“Em dois meses, podemos atingir uma taxa de incidência muito baixa”: especialistas estão reunidos no Infarmed para decidir alívio das medidas (acompanhamos ao minuto) – Expresso

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Governo ouve os peritos para reunir informação. “Estamos numa fase decrescente desta quinta onda pandémica relacionada com a variante Ómicron”, aponta análise da DGS

Source: “Em dois meses, podemos atingir uma taxa de incidência muito baixa”: especialistas estão reunidos no Infarmed para decidir alívio das medidas (acompanhamos ao minuto) – Expresso

Pelo menos 18 mortos devido ao mau tempo em Petrópolis. ″É uma tragédia″

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Em menos de seis horas, algumas partes da cidade de Petrópolis, no estado do Rio de Janeiro, receberam até 260 milímetros de água, mais do que o esperado para todo o mês de fevereiro,. Equipas de busca e salvamento tentam localizar e resgatar potenciais vítimas.

Source: Pelo menos 18 mortos devido ao mau tempo em Petrópolis. ″É uma tragédia″

SANTA MARIA, ESTAÇÃO ESPACIAL E INCOMPETÊNCIAS VÁRIAS

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Bom dia!
GATO: Afinal a Estação Espacial de S. Maria vai somente servir para lançar “Gambozinos”. A Principal empresa interessada no projecto já foi para a Noruega, cuja Estação Espacial já está a funcionar apesar de ter sido lançada na mesma altura que a de S. Maria ou a da Irlanda igualmente já a funcionar.
Eu GATO que me prezo já estou a ver que o Governo Regional vai acabar por oferecer a Estação Espacial de S. Maria aos Chineses, assim como assim, eles já são detentores de uma quota de mercado muito razoável do comércio destas ilhas.
Divirtam-se!
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  • José Artur Jácome Corrêa

    A China, já tem meio mundo, na mão!
    Bom dia.
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  • Jorge Porto

    Bom dia!
    1
  • Paulo Bermonte

    …ainda assim vai servir para enviar “extra-bichinhos” para o espaço e talvez um dia, para despacharmos, também, as criaturas acéfalas que pululam nos corredores do poder regional e respetivas serventias das empresas públicas regionais….🥴
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    Carlos A César

    O que me revolta nesta situação é que acabamos por dar razão ao “ministro do retângulo” demonstrando incompetência!! Merecemos melhor! Bom dia!
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ponta deklgada melhorias no hdes

