HOMENAGEM PÓSTUMA A NORBERTO ÁVILA

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DIA 2 DOMINGO

12.00 Sessão 13 Modera Chrys

12.00 vídeo In Memoriam Norberto Ávila 19’

12.20 Zeca Medeiros in Memoriam Norberto Ávila

12.35 Apresentação por Helena Chrystello “Frente à Cortina de Enganos” de Norberto Ávila edição patrocinada pela AICL

12.40 Álamo Oliveira in Memoriam Norberto Ávila

50 ANOS DE VIDA LITERÁRIA E CHRONICAÇORES DE CHRYS C

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Subject:

o livro dos 50 anos e 2CHRONICAÇORES VOLS 5 E 6

no 36º colóquio em ponta delgada

Dia 1 outº sábado Centro Cultural Natália Correia

 

15.15 sessão 7 – 50 anos de vida literária poesia de autor Chrys Chrystello pelo próprio, acompanhado ao piano por Ana Paula Andrade
15.30 sessão 8 –apresentação 50 anos de vida literária 1 de Chrys Chrystello Crónica do quotidiano Inútil vol. I – VI (POESIA) por Mª João Ruivo e Ernesto Resendes

E 2 CHRONICAÇORES

ALMEIDA MAIA E A ESCRAVA AÇORIANA

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Estou muito entusiasmado com as próximas datas deste mês de outubro, com «A Escrava Açoriana»: no dia 5 estarei nos Colóquios da Lusofonia, no dia 9 a participar no Arquipélago de Escritores, no dia 13 numa sessão de leituras em local a anunciar, e ainda no dia 26 em visita a uma escola. Em novembro também visitarei duas outras ilhas para apresentar a escrava Rosário aos leitores. Mais detalhes em breve. Fico agradecido pelos convites e por poder partilhar convosco estas histórias. Venham participar na festa da literatura! #aescravaaçoriana
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Vamberto Freitas, Paula De Sousa Lima and 42 others
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há 8 anos os colóquios andavam em Seia na Quinta do Crestelo

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Chrys, we care about you and your Facebook memories. We thought that you’d like to look back on this post from 8 years ago.
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8 years ago

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RIBEIR AGRANDE VERGONHA SRA MINISTRA

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Não, não é uma foto de uma habitação degradada de um bairro social. Não, não é uma barraca. É a Conservatória e o Notariado da Cidade da Ribeira Grande a terceira maior cidade dos Açores e a segunda maior repartição de finanças em termos de coleta fiscal. O Estado nos Açores não cumpre, o Estado central falha com os Açorianos e com os seus colaboradores e põe, inclusivamente, as suas vidas em perigo. Este pais ainda vai funcionando porque há gente com muita boa-vontade.
A Senhora Ministra da Justiça veio aos Açores mas não visitou nem o Palácio da Justiça da Ribeira Grande nem o de Santa Cruz das Flores onde os funcionários, os Juízes, os conservadores, os notários, os demais magistrados e os utentes têm que andar a fugir na chuva sempre que São Pedro abre as torneiras.
Urbano Bettencourt, Pedro Figueiredo and 78 others

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Quake Info: Weak Mag. 2.3 Earthquake – São Jorge, 4.1 km East of Velas, Azores, Portugal, on Tuesday, Sep 27, 2022 at 1:18 pm (GMT +0)

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Detailed info, map, data, reports, updates about this earthquake: Weak mag. 2.3 earthquake – São Jorge, 4.1 km east of Velas, Azores, Portugal, on Tuesday, Sep 27, 2022 at 1:18 pm (GMT +0) –

Source: Quake Info: Weak Mag. 2.3 Earthquake – São Jorge, 4.1 km East of Velas, Azores, Portugal, on Tuesday, Sep 27, 2022 at 1:18 pm (GMT +0)

Quake Info: Light Mag. 3.2 Earthquake – North Atlantic Ocean, 158 km Southeast of Ponta Delgada, Azores, Portugal, on Tuesday, Sep 27, 2022 at 5:14 pm (GMT +0)

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Detailed info, map, data, reports, updates about this earthquake: Light mag. 3.2 earthquake – North Atlantic Ocean, 158 km southeast of Ponta Delgada, Azores, Portugal, on Tuesday, Sep 27, 2022 at 5:14 pm (GMT +0) –

