TUTUALA TIMOR

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Fatin furak,
turistiko Tutuala,
Zonusere, Lautein,
Timor Leste.
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Proteção Civil registou 8 ocorrências na ilha Terceira – Jornal Açores 9

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O Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores (SRPCBA) informa que, na sequência da passagem de uma depressão que tem provocado um agravamento do estado do tempo no arquipélago, especialmente nos Grupos Central e Oriental, foram registadas oito ocorrências, todas na ilha Terceira. As situações reportadas dizem respeito a inundações de habitações e […]

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Produtores timorenses acusam comissão da Expo Dubai de falta de organização

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Produtores timorenses acusam comissão da Expo Dubai de falta de organização.
Por Antonio Sampaio , correspondente da Agência LUSA.
Díli, 17 jan 2022 (Lusa) – Representantes de 14 grupos de artesanato e outros produtos artísticos e culturais timorenses criticaram hoje os organizadores da missão de Timor-Leste à Expo Dubai que deixou por enviar, durante meses, um contentor com produtos destinados ao evento.
“Os grupos são vítimas de um plano sem organização, de uma equipa que não sabe organizar bem este evento importante de representação de Timor numa exposição internacional. Os grupos estão dececionados pois trabalharam muito para poder entregar os produtos que nos foram pedidos com urgência”, refere uma nota enviada à Lusa.
Em causa estão centenas de produtos, preparados especialmente para a Expo Dubai a pedido da missão organizadora do pavilhão timorense, e que estão há seis meses num contentor em Díli sem ser enviados para a exposição.
Detalhes da situação foram dados a conhecer à Lusa por representantes dos 14 produtores, entre os quais organizações como a Boneca de Ataúro, Projeto Montanha ou um coletivo de mulheres do enclave de Oecusse.
O grupo explica ter sido contactado para uma “reunião urgente” com Manuel Vong, responsável da equipa organizadora da participação de Timor-Leste na Dubai Expo.
“Todos nós estávamos esperançosos que seria uma reunião de novidades, ou de algum resultado positivo das entregas feitas há seis meses”, explicou um dos representantes.
“Mas quando chegamos fomos informados que, afinal, os produtos nunca saíram daqui. Ficaram seis meses num contentor e agora tínhamos que os tirar de lá porque tinham que devolver o contentor ao dono”, referiu.
Os artesãos e produtores expressaram “choque e surpresa” pelo anúncio porque “os produtos ficaram dentro de um contentor” à porta do edifício dos organizadores, e que nem se sabe ao certo a sua condição.
Manuel Vong disse à Lusa que o processo de envio de produtos para o Dubai “não é fácil” e que o primeiro contentor demorou seis meses a ser enviado, sendo necessário fechar aspetos como lista de itens, matérias-primas e outra informação exigida pelo país.
“Sim, alguns entregaram os produtos em agosto. Outros em setembro. Assim que recebemos as listas dos produtos dos produtores enviamos para o Dubai”, afirmou.
Vong alega que ainda não houve aprovação para o envio de todos os produtos, seis meses depois, mas que a equipa está a trabalhar “para encontrar uma solução”.
“Tivemos hoje a reunião com o gabinete do senhor ministro e certamente haverá algumas soluções. Queremos procurar soluções porque o Governo quer fortalecer o setor privado. Nós só facilitamos”, afirmou.
“Possivelmente poderemos enviar alguns produtos por carga aérea”, disse ainda.
Os produtores acusam Vong de ter feito discursos “vazios de soluções”, com referências “vagas a planos sobre o aeroporto de Díli, de Baucau ou de Oecusse” e a outros investimentos do Governo.
As respostas não agradaram aos grupos, com produtores de Oecusse, por exemplo, a ameaçar mesmo levar o assunto ao Parlamento Nacional, recordando que chegaram a pedir empréstimos ao banco timorense BNCTL para fabricar os produtos a enviar para o Dubai.
“Estamos há seis meses a pagar o empréstimo, mas sem qualquer venda de produtos porque continuam no contentor à porta do senhor Vong”, disse uma representante.
No caso do enclave de Oecusse, os produtos foram preparados por um conjunto de artesãos, a maioria mulheres, que teve que enviar representantes à sua custa – incluindo pagamento de viagens de avião – para participar na reunião.
Participantes no encontro dizem que houve momentos de “tristeza e choro” com muitos dos grupos, que já se debatem com dificuldades financeiras, a relembrar o investimento feito na produção.
Acusam ainda assessores do Ministério do Turismo de terem feito esperar os produtores “várias horas” mostrando “falta de respeito e compromisso” e sem oferecerem qualquer explicação clara ou solução.
“Os assessores tentaram empurrar o problema para o senhor Vong e este disse que não tinha responsabilidade e que o seu papel era mais de conceção. Chegaram mesmo a dizer que se não gostássemos podíamos levar o caso a tribunal”, afirmou uma das representantes.
Os produtores insistem que foram contactados para preparar os produtos “com muita urgência” e que as autoridades mostraram uma “grande falta de respeito e de consideração”.
“Saímos da reunião sem nenhuma solução. Penso que vamos ter que tirar os nossos produtos do contentor para que não se estraguem mais, e tentar vender alguma coisa, porque precisamos de apoiar famílias e mulheres que trabalharam muito”, frisou.
“Queremos sugerir para o Governo que da próxima vez escolham pessoas adequadas para organizar um grande evento, pessoas de qualidade mas de boa vontade com grande sensibilidade humana, e pessoas que conhecem arte e cultura”, sublinhou.
O responsável da missão de Timor-Leste à Expo Dubai explicou que desde a abertura, em 14 de outubro e até final do ano, o pavilhão timorense registou cerca de 145 mil visitantes, com um total de 13.000 dólares de produtos vendidos, principalmente café.
“Tivemos visitas de centenas de empresários de vários países interessados em oportunidades em Timor-Leste”, afirmou.
“Este nosso investimento é um processo. Temos que ver a participação na exposição como um processo mais longo, que permitiu contactos entre pessoas, entre Governos e entre empresas. Não é apenas uma montra de produtos, mas uma montra do país, com encontros bilaterais”, recordou.
Vong disse que foi assinado ainda um memorando de entendimento para um futuro acordo de serviços aéreos e que Timor-Leste foi convidado a ter um espaço no Dubai para sua promoção depois do fim da Expo.
ASP // LFS
Lusa/Fim.
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aposentados Yvette Centeno