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HDES quer reforçar qualidade do atendimento presencial e telefónico
O Gabinete de Qualidade do HDES está a proceder à revisão de procedimentos relacionados com “Atendimento Presencial e Telefónico”.
Os objectivos, segundo anuncia o HDES, são de “Uniformizar os critérios de actuação face ao atendimento presencial e telefónico; Contribuir para o desenvolvimento de competências pessoais e profissionais no domínio do atendimento; Melhorar a qualidade na comunicação interna e externa; e Elevar o nível de satisfação dos utentes internos e externos”.
Destina-se a todos os colaboradores do HDES, a quem é pedido que “todos devem ser agentes promotores da Qualidade no Atendimento ao utente e colaboradores” e que “cumpre a todos os funcionários contribuir para elevar os níveis de qualidade no Atendimento na Organização”.
A monitorização dos procedimentotos relativos à formação dada sobre atendimento presencial e telefónico será realizada pelo Grupo de Auditores Internos e será entregue um Manual do Atendimento Presencial e Telefónico a todos a recém recrutados no ato da assinatura do contrato.
O documento estabelece como fundamentação que “a Cultura da Qualidade implementada no HDESPD, EPE, pressupõe um conjunto de normas, valores e formas de actuar que caracterizam o comportamento de todos os colaboradores da instituição. O Atendimento em vigor, nas suas vertentes Presencial e Telefónico, assenta nos paradigmas do Serviço de Qualidade. O desenvolvimento com base nas suas dimensões, visa a melhoria continua da qualidade na comunicação interna e externa e elevação dos níveis de satisfação dos seus colaboradores”.
Pretende-se sistematizar os princípios que contribuem para o desenvolvimento de competências pessoais e profissionais no domínio do atendimento que melhor correspondam às expectativas e necessidades dos utentes, assim como aos objectivos da Instituição e à satisfação dos profissionais, acrescenta o HDES. Seguem-se as descrições de cada
uma das áreas envolvidas, divididas em 1- Paradigmas do Serviço de Qualidade; 2- Dimensões da Qualidade; e 3 – Qualidade do Atendimento (acolhimento, competência técnica, competência relacional, e competências Pessoais). Entre muitos outros, são considerados comportamentos que valorizam a relação no atendimento “sorrir; dar soluções; escutar activamente; fazer perguntas pela positiva”.
O documento conclui com a sensibilização de que “o Utente é a razão de ser do nosso desempenho, a qualidade mede-se, mesmo nos serviços, a qualidade é uma obrigação de todos, uma única pessoa é suficiente para prejudicar a imagem do serviço inteiro”.
Nova FLS chega ao hospital de Ponta Delgada
O HDES procedeu à abertura oficial de uma nova FLS (Fracture Liaisons Service) no Hospital do Divino Espírito Santo.
Uma FLS é um modelo de consulta multidisciplinar que sistematicamente identifica, investiga, trata e monitoriza os doentes com mais de 50 anos que se apresentem com uma fractura de fragilidade, com o objectivo de reduzir o risco de fracturas subsequentes.
Este é o maior programa de cuidados pós-fratura do mundo, pertencente à IOF ( International Osteoporosis Fundation), dedicado a melhorar a vida das pessoas com fraturas de fragilidade.
A FLS no HDES resultou do esforço conjunto dos serviços de Reumatologia (médicos Teresa Nóvoa, Luís Maurício, Carolina Furtado, Dr. Tomás Fontes e Mariana Sebastião) Ortopedia (António Rebelo e Tiago Canas), Endocrinologia (Isabel Sousa e Catarina Senra), MFR (Sandra Morgado e Raquel Branco) e MGF (Dr. Rodrigo Massa), informa o HDES em nota enviada às redacções.
(Diário dos Açores de 16/02/2022)
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gente culta é outra loiça…61% dos portugueses não leram um só livro no último ano – Expresso

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Estudo pioneiro sobre os hábitos e as práticas culturais mostra que as desigualdades territoriais, geracionais e sobretudo socioeconómicas moldam, marcam e delimitam o modo como o país se relaciona com a cultura