Source: Quake Info: Light Mag. 3.2 Earthquake – North Atlantic Ocean, 158 km Southeast of Ponta Delgada, Azores, Portugal, on Tuesday, Sep 27, 2022 at 5:14 pm (GMT +0)

se é grátis você é o produto

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Inspirador
Um homem criou um zoológico e fixou o preço do ingresso em 3.000, ninguém veio.
Ele reduziu para 2000, ninguém veio.
Ele colocou 100 , ninguém ainda veio.
Finalmente, ele disse entrada gratuita, na próxima 1 hora o zoológico estava cheio de pessoas.
Discretamente, ele fechou a porta e abriu a Cabana dos leões e fixou o preço de saída em 5000 , em 30 min, todos pagaram para poder sair do zoológico.
lição aprendida:
1- Quando nada der certo na vida, não mude seus objetivos, mas sim mude sua estratégia.
2- Cuidado com ofertas ou serviços gratuitos sem nenhum esforço, muitas vezes escondem coisas que podem prejudicar sua vida.
3- Se a oferta for gratuita, você é o produto .
NB: quando dizemos grátis, significa que alguém tem que pagar o preço…
May be an image of 3 people, big cat and outdoors
lucasviniciusadvogado, Z and 30K others
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será que esperam um desastre no solmar avenida?

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EDIFÍCIO SOLMAR AVENIDA
Dizem os Engenheiros que um edifício com o tipo de construção do Solmar, frente-mar, sujeito aquela humidade e salinidade, principalmente em zona sismica, tem uma duração média de 60 anos para cumprir com os níveis de segurança desejados (em condições ideais podem durar até 100 anos).
Sendo que a torre do Solmar, constituído por quase 100 apartamentos, já tem 40 anos, 2/3 do seu tempo expectável de vida, questiono qual o plano para daqui a 20 anos? Ainda falta muito tempo mas nunca vi nenhuma intervenção para retardar esse envelhecimento, esse valor ignora o futuro não muito longínquo do prédio.
Várias vezes por mês, sempre que a maré sobe a determinados níveis, a garagem deste prédio fica inundada. Há estudos do que essa água do mar está a fazer há estrutura do prédio? A Câmara Municipal de Ponta Delgada já se questionou sobre isto?
Estaremos só a empurrar com a barriga um problema que é de todos os munícipes? Não será agora a altura de intervir para que esses 60 anos possam ser 80 ou 90 ou vão esperar até que seja tarde demais?
Se houver Engenheiros especializados na área, manifestem-se, é do interesse de todos nós.
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DITADURA DA LEITURA

