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Russia was hoping that a long-term NATO investment, yet ultimate defeat in Afghanistan would aid Russia’s foreign policy goals.
Source: Ukraine Invasion: Russia and Pals Get Inspired by Defeat in Afghanistan – ClearanceJobs
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Russia was hoping that a long-term NATO investment, yet ultimate defeat in Afghanistan would aid Russia’s foreign policy goals.
Source: Ukraine Invasion: Russia and Pals Get Inspired by Defeat in Afghanistan – ClearanceJobs
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Anonymous é um coletivo descentralizado que se formou em 2003; no Brasil, o Anonymous ficou conhecido por divulgar, em 2020, supostos dados do presidente Jair Bolsonaro
Source: Anonymous declara guerra cibernética à Rússia após invasão da Ucrânia – Época Negócios | Mundo
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Adelino Costa Matos vende à CS Wind a posição minoritária (40%) com que tinha ficado depois de ceder o controlo da empresa de Aveiro em 2021, renunciando também ao cargo de presidente executivo.
Source: Coreanos passam a controlar 100% da líder nacional de torres eólicas – ECO
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O único ato de guerra legítimo é o da defesa do próprio território. Do mesmo modo, os Direitos Humanos, onde se inclui a liberdade dos povos a decidir do seu destino, são inquestionáveis. Por isso, não há qualquer justificação para a ação da Rússia. A situação internacional é explosiva, mas isso não é deste ano. […]
Source: Opinião: Rui Teixeira | Quem faz a Guerra não quer a Paz – Jornal Açores 9
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O Conselho do Governo dos Açores aprovou estabelecer “medidas preventivas” na zona de ampliação da pista no aeródromo do Pico.
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451.1. porque jovens, bali, dez 3, 1974
eram jovens
por isso partiam
nas mãos os cravos
nos lábios mil sangues
por florescer
os corpos amadureciam quando matavam
pilhavam
violavam
era o fogo das balas
as granadas
o napalm
a carne para canhões
porque jovens
cantavam impolutos
e as mãos decepavam
a saudade desilusionada
irmãos todos
fratricidas
o papão fantoche do governo
lhes ensinara o decálogo de guerra
indesejada
porque jovens
partiam obrigados
nos sonhos
armada a verdade
vulcões por semear
sangrando campos
estiolavam
eram os braços emigrados
era a fome
eram soldados
era o povo
porque soldados e povo
partiam
levavam ódios insentidos
cumpriam destinos alheados
nos lábios as palavras
e eram amor
o alfabeto dos oprimidos
para uso interior
lá onde os regulamentos não mandam
pelo caminho
eram a voz e a bandeira
o povo sorria às armas
libertado caminhava
no braço armado do povo.
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aves de fogo nas asas
vómitos de morte
buscam-se homens
abrem-se corpos
jorra sangue inocente
escamoteado
balas de ódios suicidas
heróis à força
pequenos deuses
repetindo (é inútil!)
a vida
sobras de gente
alvos fáceis
na geometria do espaço
olhos de bruma
silêncios por incendiar
insigne canto sem sorte
cativeiro
desterro
diáspora
heréticos cadáveres da chuva
clandestina voz imolada
gruta suspensa na boca do espanto
e a trégua por instantes morou
no repouso dos sangues tumulares
e a cauda do cometa se fez canção
em mil gargantas renascidas
na margem do poema a falsa pátria
agoniza
a ciência é esta
erguemos a forca
e nos crucificámos
tranquilos nos despedimos
menos um barco na raiz do tempo
liberto espaço do universal canto).
opacas avenidas da grande ilusão
anónima gente na formigante pressa
estas as douradas gaiolas de cimento
bem sei como é doloroso
atravessar luzidios corpos
cobardes máscaras
aqui imaginámos abjetas sevícias
confortante desamor
palavroso deleite
predestinados entes sobrevivos
sacro dever da morte
e o povo fossando
a vala-comum-da-pompa-abissal
decadentes
prostrados
não se masturbem!
senhores deste mundo
desorbitados astros nos vigiam
no violino de teus lábios
nasce a vingança
a senha e o passe
deste cântico sem povo
(inventado o abismo imaturo
cavaleiros do sonho se vão
da lei sem pátria libertando
guerrilheiros de si e dos outros
palavras lhes faltam atávicas
benzidos pelo fogo de sacrários
sideram a genealogia do mito.)
aqui e agora se medita
inaudito espetáculo
revolucionários-ministros-de-guerra
em corpo-a-corpo
nações beligerantes
evitariam gratuito sangue
o povo pagaria imposto
para morrer desfastiado
passaria fome para ter governantes bélicos
a geografia da velhice sobreviveria em paz.