Source: 61% dos portugueses não leram um só livro no último ano – Expresso

SANTANA CASTILHO 4 PONTOS NOS I

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Quatro pontos nos ii
1. Quem conheça minimamente o que se passa no nosso sistema de ensino, e tenha lido o que a Direcção-Geral da Educação publicou (Relatório de Acompanhamento, Monitorização e Avaliação da Autonomia e Flexibilidade Curricular), só pode sentir repulsa pelo descaramento do discurso oficial. A avaliação séria é feita por instâncias independentes, que se pronunciam com base na análise de processos, documentos e resultados. Uma narrativa bajulatória, em que os juízes são os promotores do que é avaliado, é uma fraude.
Aquele relatório é uma infeliz exaltação das pessoas e das políticas que estão a destruir o sistema de ensino. Enquanto nas escolas, 2º período já adiantado, cerca de 30 mil alunos estão sem professor, pelo menos a uma disciplina, a propaganda oficial tortura os números e manipula os factos, para enganar os portugueses. Entendamo-nos: a inovação que o relatório incensa é tão-só a retomada de pedagogias datadas, que falharam quando há décadas foram usadas; a flexibilidade curricular que o relatório elogia é a metáfora oficial para promover a degradação do currículo coerente, com a intencionalidade de conseguir resultados falsos; a autonomia que o relatório glorifica é um disfarce sem vergonha para a pulsão controladora dos dois últimos governos do PS. Daquele relatório não se retira qualquer contributo para resolver os desafios que se colocam ao futuro da Educação.
2. Primeiro foi um juiz de Sintra, que mandou libertar uma família coercivamente posta em prisão domiciliária durante 13 dias, devido a um caso de infecção por SARS-CoV-2. Diligentemente, o magistrado foi mais longe e avisou mesmo as autoridades locais de saúde e as forças policiais de que incorreriam em responsabilidade criminal se tentassem obrigar as vítimas a continuar encerradas na residência.
Depois, em situação similar, outra jovem foi libertada noutro tribunal, por outro juiz, que escreveu na sentença: “A compressão do direito constitucionalmente consagrado da liberdade tem de obedecer à lei e à Constituição, sob pena de, não acontecendo, estarmos a seguir por caminhos perigosos”.
Há dias, foi o Tribunal Constitucional que se pronunciou e disse que o isolamento de turmas durante a situação de calamidade violou a Constituição. E que aconteceu? Do alto do seu pedestal sanitário, o Ministério da Saúde desprezou os acórdãos, ungiu-nos com álcool-gel e garantiu que a norma em causa continuaria em vigor.
Este caminho, que desvaloriza a autoridade do Estado e a sua lei fundamental é, de facto, perigoso. Particularmente porque quem, em Abril de 2020, disse que o confinamento era para manter, “diga a Constituição o que diga”, tem hoje maioria absoluta.
3. De proveniências diversas, foram muitas as loas tecidas a propósito de mais uma vitória nacional: a nossa taxa de abandono escolar precoce fixou-se em 5,9%, quando na União Europeia está estabilizada em torno de 10%. Acontece que esta taxa não mede o que quem rapidamente a elogiou terá pensado. Esta taxa é calculada a partir do Inquérito ao Emprego, que não a partir das bases de dados do Ministério da Educação e dos percursos dos alunos. Dito de outro modo: só ficam sob o radar dos cálculos os jovens entre os 18 e os 24 anos que procuram oficialmente trabalho, sem terem concluído o ensino obrigatório. Não contam para os cálculos os que não se alistem oficialmente ou os que, não tendo concluído os estudos, estejam a frequentar uma qualquer formação, das muitíssimas que existem e mascaram a realidade. Isso mesmo reconheceu uma auditoria do Tribunal de Contas (Junho de 2020), particularmente crítica em relação às metodologias utilizadas para medir o abandono escolar, onde se lê que “não existem, no sistema educativo nacional, indicadores para medir este fenómeno”. No mesmo sentido se pronunciou o Conselho Nacional de Educação (CNE), quando afirmou que os “número reais” do abandono “devem ser superiores aos valores oficiais”.
4. Por leviandade de procedimentos e irresponsabilidade de decisões, 80,32% dos votos dos emigrantes da Europa foram para o lixo. Os 671.322 votos em partidos que não elegeram deputados nos respectivos círculos, aproximadamente 13% dos que entraram nas urnas, foram inúteis. Por cada 19 mil votos, o PS elegeu um deputado. Mas o Livre precisou de 69.000 e o PAN de 82.000. As leis eleitorais servem a democracia?
In “Público” de 16.2.22
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mais disparates do governo regional OSVALDO CABRAL

