Anonymous declara guerra cibernética à Rússia após invasão da Ucrânia – Época Negócios | Mundo

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Anonymous é um coletivo descentralizado que se formou em 2003; no Brasil, o Anonymous ficou conhecido por divulgar, em 2020, supostos dados do presidente Jair Bolsonaro

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DERROTA MÚTUA ASSEGURADA

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DERROTA MÚTUA ASSEGURADA
Viriato Soromenho Marques
Opinião / DN
Entre a chegada de Gorbachev ao poder em Moscovo (1985) e a dissolução da URSS (1991) assistimos a um acontecimento sem paralelo na história mundial: um império colocou à frente da sua própria sobrevivência, o interesse da humanidade, evitando uma guerra nuclear generalizada que conduziria a uma “destruição mútua assegurada” (mutual assured destruction).
A liderança de Gorbachev salvou a paz no mundo, mas com um custo doloroso para a o povo russo. Na nova Rússia, do centralismo estalinista e de economia planificada, transitou-se para um centralismo autocrático e para um capitalismo brutal e oligárquico. Entre 1991 e 1994 a esperança de vida na Rússia diminuiu 5 anos…
Do lado ocidental, depois da simpatia inicial por Gorby, ganhou a tese de que a Rússia tinha perdido a guerra-fria, podendo doravante ser ignorada. Apesar das promessas de que a reunificação da Alemanha não implicaria o alargamento para leste da NATO, a verdade é que esta se efectuou em duas fases principais (1999 e 2004), integrando uma dezena de aliados do ex-Pacto de Varsóvia, e mesmo ex-repúblicas soviéticas, como foi o caso dos Estados bálticos. Como brilhantemente percebeu José Medeiros Ferreira (ver seu artigo de 20-02-2007 no DN), num “discurso histórico” numa conferência de segurança em Munique (10-02-2007), Putin interrompeu 15 anos de “hibernação” russa: os interesses e a segurança da Rússia não poderiam continuar a ser ignorados nas decisões dos EUA e aliados. Contudo, em 2008, a Geórgia e a Ucrânia foram convidadas a aderir à NATO.
A breve guerra desse ano na Geórgia, e a anexação da Crimeia em 2014, mostraram que Putin tinha falado a sério em 2007: a Rússia traçou uma linha vermelha à expansão de uma aliança militar, que considerava fazer perigar a sua segurança nacional. O desastrado ativismo bélico da NATO e dos EUA nos últimos 20 anos, num proselitismo democrático coberto de sangue e ruínas, no Afeganistão, Iraque ou Líbia, ajudou a consolidar as reservas de Moscovo.
Contudo, as razões russas contra a surdez da NATO, não legitimam a ofensiva bélica em curso na Ucrânia. A desmesura dos meios usados, esmaga a eventual bondade dos fins. A “neutralização” de Kiev pela via das armas constitui um gesto inverso àquele de Gorbachev: Putin está a arriscar a paz mundial para fazer prevalecer a sua visão de interesse nacional. E fá-lo, com uma determinação desesperada, depois do fracasso do objectivo russo de fazer da Ucrânia, nas fronteiras anteriores a 2014, uma nova Finlândia, aceite por Moscovo e pelo Ocidente. Impedir a NATO de ficar com Sebastopol, ou anexar as regiões de maioria russa em Donetsk e Lugansk, não são sinal de uma vitória russa, mas uma perigosa operação de resgate de salvados. O que se vai seguir será uma incerta escalada de perdas e danos.
As sanções vão fazer sofrer tanto a Rússia, quanto os seus promotores, em particular a União Europeia. Os tambores de guerra vão sobrepor-se à prioridade mundial do combate à crise ambiental e climática, que exige uma necessária e urgente cooperação compulsória entre todas as grandes potências. Desde a crise dos mísseis de Cuba que nunca estivemos tão perto de uma situação em que um desaire, um erro de análise, uma ferida narcísica perante a perspectiva de uma derrota convencional, possa fazer descarrilar o conflito para o patamar nuclear. Mais do que nunca é preciso que a lucidez prudente prevaleça sobre a precipitação e o ressentimento.
Professor universitário
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José Cristóvão and 105 others
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Most relevant