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Voltando ao que é a questão, no caso dos aposentados:
Falei do horizonte que se vai esvaziando.
Primeiro temos um sentimento de alívio, que bom, não temos compromissos a respeitar, só os que desejarmos, a liberdade finalmente existe, é concedida, poderemos viver como quisermos.
Contudo, não é o que parece, essa liberdade total. É mesmo perigosa: acordamos e dizemos hoje vou ao cabeleireiro, ou vou ao cinema, ou vou almoçar com amigos, ou ver uma exposição – seja o que fôr, hoje é o dia em que plenamente sinto que quero ir, fazer o que me apetece, sou livre e vou.
Tanta liberdade é enganadora.
Chega o momento fatal em que podemos, se quisermos, mas devagar fomos deixando de querer. Hoje não, irei antes amanhã. E em cada manhã a vontade é menor. Acordamos, e o que queremos é mesmo sair da cama mais tarde. Só os remédios com horas certas nos obrigam (aí está uma restrição à liberdade). Uma vez a pé, seguem-se os rituais, tomar o pequeno almoço, ler jornais, (até que se ficará devagar a ler só os cabeçalhos) tomar banho, vestir, etc.Abrir a televisão ainda é gesto normal. Mas pode ser substituído pelo computador, ou tm. e o facebook. Chega o momento de programar o dia. Perdeu-se a vontade, o sofá, sem mais, é cada vez a opção mais cómoda. Não, não é hoje, hoje não faço nada, faço horas, talvez apareça alguém, filho ou neta (o) escolho uma série na tv.
Sim, nesta velhice dos aposentados livres de compromissos, a cada dia que passa a liberdade é maior, é total e mortal. Ir perdendo a vontade, disto e daquilo é um sinal. Descobre-se que tem de ser alguém próximo a dar por isso e obrigar. Mas sabemos que há cada vez mais idosos vivendo sozinhos, entregues a si próprios e a uma liberdade total que os matará a prazo.
Cristina Carvalho and 32 others
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  • Maria Bento

    “O sonho comanda a vida.”
    Enquanto a esperança não morre, continuamos a sonhar.
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CONFLITO DE INTERESSES ENTRE A NATO E A RÚSSIA

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CONFLITO DE INTERESSES ENTRE A NATO E A RÚSSIA NA UCRÂNIA PODE PROVOCAR GUERRA

Sanções económicas são injustas e oprimem os mais frágeis

 

No actual grave conflito entre a Rússia e a NATO, estão em jogo interesses geoestratégicos e económicos com as consequentes injustiças acompanhantes de lado a lado.