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Nem sei por onde começar, pois são cada vez mais os disparates que vamos assistindo nesta governação, completamente desorientada, cheia de capelinhas e, à imagem e semelhança do governo anterior (que tanto criticavam), cometem os mesmos erros estratégicos, com forte aposta no monstro público e ingerência na gestão das empresas públicas.
O que estamos a assistir, nas últimas semanas, com sucessivos anúncios da SATA na criação de rotas completamente estapafúrdias, só podem resultar de ingerências políticas e lobbies de ilha, num retrato já visto na governação anterior e que resultou no afundanço da companhia.
O que se está a fazer, irresponsavelmente, é dar argumentos a Bruxelas para forçar a SATA a um aperto extremo na sua reestruturação.
Como é que se explica a Bruxelas que as rotas agora anunciadas têm viabilidade económica?
Estamos a voltar, perigosamente, aos tempos antigos da irresponsabilidade política, que nos conduziram ao enorme buraco financeiro em que estamos mergulhados.
Da estratégia para o turismo então nem se fala, porque ela, simplesmente, não existe.
Estamos quase a chegar ao novo Verão IATA e não se conhecem programações, não sabemos que estratégia promocional vai ser feita e aquilo que se vai anunciando é uma dor de alma, porque estamos a regredir anos.
Como é possível o governo e a ATA atribuírem verbas a instituições para campanhas de promoção de uma ilha de forma isolada?
E as outras? Qual é o critério?
Vamos voltar aos tempos antigos em que cada ilha se “desenrasque” na promoção turística, abandonando o destino e a marca Açores no seu todo?
Nunca se viu tanta desorientação.
Vamos ouvir falar, nos próximos dias, de outros disparates, entre os quais o da anteproposta do PO 2030, um documento que está em consulta pública até 25 deste mês.
Desconfio que, para além dos parceiros sociais, mais alguém dedique um minuto do seu tempo a ler aquelas 60 páginas ocas, sem estratégia nenhuma e sem um modelo definido de desenvolvimento para os próximos 7 anos.
É um documento, também, a lembrar os velhos tempos, em que a administração pública leva sempre a maior fatia do bolo e as migalhas restantes vão para o sector produtivo desta região.
Como é que se explica que as empresas desta região, o sector que cria riqueza e empregos, tenham um valor atribuído menor do que o programa anterior em quase 100 milhões de euros?
Se a explicação tem a ver com a fraca execução destes últimos anos, como já ouvimos por aí, então é um argumento infantil.
Toda a gente sabe que, nestes últimos anos de pandemia, nenhuma empresa no seu perfeito juízo se aventurou a investimentos, sem saber que cenário vai encontrar nos anos a seguir.
Em vez de reforçar a competitividade das empresas, que bem precisam neste novo arranque económico, o PO 2030 diminui a aposta e reforça – imagine-se! – a “gestão do programa” para 23 milhões de euros, quando antes era de apenas 7 milhões.
É o reforço da monstruosa máquina pública, em detrimento da competitividade da economia transacionável, da inovação e de uma estratégia de desenvolvimento que crie riqueza em vez de engordar uma administração preguiçosa.
Este PO tem que ser alterado, de alto a baixo, esperando-se que as forças políticas e os parceiros sociais, com assento no CESA, obriguem este governo a mudar de agulha, como tinha prometido quando tomou posse, em vez de manter as mesmas políticas ruinosas a que nos conduziu a governação anterior.
A escolha que temos pela frente, nesta nova oportunidade que a União Europeia nos oferece, é simples: ou mantemos o rumo que traçamos até agora, que foi de divergência e mais pobreza, ou mudamos corajosamente de estratégia, apostando naquilo em que somos mais ricos e de onde poderemos retirar as mais valias económicas.
A iniciativa privada deu um grande exemplo de resiliência nestes tempos de pandemia, graças aos apoios públicos disponíveis, é certo, e o melhor resultado que poderiam apresentar está agora à vista, com os últimos números acabados de divulgar pelo SREA, que dizem que as exportações açorianas aumentaram em pleno ano de pandemia.
Isto sim, são boas notícias, a somar ao cenário favorável que se apresenta já este ano para o sector do turismo.
O sucesso deste governo está dependente do resultado como vai aplicar todos estes milhões que vão chegar de Bruxelas.
Se é para fazer como antes, então preparemo-nos para mais pobreza.
Este governo tem falta de punho, deixando-se enrolar pelas capelinhas internas, algumas delas criadas por quem nem tem representatividade popular.
O poder pode ser muito apetecido, mas se não for gerido com inteligência e rigor, pode resultar em oligarquias completamente alheadas da realidade e dos cidadãos.
Ninguém quer isso para os Açores.
(Osvaldo Cabral – Diário dos Açores de 16/02/2022)
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conto do vigário