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QUEM NÃO LÊ LIVROS NÃO VOTA

HÁBITOS CULTURAIS DOS PORTUGUESES: no último ano, a percentagem de inquiridos que não leu um único livro impresso é de 61%.
In Expresso, 16 de Fevereiro de 2022
O inquérito, conduzido pela Fundação Gulbenkian e pelo Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, intitula-se “Práticas Culturais dos Portugueses” juntou nove investigadores, sob a coordenação de José Machado Pais, Pedro Magalhães e Miguel Lobo Antunes.
Baseado em 2000 inquéritos realizados a cidadãos residentes no país com 15 ou mais anos, cada um contando com 89 perguntas sobre práticas culturais, o estudo centrou-se em áreas como os consumos culturais por meio da internet, televisão e rádio; os hábitos de leitura em papel em formato digital; a frequência a bibliotecas, museus, galerias de arte e monumentos; e a ida a espectáculos, a concertos e ao cinema. E é revelador de “lacunas há muito verificadas”, como referiu José Machado Pais na apresentação.
A primeira dá conta de “clivagem geracional” na relação com a internet: se 71% dos inquiridos utilizam a web — percentagem bastante abaixo da média europeia —, e se esta é um hábito adquirido para 100% dos que têm entre 15 e 34 anos, acima dos 65 só um quarto dos participantes dizem utilizá-la. Em especial aqueles que demonstram níveis inferiores de instrução e de rendimentos. Em geral, quem não usa aponta falta de interesse, desconhecimento tecnológico, não ter computador ou ser demasiado caro. Entre os que a usam, o telemóvel é o dispositivo preferencial de acesso (89%). Em Portugal, os portugueses passam mais horas na Net a trabalhar ou estudar do que em atividades de lazer (18h semanais contra 10h, respetivamente), mas, apesar disso, a percentagem dos que se ligam à rede por lazer é o dobro (82%) do que acedem para estudo ou trabalho.
A internet constitui também uma porta de entrada para diversos interesses culturais. “Pelo menos uma vez por semana, 35% dos inquiridos ouviram música a partir da internet, 33% leram sites de notícias, 27% procuraram informações precisas, 16% fizeram buscas na Wikipédia e outras enciclopédias online e 15% procuraram informação sobre livros, música, cinema e espectáculos”, lê-se no estudo. Este também nos diz que os portugueses continuam a preferir a televisão, em especial filmes, séries e telenovelas, com 90% a ver TV diariamente — e tal percentagem representa o dobro dos ouvintes diários de rádio, que por sua vez preferem a informação e a música popular. Se forem jovens, ouvem-na sobretudo no carro e no telemóvel.
Talvez os números mais chocantes deste estudo sejam os que dão conta dos hábitos de leitura em Portugal. No último ano, a percentagem de inquiridos que não leu um único livro impresso é de 61%. Menos ainda leu em formato digital, fixando em apenas 10% os que o fizeram. Aqueles que leem, fazem-no por prazer (68%). Mais uma vez, o patamar socioeconómico vem ao de cima. “Os mais assíduos leitores de livros são os que têm ensino superior ou cujos pais o atingiram”, refere José Machado Pais. Por outro lado, verifica-se que a maioria dos inquiridos “não beneficiou do estímulo à leitura gerado em contexto familiar”, constata o investigador, pois é muito elevada a percentagem dos que, na infância e na adolescência, nunca foram levados a uma livraria (71%), a uma biblioteca (77%) ou a uma feira do livro (75%), sendo alto também o número dos que nunca receberam um livro (47%) ou a quem ninguém leu uma história em criança (54%).
“Se [o inquérito] revela que quanto mais jovem se é, e quanto mais elevadas as qualificações académicas dos pais, maior é a probabilidade de ter usufruído, na infância e na adolescência, de experiências de contacto com o mundo do livro e da leitura espoletadas pelos progenitores ou por outros familiares, importa frisar que a maioria dos inquiridos ‘raramente’ ou ‘nunca’ desfrutou, até aos 15 anos de idade, da leitura de histórias e da oferta de livros por parte da família ou, inclusivamente, de um conjunto de práticas exodomiciliares como idas a feiras do livro, livrarias ou bibliotecas”, é sublinhado. Esta realidade muda consideravelmente, e para melhor, na faixa etária dos 15 aos 24 anos, que têm “pais mais escolarizados que as gerações mais velhas”. Transversal é a circunstância de, nos 12 meses anteriores ao início da pandemia, 80% dos portugueses não terem entrado numa biblioteca ou num arquivo.
E só 31% e 28%, respetivamente, visitaram algum monumento histórico ou um museu, e apenas 6% galerias de arte e sítios arqueológicos. Este aceso, tal como já se tinha verificado noutros pontos, “continua a assumir uma relação muito significativa com o grau de ensino” — 70% dos que acorreram a estes locais concluíram ou frequentaram o ensino superior e 62% aufere um ordenado superior aos 2700 euros. Os que não visitaram qualquer destes espaços justificaram esse facto com a falta de tempo e de interesse, a preferência por outras atividades e o preço elevado.
O preço dos bilhetes é igualmente citado como uma das razões por que só 41% dos participantes foram ao cinema e, destes, 82% eram jovens dos 15 aos 24 anos — no estudo, a sétima arte é referenciada como “a locomotiva dos jovens”. Dos 59% que não viram qualquer filme em sala, “sobressaem os de rendimentos abaixo dos €800 mensais”, diz o estudo. Entre os espectáculos ao vivo, os mais frequentados foram os festivais e as festas locais (38%), seguidos dos concertos ao vivo (24%) e o teatro (13%). Os 7% que vão ao circo são mais do que aqueles que assistem a eventos eruditos como concertos clássicos (6%), dança ou ballet (5%) e ópera (2%) — e esta minoria corresponde a inquiridos com salários acima dos 2700 euros. Em geral, 61% recorda ter sido a escola que, durante a infância e a adolescência, lhes proporcionou visitas a museus, monumentos e bibliotecas, assim como a fruição de espectáculos.
Durante a pandemia, os consumos culturais através da internet intensificaram-se. Porém, “não é certo que culminem numa expansão da cultura a domicílio”, afirma-se. No último capítulo, afirma-se também que “a política e a programação culturais não podem deixar de questionar a razão de ser das disparidades regionais encontradas”. Mas claro que as grandes desigualdades nas práticas e nos hábitos culturais, tendo tão umbilicalmente a ver com os recursos socioeconómicos e com o nível de instrução, não dependerão apenas das políticas culturais.
Teresa Martins Marques, Maria Cantinho and 1 other
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