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les soldats sans armes
s’enfoncent dans la guerre
ils sont les pauvres avocats
de la paix sur la terre
mes armes sont l’amour
la compréhension
elles tuent
les sentiments des déshonnêtes
tant que les fusils
ceux qui bataillent
je cherche la paix
pas la guerre.
199.4. introdução ao 267 (onde se fala de guerra)
DO LADO DE LÁ DA TERRA
A VIDA FAZ-SE PARA OS HOMENS
QUE A VÃO PERDER NA GUERRA
Epilogo. do 267 onde se fala de guerra
(à memória póstuma de uma consciência)
EM CADA MINUTO DE SILÊNCIO
HÁ MILHÕES DE GRITOS DE SOCORRO
POR TI IGNORADOS.
ENTRETANTO CONGRATULAR-TE-ÁS
POR TERES TIDO UM MOMENTO DE DESCANSO.
199.4. introdução
DO LADO DE LÁ DA TERRA
A VIDA FAZ-SE PARA OS HOMENS
QUE A VÃO PERDER NA GUERRA
(onde se fala de guerra)
No vietname diferenciam-se as crianças sem ser pela cor da pele
para elas não noite ou dia, é sempre inferno, destruição.
Com irmãos às costas ou amparadas em
passam com sorrisos embrutecidos a caminho dos hospitais.
é lá que ouvem falar de paz, aos soldados,
por entre paredes que ás vezes até são caiadas,
lá onde as camas antecedem campas frugais.
A violência martelará as suas letras 24 horas ao dia:
enquanto andarem nas ruas e estradas hão de ver sangue
cheirar a sangue, palpá-lo, suga-lo quente.
Para as crianças do Vietname
a fome tem quatro letras, escreve-se à custa de pais e irmãos,
isso aprendem elas a preço de morte, amputação.
Aos cinco anos as crianças viet são soldados
aprendem o manejo de metralhadoras e granadas
e não brincam às guerras nem aos polícias e ladrões.
No vietname as crianças têm muitas férias
ao chegarem ás escolas, estas já não existem.
Naquelas paragens é irresolúvel o problema da habitação
devido ao clima quente (chamam-lhe explosivo).
Ninguém fala em poluição ou em taxas de mortalidade
a não ser por ironia.
No vietname a censura na televisão é dispensável
as crianças não são afetadas por filmes de terror.
Se as divindades de inúmeros braços fossem contemporâneas
os profetas esculpidos seriam fotos das zonas bombardeadas.
Lá o amor é proibido por causa da falta de tempo.
sempre que há tréguas, milhares de viets
recolhem traumatizados aos hospitais
(o silêncio também mata).
Como desporto autorizado a defesa da vida,
não tem regras, assemelha-se ao tiro-ao-alvo.
Os poucos velhos que sobrevivem
não contam o que viram para não terem nojo de nós.
Por isto, sorrio-me de alguém dizendo a meu lado:
“…em Portugal as crianças não chegam a sê-lo,
corrupção, violência, vícios, até na TV…”
rio-me, já o não ouço.
Por entre o vento, lá longe
o matraquear certo da metralha,
pelo clarão das bombas passam soldados a correr
atrás do troar das explosões
com gritos suspensos das gargantas caladas,
vidas que se esvaem em poças de morgue.
Morte.
Violência.
Destruição.
A –M – B- I- Ç- Ã –O…
De repente dou comigo a dar esmola a um miúdo.
(à memória póstuma de uma consciência)
EM CADA MINUTO DE SILÊNCIO
HÁ MILHÕES DE GRITOS DE SOCORRO
POR TI IGNORADOS.
ENTRETANTO CONGRATULAR-TE-ÁS
POR TERES TIDO UM MOMENTO DE DESCANSO.
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Social media users have posted false and misleading videos and images as Russia invades Ukraine.
Source: Ukraine conflict: Many misleading images have been shared online – BBC News
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