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CAIR NO CONTO DO VUGARIO
CatolicaConect
14 de fevereiro de 2022
Os modernos contos do vigário são terríveis e cada vez mais sofisticados.
É lamentável que a palavra vigário, que pode ser usada para designar padre, pároco, prior, arcebispo, clérigo e até mesmo o papa, tenha dado origem ao termo “vigarista”, que significa trapaceiro, velhaco, ladrão, aquele que burla e engana as pessoas. Mas, faz parte dos meandros da língua, fazer o quê?
A origem da palavra remonta a meados do século XIX e surgiu da expressão “cair no conto do vigário”, tanto que alguns dicionários trazem como uma das definições de vigarista “aquele que aplica o conto do vigário”.
Sabe-se que essa expressão nasceu em Portugal e, embora haja uma série de explicações para ela, algumas bem fantasiosas, a mais aceita é a que narra a existência de um grupo de malandros que se dirigiam a cidades desconhecidas e se apresentavam como emissários do vigário.
Diziam que tinham uma grande quantia de dinheiro numa mala que estava bem pesada e que precisariam guardá-la para continuar viajando. Confiavam a sua guarda a algum morador, mas pediam uma quantia em dinheiro como garantia de que a mala estaria em segurança e para terem meios para prosseguir a viagem. Muitos, por ingenuidade ou ganância, caíram em tal engodo.
Isso pode até parecer mofado, coisa de gente antiga, mas, eu não estaria resgatando essa história se não por um motivo bem atual: muitas pessoas, ainda hoje, na era da alta tecnologia, exploração do espaço e acelerado progresso da Inteligência Artificial, continuam caindo no conto do vigário!
O golpista do Tinder
Em minha casa, temos o hábito de assistir a um filme em família nas tardes de domingo e, no último, o entretenimento escolhido foi um documentário “O golpista do Tinder”. Pensei em desistir nos primeiros minutos, mas fui voto vencido e tive que continuar. Para minha surpresa, foi possível tirar uma lição bem instrutiva.
O documentário começa com uma moça, residente em Londres, contando sobre o seu envolvimento com um rapaz que conheceu no aplicativo de relacionamentos Tinder e como se envolveu com ele. O homem ostentava uma vida de luxo, glamour e muito dinheiro. Restaurantes caros, roupas das melhores grifes, viagens de jatinho, hospedagem em hotéis cinco estrelas. De repente, o príncipe encantado, que se apresentava como filho de um milionário israelense do ramo dos diamantes, e estava proporcionando à jovem um estilo de vida digno de um conto de fadas, vê-se envolvido em uma trama de perseguição de dar inveja ao 007. Por motivo de segurança, depois de um ataque brutal ao seu guarda-costas, que fica gravemente ferido, o rapaz tem seus cartões de crédito bloqueados.
Tudo é muito bem construído, ele envia para a namorada fotos e vídeos do segurança ensanguentado, ele mesmo com a roupa suja de sangue, ambos dentro de uma ambulância. Convencida de que o homem dos seus sonhos está sendo vítima de uma quadrilha internacional, e que corre risco de vida, a moça empresta para ele o seu cartão de crédito. Daí a começar a fazer empréstimos bancários para ajudá-lo é um passo.
Enquanto isso, em Oslo, capital da Noruega, uma segunda mulher, que tinha o jovem milionário como grande amigo, começa a receber as mesmas informações e pedidos… Depois, uma terceira, em Amsterdã, na Holanda.
Para encurtar a história, depois de enormes prejuízos, essas moças acabaram se encontrando, envolveram a polícia e alguns jornalistas no assunto e muito mais vítimas começaram a aparecer. Somados, os golpes, que sustentavam aquela falsa vida de ostentação e luxo, foram de mais de 10 milhões de dólares. Ele foi preso, mas acabou sendo punido apenas por delitos cometidos em Israel, seu país de origem, cumpriu uma pena pífia, não foi indiciado pela extorsão a nenhuma dessas mulheres, e continua livre e feliz.
Por que se cai em golpes?