  • Rui Jose Mota

    Este problema não teria acontecido se a comunidade internacional tem agido com vigor aquando da invasão da Geórgia 🇬🇪. Fingiram que não se passava nada. Depois foi a Crimeia, o homem até saiu como herói… Agora façam igual, não bloqueiem completamente…

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  • Maria Susete Abreu

    Muito bom. Levo.
  • Gabi Rex

    Um texto elucidativo e inteligente , para acordar muitos zoombies que por aqui comentam.
    O Putin apesar do seu feitio, até tem razão neste jogo de xadrez. E acredito que já calculou todas a jogadas possíveis e imagináveis, teve muitos anos para o faz…

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  • António Gonçalves Nunes

    Então, vamos ver o que ganha… agora…!!
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  • Luis Pedro Severino

    Mas a hipotética expansão da Nato colocava a Rússia em perigo de que?
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  • Jose Barros

    não ha nenhuma recompensa para a cabeça do Putin ????
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  • Rui Jose Mota

    Recordo apenas o que aconteceu com Hitler quando ocupou a Checoslováquia, depois anexou a Áustria, e após ter negociado com Estaline atacou a Polónia. Mal sabia Estaline que estava a seguir… 😎
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RÚSSIA MANDOU OS CHECHENOS..

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Boris Nemtsov, líder da oposição russa assassinado perto do Kremlin em Fevereiro de 2015. Aqui, neste post, estou eu no memorial improvisado (destruído depois pelas autoridades) a prestar-lhe homenagem no local do assassínio, em Julho de 2015. Como tudo poderia ser diferente se a Rússia o tivesse à frente dos seus destinos! Lembrei-me dele, que foi assassinado pelas forças do Emirato Checheno ao ler na imprensa que Putin mandou tropas especiais chechenas para assassinar os líderes ucranianos em Kiyv.
Honour to Boris Nemtsov. He paid with his life his combat for freedom.
You, Fatima Sousa, Sonia Borges de Sousa and 4 others
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PORTUGAL VENDIDO AO DESBARATO Coreanos passam a controlar 100% da líder nacional de torres eólicas – ECO

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Adelino Costa Matos vende à CS Wind a posição minoritária (40%) com que tinha ficado depois de ceder o controlo da empresa de Aveiro em 2021, renunciando também ao cargo de presidente executivo.

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Opinião: Rui Teixeira | Quem faz a Guerra não quer a Paz – Jornal Açores 9

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O único ato de guerra legítimo é o da defesa do próprio território. Do mesmo modo, os Direitos Humanos, onde se inclui a liberdade dos povos a decidir do seu destino, são inquestionáveis. Por isso, não há qualquer justificação para a ação da Rússia. A situação internacional é explosiva, mas isso não é deste ano. […]

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CHERNOBYL SIMBOLISMO RUSSO

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SIMBOLISMO
Sem dúvida que a tomada de Chernobyl pelos russos está carregada de simbolismo para os próprios:
1 – Relembra-os da sua incompetência para gerir “ferramentas” perigosas para a humanidade (não nos esqueçamos que a catástrofe aconteceu por causa de um segurança russo que estava bêbado);
2 – Relembra-os que a Ucrânia um dia foi uma potência nuclear, e num acto de humanismo prescindiu desse arsenal, em troca de respeito pelas suas fronteiras (e consequentemente não ser atacada);
2b – Não os deixa por isso esquecer, que o seu presidente foi um traidor ao memorando de Budapeste (o acordo que ”assegurava” que a Ucrânia nunca seria atacada em compensação por esse seu acto em benefício da paz).
(Carlos Romeira)
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Governo dos Açores estabelece medidas para ampliação de pista de aeroporto do Pico – Açoriano Oriental

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O Conselho do Governo dos Açores aprovou estabelecer “medidas preventivas” na zona de ampliação da pista no aeródromo do Pico.