A Rússia não quer que a Ucrânia faça parte da NATO e a NATO quer que a Ucrânia faça parte do seu bloco.

Os interesses do poder geopolítico são determinantes e é por isso que a NATO está a expandir-se nos países que costumavam pertencer à zona de influência soviética. A Rússia interferiu na Ucrânia (Crimeia) para assegurar o seu poder estratégico e a Nato quer ver o Mar Negro como parte do Atlântico Norte (2).

Cada país tem o direito de escolher o seu próprio caminho, diz a NATO. Mas porque deveria a NATO também intrometer-se e aceitar qualquer país? Por outro lado, a Nato não estará interessada em dar garantias de não se expandir para leste.

Fala-se muito de direitos, mas estes estão condicionados ao Poder político e este depende do poder económico e do número de consumidores. Por isso, uma forma hoje em voga, mas injusta é a aplicação de sanções. Os países, política e economicamente mais fortes, determinam assim o agir de outros povos, se não através do fomento de guerrilhas internas, através de sanções! A ameaça de até serem cortadas as transacções monetárias à Rússia pode mesmo levar Putin a uma intervenção militar na Ucrânia. Com sanções económicas maciças fazem-se reféns 140 milhões de russos.

O retorno à lógica imperial/estalinista e dos USA (doutrina Monroe e o “quintal americano” de T. Roosevelt) torna-se cada vez mais evidente.

A construção de um mundo global multilateral parece passar pela formação de grandes blocos rivais USA (NATO)-Rússia-China-Índia que determinarão os próximos conflitos.

No sentido de uma política geoestratégica europeia pareceria pertencer a uma ordem natural das coisas a desvinculação da EU da NATO com uma EU mais inclinada para a Rússia, de modo a que a Europa formasse uma unidade, pelo menos, até aos Urais (A geografia e os pilares da civilização poderiam indicar neste sentido!) ou mesmo no sentido de uma União Eurasiática! Os EUA possuem cerca de 800 bases militares que os protegem fora do país e que, em caso de conflito, os estragos serão provocados fora dos EUA…

A Nato, com a queda da União Soviética, comportou-se arrogantemente como vencedora, não actua no sentido de uma paz duradoura (fez o mesmo erro que os vencedores da primeira grande guerra fizeram com os alemães humilhando-os: uma das consequências foi a segunda grande guerra)!

Os jogos musculares nas fronteiras de interesses antagónicos só podem criar vítimas como é o caso da Ucrânia. A rectórica dos Media (seguindo uma estratégia de informação confrontativa) parece querer levar o povo a prontificar-se a investir mais verbas no armamento da Nato.

Os Estados “tampão”, (Polónia e Ucrânia) como territórios de demarcação de duas potências têm razão para se preocuparem.

Na discussão actual o que está em causa é a neutralidade da Ucrânia. A União Europeia poderia iniciar uma política própria em relação à Rússia e automaticamente a Ucrânia estaria em melhores lençóis sem se ver dividida entre a União Europeia e a Rússia! Por razões geográficas e culturais, a longo prazo a Europa e a Rússia terão de se irmanarem! A NATO ao expandir até às fronteiras das Rússia provoca nesta um sentimento de ameaça.

 

A Rússia, a China e os USA serão as constantes do futuro e como tal, à Europa interessa iniciar uma cultura da paz! Doutro modo esperam-nos os drones e a guerra das estrelas.

António CD Justo

Notas em Pegadas do Tempo, https://antonio-justo.eu/?p=6999

 

AUMENTO ENGANOSO DA REFORMA 2022 EM PORTUGAL

Mais de 70% das Reformas em Portugal são abaixo do Salário Mínimo

 

Em Portugal o aumento das reformas para 2022 foi escalonado em 0,99% para pensões inferiores a 877,62 euros, 0,49% para pensões entre 877,63€ e 2.632,86€, e 0,24% para pensões superiores a 2.632,86 € (1)!