Sobre isso, nem vamos nos alongar, porque o mal é a escória do mundo. Mentes perversas como essa existem muitas e os contos do vigário – ou do executivo dos diamantes – vão continuar existindo, e a impunidade também. O que me espantou foi que, no finalzinho do documentário, a jovem, que chegou perto de cometer suicídio depois de ficar superendividada com o golpe, declarou, com a maior naturalidade do mundo, que permanece no Tinder, porque acredita no amor e continua procurando a sua cara-metade.
Em poucos minutos, passei da indignação à raiva e ao desapontamento. Como pode alguém passar por uma situação como essa, ficar com uma dívida que levará quase o resto da vida para pagar e continuar no mesmo lugar, com o pescoço exposto à guilhotina? Esse caso é um exemplo dos riscos oferecidos por essa modalidade virtual de relacionamento, mas há muitos outros tipos de golpes e uma imensa quantidade de pessoas caindo neles.
Recentemente, acompanhamos as notícias sobre a prisão de alguns envolvidos em pirâmides financeiras e comércio de criptomoedas e vimos depoimentos de muitas vítimas desse esquema, incluindo artistas e personalidades famosas que perderam grandes somas de dinheiro por terem acreditado na promessa de investimentos com juros miraculosos.
É lamentável, mas temos de admitir que o crime é uma moeda de duas faces. Uma coisa é uma pessoa estar andando na rua, parar o carro num farol, sair de uma agência bancária ou mesmo estar dentro de sua casa e ser assaltada. Outra, é alguém pegar o seu dinheiro, as suas economias, e entregar espontaneamente nas mãos de golpistas, dominado pela ganância, que não anda de mãos dadas com o bom senso e a inteligência.
Ora, numa economia em que os juros dos investimentos ficam na casa de 1% ao mês, acreditar num investimento que promete juros de 10, 15% ao mês, mostra que, no fundo, a vítima quer o mesmo que o bandido: ganhar dinheiro fácil.
Cristão: amante da verdade
É muito provável que, na história das malas de dinheiro do conto do vigário, aqueles que se faziam passar por representantes de um prelado deviam abrir de leve a mala e mostrar algumas notas que encimavam muitos quilos de papel picado, talvez até recheados com algumas pedras, para dar mais peso.
E, aqueles que entregavam o seu suado dinheiro para esses velhacos, nem sempre eram pessoas de boa-fé, cristãos caridosos dispostos a custodiar o dinheiro dos donativos da Igreja. Entre eles, certamente, havia outros tantos ladrões que não viam a hora dos “vigaristas” virarem as costas para meterem a mão no dinheiro deixado sob sua guarda.
Pessoas que seguem essa linha de raciocínio geralmente são consideradas radicais e há até quem diga: “Mas, sendo cristão, como pode pensar assim?” Ora, é exatamente por ser cristão que se pensa assim! Porque um cristão verdadeiro precisa ser amante da verdade e expô-la sem medo e sem usar a perigosa capa do respeito humano.
Foi assim que agiu Nosso Senhor diante dos cambistas no Templo. Ele não contemporizou, não passou a mão na cabeça e nem foi sereno, compassivo e misericordioso com ninguém. Teceu um chicote, virou as mesas e, aos brados, expulsou a todos, ardendo de zelo pela casa do Senhor.
Os modernos contos do vigário são terríveis e cada vez mais sofisticados, mas, enquanto houver homens e mulheres sem essa atitude de alma de Nosso Senhor Jesus Cristo, continuará havendo golpistas do Tinder e de tudo quanto é lugar que se possa imaginar.
Todos estamos sujeitos ao assédio do mal, no entanto, todos os que não têm vergonha de obedecer aos mandamentos, que têm Maria por Mãe e a Deus por Pai, podem pecar, mas não cairão nesses tipos de golpes, porque a felicidade que almejam não é deste mundo e porque se esforçam, todos os dias, para serem “simples como a pomba, mas prudentes como a serpente”. O mal não é reconhecido por quem tem vendas nos olhos, luxúria, avareza e egoísmo dentro do coração.
Afonso Pessoa
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Morreu o jornalista e apresentador Artur Albarran