Source: Governo dos Açores estabelece medidas para ampliação de pista de aeroporto do Pico – Açoriano Oriental

A GUERRA E O POVO 1974 CHRYS C

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451.1. porque jovens, bali, dez 3, 1974

 

eram jovens

por isso partiam

nas mãos os cravos

nos lábios mil sangues

por florescer

os corpos amadureciam quando matavam

pilhavam

violavam

era o fogo das balas

as granadas

o napalm

a carne para canhões

porque jovens

cantavam impolutos

e as mãos decepavam

a saudade desilusionada

irmãos todos

fratricidas

o papão fantoche do governo

lhes ensinara o decálogo de guerra

indesejada

porque jovens

partiam obrigados

nos sonhos

armada a verdade

vulcões por semear

sangrando campos

estiolavam

eram os braços emigrados

era a fome

eram soldados

era o povo

porque soldados e povo

partiam

levavam ódios insentidos

cumpriam destinos alheados

nos lábios as palavras

e eram amor

o alfabeto dos oprimidos

para uso interior

lá onde os regulamentos não mandam

pelo caminho

eram a voz e a bandeira

o povo sorria às armas

libertado caminhava

no braço armado do povo.

 

CONTRA A GUERRA (COLONIAL) 1972 CHRYS C

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398.2. jogos de portuguerra (a erich maria remarque). abr 1, 1972

 

aves de fogo nas asas

vómitos de morte

buscam-se homens

abrem-se corpos

jorra sangue inocente

escamoteado

 

balas de ódios suicidas

heróis à força

pequenos deuses

repetindo (é inútil!)

a vida

sobras de gente

alvos fáceis

na geometria do espaço

olhos de bruma

silêncios por incendiar

 

insigne canto sem sorte

cativeiro

desterro

diáspora

heréticos cadáveres da chuva

 

clandestina voz imolada

gruta suspensa na boca do espanto

e a trégua por instantes morou

no repouso dos sangues tumulares

e a cauda do cometa se fez canção

em mil gargantas renascidas

 

na margem do poema a falsa pátria

agoniza

a ciência é esta

erguemos a forca

e nos crucificámos

tranquilos nos despedimos

menos um barco na raiz do tempo

liberto espaço do universal canto).

 

 

opacas avenidas da grande ilusão

anónima gente na formigante pressa

estas as douradas gaiolas de cimento

bem sei como é doloroso

atravessar luzidios corpos

cobardes máscaras

aqui imaginámos abjetas sevícias

confortante desamor

palavroso deleite

predestinados entes sobrevivos

sacro dever da morte

e o povo fossando

a vala-comum-da-pompa-abissal

 

decadentes

prostrados

não se masturbem!

senhores deste mundo

 

desorbitados astros nos vigiam

no violino de teus lábios

nasce a vingança

a senha e o passe

deste cântico sem povo

 

 

(inventado o abismo imaturo

cavaleiros do sonho se vão

da lei sem pátria libertando

guerrilheiros de si e dos outros

palavras lhes faltam atávicas

benzidos pelo fogo de sacrários

sideram a genealogia do mito.)

 

 

aqui e agora se medita

inaudito espetáculo

revolucionários-ministros-de-guerra

em corpo-a-corpo

nações beligerantes

evitariam gratuito sangue

 

o povo pagaria imposto

para morrer desfastiado

passaria fome para ter governantes bélicos

a geografia da velhice sobreviveria em paz.

POEMA DE 1969 CONTRA A GUERRA cHRYS c

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1. 91. mes armes, mai, 2, 1969

 

 

 

 

 

les soldats sans armes

s’enfoncent dans la guerre

ils sont les pauvres avocats

de la paix sur la terre

 

mes armes sont l’amour

la compréhension

elles tuent

les sentiments des déshonnêtes

tant que les fusils

ceux qui bataillent

 

 

je cherche la paix

pas la guerre.