Desta forma transmite-se a impressão de justiça. Além da política de informação não ser transparente, cada vez nos distanciamos mais do desenvolvimento doutros estados europeus (2). A troika mascarada e a má gerência estão a ser pagas pela classe média e pelos reformados! A situação é tão precária que leva à desilusão, só de pensar nela, e ao desespero de pessoas afectadas!

Mais de 70% das reformas em Portugal são abaixo do salário mínimo e o falar mavioso da política engana o povo com pretensos aumentos que de facto não o são devido à inflacção real, ao maior aumento dos combustíveis, custos de vida e impostos! O engano é encoberto devido aos aleluias do regime em que tem sido formatado e acompanhado com a fanfarra de Media a modus de sereia!

 

Em Portugal o salário mínimo é de 4,01€ por hora (isto é, mensal em 2021: 665 euros e em 2022 é de 705 euros (4)!

 

O valor mínimo da reforma em Portugal divide-se por escalões de tempos de contribuição que determinam a correspondente reforma:

Escalões da Carreira contributiva Valor mínimo
Menos de 15 anos 275,30 €
15 a 20 anos 288,79 €
21 a 30 anos 318,67 €
31 e mais anos 398,34 €

 

 

Os reformados deveriam poder viver adequadamente das suas pensões! Em vez disso muitíssimos são obrigados a viver na pobreza envergonhada e no sentimento de terem de ser um grande peso para os familiares que os apoiam.

 

Para se ter uma melhor compreensão dos valores, o Salário Médio mensal (3) em Portugal é de 1.314 euros (2020) e nalgumas regiões do país é apenas de 800 euros. De não esquecer que para se chegar a uma média portuguesa mensal de 1.314 são considerados os salários mínimos e também ordenados como o do Administrador do Banco de Portugal cujo valor mensal é de 16.962,28€.

Os falsos aumentos revelam-se como maiores contributos para o IRS (5).

 

Vivemos num país pobre, mas de governantes com ares de satisfeitos e ricos.

 

António CD Justo

Notas em Pegadas do Tempo, https://antonio-justo.eu/?p=6992

s miguel mais um temporal…

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E que tal mais um temporalzinho nos Açores?! É que nunca há! São Mijel acordou assim! Haja pachorra!
https://www.facebook.com/100000501621805/videos/pcb.5476623535697646/477315897244830
https://www.facebook.com/100000501621805/videos/pcb.5476623535697646/504615287671188
https://www.facebook.com/100000501621805/videos/pcb.5476623535697646/908686506474207
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IPMA emite aviso laranja para grupos Central e Oriental dos Açores – Jornal Açores 9

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As ilhas dos grupos Central e Oriental dos Açores estão sob aviso laranja devido à chuva forte, com perturbações frontais associadas, revelou na noite de segunda-feira o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). Em comunicado, o IPMA indica que o aviso laranja abrange em especial as ilhas da Terceira, São Miguel e Santa […]

Source: IPMA emite aviso laranja para grupos Central e Oriental dos Açores – Jornal Açores 9

o incompetente ministro da ciência

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Ficamos ontem a saber, pelo Magnífico Reitor da UAc, que o ainda Ministro Manuel Heitor recusou assinar o contrato de financiamento.
Mantenho tudo o que escrevi, aqui, há cerca de um mês!
É verdade que estamos em campanha eleitoral e registei com agrado que o líder do PS não se esqueceu dos Açores.
Contudo, valorizo muito mais a resolução dos pendentes com os Açores, do que estas presenças para mandar uns recados ao Rio e degustar um bom bife de carne dos Açores…
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O Ministro Manuel Heitor
Quem se recorda da sua vinda aos Açores em fevereiro de 2020, quando prometeu o reforço de verbas para a Universidade dos Açores, de 1,2 milhões de euros entre 2020 e 2023?
Quem se recorda do que disse em 19/03/2021?
Eu ajudo a recordar “O ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, disse pretender que o contrato-programa de apoio à Universidade dos Açores (UAc) entre em vigor no próximo ano letivo, afirmando que o protocolo ainda não está assinado. “.
Sr. Ministro Heitor as SUAS INCOMPETÊNCIAS os Açorianos conhecem bem!
Podia escrever muito mais sobre o “Centralismo” e outras incompetências para com os Açores, mas, como já estou com espírito de Natal, fico-me por aqui.
O Primeiro Ministro António Costa, em respeito pelos Açorianos e pela nossa Autonomia, devia demitir este ministro!
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