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【A CAUSA DAS COISAS】
Estavamos em 1974 quando conhecí o Artur Albarran, eu com 25 anos, ele com 21. Eramos dois putos à procura de um lugar ao sol no meio do audiovisual. Chegamos a trabalhar juntos na Rádio Renascença, no programa Trajectória e depois disso, tendo eu saltado fora, abdicado, do processo de fazer carreira na rádio, dois anos depois. Lá nos cruzavamos pela noite de Lisboa, ou na bertrand, ou na Opinião, no Hot Clube, e em vários cantos onde a noite era o ponto de encontro. Até 85, lá trocavamos umas palavras entre almoçaradas fortuitas. Destacou-se na televisão no início da década de 80, especialmente a partir do momento em que fez parte da equipa que fundou o programa “Grande Reportagem” na Radiotelevisão Portuguesa (RTP).Seguí a sua carreira jornalística ao longo dos tempo, mas sem mais nos cruzarmos.
Faleceu hoje aos 69 anos depois de uma luta de muitos anos contra um cancro.
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RIP
Artur Albarran, jornalista e antigo apresentador de televisão
Lutava pela segunda vez contra um cancro.
O apresentador e antigo jornalista Artur Albarran, morreu esta terça-feira aos 69 anos. A personalidade da televisão, retirada dos ecrãs há vários anos, lutava contra um cancro.
Artur Albarran tinha, no último ano enfrentado vários problemas de saúde. Em novembro foi internado de urgência no Hospital São Francisco Xavier, em Lisboa, tendo contraido uma meningite. Esteve em isolamento e com prognóstico reservado, apurou o Correio da Manhã na altura. Desde então Artur Albarran nunca recuperou totalmente.
Artur Albarran estava também a travar, pela segunda vez, uma batalha contra o cancro.
Retirado do meio mediático desde 2001, Albarran manteve-se sempre ativo nas redes sociais, espaço que usava para comentar a atualidade mas também para fazer algumas partilhas sobre a sua vida mais privada. Uma delas foi em fevereiro de 2019, quando revelou que estava novamente a braços com um cancro. “Passados oito anos, mais umas semanas num quarto bolha, em isolamento hospitalar para segundo transplante de medula óssea. É como nascer outra vez. Espero sair daqui como novo”, contou.
Em 2011, já tinha sido submetido a uma intervenção semelhante depois de lhe ter sido detetado um mieloma múltiplo, uma espécie rara de cancro.
Em agosto do ano passado, Artur Albarran chegou a estar nos Cuidados Intensivos do Hospital Amadora-Sintra, devido a um caso grave de Covid-19, que o deixou muito debilitado.
Ana Maria (Nini) Botelho Neves and 47 others
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Retirado desde 2001, a personalidade da televisão tem enfrentado desde então vários e graves problemas de saúde, como leucemia, transplante de medula óssea, meningite e, mais recentemente, covid-19.

Source: Morreu o jornalista e apresentador Artur Albarran