 


199.4. introdução ao 267 (onde se fala de guerra)

 

DO LADO DE LÁ DA TERRA

A VIDA FAZ-SE PARA OS HOMENS

QUE A VÃO PERDER NA GUERRA

 

Epilogo. do 267 onde se fala de guerra

(à memória póstuma de uma consciência)

 

 

 

EM CADA MINUTO DE SILÊNCIO

HÁ MILHÕES DE GRITOS DE SOCORRO

POR TI IGNORADOS.

ENTRETANTO CONGRATULAR-TE-ÁS

POR TERES TIDO UM MOMENTO DE DESCANSO.

 


I. 267. onde se fala de guerra (maio 7, 1971)

 

199.4. introdução

 

DO LADO DE LÁ DA TERRA

A VIDA FAZ-SE PARA OS HOMENS

QUE A VÃO PERDER NA GUERRA

 

 

 

(onde se fala de guerra)

 

  1. .

No vietname diferenciam-se as crianças sem ser pela cor da pele

para elas não noite ou dia, é sempre inferno, destruição.

Com irmãos às costas ou amparadas em

passam com sorrisos embrutecidos a caminho dos hospitais.

é lá que ouvem falar de paz, aos soldados,

por entre paredes que ás vezes até são caiadas,

lá onde as camas antecedem campas frugais.

A violência martelará as suas letras 24 horas ao dia:

enquanto andarem nas ruas e estradas hão de ver sangue

cheirar a sangue, palpá-lo, suga-lo quente.

Para as crianças do Vietname

a fome tem quatro letras, escreve-se à custa de pais e irmãos,

isso aprendem elas a preço de morte, amputação.

Aos cinco anos as crianças viet são soldados

aprendem o manejo de metralhadoras e granadas

e não brincam às guerras nem aos polícias e ladrões.

 

  1. .

No vietname as crianças têm muitas férias

ao chegarem ás escolas, estas já não existem.

Naquelas paragens é irresolúvel o problema da habitação

devido ao clima quente (chamam-lhe explosivo).

Ninguém fala em poluição ou em taxas de mortalidade

a não ser por ironia.

No vietname a censura na televisão é dispensável

as crianças não são afetadas por filmes de terror.

Se as divindades de inúmeros braços fossem contemporâneas

os profetas esculpidos seriam fotos das zonas bombardeadas.

Lá o amor é proibido por causa da falta de tempo.

sempre que há tréguas, milhares de viets

recolhem traumatizados aos hospitais

(o silêncio também mata).

Como desporto autorizado a defesa da vida,

não tem regras, assemelha-se ao tiro-ao-alvo.

 

  1. .

Os poucos velhos que sobrevivem

não contam o que viram para não terem nojo de nós.
Por isto, sorrio-me de alguém dizendo a meu lado:

“…em Portugal as crianças não chegam a sê-lo,

corrupção, violência, vícios, até na TV…”

rio-me, já o não ouço.

Por entre o vento, lá longe

o matraquear certo da metralha,

pelo clarão das bombas passam soldados a correr

atrás do troar das explosões

com gritos suspensos das gargantas caladas,

vidas que se esvaem em poças de morgue.

Morte.

Violência.

Destruição.

A –M – B- I- Ç- Ã –O…

 

 

 

De repente dou comigo a dar esmola a um miúdo.

 

 

 

  1. Epilogo.

(à memória póstuma de uma consciência)

 

 

 

EM CADA MINUTO DE SILÊNCIO

HÁ MILHÕES DE GRITOS DE SOCORRO

POR TI IGNORADOS.

ENTRETANTO CONGRATULAR-TE-ÁS

POR TERES TIDO UM MOMENTO DE DESCANSO.

