memória 12 do 36º colóquio

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…E lá ia eu, toda contente no passado sábado, cantar nos Colóquios da Lusofonia, toda arranjada, quando dei com uma mancha na minha saia que teimava em não sair. Já não havia tempo para voltar a casa e mudar de roupa. Por sorte, lembrei-me de ligar à Teresa, visto que a Loja Terezinha ficava em caminho. Cheguei lá e ela já me esperava com a solução que aqui se vê no vídeo.
Ufa!!! Safaste-me (outra vez), Teresinha! Muito obrigada pela amiga e grande profissional que és!!!
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O que posso dizer sobre isso? Nada! As imagens falam por si!😍
You, Pedro Paulo Camara, Terry Portugal Costa and 60 others
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memória 11 do 36º colóquio

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Intervenção do Diretor Regional das Comunidades na homenagem aos 70 anos de vida literária de Eduíno de Jesus promovida pelo 36º Colóquio da Lusofonia
Ponta Delgada, Escola Secundária Antero de Quental, 3 de outubro de 2022
“Começo com uma nota prévia e uma declaração de interesses.
A nota prévia é para expressar o quanto me apraz realizar esta intervenção no 36* Colóquio da Lusofonia em plena biblioteca do nosso liceu.
Remete-me para quando aqui fui presidente da Associação de Estudantes da Escola Secundária Antero de Quental e, depois, presidente da Associação dos Antigos Alunos do Liceu Antero de Quental, conjuntamente com a minha colega de sempre, Maria João Ruivo.
Aqui e então cruzei caminhos com o nosso querido homenageado, provavelmente o mais antigo aluno do nosso mais antigo secundário.
A declaração de interesses é para confessar, desde já, que tenho pelo Doutor Eduíno de Jesus uma imensa estima e uma enorme consideração.
Como todos nós aqui presente, certamente.
Por isso, em boa hora, a Associação Internacional Colóquios da Lusofonia organizou esta oportuna e pertinente homenagem ao decano dos poetas dos Açores.
Abro aqui um parêntese para evocar o seu fino sentido de humor:
A última vez que chamei “decano” a Eduíno de Jesus, ele respondeu que isso não era grande mérito, porque bastava simplesmente viver mais anos que os outros…
A verdade é que celebrar 70 anos de vida já é uma conquista biográfica.
Mas celebrar 70 anos de vida literária torna-se um raro desígnio cultural.
E celebrar 70 anos de vida literária a escrever e a publicar e a intervir e a projetar – com qualidade, intensidade e novidade – revela-se, afinal, um privilégio singular de Eduíno de Jesus.
Ditosa a pátria literária açoriana que conta tantos e tão bons poetas que a cantam e nos encantam, de Antero a Eduíno…
Deste falam e falarão, melhor do que eu, outros tantos artífices de uma escrita comum com sabor a sal.
Detenho-me no livro Eduíno de Jesus: A Ca(u)sa dos Açores em Lisboa – Homenagem de amigos e admiradores, organizado por Onésimo Teotónio Almeida e Leonor Simas-Almeida, editado em 2009 pelo Instituto Açoriano de Cultura e, por feliz coincidência, patrocinado pela Direção Regional das Comunidades.
Dele, retenho e reproduzo uma boa meia dúzia de testemunhos escritos com cumplicidade, mas com autoridade.
Desde logo, Álamo Oliveira avisa que Eduíno de Jesus “é daquelas pessoas sobre quem temos a obrigação de dizer o melhor-mais-que-possível. E isto, afinal, é difícil. As palavras como que encolhem o seu poder encantatório e logo surge o remorso de sempre se ficar aquém do que se queria dizer”.
Urbano Bettencourt evoca a geração açoriana da década de vinte do século passado, que se revela e afirma a partir da segunda metade dos anos quarenta em torno do Círculo Literário Antero de Quental.
E conclui que: “Eduíno de Jesus é, entre os seus companheiros de grupo, aquele que mais longe levou uma reflexão sobre a natureza autónoma do fenómeno literário e político, isto é, dotado de uma especificidade própria, em termos de processo e funcionamento”.
Eduardo Bettencourt Pinto recorda a primeira vez que leu Eduíno de Jesus:
“Apossei-me do livro com a avidez de quem está perante um tesouro literário, coisa que não acontece com frequência. Fui descobrindo o esteta, o filósofo de submersos quotidianos, o observador, ao rés e ao longe, da vida. Em certos momentos poéticos uma reflexão lírica de sussurro; noutros, um ressoar lauto de quem está perante uma audiência atenta num palco de sementes verbais. No decurso da leitura ainda a euforia auroral da palavra certa, medida, sentida nos quatro cantos da voz, trabalhada até ao sopro, até à exaustão. Um verdadeiro acontecimento literário”.
António Machado Pires considera Eduíno de Jesus “um poeta não alinhado, um poeta que se afirma poderosamente só, pela identidade não filiada da sua poesia”. “Aliás – conclui – um bom escritor nunca é filiado: ele é que alinha os outros!…”
Daniel de Sá escreve que “no olhar de Eduíno de Jesus vê-se-lhe a alma. E percebe-se uma inteligência culta que parece querer esconder-se para não envergonhar quem tais dons não tenha. Uma lição do Eduíno é como que um pedido de desculpa por saber mais do que quem lhe pede conselho ou informação. E ele trata as palavras com carinho, como se fossem pessoas”.
Finalmente, para Onésimo Teotónio Almeida, “Eduíno de Jesus é uma espécie de mascote para várias gerações açorianas que ele, coevo polícrono, acompanhou, e que sempre o olharam com afeto e veneração”.
E acrescenta: “Já não há, nas novas gerações de gentes do reino português das letras, figuras deste calibre, googles de quejanda estirpe, poços sem fundo de conhecimentos, que nunca se atrevem a vir a público abrir a boca sobre nada sem ter penteada a frase, o cachecol a coordenar com a cor do verbo e as luvas a assentarem justas sobre os adjetivos e advérbios”.
Quem sou eu para acrescentar o que quer que seja sobre Eduíno de Jesus – o poeta, depois de Álamo Oliveira, Urbano Bettencourt, Eduardo Bettencourt Pinto, António Machado Pires, Daniel de Sá, Onésimo Teotónio Almeida…
Está tudo dito, porque dele tudo se pode dizer.
Resta-me aditar uma palavra final sobre Eduíno de Jesus – o dinamizador cultural, a verdadeira Ca(u)sa dos Açores na Casa dos Açores em Lisboa.
Desde há muito na capital portuguesa, e desde sempre com a saudade açoriana, Eduíno de Jesus dedicou sucessivas décadas à nossa primeira casa dos Açores – como presidente da direção, como presidente da assembleia geral e, sobretudo, como diretor cultural.
Criou e dinamizou incontáveis sextas-feiras culturais para divulgar e valorizar figuras e factos da identidade açoriana.
Deixou um legado – que ainda hoje, felizmente, perdura – a caminho do centenário da afirmação dos Açores em Lisboa.
Eduíno de Jesus é sinónimo de Cultura, de Açores, de Lisboa. De Cultura dos Açores em Lisboa.
A sua vida confunde-se com a sua Causa e com a nossa Casa.
Nasceu logo no ano seguinte ao promissor nascimento desta primeira embaixada açoriana.
Cruzaram ambos caminhos inatos por mútua opção vitalícia.
É uma instituição dentro doutra.
Abraço este merecido tributo num tripé de cumplicidades. Como conterrâneo, como admirador, como Diretor Regional das Comunidades.
E olho para a frente.
Aguardo os próximos anos e os próximos poemas com a suprema sabedoria e a renovada inspiração de quem conta as ilhas em décadas.
Nove ilhas, nove décadas.
Agora, à conta da décima ilha, e no regresso à sua ilha de sempre, que conte mais e bons anos de vida literária…”
José Andrade
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50 anos vasco pereira da costa

