentar ainda mais, enquanto a Omicron vai infectando também um número recorde de profissionais de saúde.
ç ú, , á é : á á .
Os cidadãos, com todo o tipo de emergências médicas, esperarão cada vez mais horas. Alguns “especialistas das redes sociais”, e aqueles que a TV idolatra, afirmam que esta imagem é excessivamente pessimista, porque os números da hospitalização incluem pessoas que são hospitalizadas com COVID, e não por causa da COVID – são doentes COVID “acidentais”, que por acaso testam positivo quando estão a ser atendidos, por outra coisa qualquer.
Em alguns hospitais, a proporção desses casos até poderá ser alta. Mas, os números de hospitalizações “com COVID” são mais complicados do que parecem ser, à primeira vista. Muitas pessoas deste grupo ficaram internadas no hospital por causa do sarscov2, que causou e exacerbou doenças crónicas. E, ainda mais importante, nada disto altera a crise real, brutal, que está a acontecer nos hospitais ocidentais.
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Alguns doentes COVID são hospitalizados “por causa” da COVID: na sua maioria, são não-vacinados, têm problemas respiratórios e requerem oxigénio suplementar. A Omicron pode ser menos severa do que o Delta, mas isso não a torna leve.
Depois, há doentes cuja infecção COVID é uma descoberta incidental, que apenas se percebe quando são testados, revelando que têm COVID assintomático.
O problema da divisão nestas duas categorias é, como dizem especialistas na matéria, o facto de muitos doentes, incluindo os com doenças crônicas, não se encaixarem perfeitamente em nenhuma delas. ã é ç ó; é . çã , .
As “infecções acidentais” não são assim tão incidentais em pessoas com doenças crónicas. Citando um especialista, “ é é çõ .”
Mesmo os casos verdadeiramente incidentais aumentam a pressão sobre os hospitais. Pessoas com COVID têm de ser mantidas afastadas de outros doentes, o que complica a capacidade dos hospitais em usar as camas que têm. Os profissionais de saúde, que os tratam, precisam usar equipamento de proteção individual completo. Estes doentes ocupam espaço e atenção, quando os hospitais estão com falta de ambos.
ú ã , ó , , é , , . , í , , é, – á . ã.
O que interessa, nesta fase da Pandemia, talvez a última, é que está a exigir-se um esforço sobre-humano, que só profissionais extremamente treinados conseguem suportar. É tempo de os deixar trabalhar, de os apoiar, de lhes agradecer.
A frase que usei para título deste parágrafo foi uma frase popular na República Romana, no século II a.C., durante os últimos anos das Guerras Púnicas. A frase era proferida persistentemente pelo senador romano Catão, o Velho, que a usava para finalizar os seus discursos.
, . . , ã, ã çõ, “ ”.
Mario Freitas, é () ú ú ú
(Diário dos Açores de 14/01/2022)
Manuel Moniz and 13 others
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descoberta ancestral dos açores

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Studies of monuments and petroglyphs of the Megalithic Culture in Western Europe suggest that all islands in the Atlantic were discovered at a much earlier date than generally believed. This suspicion is confirmed by archaeological finds on these islands as well as in the Americas. According to the petroglyphs of Loughcrew, Co. Meath, Ireland (and Dissignac, Brittany, France), the Archipelago of the Azores was discovered c.3600 BC (± 100). The Tumulus of Gavrinis in Brittany is the most important monument celebrating this discovery. During three centuries, until c.3300 BC, these were the westernmost islands of the then known world. The three island groups with its 2+5+2= 9 islands is one of the most important subjects in “megalithic art”, both before and after the discovery of America, in c.2600 BC.[1][2][3][4][5]

[edit] References

  1. ^ De Jonge, R.M., and Wakefield, J.S., The Discovery of the Atlantic Islands, Ancient American, Vol.13, No.81, pgs.18-25 (2008)[1]
  2. ^ De Jonge, R.M., and Wakefield, J.S., The Passage Grave of Karleby, Encoding the Islands Discovered in the Ocean, c. 2950 BC, Migration & Diffusion, Vol.5, No.18, pgs.64-74 (2004)[2]
  3. ^ De Jonge, R.M., and IJzereef, G.F., De Stenen Spreken, Kosmos Z & K, Utrecht/ Antwerpen, 1996 (ISBN 90-215-2846-0) (Dutch)
  4. ^ De Jonge, R.M., and Wakefield, J.S., How the Sungod Reached America, c.2500 BC, A Guide to Megalithic Sites, MCS Inc., Wa, USA, 2002 (ISBN 0-917054-19-9)[3]
  5. ^ Wakefield, J.S., and De Jonge, R.M., Rocks & Rows, Sailing Routes across the Atlantic and the Copper Trade, MCS Inc., Wa, USA, 2010 (ISBN 0-917054-20-2) [4]