 

 

 

 

 

 

 

HELENA FERRO GOUVEIA A BLOQUEADORA

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NÃO SEJAS IDIOTA
Acordei a fazer contas à vida. Mais especificamente ao bluff de Putin escondido na ameaça à Finlândia e à Suécia. Nunca fui dado ao jogo mas que cartas terá o tovarish na mão? António Costa disse, e cito, Putin que nem sonhe em ameaçar partidos amigos da Nato. Bom…aí a coisa já muda de figura. Se é o Costa que coloca o Kremlin em sentido, fico mais descontraído neste raro dia de sol de Fevereiro.
Fica desde logo claro que da Ucrânia, ninguém quer saber. E não é por não serem membros da Nato, é por nem sequer serem amigos da Nato. Pensava que apenas Sócrates, o nosso, não o grego, se tinha rodeado de amigos para a vida mas não, a minha Suécia também os sabe fazer.
Até porque a história ensina. Ou a Nato dá uma mãozinha ou os suecos entendem o tapete para os russos seguirem para onde quiserem. Na dúvida é irem ao Google ou perguntarem a um amigo norueguês.
Ainda assim deitei-me nos cálculos. Quão maluco será este gajo? Queres ver que depois de 2 anos fechado em casa a discutir as maravilhas do confinamento, tenho agora que fazer a trouxa e alistar-me no batalhão de infantaria da Costa da Caparica?
Embrulhado em especulações, parecia uma reportagem da CNN, leio umas coisas nos vossos murais, sobre a Ucrânia, com referências a Helena Ferro de Gouveia. Tentei perceber a temática mas não consegui porque, ao que parece, fui bloqueado pela senhora.
Devo dizer que até há pouco tempo não sabia quem era HFG. Lembro-me de a ouvir numa televisão qualquer a pedir guilhotina para não vacinados, mais recentemente a convencer a população do empate técnico nas eleições e agora, a explicar ao mundo a agressão. Não me lembro de ter feito grandes referências à senhora, talvez uma linha aqui ou outra ali numa opinião discordante, e só hoje percebi que é a diretora de qualquer coisa importante no mundo da comunicação social. Lamentavelmente, nunca trocámos um caracter que fosse.
Porque bloqueará alguém com peso na comunicação social um zé ninguém como eu? Não sou anti-gaja. Nem racista. Nem homofóbico. Obviamente acredito na terra esférica até porque ciência é o meu ganha pão. Tu queres ver que afinal sou um idiota e ninguém me tinha dito? Pode ser isso.
Acho que fiquei ligeiramente sentido com a Helena e prometo ouvir com mais cuidado as suas análises. Alguém que me dedica este tipo de atenção necessita, efectivamente, de mais carinho da minha parte.
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  • Pedro Almeida Vieira

    Administradora da Global Media e indicada pelo Grupo Bel para a administração da Lusa. Ex-jornalista. Comentadora não CNN. E bloqueadora profissional de perfis no Facebook, o que faz muito bem, por sinal, porque também já me bloqueou…
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Senhor Cônsul da Rússia no Porto,

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(enviado para consuladorussia@sapo.pt)
Senhor Cônsul da Rússia no Porto,
Engenheiro Couto dos Santos
Venho pedir-lhe que condene veementemente a invasão da Ucrânia pelas tropas russas do Presidente Putin. Mais o insto a renunciar de imediato ao cargo de cônsul da Rússia, porquanto este consubstancia um apoio claro ao regime tirânico de Putin.
Esta sua atitude exige-se, em função da sua longa carreira política enquanto ministro de vários governos da República, dirigente de um dos maiores partidos de Portugal, bem como representante da classe empresarial nortenha. Os valores da democracia devem imperar, na cidade invicta, símbolo maior de luta pela liberdade.
Na expectativa da sua tomada de posição,
Artur Arêde
(convido-os a enviar a mesma mensagem para o endereço acima)
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