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NOTA IMPORTANTE: A sessão de homenagem a Vasco Pereira da Costa será realizada uma hora depois do previsto, às 19h de amanhã, dia 7 de Outubro, na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada. O motivo desta alteração prende-se com o facto de a organização ter tido conhecimento do lançamento do livro “Gaspar Frutuoso: o Homem e a Obra”, de Avelino Meneses, às 18h. Para evitar sobreposição foi adiantada uma hora. Com esta pequena alteração beneficiamos os dois eventos. As pessoas podem ir ao lançamento e depois seguir para a homenagem, na qual, até pelo adiantado da hora, será servido um petisco-cocktail”.

memória10 do 36º colóquio

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VENHAM DAÍ CELEBRAR A BOA MÚSICA AÇORIANA
Daqui a pouco, quarta-feira 5 de Outubro, vou participar, acompanhado pelo Paulo Bettencourt, no encerramento do 36º Colóquio da Lusofonia. Será pelas 17h, após o concerto de guitarra portuguesa a solo do nosso Rafael Fraga, no Centro Cultural Natália Correia, na Rua do Monte, junto à Igreja da Fajã de Baixo. A entrada é livre.
Seria óptimo contar com a vossa presença!
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Graça Moniz e Almeida, Rafael Fraga and 32 others
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MEMÓRIA9 DO 36º COLÓQUIO

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Scenes from today’s 36° Colóquio da Lusofonia…
Grupo “Palavras Sentidas” nos Colóquios da Lusofonia
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36.° Colóquio da Lusofonia
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Pedro Paulo Camara, José De Mello and 16 others
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memória 9b do 36º colóquio

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Da sessão de homenagem dos Colóquios da Lusofonia á minha pessoa.
Ouvi dizer que fui homenageado nos Colóquios da Lusofonia.
Este painel de pessoas fantásticas e esta audiência salvaram a tarde.
Obrigado Helena Anacleto-Matias, Vamberto Freitas e Pedro Almeida Maia pelas excelentes apresentações.
Obrigado Hilarino da Luz pela tua tranquilidade inspiradora e liderança de mesa!

memória 9 do 36º colóquio

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QUINTAL DA GALIZA – VAMOS CONVERSAR ALGUM MINUTINHOS COM O DR Chrys Chrystello .
Está chegand o 36º colóquio em Ponta Delgada de 30 de setembro a 5 de outubro celebra os magníficos vinte anos de colóquios da lusofonia com ter poesia, história, humor e literatura. Neste evento, organizado pela AICL (Associação Internacional dos Colóquios da Lusofonia), celebraremos os 70 anos de vida literária do decano dos escritores açorianos EDUÍNO DE JESUS, os 50 anos de vida literária do ilhanizado CHRYS CHRYSTELLO, e o autor do ano Pedro Paulo Câmara.
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memória 8 do 36º colóquio

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Hoje nos AICL Colóquios da Lusofonia, no Largo Mártires da Pátria, em Ponta Delgada, será apresentado o livro “Um Punhado de Areia nas Mãos: Diário II” de Maria João Ruivo por Santos Narciso, às 15:00h, seguida de uma homenagem a Eduíno de Jesus. 🧡