amazónia habitada há 8 mil anos

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Reportagem do Jornal da USP sobre o livro “Sob os Tempos do Equinócio – Oito Mil Anos de História na Amazônia Central”, de autoria do nosso professor Eduardo Góes Neves. Publicado pela Editora da USP (Edusp) e Ubu Editora, a obra é resultado de mais de três décadas de pesquisas arqueológicas na região amazônica feitas por Neves e sua equipe do @arqueotrop do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP.
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JOP

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henrique constancia
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Hoje, pelas 20H30, na Aula Magna, vai ter lugar a última Back Session do Encontro de Verão JOP 2022 antes de rumarmos a Berlim para o festival Young Euro Classic, o último concerto do estágio.
O ensemble de violoncelos da JOP vai subir ao palco, com a participação especial de Inês Carneiro (violoncelo) e Carolina Carneiro e Julia Haager (piano).
Programa:
Georg F. Händel
Passacaglia
Arvo Pärt
Fratres
Joseph Lamb
Bohemia Rag
Gabriel Fauré
Après un rêve
Prokofiev
March
Partilhamos algumas fotos dos ensaios! 🙂🌻
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o Brasil que Portugal comprou

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COMO PORTUGAL COMPROU O NORDESTE BRASILEIRO…
Há exatos 361 anos, mais precisamente em 6 de Agosto de 1661, ocorria a assinatura do Tratado de Haia por Portugal e pela República dos Países Baixos, também conhecido como a Paz de Haia. Com isso, os territórios que haviam sido conquistados pela Holanda no Nordeste do Brasil, na época renomeados como “Nova Holanda”, foram formalmente devolvidos a Portugal em troca de uma indenização de oito milhões de florins, o equivalente a 63 toneladas de ouro. Além disso, Portugal cedeu o Ceilão (atual Sri Lanka) e, em troca, a República Holandesa reconheceu a soberania portuguesa sobre o Brasil e a Angola.
OBS: Mapa da Nova Holanda na América do Sul
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MORREU ANA LUISA AMARAL

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Morreu. Ainda há dias, começando a brincar mas acabando meio a sério, com a minha mulher pusemos a hipótese de na passagem deste mês para setembro dar uma saltada à Feira do Livro no Porto, que neste ano terá A.L.A. como autora central, para a ouvir e para comprar algum seu livro autografado. Foi-se a presença, fica a sua poesia simples.
Não sei se não tem mensagem, como ela própria aqui admite, se as suas mensagens são elas próprias simples, e impactantes.
Nesta época de militantismos em todos os sentidos, mas em particular nos das causas de minorias várias que são definidas exclusivamente por microminorias intelectualóides que se pretendem donas de tais causas, é também um alívio para o espírito ler este manifesto, se bem o interpreto, no sentido de uma conceção formalista da arte*.
*As teorias essencialistas sustentam que há uma propriedade possível às essências de cada objeto, que torna aqueles que a verificam em obras de arte. As teorias não essencialistas sustentam antes que um objeto é tornado obra de arte se e quando assim for considerado, p. ex. pelos autoproclamados e mutuamente reconhecidos “especialistas”. Entre as teorias essencialistas, a teoria formalista sustenta que o que torna um objeto como obra de arte é uma certa combinação entre os seus traços formais, como cores, brilhos, texturas, sonoridade… e não o facto de representarem objetos como deuses, batalhas e paisagens, ou expressarem emoções do artista que o espetador interpretará.
"A poesia não tem de ter mensagem nenhuma", diz Ana Luísa Amaral
OBSERVADOR.PT
“A poesia não tem de ter mensagem nenhuma”, diz Ana Luísa Amaral
Em entrevista no dia de lançamento do seu novo livro “Mundo”, Ana Luísa Amaral defende que a “poesia não tem de ter mensagem nenhuma”, e que um tradutor deve “ter uma imensa paixão pela sua língua.”
You, Duarte Melo, Nuno Costa Santos and 4 others
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